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O Médico Sádico - Segunda Consulta

Na sexta-feira, eu estava super nervoso e acabei bobeando no ônibus, que passou do ponto. Fui saltar longe do edifício do Doutor e acabei chegando atrasado lá em cima. A porta do consultório estava trancada e eu pensei que ele já tinha ido embora mas mesmo assim toquei a campainha. De repente a porta se abriu e era ele, só de roupão aberto na frente. O pau dele não estava duro e eu fiquei com vontade de pegar mas tive medo. Ele mandou eu entrar e falou: - Então o meu viadinho atrasou. Até a secretária já foi embora. Você não sabe ser pontual? já esqueceu que é meu escravo? Eu tremia muito e expliquei para ele o que tinha acontecido, pedi pra ele me perdoar. Ele não disse nada, só mandou eu tirar a roupa toda e ficou nu tambem. Então, me pegou pelo cabelo e deu dois tapas no meu rosto. Depois pegou o cinto e mandou eu deitar na mesa de exame de barriga pra baixo e começou a bater com o cinto na minha bunda e eu comecei a chorar mas quanto mais ele chorava mais força ele batia. - Isso é para você aprender a respeitar horário. Quando o teu dono manda, você tem que fazer direito entendeu? - Entendi sim doutor, eu juro que não atraso mais, não bate mais por favor está doendo muito. Ele ainda deu mais umas três correiadas e depois parou. Aí ele começou a alisar a minha bunda, bem onde ele tinha me surrado. Ardia muito na minha pele, mas eu queria que ele me pegasse então nem falei nada. Ele encostou em mim e eu senti o caralhão dele bem duro no meu quadril. - Abre bem as pernas, viadinho, eu quero te examinar. Enquanto ele passava a mão na minha racha, o meu pinto começou a ficar duro e ele percebeu. Deu uma risada e enfiou o dedo no meu cu, de uma vez só. Quando ele tirou, ficou furioso. - Você está todo cagado, seu porco. Não fez a higiene antes de vir? O dedo dele estava sujo do meu cocô e eu fiquei apavorado e não foi sem razão Ele apertou o meu maxilar obrigando a abrir a boca e enfiou o dedo lá dentro, esfregou na minha língua, eu quase vomitei. Depois pegou uma bomba tipo daquelas de lavar a buceta e botou um bico bem grosso. Passou um creme no bico e enfiou no meu cu com brutalidade. Ele fazia movimento de foda com o bico da bomba e o meu pau foi ficando durinho. Senti a mão dele no meu saquinho, então ele falou. - Está gostando putinho? - Está bom sim doutor. - Estou vendo, você com esse pintinho de merda duro. Mas não pode gozar entendeu? se gozar eu te mato de porrada. Então ele parou de mexer com o bico e eu senti o meu cu inundado de água morna. No começo foi uma delicia, parecia que o meu macho estava esporrando dentro de mim mas depois eu senti a barriga inchar e já não estava gostando, pedi para ele parar. Ele apertou o meu saco de um jeito tal que eu gritei e o meu pinto encolheu no ato. Mais um pouco e ele tirou o bilau de borracha e botou uma coisa parecida com uma pêra, tapando o meu cu. - Agora vai te dar vontade de cagar e eu botei o plugue porque quero que você segura uns cinco minutos. - Ai doutor deixa eu ir fazer cocô, Minha barriga dói muito. Ele riu e disse que eu não estava num parque de diversões e que eu estava lá era pra sentir dor e dar prazer pra ele e que ele ia me ensinar a nunca mais encontrar o meu dono de bunda suja. A minha barriga doía muito e eu chorava e pedia então ele bateu na minha cara, me xingou e mandou eu ir no banheiro. - Toma cuidado, se sujar o chão vai limpar com a língua, seu cachorrinho. Ai, que alívio quando eu esvaziei o intestino. Depois lavei a bunda bem direitinho e