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Uma Sessão Diferente
Faz uma tarde muito quente em São Paulo. O trânsito está insuportável. Ela sabe que ele não tolera atrasos, mas para seu desespero... vai se atrasar.
As ordens eram claras, te pego no lugar combinado e seguimos para o nosso destino, lembre-se não esqueça dos seus brinquedinhos.
Com um atraso de quase trinta minutos ela chega ao lugar combinado, pára o carro e o vê... Instantaneamente sente seu corpo estremecer, pois sabe que o castigo será dobrado, além do atraso terá que responder por um erro gravíssimo...
Mal ela entra no carro ele dá arrancada, sem ao menos dirigir-lhe um único olhar ou uma única palavra.
Ao chegarem, ele pergunta com aquela voz que ela tanto adora, mas que a faz tremer dos pés à cabeça:
- Sabes que hoje nossa sessão será bem diferente??? Não permitirei que sintas prazer nenhum e muito menos permitirei que goze entendido???
Ela responde com a cabeça que sim, mas ele não aceita aquela resposta, a pega pelos cabelos e sussurrando em seus ouvidos pergunta se é assim que responde para seu DONO.
Seu DONO.... seu DONO.. seu DONO....daquele momento em diante ela só ficaria com esta frase em sua mente....Quer dizer que mesmo depois de ela ter feito o que fez ele a considerava sua... Ele iria perdoá-la??? Iria aceitá-la novamente???.
Um puxão mais forte em seus cabelos e ela volta para realidade daquela sessão ouvindo a voz dele:
- Responda vadia!!!
Ela submissamente responde:
- Sei sim SR......
Enquanto ele toma seu banho, ela arruma a mesa com os objetos que iriam acompanhá-la naquela tarde especial: as velas, a algema, a venda, a mordaça, os plugs, os pregadores, o cinto de couro, e o pequeno chicote.
Ele sai do banheiro e quando seu olhar encontra o dela....ela percebe o início de mais uma sessão...mas não seria uma sessão como as outras ...esta teria um sabor de punição, de treinamento, de disciplina e quem sabe de reconciliação...
Ela já nua se ajoelha e chorando implora por seu perdão... começa a falar sem parar, quando sente aquelas mãos fortes a erguendo e colocando-a de frente para parede com os braços e pernas abertas ele a amordaça (ela detesta ser amordaçada).
Ele coloca a venda e avisa que seu perdão dependerá exclusivamente de sua entrega. Ele se afasta sem fazer ruído algum e o silêncio impera no ambiente. Ela ali imóvel sem saber o que acontecerá.....De repente....SLAPT...SLAPT.... o chicote desce feroz em seu corpo..uma, duas, três, dez, vinte, trinta chicotadas e ele pára.... ela se contorcendo e sentindo as lágrimas escorrerem através da venda, sente seus cabelos sendo puxados e escuta um sussurro em seus ouvidos:
- Doeu cadela?? Por enquanto eu só fiz carinho!!! E ri escandalosamente gostoso.....
E as torturas seguem uma após a outra, sem descanso, sem carinhos...... deixando apenas um cheiro de punição, de arrependimento e de entrega naquela atmosfera totalmente erótica.