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Chineladas da Empregada - 2ª parte

Sônia passou o resto do domingo arquitetando situações que se desenrolariam durante a semana. Chegou mesmo a montar um roteiro na sua cabeça. Julius saía cedo para o trabalho, e Júnior, filho da empregada Cleci, também tinha escolinha de manhã. Quando Sônia acordava, a criada já tinha levado o moleque e voltado. Assim, o período matutino seria todo da criada, da patroa e de suas insanas fantasias. Na segunda-feira, ao receber o desjejum, Sônia instruiu: - Cleci, quando vieres recolher a bandeja, tem um servicinho antes, viu? - O que a senhora quer que eu faça? - Hum... um trabalhindo braçal bem rápido. Te falo na hora! Quando a criada ia saindo, Sônia completou: - Ah... e venha já de chinelo em punho... pra poupar tempo, sabe? Hehe! Cleci deu um sorrisinho e saiu. "Ai ai ai... uma patroa que gosta de apanhar na bunda... que mais falta me acontecer?" - lamuriou-se. Meia hora depois, lá está Cleci à porta do quarto da patroa, havaiana preta na mão, conforme instruído. - Humm... sabia que você fica poderosa segurando esse chinelo? Faz uma cara de má, faz! Mostra o chinelo, o solado dele, ergue, me ameaça! - ordena Sônia. Cleci, bastante desconfortável com as estranhas ordens e com a personagem que deveria compor, consegue no máximo fazer uma cara séria, mostrando aquele chinelo em posição de ataque para a patroa. Esta, deitada na cama, excita-se com cada momento do desenrolar da cena; excita-se com o ridículo em que colocou a pobre criada e com o seu poder de fazer isso; excita-se com suas próprias palavras e com a coragem que arranjou para proferí-las; excita-se, enfim, em saber que Cleci não vai deixar isso barato, e terá total liberdade em dar vazão à sua fúria da forma que bem conhece. Por isso a provoca: - Me xinga agora, faz de conta que eu sou o Júnior e acabo de fazer malcriação! - Olha, dona Sônia, desculpe, mas não consigo fazer isso não! Não tenho jeito pra essas coisas... - Hahaha! Tudo bem, tudo bem! Vamos aos poucos, né? Você até que tá indo muito bem, sabia? Sônia fica de quatro na cama, de costas pra criada, levanta a camisola e expõe o traseiro bem empinado. - Acho que já adivinhaste o servicinho, né? Minha bundinha é toda tua, faz nela o que tu sabes fazer como ninguém. Faz esse chinelinho trabalhar, vai! Dessa vez não foi preciso insistir. Mal proferida a ordem, Cleci já se aproximou e pôs o chinelo em ação. Castigou com vontade, com prazer, com vigor, vingando-se do ridículo que a patroa recém a fizera passar. E o estalar, já parte indissociável da rotina de Sônia, ecoou pelo apartamento. Uma surra caprichada, mais de 30 lambadas, chinelo erguido lá em cima e pegando em cheio na bunda branca; vermelhidão instantânea, vários contornos do solado em cada nádega, prova irrefutável de uma senhora surra; gemidinhos surdos intercalavam cada golpe. Ambas as mulheres saciadas, cada uma à sua maneira, termina a pequena orgia matutina. Cleci calçou a "temida", pegou a bandeja e saiu em silêncio, ainda a tempo de ouvir: - Credo, Cleci! Não tô acostumada a apanhar assim não! O que deu em ti? Já bateste no Júnior dessa forma? - Não, senhora. Já longe dos olhares da patroa, a criada seguiu sorrindo para a cozinha. A extrema vergonha e desconforto transformara-se num prazer mordaz, numa sensação de superioridade que poucas vezes experimentara. "Pra ela aprender a me respeitar", pensou. No quarto da patroa, os pensamentos eram outros: "Nossa... tá latejando! Assim essa alemoa acaba comigo... mão pesada... será que fiz bem em me entregar assim?" Mas a pontinha de arredendimento foi apenas temporária. As surras matinais repetiram-se nos dias subseqüentes, e a cada manhã o ritual era mais sofisticado e cheio de cerimônias. Sônia elaborava roteiros para as manhãs seguintes e os apresentava à criada antes de ir dormir, escondida do marido. Dentre as inovações, instituiu o "despertar a chineladas", as chineladas após o café, no banho e as chineladas-surpresa. Consistia esta última no seguinte: se, quando Cleci estivesse executando o serviço normal da casa, Sônia ficasse em volta atrapalhando, logo que esta se distraísse, a criada deveria segurá-la pelos cabelos, baixar-lhe as calças, descalçar a havaiana e desferir-lhe uma boa sova na bunda; tudo em questão de segundos, inesperadamente. Após, deveria levá-la (ainda pelos cabelos) para o seu quarto (de Cleci) e deixá-la trancada por uma hora. Se a "criança arteira" gritasse ou batesse na porta (e é claro que Sônia o fazia), Cleci abria a mesma, renovava a surra e tornava a fechar, até que terminasse o tempo do castigo. Quantas vezes fosse necessário. Sônia, quando pequena, tinha assistido a tal cena protagonizada por uma antiga empregada da família, e desde então sempre tivera vontade de "vivenciá-la". "A sova é sempre na bunda pelada, não esqueça" - Sônia valorizava os detalhes. Com o passar do tempo, Cleci foi perdendo o acanhamento em executar as "ordens especiais", e já o fazia com naturalidade, inclusive discutindo detalhes e dando idéias para os rituais. Tanto quanto as próprias surras, Sônia deliciava-se intensamente em falar sobre elas com a criada, mostrar sua bunda marcada, elogiá-la após uma sova bem aplicada, perguntando como ela se sentira ao ministrá-la e falando dos seus próprios sentimentos. O próprio ato de solicitar já era excitante para Sônia: - Cleci, hoje eu estou extremamente tensa, discuti com o Julius, estou transtornada e nervosa. Acho que hoje só a tua fúria com o chinelo vai me acalmar. Quero apanhar pra valer, como nunca apanhei, e de um jeito que só tu sabes fazer. Vou pro banho agora. Daqui a 20 minutos entra lá e já começa a sova no box, quero ser pega molhada e indefesa. Nem precisa falar nada, só descer o chinelo com vontade e com fúria. Me arrasta até o quarto sem parar de bater nem um segundo, e continua minha surra lá. Meus cintos estão no armário, se precisares. Vais ter total liberdade para me castigar, sei que adoras isso e sabes como aproveitar bem o tempo e os acessórios. Posso chorar, gritar e pular que nem uma louca, mas tu não vais sequer diminuir a força nem o ritmo; só vais cessar as chineladas ou cintadas quando eu estiver bem calminha, ok? - Sim, senhora. - Que ótimo! Não imaginas como tô necessitada daquela surra boa, impiedosa, com aquele jeitinho todo teu. Nunca vi ninguém manejar um chinelo tão bem! Parece que nasceu pra isso... - Obrigado. A senhora não vai se arrepender - garante Cleci com um sorrisinho. - Tenho certeza que não. Confio no teu talento, na tua experiência. Bom, até daqui a pouquinho, então! "O arrependimento a senhora nem imagina quando virá. A dor da surra será a menor delas...", pensou consigo mesma a criada, sorriso funesto no rosto. Continua...