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Assim Me Tornei Dele
Era um dia típico de verão carioca, fim de tarde e eu estava dando uma volta na praia, ainda com trajes de banho, biquiní e um vestidinho como saída de praia, em uma certa altura do calçadão avisto um banquinho e sento-me para apreciar a paisagem, coloco as pernas em cima do banquinho e como se abraçasse minhas pernas fiquei, sem perceber por quanto tempo estava ai, meus olhos observavam as pessoas caminharem. Alguém se aproxima, pede licença e coloca uma perna em cima do banco. Levanto meu olhar, Ele aparenta ter mais idade que eu, deve ter uns 40 anos, branco, um corpo bem cuidado como quem faz exercícios, alto deve ter em torno de 1.90m, o que me chamou atenção foi a roupa, não parece um banhista, sapatos, calça escura e um blusão também escuro.
Depois de um tempo ouço Sua voz, calma, serena, fala algo bem descontraído, apenas comenta como era bela a visão. Eu não posso deixar de concordar. Continuamos esse papo leve, por mais uns instantes. Como uma tarde de verão no Rio de Janeiro, o tempo vira de uma hora para outra, e começa a chover, muito vento, as pessoas correm para se abrigar, Ele muito gentil e com a mesma voz serena me oferece proteção no Seu carro. Tento hesitar, mas ao mesmo tempo quero muito estar lá, e acabo cedendo. Ele corre, abre a porta, já estamos molhados, rimos e entramos.
O rádio é ligado, toca uma música calma, Ele trava a porta e coloca Suas mãos em minha perna, como escrava, de imediato abro ainda mais ela, oferecendo meu ventre. Ele olha e comenta, esse seu ato me é muito familiar, com a cabeça erguida e meus olhos sempre para baixo respondo, sim, sou uma escrava. Na hora sinto meu rosto queimar, recebo um tapa, lágrimas escorrem como se perguntasse o que houve. Ele vem perto de mim e fala baixinho no meu ouvido. Se és uma escrava deveria saber como se portar diante de um Dom. minha voz quase engasgada sai e digo, desculpe-me, Senhor.
Com a voz mais doce ainda Ele me diz, agora sim, escrava. Recoloca Suas mãos em minha perna que mais aberta é. Mais uma vez com toda Sua serenidade Ele diz, retire seu biquiní, não ousei desobedecer, desamarrei cada lado e deixei cair no banco do carro. Ele passa Sua mão pela minha perna chegando até meu sexo. Escuto Dele, vamos ver se além de escrava, você também é uma cadela, Seus dedos invadem meu sexo, retirando de mim um gemido, minha respiração já pode ser percebida, a cada toque minha pele arrepia, a excitação é total. Logo Ele coloca dois dedos, e depois o terceiro, Seus dedos então saem de mim, diz-me para chupá-Lo. Abro o cinto, a calça já sinto o volume dentro da cueca, minha mão então procura Seu pau. Ao retirá-lo para fora posso ver como é grande, mal cabe em minha boca, começo movimentos devagar, Suas mãos vem até minha cabeça e começam a comandar os movimentos, em um certo instante Ele empurra tudo para dentro de mim, sinto invadir minha garganta. Começa então uma contagem, 1-2-3...eu me debato, tentando sair, começo a chorar, o ar começa a faltar, entro em panico. Escuto pela primeira vez Seu tom de voz mudar, o Homem doce se transforma, fala em tom alto e ríspido, sua vagabunda se sujar minha roupa você vai se arrepender amargamente. E me solta, tento sair do carro, digo que não quero mais, que por favor abra a porta. Ele volta a ser o Homem gentil e doce, com a voz novamente serena, diz, tudo bem, não posso mantê-la aqui, para mim perde o sentindo, jamais faria nada que você não permitisse, e destrava as portas. Nesse momento levanto meus olhos, e nosso