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Prazer e Dor Com a Minha Senhora

Minha Senhora mandou que me despisse como sempre, ela nunca me chicoteia ou tortura sem que eu esteja integralmente nu. E eu como sempre acontece, só com a perspectiva de ir ser chicoteado e de estar nu perante ela, mal tirei as cuecas que é a última peça de roupa que por sua imposição dispo fiquei logo de pau feito. - Muito bem cão! – exclamou mal me viu com o caralho teso – apesar do tamanho da tua pila não ser de molde a satisfazer-me a vista, tenho de reconhecer que tesão não te falta. Isso é bom num homem, mesmo sendo um escravo como tu. Vamos é lá ver se essa amostra de piçante que exibes ao fundo da barriga é capaz de me satisfazer. Minha Senhora não me deixa pôr nela nem sexo é para ela o deixar-se possuir por homem nenhum, tenha ele a piça grande ou pequena. Seu prazer erótico é outro e eu sabia por isso muito bem que o facto de querer que a satisfizesse com minha amostra de piçante não significava de modo algum que a ia comer. Minha Senhora desta vez não amarrou minha piça e tomates como costuma fazer, sinal que os ia querer livres para a sessão que se ia seguir. Ela teria os seus orgasmos no decorrer dela mesmo sem eu lhe meter mas a minha dúvida era só saber se ela me deixaria tocar uma punheta no final e ter assim igualmente o meu. Também não me amarrou as mãos e os pés, apenas me mandou baixar os braços e fechar as pernas em posição de estátua antes de pegar no chicote de tiras que me marca mais a pele, e me bater com ele pela frente e por trás em todas as partes do corpo, não me poupando os genitais, que aliás são sempre as partes mais atingidas pelas suas chicotadas. E apesar da dor que me obrigava a contorcer todo meu caralho ficava mais inflamado a cada açoite. - Meu grande cão – atirava-me ela – não penses que me seduzes por me provares que és capaz de manter o pilau em pé muito tempo. Sabes que eu sou muito bem capaz de gozar com uma piroca murcha e confesso até que gosto mais de as ver irremediavelmente murchas e fanadas. Ia até achar muita graça se ta arrancasse à chicotada, meu cão. Para baixo, amostra de piça, para baixo, se não a queres perder hoje, PARA BAIXO. E nem penses em esporrar-te agora. Era difícil conter meu tesão quanto mais baixar o caralho..! Impossível. Atrevi-me a dizer-lhe coisa que nunca faço: - Por favor, Senhora, arrancai-me o caralho à chicotada se quiserdes. O vosso tratamento deixou-me tão cheio de tesão que prefiro que mo arranqueis da forma que quiserdes do que mantendo-o assim. Minha Senhora suspendeu então o açoitamento. - Ah com que então agradaram-te as minha carícias? Infelizmente a sociedade ainda não permite que uma Senhora corte o órgão do seu escravo mesmo sendo um órgão tão pouco abonado como o teu. Gostarias talvez de tocar à punheta que é a única forma de gozo sexual que a tua amostra de piça te consente ter, não é mesmo? Respondi-lhe que sim, mas que só o fazia com sua licença como bem o sabia. - Pois já que estás com tanto tesão consinto que toques a tua punheta. Mas só no final da nossa sessão. E como isso ainda vai demorar um bocado para não ficares com os tomatitos cheios até lá vais despejar o teu leitinho nas minhas mamas. Eu acreditava, até porque depois de me vir demoro bastante tempo a entesar-me de novo, que uma vez aliviando-me no seu peito não iria querer tocar punheta. Encantado deixei que minha Senhora me algemasse com as mãos atrás das costas já que só numa posição que evidencie bem minha condição de escravo a ser usado ela consente um relacionamento mais íntimo entre nós, e me vendasse os olhos com uma venda negra antes de se despir de acordo com a regra que me impôs de nunca a ver nua. Conduziu-me em seguida para o sofá onde se deitou mandando-me cavalgá-la. Minha pele