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Me Fode Gostoso, Mestre!

Tudo estava na penumbra quanto “Ele” saiu de dentro do banheiro da suíte daquele motel. Estava inteiramente depilado e havia passado óleo em todo o seu corpo, ressaltando os seus músculos bem delineados. Vestia apenas uma sunguinha fio-dental do tipo asa delta, bem cavada nas laterais e enfiada caprichosamente na sua bunda firme e apetitosa. Fora isso, usava uma coleira de couro no pescoço e, presas aos tornozelos e pulsos, pulseiras igualmente de couro. Equilibrava-se também sobre saltos agulha, bem altos, que lhe davam ainda mais sensualidade. Deu uma “andadinha” pelo quarto de modo displicente e sensual. Aprendera a andar sobre saltos com muita desenvoltura e isso o excitava muitíssimo. Seu Mestre estava sentado à beira da cama e segurava o pau ereto para fora do tapa-sexo. - Agora, rebola pra mim – ordenou. “Ele” começou a dançar de modo sensual e provocante, como sabia fazer bem. Inclinava-se para frente, empinava a bunda para trás, abria as nádegas revelando a tira do fio-dental roçando a entrada depilada e lisinha do seu cú. Abria bem as pernas e, sobre os saltos, agachava sensualmente e descia quase até o chão, subindo em seguida com as mãos na cintura. Puxava as alças da sunga para cima, fazendo-a enfiar-se ainda mais em seu rabo e marcando o volume do seu sexo na frente, já ereto. Seu Mestre já estava extremamente excitado, o caralho já começava a doer de tão duro. - Agora, vem até aqui e fica de quatro. “Ele” obedeceu. Ficou de quatro diante do Mestre, o rosto voltado para ele. Naquela posição, rebolava mais, mexendo seu traseiro enquanto olhava fixo para o pau duro de seu dono. O Mestre pediu com um gesto para que “Ele” se aproximasse mais dele. - Tá querendo esse pau na sua boca, não é? Chega mais perto. “Ele” foi até bem próximo do seu Mestre. - Agora, abre essa boca e engole esse pau, seu viadinho! “Ele” abriu a boca. O Mestre, então, enfiou seu caralho grosso entre os lábios entreabertos de “Ele”, que começou a chupar. O Mestre enfiou tudo e segurou a cabeça de “Ele” para que mantivesse o pau dentro de sua boca. - Você é muito guloso, não é, sua bichinha? Chupa esse pau bem gostoso! Eu tô mandando! “Ele” chupava o pau de seu Mestre com vontade. Engolia o máximo que podia, sugava a glande como quem chupa um sorvete muito gostoso. Enquanto era chupado, o Mestre pegou um chicote e começou a castigar as nádegas de seu escravo, enquanto gritava de tesão: - Chupa, veadinho! Chupa! Quando estava quase para gozar dentro da boca de seu escravinho, o Mestre tirou o pau e pediu que “Ele” levantasse. - Agora, rebola em cima do meu pau! Rebola que bem uma putinha! “Ele” começou uma lap-dance sobre o colo do seu Mestre. Ora ficava de costas para ele e roçava sua bunda sobre seu caralho ereto; ora ficava de frente para ele e, enquanto se roçava naquele pau, passava seus mamilos diante da boca do seu mestre, que os chupava, beliscava e mordia. “Ele” estava cada vez mais excitado. Aquela submissão o deixava louco de tesão. Adorava ser ordenado, ser forçado a fazer sexo com seu Mestre. O Mestre esticou os braços e pegou uma mordaça que já estava sobre a cama. Pediu que “Ele” abrisse a boca enquanto dançava e enfiou a mordaça por entre os lábios do escravinho. Era uma mordaça em formato de penis, que preencheu toda a boca de “Ele”. Após prender a mordaça bem apertada, o Mestre pegou um tubo de gel lubrificante e começou a passar no seu pau e depois a massagear a entrada do cú de seu escravo. - Eu vou te ordenhar um pouco, sua putinha. Ordenhar o seu cuzinho. O Mestre, então, deslizou seus dedos para dentro do anus de “Ele” e passou a massageá-lo com destreza. “Ele” ficou realmente louco de tesão. Rebolava na velocidade em que era masturbado daquela maneira, com os dedos de seu Mestre dançando dentro de seu cú. - Agora, senta no meu pau, viadinho! Amordaçado, “Ele” gemeu e balançou a cabeça negativamente. Fazia parte do jogo. - Como não? Quem você pensa que é? O Mestre de “Ele” pegou um pedaço de corda e rapidamente amarrou as mãos daquele jovem para trás. Depois, o segurou pela cintura e o puxou para o seu colo. - Agora, você vai ver como eu te fodo!! Puxou a sunga-fio dental de “Ele” para o lado e segurou o seu pau apontado para cima, enquanto “Ele” rebolava sobre o caralho do seu Mestre. O Pau duro começou a forçar a entrada do cu de “Ele”, que gemia sensualmente. A cabeça lisa daquele caralho quente em contato com a entrada do cu de “Ele” o deixava maluco de tesão. Doía um pouco na hora de entrar, é verdade. Mas “Ele” tinha acostumado com a dor e até gostava. Mas quando o pau vencia a entrada retesada do cu e invadia “Ele” era uma sensação indescritível. Logo isso aconteceu. O cu lubrificado fez a cabeça do pau do Mestre deslizar pouco a pouco e romper a resistência daquele anus até que... O pau entrou gostoso. “Ele” sentou-se no colo de seu Mestre até o fim, sentindo a cabeça daquele caralho comprido lhe tocar por dentro. Começou a rebolar e gemer com o pau todo dentro dele. Seu Mestre começou a morder os mamilos de seu escravo. “Ele” estava enlouquecido. O mestre jogou-se para trás sobre a cama com “Ele” encaixado em seu pau. “Ele” apoiou os joelhos na cama. Seus “pezinhos” ainda calçados com os saltos pendiam da cama. O Mestre apertava os mamilos de “Ele”; batia na sua bunda; arranhava as suas coxas; apertava seus tornozelos. - Eu adoro te foder, meu escravinho gostoso!! Rebola em cima desse pau! Eu quero te arregaçar, sua bichinha!! Grita, veado! Geme! Por fim, o Mestre virou-se jogando “Ele” sobre a cama, de bunda para cima. Puxou suas pernas pelos tornozelos fazendo com que “ele” ajoelha-se diante da cama com o tronco deitado sobre ela. E, então, começou a fodê-lo novamente de quatro. “Ele” tinha seus cabelos puxados para trás com força. Seu Mestre cavalgava nele usando a mordaça como arreio. Ele aproveitou para esfregar o seu pau na cama pois suas mãos estavam amarradas para trás e antes não podia se masturbar. Então, sentiu a porra quente jorrando dentro deu seu cu e escorrendo pelas suas coxas. “Ele” também gozou. Tudo o que queria agora, era ser completamente amarrado e possuído novamente, de todas as maneiras mais perversas e selvagens. A noite estava apenas começando.