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O Castigo de Joana I Concurso de Contos e Poesias BDSM - Participante

Joana corria pelas ruas a caminho de casa. Meio descabelada, suada, a camiseta colando no corpo, marcando os seios generosos sem soutien. Olhava pro relógio a cada dois passos que dava. Hoje ela seria castigada com certeza. Seu Senhor não iria perdoá-la desta vez. Ao sair de casa depois do almoço, tinha deixado bem claro que estaria de volta às 7, e queria encontrá-la de banho tomado, cheirosa, arrumada, pois iriam jantar fora. E já eram 8:30. O dia estava tão bonito, que ela não tinha resistido ao convite das amigas para irem a um barzinho na beira da praia. E acabou perdendo a hora, entre chopinhos e brincadeiras que acabaram na beira do mar. Sabia que estava cheirando a bebida, cigarro e muito suada. Dessa vez não escaparia. Assim que colocou os pés dentro de casa, o viu. Em pé perto da janela, um copo de vinho na mão, o olhar duro, gélido. Ela morria por aqueles olhos, que podiam ser tão doces e tão duros. E assim que eles pousaram nos dela, ela abaixou a cabeça e ficou parada no lugar, congelada. E com poucas palavras, ele ordenou que ela fosse tomar um banho e que fosse para o quarto. Joana entrou no chuveiro, e deixou a água quase fria bater no seu corpo por um bom tempo. Sabia que estava só prolongando a agonia. Lavou os longos cabelos loiros com o shampoo de ervas que ele tanto gostava, ensaboou-se duas vezes para ter certeza que nenhum outro cheiro ficaria no seu corpo e saiu do banho. Quando chegou no quarto, com os cabelos ainda pingando, viu o que a esperava. Seu Senhor estava em pé perto da cama. Nas mãos, o fino chicote. Na cama, as algemas e as tiras de couro. Sem uma palavra, ele chegou perto dela e encostou o rosto levemente nos seus cabelos. Com o cabo do chicote, puxou a toalha que caiu no chão. Cutucando suas costelas com o cabo, fez com que ela deitasse na cama de bruços. Algemou seus pulsos à cabeceira da cama, os braços abertos. Amarrou os tornozelos com as tiras de couro, as pernas ligeiramente abertas. Colocou na sua boca a pequena bola de borracha e passou a écharpe por cima, amarrando-a atrás da cabeça, com uma certa força. Ela sentiu que alguns fios de cabelo ficaram repuxados presos pelo nó da écharpe. Ela fechou os olhos e esperou. Sabia o que ia acontecer. E sentiu a primeira chicotada arder no meio das suas coxas. O corpo, num espasmo, endureceu. Mas sabia que assim seria pior. Quanto mais endurecia, mais sentiria as chicotadas. Então amoleceu o corpo e esperou a próxima chibatada. Essa foi na batata das pernas. E mais outra, no meio das coxas de novo. E depois subindo. Sistematicamente, ele a açoitou subindo pelo seu corpo, sua bunda, o meio das costas e voltando para a batata das pernas. As chicotadas eram fortes, o suficiente para causar uma dor muito fina e lacerante, mas não forte o suficiente para rasgar a pele. Sabia que no dia seguinte só restariam alguns pequenos vergalhões vermelhos que logo sumiriam. E ele teve o cuidado de não tocar em nenhuma de suas zonas de prazer - aquilo era um castigo, e não um prêmio! Satisfeito, ele desamarrou as tiras dos tornozelos e tirou as algemas. Ainda com a bola e a écharpe tampando sua boca, ele a fez virar de costas. Algemou seus braços juntos em cima da cabeça, colocou-a em posição meio sentada, abriu bem suas pernas, dobrando-as ligeiramente e amarrou de novo os tornozelos. Ele fez isso tudo sem dizer uma palavra, calmamente, o olhar duro preso no rosto dela. Ela sentia o desconforto de sua pele roçando a colcha da cama, sua bunda em fogo. E agora não sabia o que ele faria. Os olhos azuis enormes presos no rosto dele, assustada. Sem coragem de olhar nos olhos do Seu Senhor, fixou os seus na sua boca. Que estava levemente aberta, deixando a mostra os seus dentes brancos. Aquela boca que ela tanto gostava de beijar mas que agora não queria seus lábios. Ele passou o chicote levemente pelos seus ombros, subindo pelos braços, um de cada vez. Depois pelos seios, que ao toque suave do couro, imediatamente ficaram intumescidos, os bicos rosados endurecendo. Ele ficou ali por um tempo, passando o chicote de um seio para o outro, até vê-los completamente duros. Joana se contorcia um pouco, arfante, o corpo tentando acompanhar o movimento do chicote. Mas ela tinha muito pouco movimento. Ele desceu com o chicote pelo seu ventre, sua barriga, passando por fora das coxas, indo até os joelhos. Seu corpo reagia violentamente a essas carícias tão estranhas - nunca pensou que um chicote pudesse lhe causar um prazer tão intenso. Ele voltou com o chicote pela parte interna das coxas e deixou que tocasse levemente seus grandes lábios. Agora virando o chicote e usando o cabo, abriu os lábios deixando a mostra seu clitóris, que roçou com o cabo. Joana gemia baixinho, o som dos seus gemidos abafados pela bola na sua boca. De repente, Seu Senhor parou. Colocou o chicote na cama e ficou ali parado, olhando-a de cima para baixo, esperando que o seu corpo parasse de tremer. Depois de um tempo, sentou entre as suas pernas e enfiou um dedo na sua buceta, ainda molhada. Enfiou