olhar se cruza, encosto minha cabeça em Seu peito e Ele me abraça, ainda chorando peço que me desculpe, digo que não quero sair. Ele totalmente carinhoso, me beija e diz, menina, não tema, não quero teu mal, quero teu corpo, tua entrega, que já me pertence. Acabamos percebendo que a chuva passou. Ele trava as portas, manda eu me recompor e diz que vamos para um lugar mais calmo. Recoloco meu biquiní, Ele se arruma, coloca o cinto de segurança, manda-me colocar também e liga o carro, nenhuma palavra é trocada pelo trajeto. Meu olhar sempre voltado para baixo, não consigo saber para aonde vamos, apenas percebo que não demora muito e entramos em uma garagem, é um prédio, pegamos o elevador de serviço, observo a placa avisando que em trajes de banho deve-se usar o elevador de serviço. Oitavo andar é para aonde vamos, saímos do elevador, Ele abre a porta, observo o local, um belo apartamento, pequeno, mas muito bem decorado. Um certo ar de requinte, cores vivas nas paredes, trazendo um ambiente alegre. Meus olhos percorrem todo esse primeiro cômodo. Logo a porta se fecha atrás de mim. E aquela voz que já me comanda diz, você será minha cadela agora, faça o que é preciso. Retiro todas as peças de roupa que visto e me coloco de quatro, Ele apenas diz, venha, um corredor com portas fechadas, passamos por três a esquerda e duas a direita e avisto uma a nossa frente, Ele pega em Seu bolso uma chave e abre a porta, não há moveis além de uma cama, algumas caixas, a porta é fechada, Ele abre a caixa coloca em mim uma coleira de couro preta, e me manda esticar as mãos, colocando pulseiras de couro pretas e me manda colocar tornozeleiras nos calcanhares.
Venda-me e diz-me: Agora putinha serás minha.
Me levanta e me põe de quatro na cama, prende meus braços e pernas e coloca uma mordaça, fala em tom baixo no meu ouvido, não tenha medo cadela, só vou te fazer bem.
É quando sinto algo arde em minha bunda, calma escrava eu penso, é algo conhecido, sim, era um chicote, varias vezes me acerta na bunda, grito em vão, a mordaça deixa preso meus gritos, choro também em vão, a cada gesto meu de desespero, escuto Dele, bela cadela. Sinto então algo a me rasgar a xana, um consolo está em mim, e sinto Seus dedos começarem a brincar no meu cuzinho, não sei quantos dedos estão dentro de mim, sei apenas que é um prazer enlouquecedor, meu peito parece explodir, cada mexida dentro de mim me leva aos céus. Começo a rebolar, escuto apenas Ele rir e dizer, cadela vadia, você está gostando.
Começa a acelerar os movimentos e eu não resisto entrego-me ao gozo alucinante, que me faz desfalecer por alguns segundos.
Sinto então Ele me soltar, acariciar a pele, espera eu me recompor e me pergunta se estou bem, respondo, logo sim, Senhor.
Sua boca percorre todo meu corpo, me levando novamente ao estagio de excitação. Ele me recoloca de quatro e invade meu cuzinho, em um ritmo acelerado começo um vai e vem, galopando em mim, levando-me a lugares jamais visitados por mim. Suas mãos agarram os bicos dos meus seios, sinto uma dor imensa, as lágrimas saem um gemido sai junto, já não sei se de dor ou de prazer, sinto Sua respiração acelerar junto com as bombadas que dá em mim, não demora muito e pergunto, Senhor eu posso mais uma vez gozar, Ele rir e diz goza cadelinha, goza porque Teu Senhor goza junto contigo. Explodimos em um só gozo, exausto caímos na cama. Ele por cima de mim. Ficamos assim até que percebemos que escureceu.
Ele se levanta, diz-me que preciso ir, me visto, Ele me leva até a porta e saio.
Depois desse dia, me torno Sua, para todo sempre.