ardia das chicotadas mas meu caralho pulava freneticamente. Adivinhei as mãos de minha Senhora juntando seus seios. - Vem cão, mete a tua pilinha no vale de minhas maminhas e mostre-me o que vale a esporradela do teu tesão. A cabeça já bem melada do meu pauzinho tacteou-lhe as mamas, encontrou a brecha no intervalo da junção das duas e entrou naquele buraquinho como se entrasse dentro de uma cona, algo que minha Senhora nunca consentiu que provasse, e como se estivesse dentro de uma cona comecei a socá-las como minha Senhora me ensinou a fazer. Ela por sua vez, e sempre sem me tocar no pau, mantinha-as bem juntinhas procurando apertar ao máximo com elas meu instrumento. Nunca lhe vi as mamas como nunca lhe vi nenhuma parte íntima de seu corpo, mas já as percorri com a língua, com as mãos e com a pila, e as vejo sempre que estou com ela com a minha imaginação e sei que são perfeitinhas, medida 38, com os biquinhos bem espetados, duras mas esponjosas, ohh, como eu gosto das maminhas de minha Senhora em especial quando estou como agora com o cacete duro, tão bem me souberam as chicotadas. Sou um esporra fácil como minha Senhora me chama e no estado em que estava não demorei três minutos a vir-me deixando-lhe as mamas encharcadas com meu leite. - Já, meu cão? – disse ela agarrando-me dolorosamente pelos cabelos e esfregando-me a cara na esporra que acabara de lhe depositar - O teu tesão passa-te fácil. É o que acontece aos homens como tu que não têm nem uma piça nem um par de colhões decentes para cobrir uma mulher. Vamos, tinhoso, limpa-me bem com a língua a porcaria que me deixaste no peito. Lambi tudo embora não goste do sabor da esporra e quando lhe deixei as mamas limpas, minha Senhora anunciou-me o que já imaginava: - Sabes cão que não tolero que te esporres sem minha autorização, nem gosto de esporra-fáceis que gozam antes das mulheres. E já sabes qual o castigo. Segura a cabeça da pilinha com os dedos e nem penses em soltá-la enquanto ela estiver a ser chibatada. Se isso acontecer recomeçámos do inicio. E ai de ti se não a voltares a levantar de novo. Fiz como ela mandava, o polegar e o indicador, segurando a piroca e deixei que minha Senhora se divertisse punindo-me com 25 chibatadas na genitália. Escusado será dizer que à medida que as chibatadas iam decorrendo meu pau ia ficando cada vez mais volumoso e capaz de se manter em pé, e comecei a sentir de novo a sensação gostosa de estar com tesão. Apesar da dor apetecia-me deixar escorregar os dedos da piça para recomeçar de novo aquele tormento, mas não o fiz pois podia ficar bastante maltratado. - Nada te dá mais tesão do que um espancamento, porco – comentou pousando a chibata Minha Senhora e verificando o resultado do seu trabalho – Vamos que agora quero sentir o efeito do teu tesão no meu rabinho. Como além de algemado permanecia vendado não podia ver o que ela fazia mas apercebia-me que minha Senhora estava apoiando a barriga no braço do sofá e empinava suas nádegas em minha direcção. - Anda cá, cão – guiava-me com a voz apesar de eu lhe conhecer bem os cantos à casa – encosta-me essa tua amostra escassíssima de piça e consola-me o rego. Mas nem penses em meter ou desfaço-ta à chibatada. Ouvindo aquilo meu caralho deu novo solavanco, aproximei-me dela e quando senti a cabeça esbarrar na pele suave das nádegas procurei abrir-lhe as pernas o mais possível com as minhas de modo a que meus colhões se não se encostassem de todo ficassem pelo menos o mais próximos possíveis da sua vagina, mas sem lho dar a entender já que não tendo sido minha Senhora a mandar-me fazê-lo poderia não querer que eu tomasse tal atitude, e sem meter encoxei da melhor maneira minha piroca por cima do seu rego como se o estivesse tapando. - Não serves para nada, meu cão cão sarnento. Nem sei porque te