com força, foi o mais fundo que pode e retirou o dedo. Levou o dedo à sua boca e o chupou lentamente. Depois enfiou dois dedos, ainda com força. Retirou-os de novo e esperou mais um tempo. Joana sentia sua buceta pulsando, quente. Lentamente, forçando suas pernas a se abrirem ainda mais, foi enfiando os cinco dedos, girando sempre a mão um pouco, de um lado para o outro. A respiração de Joana foi ficando cada vez mais ofegante, antevendo o prazer que o fisting sempre lhe causava. Queria sentir a mão do Seu Senhor toda dentro da sua buceta, forçando as paredes aveludadas, os movimentos suaves. Quando ele estava chegando naquele ponto que ela tanto gostava, ele parou abruptamente. Retirou a mão, olhando duro nos seus olhos. Esse era o seu castigo maior... Joana sentia seu corpo implorando pelo prazer, pelo gozo que quase tinha alcançado. Seus olhos se encheram de lágrimas. Pela decepção, pelo tesão subitamente cortado e por saber que mais a esperava. Seu Senhor pacientemente esperou que ela se acalmasse, que seu corpo relaxasse, que sua respiração ficasse menos ofegante. Retirou as algemas e as tiras de couro, virou-a de bruços, puxou-a para perto da cabeceira, algemando suas mãos juntas, presas também na cabeceira com uma tira de couro. Puxando seu corpo de maneira que seu rosto descansasse nas mãos, colocou um travesseiro por baixo do seu peito, a fez levantar bem a bunda, e pela primeira vez falou: “Não vou amarrar suas pernas. Deixe-as bem abertas e não ouse fechá-las, entendeu minha puta?”. Joana assinalou com a cabeça que tinha entendido e abriu o mais que pode as pernas, empinando bem a bunda. Com o rosto enfiado nas mãos, ouviu (e sentiu) o Seu Senhor levantar da cama, ir em direção ao banheiro, mexer no armário onde guardava seus cremes e óleos e voltar. Sentiu que ele estava tirando sua roupa, ouviu o zíper da calça sendo aberto, os sapatos sendo tirados, tudo vagarosamente. Sentiu quando ele subiu na cama e se ajoelhou entre suas pernas. Sentiu a força da sua mão espalmada na sua bunda. Foram quatro palmadas fortes, duas de cada lado, palmadas que encheram seus olhos de água. Depois ouviu quando ele esfregava uma mão na outra, deslizando com óleo. Depois aquelas mãos passando o óleo pelo seu cu, esfregando lentamente, deixando-o completamente lambuzado. Com um dedo, começou a massageá-lo, suavemente a princípio, depois com mais força. Enquanto um dedo ia forçando a entrada do seu cu, com a outra mão Seu Senhor roçou levemente seus grandes lábios, tocando ligeiramente seu clitóris, a entrada da sua buceta, excitando-a. Joana começou a gemer, a mexer os quadris. Sentiu mais uma palmada forte que fez com que ela quase perdesse a respiração. “Quieta, cadela!”. Sentiu suas mãos agora na sua bunda, lambuzando bem seu cuzinho, massageando com mais força. Em seguida, ele enfiou um dedo todo dentro dele. Depois dois. Os movimentos lentos, mas fortes. Joana sentia seu cu se arregaçando, abrindo cada vez mais. Depois sentiu algo mais grosso - era o cabo do chicote, sendo enfiado com força, com movimentos circulares. A dor que o couro causava às paredes do seu cu, se misturavam com o prazer que sempre sentia em ser enrabada. Mas não ousava se mexer. Depois de um tempo o cabo do chicote foi retirado. Joana sentiu então a cabeça do pau do Seu Senhor começando a forçar sua entrada nesse cu já bem arregaçado. Ele não foi gentil como sempre. Sabia que o caminho já estava bem aberto e enfiou seu pau fundo, de uma vez só. Mesmo com toda a preparação, Joana sentiu uma dor fina, que ia das suas entranhas até a boca do estomago. Sem lhe dar tempo de recuperar, Seu Senhor foi entrando e saindo com seu pau, estocadas fortes mas ainda lentas. A dor foi passando e o prazer voltando. O ritmo aumentando. Ela sentia o prazer que isso causava ao Seu Senhor. Ele, como ela, sempre sentia um enorme tesão nesse ato. Mas ele sabia que para Joana alcançar o orgasmo tão desejado, ela tinha que massagear seu clitóris. Mas agora, com as mãos presas, ela não podia fazer isso. E nem ele fez. As mãos segurando-a pelas ancas com força, as estocadas cada vez mais rápidas e mais profundas, o tesão de Joana preso, sem conseguir se soltar, enquanto sentia os jorros fortes do gozo do Seu Senhor dentro do seu cu. Enquanto gozava, ele gritava: “Sua cadela! Sua puta! Nunca mais me desobedeça!” Depois de saciado, saiu de dentro dela e sentou encostado na cabeceira da cama. Joana podia sentir o cheiro do seu gozo, sua respiração profunda ainda ofegante. Mas não tinha coragem de levantar o rosto para olhá-lo. Ele então retirou o travesseiro debaixo dela, tirou as algemas, desamarrou a écharpe e retirou a bola da sua boca. Puxou a colcha e colocou-a deitada de costas, prendendo de novo seus braços, mas desta vez bem mais soltos. Mas não o suficiente para que ela alcançasse sua buceta e pudesse se tocar. Cobriu seu corpo com a colcha, passou a mão levemente por seu rosto, desligou a luz e saiu do quarto. E então Joana deu vazão às suas lágrimas, que escorriam por seu rosto, indo molhar o travesseiro. Lágrimas que a ninaram até adormecer. Esse tinha sido um castigo que ela jamais esqueceria.