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A Última Prova
Durante muito tempo, sonhei ser seu escravo. Rojei-me muitas vezes a seus pés, beijei-lhe as solas dos sapatos, implorei que me aceitasse. Mas ela só se ria, e me enxotava como um cão. Oh! Quem me dera que os pontapés que me dava enxotando-me fossem dados pelo pé de minha Senhora, e não significassem antes a recusa de o ser.
Eu sabia que a Senhora era exigente, na escolha dos seus escravos. Não era o único a ser rejeitado. Homem que tivesse a Seus olhos o mais pequeno defeito era impiedosamente preterido. Logo na primeira vez que completamente prostrado sobre Seu trono, lhe supliquei que me aceitasse, ela olhou-me altivamente, me mandou pôr de pé, e diante dela e de Suas Damas de Honor, me mandou despir. Completamente nu, olhou-me de alto a baixo, ordenou a uma das Suas Damas que medisse meu piçalho ( 12 centímetros ), me tomasse o diâmetro ( 3 cms), sopesasse meus tomates. Chamou-lhes ovos de pomba, que se aquilo eram tomates, só o eram na cor.
Todas as minhas Senhoras, sempre gozaram com o diminuto aparato da minha genitália. Eu gosto que gozem com minha genitália. Gosto tanto, como de apanhar com um chicote nas costas, ou ser palmatoado nas nádegas por minhas Senhoras. Aquela a quem eu me queria oferecer, percebeu-o, ou minha piça não se tivesse imediatamente começado a levantar.
- Que provocação é essa? Como te atreves a exibir desejo por Mim, com essa amostra ridícula de pila? Achas por acaso que por mostrar que tens tesão, me consegues convencer a achar-te suficiente homem, aceitar-te como Meu escravo, e dar-te a recompensa que só concedo aos Meus escravos? Pela audácia que demonstraste te asseguro que te farei estar uns dias sem a conseguires levantar.
Eu garanti-lhe que minha única recompensa seria servi-la. Mas aquelas palavras davam-me mais tesão, meu pau estava cada vez mais levantado, e eu fazia um esforço danado para não me esporrar como acontecia sempre que me oferecia como escravo.
- Veremos se isso é verdade! retorquiu-me. Com um gesto à outra Dama de Honor, fez com que esta retirasse da gaveta de um contador castanho, uma comprida tira de cabedal, que eu achei ameaçadora. Sem uma palavra a primeira Dama que examinara minha piça e tomates, puxou um tamborete que me dava pelos joelhos. Não precisei que me dissessem nada, pois já compreendera o que esperava, embora aquela fosse a primeira vez que uma Senhora ia tão longe comigo. A minha decisão de ser Seu escravo ainda mais aumentou. Ajoelhei-me e a primeira Dama ajeitou minha piça, de modo a que ela ficasse repousada em cima do tamborete, meus colhões balouçando de fora. A segunda Dama brandiu a tira, a primeira esticava meu corpo todo para trás prendendo-me com uma corda as mãos aos tornozelos. Pedi:
- Por favor, Senhora, que sejais Vós a açoitar minhas partes.
- Cala-te! Achas que para um homem com uma piroca tão curta, eu gastaria Minhas energias? Não sabes que só os Meus escravos têm o privilégio de serem açoitados por Mim?
E com outro gesto, fez com que a segunda Dama, açoitasse meu caralho, que se mantinha teso. Não o ficaria por muito mais tempo, mas naquele momento era delicioso senti-lo teso.
A primeira pancada atingiu-me em cheio. Um nódulo de sangue pisado assomou na pele clarinha, mesmo junto à base no baixo-ventre, onde fora atingida. A segunda atingiu-me na glande, mas ali a veia era mais frágil e um fio de sangue rompeu, a terceira foi a meio da piça, e deixou-me um outro pigmento negro, a quarta atingiu-me de novo no sítio da primeira pancada, a quinta não soube onde me atingiu, nem quantas mais se seguiram pois deixara de olhar, a tesão que sentira nas primeiras pancadas era agora substituída pela dor, o piçalho estava mirrado, e as pancadas repetiam-se infindavelmente, eu queria gritar mas não podia, pois sabia que escravo que grita não é aceite pela Senhora.