voltei pra sala. Ele ainda repetiu a lavagem mais duas vezes. "É pra ter certeza que o meu escravo está limpinho", ele disse. Quando eu voltei ele estava sentado no sofá e eu fui logo me ajoelhando entre as pernas dele e botei o pirocão dele na boca. Ele nem precisava mais mandar, eu já sabia que era o viado dele. Eu lambi e chupei o pau dele bem caprichado mas no fundo eu não queria que ele gozasse na minha boca eu preferia sentir ele rasgando o meu cu de novo, então me levantei e fui sentando no caralho dele quando ele me deu uma tapona no ouvido que eu caí no chão. Ele se levantou tambem e chutou as minhas pernas e as minhas costelas, depois colocou o pé no meu rosto e começou a esfregar e apertar a minha cabeça contra o chão. - Você não tem vergonha mesmo, parece que gosta de apanhar não é? Você não sabe que só pode parar de chupar quando eu mandar? Você é meu escravo, seu safado. - Ai, o senhor vai esmagar a minha cabeça, Perdoa doutor, eu não fiz por mal, eu sei que sou o seu escravo, eu faço tudo que o senhor mandar, deixa eu chupar de novo por favor, eu chupo até o senhor gozar na minha boca, o senhor quer? Ele voltou para o sofá sem dizer nada, eu me levantei sentindo muita dor nas costelas mas fui engatinhando até ele e voltei a mamar no caralho dele. Chupei muito ate que ele apertou a minha cabeça para baixo o e pau foi na minha garganta, eu engasguei e ele começou a gozar. - Engole tudo, viado, teu dono está gozando, esporrando na tua boca porca. Chupa o meu gozo todo seu puto. Eu obedeci, enquanto ele falava palavrões e dava com a mão aberta nas minhas costas. Ate que eu senti que não tinha mais nada pra sair do cacete dele e ele me soltou e se encostou no sofá. - Agora sim, eu gozei bastante. Agora, você vai trabalhar para endurecer meu pau de novo para eu gozar neste teu cu gostoso. Eu peguei o pau dele para chupar mais um bocado mas levei mais um tapa na cara. - Não precisa chupar, veadinho, eu prefiro te torturar. O tesão vem mais fácil quando eu vejo você chorar. Ele mandou eu abrir as pernas e começou a dar tapas no meu saquinho. Primeiro devagar, depois aumentou a força. Quando eu fechava as pernas ele pegava um pedaço de mangueira e batia com força no meu peito, na minha cara. Eu pedi tem piedade de mim eu sou teu escravo, mas ele ria e batia mais. A única coisa que me consolava é que eu sabia que ele era meu dono e tinha direito de bater em mim. Eu vi o caralho dele começar a crescer porque ele tinha prazer em me maltratar então eu me conformei. Aí, ele parou de me espancar e mandou eu ficar de quatro, com a bunda bem empinada e enfiou no meu cu de uma vez só aquele cacetão bem duro, eu senti uma dor horrivel e um tesao enorme. Eu pedi pra ele socar bem com força eu queria sentir mais dor porque eu estava sentindo tesao de ser maltratado por ele. E ele me fudeu mais uma vez e dessa vez ele deixou eu gozar, eu joguei a minha porra ralinha pra fora enquanto ele encheu o meu cu com a porra gostosa do caralhão dele. Eu fiquei muito feliz de sentir o meu macho gozando dentro de mim de novo. Do mesmo modo que da outra vez, ele mandou eu ir embora. - Estou satisfeito, já gozei bastante. Pode ir, escravo. Eu tenho uma festinha amanhã. É uma reunião de donos de putinhos e os seus escravos. Fica em casa para esperar eu te ligar. Se eu telefonar e você não atender, você vai sofrer muito, então é melhor não sair de casa, entendeu? E já estava vestido e ele, ainda nu. Me ajoelhei e chupei o seu pau até ele gozar na minha boca mais uma vez. Então pedi licença e saí com a boca cheia do gozo do meu dono.