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Dominado por Senhora Nathy - Nono Encontro

Nono encontro. O dia de eu ir para sua cidade se aproximava. Muito mais do que no trabalho... eu pensava em encontrar essa mulher! Queria muito olhar nos olhos dela. Queria muito estar diante dela. Um desejo intenso, incontrolável, que elevava minha ansiedade a níveis que eu jamais tinha experimentado. Antes de mais nada minha adorada Senhora Nathy me pergunta categórica: - Está preparado para sua última prova, escravo? - Se passar por essa, poderá lamber sua Dona todinha quando nos encontrarmos. Era tudo que eu queria. Mas... não esperava que seria fácil dessa vez... - Sua última prova para merecer encontrar-se ao vivo com sua Dona. - Para merecer beijar meus pés. - Ligue a câmera, mas fique todo vestido. Ligue o microfone. - Coloque o telefone perto do microfone. Quero ouvir o que vai falar, escravo. Claro que comecei a me preocupar. Exposição total... - Primeiro tente esse número, escravo relaxado: 3222-XXXX. Henrique é o nome do rapaz. Pergunte se ele pode ir ao seu escritório agora! Sem reclamar. Gelei completamente. Eu não faria isso... mas fiz. Sabia que se não correspondesse ela poderia me abandonar. E... no fundo... ela sabia que eu desejava aquilo. Apesar dos enormes perigos que a situação representava. Eu liguei... é claro que o cara poderia vir. Ela me mandou explicar para ele que eu ficaria diante da web cam obedecendo minha Dona... e que ele estaria lá para “ilustrar” a história. Nas palavras dela. O cara disse que demoraria uns 20 minutos. E disse também... que já sabia o que fazer!... Ela certamente já tinha entrado em contato com ele antes. Minha adorada Senhora Nathy ouviu a humilhante conversa, e me parabenizou pela coragem. Me mandou tirar a calça e vestir a calcinha. E depois recolocar a calça para esperar meu novo “amigo”. Disse que tinha coisas para fazer e que eu só a chamasse agora quando o garoto de programa chegasse. Poucas vezes na minha vida eu tinha pago uma garota de programa. Um cara, jamais. Seria acima de tudo humilhante. Ele chegou, riu, entrou. Eu tranquei a porta com um estranho (e homem!) do lado de dentro. Avisei minha Dona que ele tinha chegado. Ela me mandou ligar a câmera... - Fique lado a lado com ele, em pé... longe... para eu poder ver os dois inteiros. - Tire sua roupa na frente dele, escravo viadinho! Fique só de calcinha! - Diga para ele que sua Dona o mandou ficar assim de calcinha! - Agora ajoelhe-se. - Abra a calça dele, escravo. - Pegue no pinto dele! Já tinha pegado em um antes? - Agora chupe! - Isso mesmo, chupe! E vire essa cabeça que eu quero ver!!! O cara, impassível... dava umas risadas contidas. Estava claro que ela já tinha falado com ele e não queria que ele risse muito. O pau do garoto de programa estava duro. O meu... confesso... também. - Chupe ele mais, escravo! Masturbe-o! - Agora sua Dona vai ser muito boazinha com você, escravo! - Poderá escolher entre três opções... - Claro que o prêmio pela sua escolha será proporcional à “dificuldade” dela... Eu estava excitadíssimo e fora de mim... - A sua primeiro opção é a intermediária. Bem baunilha... do jeito que você gosta: continue masturbando ele até ele gozar na sua cara! Mas aí você não poderá gozar hoje! E eu vou ficar te olhando até esse seu pauzinho ficar molinho! E vamos nos ver quando você vier. Mas não garanto que algo concreto vá acontecer. Arrisca? - A segunda é para um escravo medroso. Bata um punheta para ele... delicie-se com isso pois sei que você vai gostar. Enquanto isso bata uma punheta você também. Depois dispense-o para ficar confortável. E saiba que não me verá quando vier. Gelei. - A terceira vai te render o melhor prêmio, escravo: - Empine essa sua bunda virgem... deixe sua Dona ver o cara te comendo... e poderá me lamber inteirinha daqui a 3 dias!!! Agi pela emoção, pela excitação, pela vontade além do humano de vê-la. E... por já ter consciência que eu desejava o que ela desejava ver. Dei para o garoto de programa na frente da câmera, para minha Dona ver.