mantenho como meu escravo. Deita tua barriga por cima da tua piça, inútil, e aperta-a bem junto ao meu reguinho. E vê se apertas igualmente bem apertados os colhões. Minha Senhora é má. Ela sabe que quanto mais apertada tiver a piroca e os tomates mais depressa me venho e maior é o castigo que levo. Mas de facto reconheço que depois do chicote e da punheta não há nada melhor do que ter os instrumentos masculinos comprimidos numa entrada maravilhosa e fofinha como aquela e fazendo de conta que a estava a foder. Como já tinha despejado recentemente aguentei-me muito mais tempo e deu bem para perceber os gemidos de prazer que minha Senhora deixava escapar enquanto durou a nossa simulação de coito anal e quase podia jurar que ela gozara durante ele, ainda que quando eu me vim minha Senhora me voltasse a acusar de ter gozado antes dela. - Gostas mesmo de me desobedecer ou tens prazer em ser punido, cão? Estende a língua e limpa-me bem o rego. E se não queres ter o castigo agravado cuida de não pingar o chão. A minha segunda esporradela foi bem menor do que a anterior mas mesmo assim eu preferia o chicote ou a chibata a ter de lhe lamber o meu sémen de tal sítio. Mas diligentemente estendi a língua enquanto as mãos dela lhe abriam o olho para os lados a fim de que minha língua não encontrasse nenhum obstáculo no seu caminho, e eu mergulhando-a o mais fundo possível tratei de lhe remover e de lhe engolir mais uma vez as marcas do meu prazer. E garanto que a senti ficar tão excitada com o trabalho da minha língua como momentos antes ficara com o encosto de minha pila. - Tens a piça bem encolhida, como a de um velho impotente – gozou ela- E ainda não me fizeste gozar totalmente. A minha vagina também quer sentir a mesma esfregadela que deste ao meu rabinho. Se não fosses um ejaculador precoce que não se consegue aguentar com uma mulher, ainda não te terias esporrado e estaria em condições de esfregares nela a tua piça bem dura. Como não te portaste como um homem já sabes o que te espera. De gatas e com o rabo empinado para cima! E se não queres que te deixe capado como um boi manso é bom que não tardes a exibir-me o pilau teso de novo, muito em breve. Desta vez deu-me nas nádegas com uma vergasta. Habitualmente é a tortura que mais me entesa, ainda que em circunstâncias normais a ameaça de me caparem me fizesse ficar logo excitado. Mas depois de duas esporradelas minha Senhora precisou de toda a sua energia com a verdasca e muitos insultos verbais depreciando meus órgãos genitais para lograr obter o mesmo efeito. Quando achou que meu pau estava suficientemente teso de novo, ainda que não tão duro como das duas anteriores, colocou-se de novo de gatas, fazendo descair a sua cabeça e o tronco de modo a que sua vagina me fosse apresentada por trás na posição de sodomita mandando que lhe esfregasse a pila nela. Esta contudo já bem aliviada não se conseguia manter de pé muito tempo por mais que minha Senhora quisesse que eu a mantivesse encostada e dura junto à entrada de seus lábios vaginais. - Impotente! Ainda há pouco estavas tão duro pensando tocar à punheta e agora não te consegues manter teso para ao menos tentares consolar uma mulher com o pouco com que a Natureza te brindou. Deixa ao menos que eu a prenda com as coxas para ver se ela não tomba. Fiz como ela mandou procurando ajeitar só com os movimentos do corpo a cabeça de minha piroca de modo a que minha Senhora que com suas mãos mantinha a entrada do seu grelinho aberta, apertando as coxas a mantivesse o mais apontada possível para cima. É claro que minha senhora não me apertou só o pilau mas igualmente os tomates como se os quisesse prensar no meio das coxas. Uma pequenina ponta da cabecinha não circuncidada de meu pilau tinha-se conseguido enfiar entre a brecha dos seus lábios e foi o mais