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Coletânea Erotic BDSM - Conto 2

Vendada... amordaçada... Não sabia para onde estava sendo levada. A ordem foi para esperar no carro apenas usando o sobretudo, descalça, vendada e com a ballgag. Com certeza não íamos ao McDonalds... Por sorte, os vidros do carro são bem escuros, mas mesmo assim, sinto-me exposta... Ouço o barulho da ignição do motor e lentamente o carro se movimentar, para onde? Não faço a menor idéia. Ainda daquele jeito, passo muito tempo pensando em onde eu estaria... perco a noção de tempo ali. Pouco tempo depois, ouço sua voz dizer: ``Una seus pulsos´´. Trouxe meus pulsos para a frente e uni-os. Eles haviam sido algemados agora. Meu Deus? Será que alguém viu? O carro se movimenta mais um pouco e para. Agora meus tornozelos foram completamente amarrados com uma tira tecido. O carro parou e a porta se abriu. Ele se ausentou. A porta do meu lado se abriu lentamente e fui pega no colo por Ele e levada até o pé de uma escada. Ele disse: ``Agora suba com cuidado...você está amarrada como pode notar´´. Subi lentamente, pulando os degraus a minha frente e aguardei-o ajoelhada no topo da escada. Ao longe, ouvia um chiado conhecido, mas não identifiquei o que era... a brisa era lenta e leve naquele lugar. Segurando-me por trás fui guiada até uma das paredes e tendo meus pulsos e pernas soltos, o sobretudo foi retirado. Logo, fui levada até uma superfície muito fria, como mármore e deitada com as pernas bem abertas... Senti algo gelado pousar sobre meu púbis... ``Vou depilar minha cadelinha´´... Ele disse espalhando o creme. Lentamente, sentia algo gelado e no sentido contrário ir tocando meu púbis e virilhas, contornando meus grossos lábios vaginais e a parte interna. Sentia um fio úmido descer por entre minhas pernas. Aquilo me excitava muito. Pouco depois Ele disse: ``Vire!´´ Deitei agora de bruços ajudada por Ele, empinando bastante minha bundinha . Novamente, acariciada pela espuma e senti-o também deslizar a navalha pelo meu rabinho. E....logo, algo gelado penetrou meu rabinho bem devagar: provavelmente um plug metálico com suas iniciais. Levando seus lábios a meu ouvido Ele disse: ``Adorei sua nova coleira...Minha cadelinha não deve tira-la a menos que Seu Dono tenha vontade´´. O gelado do plug me fez estremecer... Novamente retirada no colo de onde eu estava, fui levada para outra superfície tão fria quanto esta. A venda foi retirada... Mesmo com a penumbra do local, notei que eu estava no centro de uma sala, completamente vazia e com uma mesa de mármore ao centro. Olhei em seus olhos e um sorriso sádico logo brotou em seus lábios... Meus pulsos foram atados nas laterais da mesa e minhas pernas presas a um separador. Com uma taça cheia de martini doce, ele se aproximou de mim e disse: ``Quer um gole?´´. Elevando minha cabeça, senti-o encostar a borda do copo em meus lábios e tombá-lo devagarinho adocicando-os. Lentamente, o martini gelado foi derrubado por entre meus seios e sobre eles, deixando escorrer por meu umbigo. O melhor da festa ainda estava por vir: quando derramado gota a gota sobre meu púbis recém depilado, a ardência era muito forte! Com um olhar e um sorriso tão sádico quanto o anterior, meu Dono disse: ``Faltou a cereja...´´ mostrando uma pequena cereja entre seus dedos e lentamente colocou-a no meu umbigo. Sua língua voraz começou a enxugar-me pelos seios, contornando-os minuciosamente, só parando para dar mordidas leves em meus mamilos bastante enrijecidos e róseos. Sua língua deslizou pelo centro de meu tórax chegando rapidamente a meu umbigo abocanhando a cereja e colocando-a em meus lábios em meio a um beijo terno e intenso... Novamente, a língua voraz tomou conta de meu umbigo e descendo a meu púbis, logo tomou conta de meu ventre... Suspiros intensos... que logo cessaram e deram lugar a tapas nas faces... cadenciados e alternados pelos seus dedos invadindo minha vagina... Sentia-o penetrar-me quase com todos seus dedos, com muita intensidade e olhando em seus olhos sentia que aquilo agravada- O. Novamente, seus lábios se encontraram com os meus... e meus pulsos foram desatados, assim como minhas pernas. De joelhos agora, o chupava com todo carinho e intensidade que eu poderia fazer para agradar meu Senhor... até ter Seu jorro em meus lábios e a certeza de te-lo satisfeito como sempre.