Quando finalmente acabou tal suplício, minha Senhora que ainda o não era, deu-me um pontapé no cu, com a sua biqueira esguia, e despediu-me. Meu pau estava completamente preto e inchado!
Um mês depois tentei de novo. Eu sabia que a Senhora por vezes aceitava quem fora preterido anteriormente, embora isso por vezes demorasse muito tempo a acontecer. Tudo se passou da mesma maneira, só que dessa vez não foi meu piçalho que levou com a tira de ouro, mas meus colhões, e a mão que a empunhava não era a da segunda Dama, mas a da primeira.
Meus pulsos foram de novo amarrados aos tornozelos, só que agora era meu tronco que estava flectido para a frente e não as costas para trás como da primeira vez, os tomates assentes no mesmo tamborete onde um mês antes estivera meu piçalho.
Uma, duas, três, quatro, não valia a pena contá-las, tantas eram as correadas, e a dor nos colhões era muito maior do que no piçalho, os balões pareciam que iam arrebentar, e a maldita não parava de bater, era mulher não sabia quanto doía apanhar nos colhões daquela maneira, um líquido morno e espesso corria abundante por eles abaixo, deslizava-me pelas coxas, ouvi-a pingar no chão, meus tomates estavam sangrando, e não me admirava nada que ela me tivesse dado definitivamente cabo deles, mas nem assim o sibilo das palmadas se detinha. Eu cerrava os dentes e não gritava, não sei quanto tempo mais me aguentaria sem gritar, mas não o podia fazer, por isso cerrava os dentes, mordia língua, sentia sangue na minha boca, ia desmaiar quando a primeira Dama se deteve, não sei se por ter terminado, se por imposição da Senhora. Sangrando abundantemente dos tomates fui de novo posto na rua, com idêntico pontapé no cu, e para vergonha minha foi um dos Seus escravos quem me tratou.
Na terceira vez quis saber se eu voltara a ter tesão depois dos dois tratamentos aplicados. Eu disse-lhe que pouco.
- Isso é porque não és um homem de verdade, como eu logo vi quando mostrastes ser tão pouco provido. Vês como não podes ser meu escravo?
Mandou então que lhe provasse minha masculinidade masturbando-me mas sem me vir. Eu empunhando meu órgão obedeci-lhe embora não ache graça nenhuma tocar à ponheta. Regra geral vinha-me sempre após ser sovado por minhas anteriores Senhoras, se elas dispensassem meus serviços sexuais, o que acontecia muitas vezes, pois todas dispunham de escravos mais abonados, e rapidamente contemplando-lhe Seu rosto e Seus pés, meu cacete ficou erecto.
- Agora disse-me então vou-te mostrar como to ponho de novo em baixo, sem te vires.
A segunda Dama aproximou-se então de mim, na mão trazia um peso de 5Kgs com uma argola, e amarrada nela uma curta corda de nylon, com um nó corredio na ponta, e ao vê-lo compreendi que esse nó corredio seria atado na minha piça, e ali ficaria pendurado não imaginava quanto tempo.
- Sobe para cima do tamborete mandou a Senhora. E eu subi. A primeira Dama procedeu à operação. O peso ficou suspenso, amarrado pela base da piroca. Esta baixou imediatamente, a corda deslizou um pouco pelo corpo do pénis, mas o nó corredio apertando-se, cravou-se-me na pele, a sensação foi que o pénis me estava a ser cortado, e o peso ficou balouçando no ar, minha pila, estrangulada a circulação estava roxa, a cada minuto que passava ficava mais fria, e foi então que me assentara uma primeira reguada no rabo, depois outra, depois mais outra, e outra, e outra, e o nó de nylon, corredio comia-me a pele, desenhava-me um anel ensanguentado na pila, penetrando cada vez mais fundo. Quando acabaram, levei outro pontapé no cu, e este era o único suplício que a Senhora se dignava infringir-me.