próximo possível que estive não só de entrar nela mas também de entrar no grelinho de uma mulher. Aquilo era muito bom mas suas coxas triturando meu par de tomates obrigava a já pouca esporra que ainda neles se alojava a procurar sair e de repente, quase sem aviso, um novo jorro brotou da minha glande ainda que muito menos intenso do que qualquer dos outros. Obrigado Senhora pela honra que me concedeis de permitirdes que meu imundo sémen produzido em tão escassos instrumentos se derrame no portão da vossa entrada secreta que não gostais de dispensar a homem nenhum. Desta vez ela não se queixou de não ter gozado, antes se virou de repente mal acabei de me ejacular e pressionando-me a colocar-me de cócoras, encavalitou-se agilmente em meus ombros encostando seu entre – pernas húmido ao meu nariz. Apesar da venda não me deixar ver, sentia o cheiro da sua cona ainda não totalmente satisfeita, um sabor salgado e doce, mas quente muito quente, que me entontecia. - Estende a língua como um cão faz à cadela no cio, esporra barato. Lambe-me bem a esporra que me deixaste. Tantos minetes já tive o prazer de proporcionar a minha Senhora que mesmo vendado conheço cada parte sensível da sua vagina e ânus. Com os movimentos de prazer dela tombámos e acabei de a lamber deitado no chão com minha Senhora sobre minha cabeça. Agora não tive duvida de ela ter alcançado finalmente o orgasmo pois lhe bebi todo o gozo quando minha esporra fora já totalmente removida, um sabor quente e doce, feminino, diferente do meu. - Bom, conforme prometido concedo-te agora permissão para tocares a tua punheta – disse-me desamarrando-me as mãos e tirando-me a venda. Antes disso cobrira-se com um top negro muito justo que lhe tapava igualmente os genitais e eu podia mais uma vez constatar como ela era esplendorosa. Apesar de tudo, observei-lhe que após tal sessão não me sentia capaz de despejar mais nada ainda para mais sem nova tortura de palmadas. - Pois, estava-me esquecendo que só apanhando é que consegues levantar o caralho! – comentou depreciativamente. – Para veres como sou generosa contigo embora não o mereças, cão, vou fazer-te a vontade. Mas aviso-te que se não te conseguires esporrar convenientemente nem me apresentares a tua piça mais tesa do que há bocado, tenho ali preparado um castigo que nunca provaste e ta vai deixar tesa por muito tempo. De uma gaveta tirou uma palmatória de cinco olhos e mandando-me estender as mãos já bastante entorpecidas e inchadas pelo tempo que tinham permanecido algemadas desferiu-me 25 reguadas em cada uma, alternadamente. Quando terminou minhas mãos estavam cheias de bolhas e com as palmas totalmente inflamadas. Dá-me tesão ser palmatoado no cu, nas costas, na pila ou nos colhões, mas nas mãos ou nas palmas dos pés não. Não era aquele tipo de palmatoadas que eu tinha em mente para me colocar o cacete armado. Não poderia trabalhar nem conduzir convenientemente nos próximos dias quanto mais esgalhar uma pívia com as mãos naquele estado. - E é assim que vais ficar com o caralho se não a tocares como deve ser – voltou a avisar-me. Mas não adiantavam ameaças. Não só estava murcho após as três esporradelas anteriores como nem sequer me conseguia entusiasmar com as mãos tão doridas. Gosto de envolver toda a mão na piça quando toco ao bicho, apertá-la bem para que o leite se sinta comprimido ao sair, e qualquer uma das minhas mãos estava tão inflamada e dormente que eu não a conseguiria fechar em volta do membro. Minha Senhora enxovalhava-me enquanto eu tentava tocar uma à mão mas nem isso me entesava. - Anda lá meu piça curta! Querias tanto uma punheta e agora não a consegues tocar? Anda lá, que tocar punheta é a tua especialidade, grande cão sarnento. Há pouco esporráste-te por três vezes só de encostares a piroca e agora que estou