Back to Browse
Cheguei no local marcado, estava chovendo ... céu negro... vento e meus cabelos um pouco molhados colavam em meu rosto. Apreensiva... nervosa, curiosa, excitada, tudo misturava-se enquanto aguardava a chegada do meu DONO. Me achei uma louca na hora ...mas não ia desistir, já que há tempos eu o provocava no Chat e o desejava demais como meu senhor e Mestre para iniciar-me no sm. Queria fazer tudo... experimentar tudo, sem pudores.......e comecei a lembrar de nossos papos pelo MSN, quando dizia que não tinha limites..rss.. distraída em meus pensamentos, nem percebí um carro que parou ao meu lado, assustando-me com o barulho da porta que bateu. Olhei p/aquele homem e reconhecí o meu DONO, na hora um friozinho no estômago me fez encolher. Fiquei estática, esperando uma atitude. Ele não disse nada e eu atônita não sabia sequer expressar qualquer reação. Segurou-me pelos cabelos com força e beijou minha boca ....Devagar olhou meu rosto, corpo... Me sentí nua. Depois com uma feição séria... disse: - Quero ver agora vc me enfrentar como fazia na sala! E eu desbocada como sempre, não conseguí me segurar e falei: - Está pensando que tenho medo? Tsc.. tsc.. tsc... - e sorrí... Sorriso que sumiu com um tapa q ele me deu no rosto. Caí sentada no chão molhado. Ele caminhou até o fundo do carro abrindo o porta-malas. Reparei q ele olhou para os lados, observando se tinha alguém, mas com aquele tempo feio e chuva... nessa rua escondida ninguém passava. Ele caminhou para perto de mim, segurando meus cabelos me arrastou até o carro , eu tentei chutar, mas foi pior, ele me levantou e com força bateu no meu rosto, senti um gosto de sangue naquela hora e o melhor r... rsss...fiquei excitada com a situação. Medo e tesão misturavam-se... Rapidamente fui jogada dentro do porta-malas e o pânico apareceu. Tentei levantar mas ele segurou-me com força e amarrou meus pulsos nos meus tornozelos e abrindo minha boca, enfiou um pano e tapou com silvertape.. Estava apavorada, com medo q ele fechasse a mala e eu sufocasse ali.....mas percebia q a partir daquele momento.... oq eu sentia... ou queria, não interessava mais. Era apenas uma escrava, propriedade de alguém... para ser usada da forma q ele desejasse. Mas foi impossível segurar o medo e as lágrimas, quando ele fechou a mala do carro e fiquei presa, sozinha no escuro. Tentei pensar em outra coisa, para ver se suportava, mas meu coração parecia q ia sair .... E o carro em velocidade me jogava p/os lados. Fechei os olhos e implorava em pensamentos q o carro parasse e ele me tirasse dali. Alguns minutos depois finalmente parou. O porta-malas é aberto e vejo aquele homem, meu SENHOR.... DONO.....e sádico. Tirou a mordaça da minha boca e me pegou no colo, levando-me p/dentro de um quarto, jogou-me com força em cima da cama e desamarrando meus pulsos, mandou eu assinar um contrato, tornando-me sua escrava. Depois sentou numa cadeira e ordenou q tirasse toda a minha roupa .... Tirei peça por peça.... blusa, calça... mas na hora de tirar o resto, aquela moleka do Chat, ficou tímida e parou... Ele levantou da cadeira e com uma faca cortou meu soutien e calcinha, deixando-me nua e assustada. Encostou-me na parede e deslizou a faca no meu peito, apertando o biquinho, desceu até minha barriga e sentí ele passando com força, ardeu, cortou, tentei olhar p/baixo, mas sua mão apertando meu pescoço, sufocava-me e impedia qualquer gesto além de gemidos de dor. Eu não conseguia falar pq tava cheia de tesão, medo, dor e isso excitava-me demais... porém fiquei com muita vergonha quando ele passou a mão entre minhas pernas e sentiu minha bucetinha molhada e esboçando um sorriso falou: -Cadela safada, vc está gostando...Vadia... vou te dar um banho agora, para examinar oq é meu. Soltou-me e aí q notei o sangue na minha barriga, ele tinha feito um corte, superficial, mas sangrou e ardeu p/caramba. Caminhou até o banheiro e mandou q eu fosse de quatro até lá, como uma cadelinha safada. Foi aí q caí na besteira de falar oq tava acostumada no virtual ... e soltei uma risadinha, disse q não, passei o dedo no meu sangue e limpei no lençol, sentando na cama. Disse q ia tomar banho, mas não de quatro. Ele calado entrou e fez a banheira encher. Nesse tempo não disse nadinha e eu tentava esconder a ardência q tava sentindo pelo corte. O meu lado atrevida, não queria mostrar q estava indefesa. Voltando p/quarto, nem falou, gritou, ordenando q eu ficasse de quatro. Eu sentia vontade de obedecer, mas a minha mania de provocar superou e não obedecí. Me puxando pelos cabelos, me fez ajoelhar e esfregou meu rosto na sua calça, fazendo-me sentir como estava duro o seu membro. Forçou-me mais ainda até eu encostar minha cabeça no chão e pisou com força , apertando meu rosto com o pé e falou.... - Quem eu sou???? O que eu sou teu???? E vc oq é????? Eu com a minha mão tentava tirar o pé daquele homem do meu rosto, mas foi em vão, cada vez q eu não respondia oq ele perguntava, apertava mais ainda, até eu gritar q ele era meu DONO, meu SENHOR e q eu era a escrava dele, uma cadelinha putinha q estava ali apenas para servi-lo. Soltou-me e disse q agora eu não