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Me embriago... Perco os sentidos... Já não sou dona de mim mesma... Já não comando meus atos...Sou sua... Inteiramente, corpo, alma, mente... Dominação física e psicológica. Um jogo... Poder.... Você dominador, usando seu poder sobre mim, me mantendo submissa a seus caprichos. Eu me deixando dominar, porque quando eu me submeto a você, você é meu... Meu, de mais ninguém... Porque ninguém vai ser pra você o que eu sou... Sua submissa... E com minha submissão eu te mantenho junto a mim. Me deixando controlar, eu te controlo!! E será sempre meu... Jamais me esquecerá! Jamais encontrará outra igual a mim! Jamais encontrará outra mulher que te proporcione essa sensação de prazer que emana do poder, do domínio... Do prazer de ter uma mulher ali, ao seu dispor, sem vontade própria, cujo único anseio é te proporcionar prazer... Seja de que forma for. E ainda que seja um jogo, ainda que eu conheça as linhas e os nós desse emaranhado, e saiba de onde vêm e para onde vão, eu me perco... Mergulho nas sensações... Saio da realidade... Me curvo e me ofereço a ti, ávida por te satisfazer... Ah, o intenso prazer em proporcionar prazer !! Sensação maior, gloriosa... Minha alma de gueixa palpita feliz! Não me envergonho? Pela primeira vez, honesta comigo mesma... não. È assim que eu sou. Hoje, olhando para as profundezas de minha alma, eu sei... é assim que eu sou. Não sei se é certo ou errado, bom ou ruim... Mas chega de tentar me enganar... Chega de lutar comigo mesma... Chega de tentar ser o que não sou... Significa que eu decidi ser assim pra sempre? Não, acho que não. Só que também decidi parar de me violentar e tentar mudar a todo custo. Significa que resolvi aceitar minha realidade, sem dor, sem angústia, sem culpa e me deixar levar pela correnteza... a natureza se encarregará de mudar o ambiente, o clima, o lugar e talvez eu desemboque em algum lugar que pra mim ainda é desconhecido, ou talvez simplesmente faça um caminho circular que me levará exatamente ao lugar de origem. O futuro a Deus pertence... Quero me perder em você... Quero me afogar no prazer da força de suas mãos, que deixam a minha pele avermelhada, ardendo... Os bicos dos meus seios que doem quando são impiedosamente, apertados, torcidos quase arrancados que por sua vez, arrancam gemidos sentidos, baixinhos, tirados a força da minha garganta... Porque eu sou sua e não devo ter vontade própria. Eu nua, sub-julgada, a cabeça curvada para trás pelo puxão no cabelo... A boca entreaberta, ávida pelo teu beijo. A respiração ofegante pelo medo, os olhos ariscos e assustados que acompanham o movimento de seu braço e de sua mão que se aproxima em forma de uma bofetada... O peito subindo e descendo arfando, o calor entre as pernas que enquanto uma mão atinge meu rosto, é descoberto pela outra. A carne úmida, quente, o clitóris excitado, crescido de desejo... Eu me contorço e imploro para que me penetre rudemente com os dedos. Assim, com força, sem delicadeza... - Puta safada! Cadela!, escuto você dizer... Apanha e assim mesmo fica com a boceta molhada! Outra bofetada... Agora estoca minha vagina com três dedos com força... Já estou deitada, as pernas escancaradas, toda exposta pra você... E no meio da minha vertigem, dessa humilhação prazerosa que me enlouquece... - Vagabunda! Vadia! Puta tem que ficar assim mesmo... De pernas abertas pro seu dono! Então aqui estou senhor... Arreganhada prá você, a vagina exposta... Ainda não lhe é o suficiente, quer que além disso dobre as pernas... Os joelhos próximos do peito... A boceta ainda mais aberta, agora mais levantada, o cuzinho também exposto... Subitamente, um dedo, dois dedos no meu ânus. - Quieta cadela! Nenhum um pio! A não ser que queira apanhar mais... Agora, três dedos, sem piedade! Não me controlo! Grito com a dor da invasão. Pobre de mim... Tremo de medo ao ver a reação enfurecida do meu senhor... Cadela desobediente, não te disse que não queria nenhum pio?! Abre bem essas pernas, porque vai apanhar na boceta! Pavor... Peço que me perdoe, imploro piedade... Tudo em