quase toda nua à tua frente não a consegues levantar! Eu bem queria mas não fazia milagres. Achava até espantoso ter-me já vindo por três vezes mas não ia conseguir-me vir-me outra. Meu piçalho perdera o tesão para os dias mais próximos. - Já o esperava – acho que era isso que ela queria para que meu castigo não terminasse ali. – Preparei-te por isso uma prova que fazia parte de um antigo ritual índio de iniciação dos rapazes de certas tribos da Amazónia. Era um ritual de virilidade reservado aos rapazes e talvez isso explique porque razão nessas tribos os homens eram tão bem servidos do membro viril enquanto que tu quase se pode dizer que nem o tens. Minha Senhora voltou a amarrar-me muito bem amarrado, de pés e mãos, agora a uma coluna do quarto já bem minha conhecida onde me açoita tantas vezes, quase sem me poder mexer antes de sair. Quando voltou trazia um comprido cilindro metálico, talvez com pouco mais de um metro e muito parecido com um tubo de aspirador, com as duas aberturas fechadas na ponta por duas engenhosas tampas amovíveis, uma das quais repleta de buraquinhos. Do interior oco do tubo saía um estranho zumbido que me deixou totalmente arrepiado pois tenho uma aversão profunda aos insectos que emitem tal som. - Já adivinhas o que é, cão? – brincou ela vendo meu rosto receoso e abanando bem o tubo de modo a deixar seus ocupantes muito furiosos. – É isso mesmo, vespas. Vê lá se és esperto e me consegues dizer que parte do corpo é que vais ter de meter neste tubo. È isso mesmo: a tua piça, cão. E sabes porque é que a vais meter, meu eunucozinho de piça curta? Porque não tiveste tesão quando eu to mandei ter e porque estas vespas te vão deixar bem teso por muitos dias para que aprendas de uma vez por todas que como meu escravo tens de ter tesão quando te mando ter tesão, e tens de ter a piça murcha quando ta mando ter murcha. Porque quando te mandar ter tesão e tu não o conseguires, piça mole, vou fazer-te sofrer de tal modo que apesar de ficares com o cacete inchado não te conseguirás aliviar nas próximas semanas. E não te vou amordaçar porque quero ouvir teus gritos. Sabes que as provas de virilidade são sempre as mais dolorosas? Mas fica descansado que não estão aqui muitas vespas. Juro-te que não são mais de 50. Os rapazes índios estavam em desvantagem pois tinham de enfiar a pila num vespeiro ainda que também não duvide que a pila de qualquer um deles valesse bem três da tua. 50 vespas, oh não! Por favor, não minha Senhora, implorei, supliquei, chorei até. Minha Senhora dizendo-me para me comportar como um homem foi inflexível como já devia saber. Lembrando-me que ainda há pouco lhe pedira para me arrancar o membro com o chicote destapou lentamente para não deixar fugir nenhuma vespa, a abertura não furada de uma das extremidades e agarrando-me o piçalho bem flácido meteu-mo lá dentro dizendo-me que como eu não metia em cona nem em buraco nenhum, que imaginasse estar metendo na cona de uma mulher pela primeira vez que o castigo me seria mais agradável. Era a primeira vez na noite que me mexia no piçalho e só por isso me reconciliei um pouco com aquele novo suplício a que me submetia mas nem assim me entesei como sempre sucedera das poucas vezes que me mexera nele. Podia ver como minha piroca encaixava bem abertura do cilindro como se esta fosse feita propositadamente para ela, tapando-a como uma rolha. Quando estivesse inchada das ferroadas que estava contando levar seria difícil tirá-la mas por enquanto ainda não era isso que me preocupava. Sentia as vespas rodopiando e zumbindo, por vezes mesmo pousando-me na piça, um pouco inquietas com aquele intruso cheirando à esporra vertida que ali entrara, mas por agora nenhuma ainda me atacara. - Parece que estão mansas, não achas? – perguntou-me – Apesar do teu cheiro nauseabundo