Mas eu nunca desisti, e mês após mês, sempre que pontualmente a Senhora recrutava novos escravos, eu estava lá. Na última vez, a Senhora mandou trazer uma tábua de madeira, mandou que as Damas de Honor, esticassem a pele do meu pau para o lado. E me espetassem assim na tábua o resto da noite. Nada me fez desistir! Só matando-me eu desistiria! A Senhora então lançou-me um desafio.
- Muito bem! Vejo que és determinado, e devo admitir que essa é uma característica essencial de um bom escravo, que aliás é a única qualidade que reconheço em ti. Outra qualidade é que me sirvam também como homens, e para uma função dessas o tamanho da tua lança é insuficiente. Mas é verdade é que um recente trabalho que li sobre haréns, fez despertar em mim a vontade de arranjar outro tipo de escravos, que me sirvam do mesmo modo que me servem estas Damas. Não me atreveria a fazer dos Meus bem dotados servos escravos desse tipo, mas um piça curta como tu, seria o ideal para dar inicio a essa nova legião. Que dizes? Aceitas, mesmo sabendo que nunca mais provarás mulher na vida, nem tocarás ponheta como deve ser mais o teu género?
Empalideci. A Senhora queria fazer de mim um ser emasculado, arrancar meus guizos, sei lá se também meu pau, tornar-me num gordo gato capado, como o que tínhamos lá em casa, quando era criança, fazer com que eu deixasse de ser homem. E no entanto, eu senti-me mais possuído de desejo de lhe pertencer com tal exigência, reconheci Sua perspicácia como se Ela pudesse ver dentro de mim, e me propusesse fazer o que nunca nenhuma Senhora me tinha proposto, e que eu desde sempre fantasiara, sem coragem de pôr em prática ou de confessar a alguém. Percebi então porque tanta queria ser Seu escravo, fosse qual fosse o preço que tivesse de pagar, e que tudo o que diziam a Seu respeito era verdade. Com Ela seria possível realizar todas as fantasias sem limite de espécie alguma, e todas elas embora partissem Dela, vinham sempre de encontro aos desejos mais íntimos do escravo sem que este tivesse necessidade de as expressar, nem tal seria correcto, mesmo que por vezes tais desejos fossem tão íntimos e estivessem tão guardados no fundo do seu ser, que ele só tivesse consciência de quanto os desejava realizar no momento em que a Sua Senhora os manifestava.
- Não disseste que a tua única recompensa seria servir-me? Então prova-me que mereces servir-me? Ou achas o preço que imponho para te aceitar demasiado alto?
Não, nenhum preço seria demasiado alto para viver sobre Seu tecto, ser açoitado por Suas mãos, ouvir sua voz dominadora dando-me ordens. Que melhor paga poderia ter, que não fosse beneficiar da Sua companhia, pisar o mesmo chão que Ela pisava, respirar o mesmo ar dentro de Suas quatro paredes, deixar que Ela usasse minha boca como Seu cinzeiro, como Seu bacio, ousar Seus graciosos pés em mim como num tapete
E talvez, também, dar-lhe banho, esfregar-lhe a pele morena, e que eu adivinhava ser macia, vê-la nua de vez em quando
E ser o primeiro, eu, o pila curta, que ela e Suas Damas tanto ridicularizaram quando me viram nu pela primeira vez, a inaugurar uma nova legião de escravos seus. Apenas uma exigência eu fazia a última antes de me tornar finalmente Seu escravo, sem direito a exigência alguma.
- Sereis Vós a fazê-lo, Senhora.