vão. A pequena palmatória de borracha estala em minha vulva exposta. Grito! Me mexo, junto as pernas desesperadamente... Mais palmadas, na parte interna das coxas que não consegui fechar por inteiro, porque você é muito mais rápido e mais forte do que eu. Na bunda... tento engolir meus gritos, mas mesmo assim eles teimam em sair baixinho... Furioso, você se afasta e volta rapidamente com uma corda e uma mordaça nas mãos. Rápido, com movimentos firmes, prende meus braços na cabeceira da cama, as pernas bem abertas e separadas também são presas, a mordaça colocada. - Agora pode gritar quanto quiser porque ninguém vai te ouvir, e não tem jeito de tentar fugir do seu castigo. No momento seguinte sinto a palmatória agindo. Uma, duas, três, não sei quantas vezes , em minha boceta! As lágrimas correm, me debato em vão, não há como escapar... Suas mãos vão conferir o estrago... - Você é uma puta safada mesmo! Diz entre risadas... - Está encharcada... Fecho os olhos envergonhada, não posso negar o meu desejo... Então, de repente, aquelas mesmas mãos que me puniam, agora acariciam minhas partes mais íntimas, friccionam meu grelinho ao mesmo tempo de que penetram minha vagina de forma ritmada, me enlouquecendo de prazer. - Não goze. Não está autorizada a gozar! Oh! então pare senhor... Suplico com os olhos... Que pare ou que me deixe gozar... Mas ele continua impiedoso... Não vai dar, não vou conseguir obedecer, serei castigada eu sei, mas pelo menos terei tido um orgasmo maravilhoso... Ele está tão próximo... Está chegando, vindo como uma onda forte de prazer pelo meu corpo, só mais um pouco, ago.... QUE DOR!! AI!!!! Um beliscão forte no meu grelinho, ele espremido e torcido entre as unhas do seu polegar e indicador direito!! Lágrimas correm novamente... Você está me castigando demais... Não me deixou gozar e além disso quase arrancou meu clitóris ! Agora choro abertamente, não consigo me conter. Choro de frustação e dor, choro por piedade, clemência, não agüento mais, por favor, chega... Você percebe, me desamarra, me tira a mordaça, e me envolve carinhosamente com os seus braços me consolando. Acaricia meus cabelos, seca minhas lágrimas com beijinhos. Beija minha boca ternamente. Corre sua língua pela minha orelha, meu pescoço e segue descendo... Circula meu mamilo, deixando-o durinho e depois o suga de forma carinhosa... Meu corpo reage... Novamente o desejo, o tesão indomável que sinto por você... Não consigo e nem quero evitar... Sua língua segue descendo... Desliza pelos lábios vaginais, que logo são abertos pelos seus dedos, para que você tenha livre acesso ao clitóris... Enlouqueço!! Meu Deus!! Como isso é bom!! Novamente os dedos... Você sabe que eu preciso de movimentos mais fortes no clitóris e na vagina pra gozar (vagabunda não gosta de amorzinho...) . Não estou me agüentando... ouso perguntar, os olhos baixos, num fio de voz: - Posso gozar? Você me olha, ergue meu queixo me forçando a abrir os olhos e encará-lo. Sorri, (o sorriso mais meigo e maravilhoso do mundo!) – Pode querida, goza bem gostoso pra mim... Perco o ar, me contorço em sua mão, procurando desesperadamente a melhor fricção no meu grelo dolorido, àquela que vai me levar ao gozo... E ele vem... Intenso, arrebatador... Minhas pernas se trancam em torno de sua mão, meu corpo se ergue, grito... Gozo, gozo, gozo... Você espera pacientemente que eu pare de arfar, que meu corpo se acalme, então de forma carinhosa mas decidida, separa minhas pernas com as suas, e em um movimento rápido, repentino, me penetra. Gemo baixinho, maravilhada com a invasão. Me ofereço, me abro, me encaixo em você. Quero tanto, tanto que você tenha prazer comigo! Vem meu amor! Meu homem! Meu macho! Meu senhor! Meu querido... Me come, me possui, me fode com força... VEM, GOZA !!!! Sinto seu corpo se retesar, e um segundo depois escuto seu grito e sinto meu interior encher-se com seu esperma... Agora, fecho os olhos e sorrio... Tenho um outro gozo, diferente do primeiro, mas talvez ainda maior... O gozo da alma, da satisfação inenarrável de ter podido proporcionar prazer ao meu amado.