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Conversa com uma Escort Girl - O Corno

- Realmente, ninguém melhor pra falar sobre estranhezas da sexualidade humana do que a gente! Todo esquisito, maluco e depravado cisma em nos procurar. Cada história que presenciamos e participamos, tem que ver... - Ah, é? Quais os tipos mais comuns? - Ih, tem de tudo... fetichistas de todo tipo, os sadomasoquistas, os machões que gostam de dar o rabinho, os voyeurs, e por aí vai... - Voyeurs? E o que eles fazem? Ficam só assistindo você transar com um(a) colega? - Tem vários tipos de voyeurs: os que curtem apenas ver uma garota se tocar, se masturbar, os que preferem assistir a duas garotas transando, ou uma garota com o seu parceiro, até mesmo um michê com a mulher dele (do voyeur). - Sério? O cara leva a mulher dele pra vê-la ser comida? - Já aconteceu, mas é raro. Isso é mais freqüente em casas de swing. Uma colega me contou de um cliente que não foi muito "agraciado pela natureza" quanto ao seu dote, se é que você me entende... rsrs... daí ele levou sua esposa lá na casa e chamou um dos rapazes, o Logan, um negro alto, musculoso e com uma respeitável pica de 25 cm. O tesão dele era assistir ao negrão metendo sua mulher, em todas as posições, enquanto ela falava, entre gritos e gemidos, do grande ganho em prazer se comparado ao proporcionado pelo pintinho dele, de menos da metade do tamanho. Ele incentivava a mulher a falar essas coisas, com riqueza de detalhes, pedia mesmo pra ela rir da sua cara, enquanto era fodida vorazmente pelo moreno. Imagina só, ela ainda tinha de representar! - Hahahahaha! Deus me livre... E como acabava esse, digamos, 'suplício'? - Depois de uns quarenta minutos em que a coitada era comida, na xana e no cuzinho, de costas, de frente, de lado, em pé, dependurada, e ainda arranjando forças pra debochar do marido, este gritou: "Chega! Agora eu quero ver se tudo isso que tu estás falando é verdade!". Então ele tirou a roupa, subiu na cama e ficou de quatro, esperando a investida do negrão. Logan não precisou enfiar mais do que a cabeça, ou melhor, a cabeçorra daquela jeba indecente para que o modesto falo do homem iniciasse o gotejar da rendição. Convencido, foi este pra junto da esposa e ficaram esperando, suplicantes, pelo que aquele belo cacete ainda lhes reservava. Logan retirou a camisinha, aproximou-lhes a temível ferramenta e mostrou que aqueles colhões, quase do tamanho de uma pêra, faziam jus ao volume. Um majestoso banho de porra, em seis ejaculadas carregadas e certeiras, empapou por igual os rostinhos do casal. Terminada a orgia, recompuseram-se, cumprimentaram-se polidamente e o casal saiu, abraçadinho e apaixonado. - Nossa... que loucura, hein! Quando contam a gente não acredita... E o contrário, já aconteceu? A mulher levar seu parceiro pra assistir ele transar contigo? - Não, isso nunca... eheh! A cena de voyeurismo que eu participei foi diferente, foi uma coisa muito mais louca, você não ia acreditar. - Conta aí, vai! - Não é muito divertido não! No início tive muito medo, eu não sabia das intenções do cara e se aquilo era real. - Conta, por favor! - OK, eu conto! Era um cara muito rico, discreto e de bom-gosto, executivo de uma empresa de alta tecnologia. Não fazia muito tempo que eu trabalhava na casa quando fui selecionada para atendê-lo. Ele me esperava no motel mais luxuoso da cidade. Chegando lá, fui recebida cordialmente; recém chegara ele do trabalho e vestia um belo terno Hugo Boss. O quarto era luxuosíssimo, todo equipado, e um balde de gelo com uma Chandon nos esperava. A única coisa que me intrigou foi um notebook aberto em cima da cama, que depois, descobri, seria a peça central naquele enredo. - Quer dizer que nem na hora do 'bem bom' ele largava o trabalho? Hahaha! - Eheheh... mais ou menos, mais ou menos. Pois bem, eu esperava que ele se despisse e me pedisse para fazer o mesmo, mas, em vez disso, o cara foi pra frente do notebook e pediu pra eu me sentar ao seu lado. Ligou o aparelho no home theather do quarto, deu uns cliques lá e apareceu um filmezinho na tela de 29 polegadas. A imagem era sofrível, vídeo amador mesmo, e mostrava um casal transando, a mulher de quatro e o cara metendo por trás. Não entendi por que ele colocara aquilo, em vez de usar um dos DVDs pornôs fornecidos pelo motel, bem