a esporra ainda nenhuma te deu a provar o seu veneno. Vamos tratar de as atiçar, afinal de contas não queremos que saias daqui com a piça murcha tal como a tens neste momento, pois não? De facto não me importava nada de manter a piça murcha mas tive de concordar com minha Senhora e lhe agradecer como tanto gosta por aquela sua preocupação em fazer-me avantajar a ferramenta masculina ainda por estrear na sua condição de macho. Minha Senhora voltou a sair e voltou ao fim de alguns minutos com um fumigador com um pequeno tubo de borracha na ponta servindo-lhe de mini- chaminé. Tal como minha pila encaixara na extremidade não furada do tubo das vespas, aquela chaminé fumarenta encaixou igualmente na perfeição na extremidade contrária, onde minha Senhora a enroscou, permitindo que o fumo se libertasse no seu interior. Agora sim. Furiosas com o fumo, as vespas zumbiam como doidas e começaram a ferrar-me. A cada grito meu a Senhora ria-se impiedosadamente. - É para teu bem, pila pequena. Olha que os índios não podiam gritar, caso em que repetiam a prova no ano seguinte. Quando elas acabarem o seu trabalho vais ver que não vais mais ter vergonha de te despir em frente de ninguém porque pela primeira vez na tua vida terás uma piça com um tamanho razoável. E então vais ver como as punhetas te vão saber melhor. E aconselho-te a não te mexeres muito pois quanto mais te moveres mais o veneno te entra nos músculos - eu na verdade não podia com dores e debatia-me como um doido embora sabendo apenas agravar minha situação. Sentia uma dor enorme na pila, as ferradas das vespas diziam-me e eu via agora ser verdade, eram muito mais dolorosa do que as das abelhas e como as vespas não perdem o ferrão eu era aguilhoado vezes sem conta. Meu caralho não me doía só. Não tardou muito a sentir uma enorme coceira nele à medida que o sentia inchando e um enorme calor. Mas o fumo do fumigador não parava de entrar para o tubo enlouquecendo ainda mais as vespas. E lá vinham elas, uma, duas, três ferroadas, era impossível contá-las. - Não minha Senhora, por favor não, tende dó – suplicava – libertai- me e desfazei-me o caralho e os tomates à chibatada ou ao pontapé, se for essa a vossa vontade mas POR FAVOR libertai minha pila que eu não aguento mais. Minha Senhora não era contudo da mesma opinião. - Aguentas, aguentas, apesar de teres a pila curta. Ficarias admirado se soubesses o tempo que os meninos índios eram obrigados a aguentarem esta prova. Nem queria saber. Minha piroca inchadíssima latejava não de tesão mas de uma dor que parecia não ter fim. Enraivecidas com o fumo constante que as asfixiava e com os movimentos de dor que me faziam agitar violentamente o tubo apesar de não o querer fazer, o enxame não parava de me atacar. Eu bem me tentava libertar mas minha piroca estava entalada na abertura e quanto mais me esforçava para a tirar mais ela se apertava naquele orifício estreito. Minha Senhora rindo-se dizia-me para eu me esporrrar agora já que gostava tanto de o fazer em buracos apertados, que aproveitasse pois tão cedo por certo não arranjaria outro assim tão estreito para me meter. Já perdera conta às ferroadas que levara, e já só receava as picadas que de vez em quando as vespas me desferiam na glande, de longe as mais dolorosas de todas as que provava. Apesar do calor que sentia um suor frio começou percorrendo meu corpo. - Aposto que estás com uma boa chapeleta na ponta da gaita, uma chapeleta como nunca pensaste em vir a ter. Tão grande deve estar que duvido que alguma mulher te abrisse as pernas e quisesse provar dela, partindo do princípio que conseguirias ter tesão para montares uma mulher – chacoteava-me minha Senhora quando se apercebia das aguilhoadas em tal parte, não demonstrando nenhuma intenção de me libertar mau grado meus insistentes pedidos nesse sentido.