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Quando abri a porta da sala, encontrei K assistindo televisão. Ela me olhou e sorriu. Eu continuei sério. K continuou sorridente e com o olhar apaixonado. Eu me aproximei da televisão e a desliguei. Ela me olhou atônita. Eu permaneci sério e a observando atentamente. K se sentiu incomodada. “O que foi?”, ela perguntou. “Levanta e vai me pegar uma cerveja”, ordenei. Ela se levantou e segundos depois voltou com uma cerveja. “Abra!” K abriu a lata e me passou. Tomei um grande gole e depois passei para ela. “Beba” “Não estou com vontade” “Beba!” K pegou a lata e bebeu. “Abra a blusa e passe a lata gelada nos seios.” K me olhou maliciosamente. Depois abriu os primeiros botões da blusa e em seguida passou a latinha de cerveja na ponta dos seios. Ficaram duros. “Está excitada?” “Muito... mas muito mais quando o senhor me trata deste jeito”. Eu não disse nada. Estendi os meus pés. “Tire os meus sapatos!” K se ajoelhou aos meus pés e tirou os meus sapatos. “As meias também!” Ela me obedeceu. “Agora jogue cerveja nos meus pés e chupe...” K me olhou como uma autêntica devassa e depois entornou a bebida nos meus dedos e começou a chupá-los. “Chupe com os olhos abertos. Não pare de me olhar e não pare de me chupar...” K fez que sim com a cabeça. A sua língua estava quente e úmida. A sensação era bastante agradável. Poderia ter me provocado uma onda sutil de felicidade, mas eu queria humilhar K. Tinha este desejo na minha mente, que não me deixava excitado, mas que me deixava em um estado de espírito um tanto alterado. Mesmo assim, não perdi o domínio de mim e nem das minhas palavras. Peguei um papel de dentro do bolso e o desdobrei. “Sabe o que é isso?” K faz que não com a cabeça. “Continue chupando os meus pés que vou lê-lo.” Comecei a leitura em voz alta: “Senhor Paul, eu não acredito que estou escrevendo para o senhor. Minhas mãos tremem, meu coração palpita e lágrimas não param de escorrer pelos meus olhos. É que acabei de ler seu conto na internet sobre o senhor e a sua escrava K. E saiba que nunca fiquei tão emocionada. A sua maneira de tratá-la, o jeito que a conduz, as palavras que usa, as coisas que faz, tudo isto me deixa enlouquecida. Não sei se K existe. Parece mais uma fantasia do que qualquer outra coisa. Mas se não tiver ninguém e quiser me fazer de escrava, eu aceito. Faço tudo o que o senhor desejar. E se K não se deixa chicotear, não se deixa estuprar e não se deixa nem mesmo ser humilhada através de ser possuída por um cachorro, saiba que faço tudo isto para o Senhor. E ainda mais, dou meu corpo para ser usado como quiser, poderá até mesmo mijar em cima de mim, que eu não me importo. Eu quero ser sua. Por favor, me aceite. Tua m (aqui no meu cantinho, sentada, humilhada e esperando pela sua resposta).” Quando terminei, K estava com a boca parada nos meus pés. Uma lágrima escorria pelos seus olhos. “Quem é ela?” “Eu não disse que foi uma carta que recebi na internet?” “O senhor vai ficar com ela?” “O que você acha?” K se levantou. Parecia indignada e furiosa. Pegou a carta das minhas mãos. Releu mais uma vez. Com ódio, rasgou-a em pedacinhos. Dei risada. “Você acha mesmo que eu não tenho esta carta no meu computador?” “Eu não suporto estas putas oferecidas.” Eu me levantei e a peguei pelos cabelos. Dei uma cuspida no seu rosto. K ficou atônita. “Eu que não suporto mais as suas frescurinhas...” “O que o senhor vai fazer?” “O que vou fazer? Quer mesmo saber, sua puta? Eu vou aceitar qualquer mulher como minha escrava. Eu não tenho muito tempo. Eu já estou com um pé na velhice. Vou dar a minha coleira para quem quiser. Não vou mais ficar mimando uma vaquinha cheia de frescura que nem você.” K deu um grito primal, que veio da suas entranhas. Depois caiu no chão, aos prantos. Quando parou, parecia uma criança assustada e ofegante. “Acabou o showzinho?” Uma lágrima ainda pendia no seu olho. “Acabou!”, ela