melhores. Começou a assistir à cena com um olhar sério, sem pronunciar palavra nem me olhar, dando abruptos goles na champanhe. Nem fez menção de me tocar, e comecei a ficar aflita com aquilo. Às vezes ele dava uns cliques no note e mudava o ângulo da cena, outra coisa que me deixou intrigada. Depois de uns instantes, o cara começou a insultar a atriz, chamando-a de vagabunda, piranha e tudo o mais, como se ela pudesse ouvir. - Deus me livre... mais um doido! Imagino o pânico em que você deve ter ficado. - É, estava começando a ficar bem assustada, até que não me segurei e perguntei por que ele estava agindo daquela forma. Fui então informada de que aquilo não era um filme qualquer, e sim algo que estava acontecendo naquele exato momento e que aquela era a sua esposa, traindo-o na sua própria cama! Disse que ela nem suspeitava dessas micro-câmeras que ele tinha instalado no quarto, que eram controladas via rádio pelo notebook, de qualquer lugar. Sua mulher, achando que ele estava em viagem a trabalho ou almoço de negócios, sempre fazia isso - completou por fim. - Caramba... mas... qual era a sua função lá, então? Por que ele te chamava? - Essa era a minha dúvida. Qual a razão daquilo? O cara tava pagando quatrocentos reais pela minha presença, mais a exorbitância que devia ser o preço daquele motel, aquela parafernália tecnológica toda, só pra eu ser cúmplice de que ele era corno? Ele só ficava olhando o vídeo, se lamuriando, xingando a promíscua da mulher dele, e eu lá fazendo número... às vezes ele pedia minha opinião, se era justo o que "aquela vadia" estava fazendo, se ele merecia aquilo etc. Cara... o que eu ia dizer? Era difícil segurar o riso... - Ele também pedia, né? Hihihi! - Uma hora não agüentei e propus: "Bem, já que estou aqui, que tal você pagar na mesma moeda?". Ele me olhou de um jeito estranho, sem dizer palavra, depois voltou-se ao vídeo e às suas blasfêmias. Lembrei naquele momento do que tinha aprendido quando iniciei na profissão, de nunca dizer ao cliente o que ele deve fazer, e fiquei calada. Terminado o meu horário, fui paga e saí, deixando-o lá, choroso, curtindo o seu chifre. Não pude deixar de comentar o caso com a cafetina da casa, uma puta velha e experiente, que me deu valioso conselho: "Deixe pros psiquiatras queimarem as pestanas com esse negócio de quem é louco ou não. Com o cliente, te preocupa com a tua integridade física, se não estão infrigindo a lei e se ele tá te pagando". - Imagina quantas "figuraças" essa cafetina não enfrentou... Hoje ela nem se abala! Eheh! Mas conta aí, nosso ilustre personagem te chamou outra vez, pra assistir "O Chifre - Parte 2"? Hahahahaha! - Pior que sim, não uma, mas várias outras vezes. Felizmente, tive um papel mais relevante nas visitas posteriores. Na nossa segunda sessão, cerca de quinze dias depois, o mesmo ritual inicial: o quarto luxuoso, Chandon, notebook. No início a tela mostrou a cama vazia, mas não demorou para aparecer sua mulher com o homem da vez, um sujeito alto, bem constituído, aparentando 35 anos, barba rala. Pelas vestes e pelos modos não aparentava ter grana, fato que meu cliente não deixou passar. "Olha só o que a vadia me arranjou agora, olha a pinta do brutamontes! Onde ele trabalha, você adivinharia? Na estiva, será?". Tive de me segurar pra não rir, habilidade na qual eu já estava bem treinada, aliás. A orgia logo teve início: mal chegaram ao quarto, a mulher, já despida, abriu a braguilha do homem e começou um boquete bem caprichado, como quem entende da coisa. Chupava aquele cacetão com gosto, indo e vindo até o talo, bem no estilo atriz pornô. Eu já começava a nutrir um certo respeito por ela, sabe? Na primeira vez a mulher já mostrara que fodia muito bem, e não era de fazer corpo mole pra pica grande não, isso eu tinha de reconhecer. - E o teu cliente, assistindo ao boquete, como reagiu? - Não desgrudou os olhos da tela por uns cinco minutos, tempo médio que durou aquele respeitável boquete. Depois me falou: "Sabe quantas vezes ela fez isso comigo? Uma! Uma maldita vez, e se durou um minuto foi muito! Teve a cara de pau de dizer que tinha nojo, a piranha!". O filme foi rolando. A mulher liberou o pau do amante, este despiu-se e deitou de costas; ela encaixou-se no membro ereto e iniciou um sensual cavalgar, a bundinha mexendo em círculos. O marido olhava