precisava mais ficar de quatro, pq ele ia punir minha rebeldia. Gelei.... e apelei pelo “por favor senhor”, é o nosso primeiro encontro..... Ele calou minha boca com um beijo, mordendo meu lábio com força....Empurrou-me para o Box e ajoelhada, ele demarcou sua propriedade, molhou o meu rosto, a boca, todo o corpo com “ chuva dourada”. Sentí o cheiro e como era quente,... humm... e sentia tesão.. quanto mais imaginava cenas safadas, nojentas... mais excitada ficava..... Não queria demonstrar, mas foi impossível... fechei os olhos e aproveitei, sentei no chão e esperei ele terminar. Apertando meu rosto, me abriu a boca, cuspiu dentro dela, beijou novamente e forçou o pau até minha garganta... - Tá sentindo o q é um pau? Agora vc já sabe como é..... engole tudo...engole o pau do teu DONO - e forçava, a entrada.....me deixando engasgada de verdade... Ligou o chuveiro....me lavando.......Enrolou meu cabelo na mão e me arrastou até o lado da banheira... - Sua putinha!!!! Agora vc vai aprender a ser uma cadelinha obediente e se gritar vai ser pior!!!!...... Me colocou de joelhos, e segurando-me os cabelos empurrou minha cabeça na água.... tentando afogar......Eu tentava me soltar, mas quanto maior era a força q eu fazia p/me soltar, maior era o tempo q ele deixava minha cabeça mergulhada na água. Fez isso várias vezes, até eu engolir água ... Chorei e implorei.... ele me soltou e disse q eu deveria lambê-lo todo como uma cadelinha obediente. Eu tossindo, com a garganta queimando, observava ele tirar a roupa que imediatamente encostou o pé na minha boca e disse: - Lambe teu DONO!!! Dessa vez obedecí, caladinha e comecei a lamber.. .. Minha boca encheu de água, de tesão e eu não só lambia , mas sugava, chupava, mordia bem devagar. Minutos depois, com a voz brava, ordenou q eu sentasse na pontinha do vaso com as pernas bem abertas e q abrisse minha bucetinha o máximo possível e mostrasse como essa cadelinha faz xixi..... – Faça agora!!! Ordenou meu DONO - eu obedecí e mostrei minha chuva dourada. Ele com tesão olhava fixamente para a cena e depois de apreciar ......reclamou...... - Sua porquinha!!!Fez no chão e agora vai limpar... Puxou minha cabeça e me esfregou, lambuzando-me todinha com o meu próprio xixi, fiquei toda molhada. Em seguida, levantou-me e empurrou-me p/dentro do Box.... Lá dentro, me abraçou, passou a língua no meu rosto e eu.... sentindo aquele corpo de homem ... nu... pela primeira vez...era excitante... Apertou-me, beijou-me e olhando p/mim disse q há tempos sonhava com isso, sua mão começou a apertar meus seios, a nossa respiração mudou e ele “não sei pq”, empurrou-me e disse q não era a hora ainda, colocou o sabonete na minha mão e eu passei bem devagar naquele corpo q eu imaginava no meu, todas as noites e olhando cada detalhe, cada contorno...acariciei... toquei... desejei....Depois mostrou-me a toalha e ordenou q enxugasse o corpo dele e eu obedecendo, delicadamente sequei cada parte do seu corpo. Quando saímos do banheiro, ele mandou q eu deitasse em cima de uma pequena mesa. Amarrou minhas pernas e braços abertos e colocou algo na minha boca, q desconheço o nome q a deixava aberta. Disse q iria me examinar, olhar cada pedaço do meu corpo e q meu castigo não tinha acabado. Foi p/o meu lado e começou a esfregar o pau na minha boca, língua... e com a mão começou a alisar e apertar, meu peito, bucetinha e colocou uns prendedores de metal q doeu demais nos meus biquinhos e outro na minha língua..... Passou p/o meio das minhas pernas e abrindo com a mão os lábios, observou meu clitóris, a entradinha da minha bucetinha.... o meu rabinho... encostou a ponta do dedo e forçou à seco a entrada, soltei um gemido alto, enquanto ele empurrava até o fundo. Com a boca, começou a sugar meu grelinho, me deixando maluca, até q levantou-se e melou tudo com gel e empurrou o pau com força p/dentro de mim. A dor foi tanta q pensei q ia desmaiar, não conseguia falar ou gritar com aquilo na boca, só gemia....Sentia ele rasgando minha bucetinha apertadinha e tapas fortes queimavam meu rosto. Não sabia mais oq era dor e tesão... misturou tudo e ele me violentou sem pena nenhuma.... rasgou minha bucetinha e tirando o pregador da minha língua, empurrou o pau melado na minha garganta e gozou. Como não podia movimentar a boca, acabei engasgando, mas engolí todo o leitinho. Desamarrou-me e falou q ia descobrir agora se eu era masoka de verdade. Fiquei em pé, cheia de dor na bucetinha, tive q ficar virada p/parede. Com os braços p/cima e ele disse q se eu os baixasse, em vez de chicotear-me, ele me queimaria, encostou em mim e apertou meu nariz e boca, sufocando-me, mordeu meu pescoço, meu ombro. Pegou um chicote e bateu várias vezes nas minhas costas, bunda e muito excitado disse q eu estava sangrando e lambeu minhas costas. Eu chorei, mas o medo de ser queimada foi maior e esperei ele parar de bater. Quando acabou, ajoelhei-me no chão, doía demais e naquela hora me postei aos pés dele e assumí minha condição de escrava, por adorar meu DONO e por saber dos castigos q receberia por não obedecer. Ele pegou uma coleira e colocou no meu pescoço e nela estava escrito... ”VEG”.