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Sex Shop - Parte 2

Talita acabara de se lembrar como havia parado naquele lugar, amarrada e amordaçada daquela forma humilhante, quando o jovem atendente do Sex Shop entrou no quartinho. Ela começou a debater-se de medo, como podia. Tentou encolher-se um pouco mais como se fosse possível escapar do que quer que seja que ele estaria pensando em fazer com ela. Amarrada nua, com dois consolos enfiados dentro dela, forçados por uma corda que passava caprichosamente pelo meio da sua xoxota, era claro que ela só poderia esperar o pior. Talita tentava fazer o máximo de barulho que era capaz, com aquela mordaça em forma de bola enfiada dentro de sua boca. Ela se contorcia, revira-se no chão, mas o máximo que conseguia fazer era penetrar os consolos mais fundos dentro de seu sexo e de seu ânus. E quanto mais esperneava, mais as cordas lhe machucavam os pulsos e os tornozelos. Clarinha como era, sua pele já estava bem vermelha onde as cordas a apertavam. Aquilo tudo parecia inútil, mas ela precisava tentar alguma coisa. ******** Quando entrou no quartinho e viu aquela mulher ali, amarrada e amordaçada, jogada naquele chão como uma mercadoria, um objeto, como as fotos das revistas que gostava de ler, como as garotas dos filmes de sadomasoquismo que costumava comprar pela internet, ficou louco. Seus olhos se esbugalharam por trás das lentes grossas de seus óculos. Ela era um sonho de consumo, uma mulher que ele nunca possuiria na vida se não fosse pela força, na base da violência. E lá estava ela: um sonho que se tornava real bem diante de seus olhos. Quando ela começou a gemer e a se debater, então, ele teve que se segurar para não gozar ali mesmo, imediatamente. Era um delírio completo. Parecia que ela fazia de propósito porque aquele gemido abafado pela ball-gag, que de tão grande, mal cabia em sua boca, era como um música inebriante para os seus ouvidos; poderia escutá-la por horas gemendo daquele jeito manhoso, quase como um choro de uma mulher que de repente, esquecera de como articular palavras. Enquanto ela rolava no chão, ele via extasiado as cordas desaparecendo no meio daquela bucetinha raspada, como se aqueles grandes lábios as engolissem. Podia imaginar os consolos dentro dela, causando o maior estrago, alargando, principalmente, aquele cuzinho apertado pois ele caprichara na hora de escolhê-los. Havia enfiado no anus de Talita um plug anal bem largo, dos mais largos que tinha para vender. E dentro da buceta da jovem havia guardado um grande pênis de silicone preto, um pau de dar inveja a qualquer negão avantajado. Ele não resistiu. Precisava fazer algo e enquanto Talita se debatia por socorro, ele tirou o pau para fora e se masturbou. Foi um alívio. A melhor punheta de sua vida. Talita ainda se debatia desesperada quando, de repente, viu o rapaz de masturbar na frente dela. Foi muito rápido. De repente,alguns jatos de porra voaram pelo quarto. Um pouco de semem respingou na bunda de Talita. Ela ficou enojada. Se debateu ainda mais, mas como mal podia se mexer, de repente, começou a chorar, a soluçar inerte no chão. O rapaz aproximou-se dela. Talita tentou se arrastar para longe dele. Ele pousou uma das mãos sobre o sexo dela. Talita se arrepiou inteira. E o rapaz disse, quase gaguejando. - Você é gostosa pra caralho!! Talita resolveu mudar de estratégia. Olhou para ele com uma cara de cão sem dono, de coitada, tentando conquistar a pena do rapaz. De repente, aquilo poderia comovê-lo, pensou, e ele a soltaria. Mas, ao invés disso, o rapaz segurou a corda que estava enfiada no meio da xoxota de Talita e presa a sua cintura, e a puxou, forçando ainda mais dentro dela. Aquilo doeu. Talita se contorceu. Ele estava excitado demais. Não se conteve: - Tô louco pra fuder você, gatinha. Qual é o seu nome? Talita só gemeu. Ele entendeu o recado. - Você não pode falar, lógico. Ele levantou-se e saiu do quarto. Voltou com a identidade de Talita nas mãos. - Talita... Pô, até o seu nome me dá tesão, sabia? - Tesão? Pensou Talita. Aquele rapaz só lhe dava asco, nojo. Talita já tivera fantasias sadomasoquistas, mas pensar em ser possuída, fudida por aquele ser asqueroso a deixava enjoada. Mas aquilo estava longe de ser uma foda. Talita seria, sim, estuprada!! E isso não lhe causava o menor tesão. - Eu sei que eu sou feio – Ele disse a Talita. E prosseguiu, mas tenho certeza que posso te dar prazer. Vai doer no começo, mas você vai acabar gostando. Ele passou a acariciar os cabelos de Talita, que tentava lhe virar o rosto. - Você é doente! – Talita pensava. - Talvez você não saiba, mas a dor também pode lhe dar prazer. - Me solta, seu escroto!! – Ela pensava e tentava dizer a ele. - Eu sei que você tá com raiva de mim, mas isso faz parte do processo. Eu gosto que você sinta raiva, até mesmo que tenha nojo de mim. Isso só me deixa mais excitado. Ele começou a acariciar os seios de Talita. - Agora, eu quero te contar o que vou fazer com você – ele riu – isso me deixa excitado. Prosseguiu: Desse jeito eu não consigo me aproveitar de você. Não tem como eu te foder amarrada desse jeito. Então, eu vou te contar... Vou te deixar na posição que mais me deixa de pau duro... Tenta imaginar só isso. Eu vou deitar você nesse chão de barriga pra cima. Não sei se reparou, mas esse assoalho está cheio de argolas de ferro presas ao chão. Eu vou amarrar os seus pulsos numa dessas argolas. Um pouco afastadas dessa primeira argola, eu tenho mais duas argolas de cada lado. Eu vou pegar cada uma das suas pernas e aí vamos ver o quanto você é elástica porque eu vou levantar as duas e puxá-las para cima e amarrar cada um dos seus tornozelos numa dessas argolas. Você vai ficar com as suas pernas totalmente abertas, a buceta arreganhada e o cuzinho também. Amarrada desse jeito, eu tanto posso te chupar na boa, como posso te comer o cú ou sua buceta. E ainda faço tudo isso olhando bem nos seus olhos. Só de pensar... Talita pensou sim, com ela: - Pra fazer isso, ele vai ter que me desamarrar. E aí... Eu me solto e fujo daqui!! Ainda dou uma lição nesse filho da puta, covarde. Quando prenderem ele vai ser mulherzinha na cadeia, vão comer o cu desse estuprador de uma figa e... Mas antes que tivesse tempo de completar o seu pensamento, Talita viu o pano embebido em mais clorofórmio ser colocado sobre suas narinas. Ela quase não conseguia respirar pela boca por causa da mordaça incômoda. Debateu-se um pouco, tentou prender a respiração, mas logo teve que expirar aquele aroma entorpecedor. Seus olhos se reviraram um pouco e ela desfaleceu. - Você não achou que eu fosse fazer tudo isso com você acordada, achou? (CONTINUA)