Ela aceitou. As Suas Damas conduziram-me então a outra sala por uma porta lateral, onde me despiram totalmente, e era agradável ser despido por elas. Fui então deitado em cima de uma mesa de madeira preta, com quatro aros, onde amarraram meus pés e minhas mãos, as pernas bem abertas não deixavam dúvidas a ninguém que entrasse do que me estava reservado. Eu inquietava-me porque não A via, e receava que apesar da promessa meus tomates fossem cortados não pelas mãos daquela a quem me entregava, mas pelas das duas algozes que nas sessões anteriores tanto me tinham machucado. Mas não, a Senhora nunca faltaria com a palavra a ninguém, muito menos a quem acabara de aceitar no seu séquito. Ela entrara já pela mesma porta que eu e as damas de Honor, fora-se trocar, tirara Seu vestido negro comprido e apresentava-se pela primeira vez a meus olhos apenas em trajes íntimos, cueca e soutien vermelho vivo, ligueiros que se seguravam nas coxas, sapatos abertos, de tiras, azuis escuros, os cabelos soltos como uma medusa, compridos dando-lhe pelos ombros. E na mão direita um cutelo de cozinha, igual ao cutelo com que na nossa quinta minha mãe matava os frangos machos poupando as fêmeas por produzirem ovos. Estava terrível, mais terrível do que de todas as vezes que a vira, e mais bela do que sempre. A Sua visão provocou-me uma erecção a última que tive.
- A tua pixota ridícula não voltará a afrontar-me. E os teus gritos esta noite serão música aos Meus ouvidos ameaçou-me.
Ela própria pela primeira vez ousou tocar-me, e só por aquele momento valia a pena ter sido espancado, e estar ali à espera do momento em que Ela ablaria minha masculinidade. Pegou meu piçalho ainda teso ( que bom que era sentir Suas mãos tocando em minha piça tesa!), puxou-o para cima, encostou-o ao meu baixo ventre, com uma das mãos mantinha-o encostado, a outra recebia da primeira Dama um outro fio de nylon, mas este comprido, com nó corredio na ponta, enfiou a cabeça de minha piça no nó, apertou-o até eu sentir a cabeça da piça estrangulada, esticou o fio fortemente na direcção de meu pescoço onde amarrou a outra ponta, minha piça ficou presa pelo pescoço sem se poder mexer, meus colhões agora estavam completamente expostos, pelo menos percebi que minha piça seria poupada.
A Senhora ergueu o cutelo. Aquele seria um suplício que me seria infringido apenas uma vez, a não ser que me nascesse outro par de colhões o que eu duvidava, e foi por isso, que apesar do medo, apesar da certeza da dor que imaginava ir sentir me aconselhar a ficar de olhos fechados, soergui um pouco minha cabeça, a segunda Dama compreendeu que eu queria testemunhar aquele momento único, e amparou meu pescoço para que pudesse presenciar melhor, eu via assim perfeitamente meus colhões pousados em cima da mesa, a sombra do braço da Senhora reflectida na parede ganhando balanço, depois baixou-os, senti o gume frio do cutelo tocar-me os tomates, depois o braço da Senhora recuou, tomou o caminho inverso para cima, será que ela não mos iria cortar?, não havia memória da Senhora ter comutado qualquer pena a um escravo ou a um candidato como eu, mas não, aquilo fora só um ensaio, a Senhora não queria comprometer sua reputação de punidora falhando o alvo, seu braço descrevia novo arco, desta vez o movimento foi mais veloz, mal tive tempo de perceber que o cutelo já descia, a lei da gravidade é fodida, a lâmina já se enterrara na minha carne decepando-me o escroto e o que ele continha, um grito incontido emergiu de mim, e eu não fui capaz de o abafar, o saco que contivera meus colhões era agora uma amálga vermelha, ensanguentada, e nas minhas coxas e nas nádegas ensopadas sentia um líquido quente espalhando-se pela mesa. Deixei de gritar uns segundos após minha mutilação, quando minha Senhora se curvou para mim, me beijou na boca, e que me disse finalmente o que há tempo tempo desejava ouvir:
- És meu escravo.