- Não meu cãozinho querido, imagino que devas estar cheio de dores mas não te posso libertar ainda. O fumo vai acabar por matar as vespas e só nessa altura terás o teu caralhinho solto. Quero que metas bem na cabeça que não te conservo ao meu serviço para teu prazer mas para prazer exclusivo meu. Hoje pela primeira vez deixei-te encostar teu minúsculo pendente no meu rabo e na minha vagina, e tu esporráste-te neles. Não sei se foi a última vez que o fizeste, ou se o farás de novo, porque se isso voltar a acontecer será porque eu o quis, independentemente da tua vontade, entendido escravo de piça ridícula? Se não me conseguires satisfazer já estás vendo o que te espera, e se gozares enquanto me estás servindo, também igualmente já sabes com que contar. Ou por outras palavras: só despejas os colhões à minha ordem. Não há dúvidas, vadio? Suas palavras, embora as tivesse compreendido, soaram-me longínquas pois eu sentia agora uma enorme cefaleia, estava possuído de febre e tremia como varas verdes, enquanto um zumbindo despedindo-me de tudo, até da dor atroz que me comia a pila, me anunciava o princípio de um desmaio. Finalmente o lenitivo de um desmaio pensei antes de lhe conseguir dizer em voz sumida que não tinha dúvidas, antes mesmo de sentir a luz fugir e só não senti fugir o chão porque estava amarrado na coluna testemunha muda do poder absoluto de minha Senhora sobre mim! Acordei muitas horas mais tarde no Hospital Público, com o piçalho completamente entrapado por ligaduras e cremes balsâmicos, ainda bastante dorido apesar do soro e do analgésico que com ele me ministraram. Um médico de meia idade acompanhado de duas enfermeiras jovens e bastante bonitas rodeavam minha cama. Riram-se os três com ar maroto para mim, conheciam meu estado e como nunca tinham visto nada daquilo quiseram saber onde arranjara, além das marcas de chicotadas e das palmatoadas nas mãos, tantas aguilhoadas de vespas em local tão recatado assim como as esfoladelas que meu órgão todo besuntado de esperma apresentava e que quase lhe arrancaram a pele. Não lhes contei nada dizendo não me lembrar de coisa alguma o que eles não acreditaram muito, mas fiquei a saber que fora encontrado no meu carro num local descampado através de um telefonema anónimo feito para a polícia por uma voz feminina que ligara de uma cabine. Só podia ter sido minha Senhora. - Em todo o caso meu amigo – comentou o médico rindo-se no que foi secundado pelas duas jovens – quando você for à casa de banho vai ver que o seu pénis apresenta agora um tamanho de fazer inveja aos maiores galifões, e a nós aqui aparecem-nos de todos os tamanhos, acredite. Ainda que infelizmente para si e para sua namorada não o vá conseguir manter assim abonado por muito tempo. Logo terá voltado ao tamanho normal. Só espero que não tenha sido ela a ministrar-lhe tal tratamento por o achar mal servido – mais risadas. Minha Senhora conseguira o pretendido. Castigara minhas esporradelas não autorizadas e aumentara significativamente, ainda que provisoriamente, o tamanho de meu pilau. E tal como desejava igualmente, a fazer fé nas palavras do médico, deixara-me impossibilitado de tocar uma pívia pelos tempos mais próximos. Nas no dia seguinte minha Senhora ligou-me. Perguntou-me como estava e quando previa ter alta. Disse-lhe não saber. - Vê se te curas depressa – volveu-me – Tenho em mente mais uma torturas deliciosas e inéditas para fazer à tua pilinha e ao resto desse corpo que me pertence integralmente. Esta reagiu de imediato e apesar de envolta nas ligaduras, e das costas espancadas ardendo no contacto dos lençóis ergueu-se desenhando seu relevo erecto sobre a roupa da cama. Minha Senhora tinha razão. Eu receava as vespas mas nada mais me deixa de pau feito do que a ameaça de um bom castigo.