me respondeu infantilmente. Eu a peguei pela mão e a levantei. Sem que esperasse, lhe dei um beijo ardente e apaixonado. Quando paramos, eu continuava sério e ela, frágil e indefesa. “Você viu como há mulheres capazes de fazer qualquer coisa para ter um mestre como eu?” “Sim, senhor.” “Você ainda vai continuar negando o que eu quero?” “Não, senhor.” “Você sabe o que eu quero?” “Sei, meu senhor.” “Então enumere tudo que eu já pedi para você e você negou.” K engoliu a seco. Ficou cabisbaixa sem saber o que dizer. Fiquei impaciente. “Não ouviu o que eu disse, sua puta?” K fez uma cara de choro. “Se voltar a chorar, vai apanhar como nunca.” Ela continuou contorcendo o rosto. “Engole o choro ou eu saio desta casa e nunca mais apareço.” Por um momento, senti dó ao ver K lutando contra as suas lágrimas. Finalmente ela parou. “Se você soubesse como me irrita ter uma escrava chorona ao meu lado, você nunca mais choraria na minha frente, nem de felicidade.” “Sim, senhor.” “Pois bem, estou esperando. O que eu te mandei fazer e que você não fez, me obrigando a te castigar?” K respirou fundo e automaticamente começou a dizer: “O senhor quis que eu andasse nua por uma rua deserta de madrugada; o senhor quis que eu mostrasse os peitos no meio de uma pista de dança; o senhor quis que eu fizesse sexo com uma mulher gorda; o senhor quis simular incesto e estupro; o senhor quis pingar vela no meu ânus; o senhor quis mijar em cima de mim; o senhor quis que eu...” Ela parou. “Continue...” K suspirou mais uma vez. “O senhor quis me ver transando com um cachorro e o senhor quis me ver...” “O que?” “... fazendo chuva marrom.” K ficou em silêncio. “E de tudo isto o que você fez?” “Nada”, ela respondeu laconicamente. Eu fui até a janela e fiquei olhando para fora. K ficou no meio da sala, cabisbaixa. Depois de um tempo, eu me virei. “Preste bem atenção: aquela conversa de que vou dar minha coleira para várias mulheres é conversa pra boi dormir. Eu só quero uma cadela. Não preciso de uma matilha.” Ela deu risada. “Silêncio!” Ela ficou quieta. Continuei: “Mas vou te trocar por outra mulher...” K me olhou assustada. “... se você não fizer qualquer uma destas coisas que eu quis fazer e você recusou. E quero fazer agora, nem um minuto a mais.” “O que quer, senhor?” Eu segurei seu rosto com as duas mãos: “Para mostrar a minha generosidade, eu ainda vou ter dar o privilégio da escolha.” K me olhou intrigada. “Será que entendi bem, senhor? Se eu fizer qualquer uma destas coisas, neste momento, o senhor não vai me trocar por nenhuma outra mulher?” “Isto mesmo, garota. Considere isto uma demonstração de apreço que tenho por você.” “E se eu recusar?” “Adeus. Será esta a última palavra que você ouvirá da minha boca.” K ficou pensativa. Parecia que estava fazendo um cálculo mental complicado. Finalmente, ela disse de uma maneira resoluta: “Pode mijar em cima de mim, senhor.” Sorri. Peguei-a pela mão e a levei até o banheiro. Mandei que tirasse a roupa e ficasse de joelhos. Peguei o pau e o enfiei na sua boca. Ele endureceu. Eu estava com vontade de urinar, mas com a excitação não consegui fazer nada. Mandei que continuasse chupando. Comecei a dizer palavras obscenas e rudes para K. Até que senti uma onda quente e um arrepio. Gritei com um louco e gozei na cara de K. Ela ficou toda lambuzada e sua boca estava entreaberta, mas ela fechou os olhos e os apertou numa careta esquisita. Eu estava mijando no seu rosto e ela sentiu o líquido quente escorrendo pelo seu corpo. Quando parei, K me olhava com ternura. Esperava por uma ordem. Eu demorei a dizer qualquer coisa. Finalmente mandei que fosse tomar banho. Antes que entrasse no box, falei sarcasticamente: “Amanhã, eu quero o incesto e o estupro. Estamos entendidos?” “Sim, senhor. Amanhã eu vou ser sua filha e o senhor vai poder me estuprar.” Sorri. “É por isso que eu te amo, K” “Eu também te amo, senhor Paul. Posso tomar banho agora?”