com ódio, espumava, amaldiçoava a mulher. No início eu ficava bem assustada com aquilo, sabe? Meu medo era acabar sendo cúmplice de um assassinato e complicar as coisas pro meu lado. - Acho que ele se excitava com aquilo, isso sim! - Realmente, fui reparando isso aos poucos. Ele falava muito dos presentes que dava pra ela: "Sabe quanto custou aquela saia que ela tava usando? Mil reais! Foi comprada ontem. Semana passada, uma bolsa de mil e quinhentos! Boa forma de me agradecer, né?". Falava também da origem humilde da esposa: "Eu fui buscar essa vadia lá nos cafundós, era de uma família miserável, até fome passavam! Dei-lhe uma vida de rainha, e como ela me agradece? Trepa com meio mundo, não me tem o menor respeito, me tornou o maior chifrudo da cidade, do estado! MALDITA!!!". E desandava a chorar. "Por que, Silvaninha, por quê? Não achas que machucas demais teu pobre maridinho, não achas que estás sendo muito cruel?", murmurava, entre soluços, enquanto apertava uns botões no notebook e contemplava a trepada de outros ângulos, com zoom... - E qual o papel mais relevante que ele te deu, que falaste antes? - Ah, sim! Depois de meia-hora de uma foda pra lá de excitante, o casal já na quarta posição (ele em pé, ela abraçada ao seu pescoço, com os pés no marco da cama e fazendo um balanço de entra-e-sai na pica dele), a mulher longe de se render ante as vigorosas estocadas, meu cliente pede pra eu tirar algo da sua valise: um chicote. Assistindo ao vídeo deitado de bruços, as costas nuas, pediu-me para açoitá-lo. Obedeci, e a coisa ficou mais interessante: eu mandando ver nas costas dele, sem dó, deixando grandes vergões, enquanto ele chorava ao ver sua esposa dando gostoso e ainda fazendo uma carinha de prazer. Esse rostinho, que ele assegurou nunca ter visto ao vivo, recebia zoom máximo, e aí ele perguntava: "Por que, Silvaninha?". Minha atenção, porém, era focada na beleza daquela foda. - Pelo que tu descreveste, até eu fiquei interessado em assistir essa trepada. Ela fodia bem, então? - Meu deus, aquela mulher foi feita pra trepar! Não tinha posição que ela não fizesse com maestria, sua habilidade era surpreendente; acho que sabia o Kama-Sutra de cor! E uma sensualidade latente na forma de mexer o bumbum... "Comigo ela só faz papai-e-mamãe e cachorrinho, e isso nas raras vezes em que não reclama de dor-de-cabeça...", murmurava o corninho. "Quase tenho de implorar pra ter sexo com ela...". Tinha horas que eu me enchia e o calava no chicote. Pleft! Pleft! Pleft! Pleft! Pleft! Oras! Que petulância ficar choramingando durante minha aula de boa foda! - E ele se masturbava, ao final? Gozava? - Quando terminava a orgia daquela trepadeira-nata, com banho de porra na cara e tudo, tal qual um autêntico filme pornô, nosso corninho já estava repleto de vergões, das paletas às coxas, e não tinha mais lágrimas a chorar. Deitava-se, então, no meu colo e continuava se lamentando, me perguntando os porquês, o que devia fazer. "Tu não acha que ela me maltrata demais?", "Por que eu só me dou mal com as mulheres, o que fiz para merecer isso?". Cara... você pode imaginar a cena, eu consolando o bebezão, alisando seus cabelos, ninando-o? - Devia ser hilário! E o que você dizia? - No início eu concordava com ele, dizia que sua esposa não podia estar fazendo aquilo, que era um desrespeito, uma vergonha. Aos poucos, porém, fui aprendendo que devia fazer exatamente o contrário, que devia achincalhá-lo ainda mais. Ele estava lá pra ser humilhado, desprezado, e só no limite da desonra é que atingiria o gozo. Isso ficou claro pra mim a partir do terceiro encontro. Nossa sessões foram ficando cada vez mais apimentadas e insanas, tinha que ver! - Ah, é? Quais novos ingredientes vieram apimentar esse 'ritual de cornificação'? Hehehe! - No terceiro encontro nosso corninho manso se revelou em sua plenitude. Foi na semana seguinte. Não me pergunte como ele sempre adivinhava a hora em que sua mulher iria chifrá-lo. Cheguei mesmo a suspeitar de que a coisa era toda armada, mas pra mim era indiferente. O amante da semana (fiquei pasma com a rotatividade daquela bisca!) era um mulato atarracado e com um cacete de dar inveja. Já chegaram ao quarto se agarrando, beijando-se com violência, e a foda começou antes mesmo de chegarem à cama. A mulher se escorou na cômoda, o mulato arriou sua saia e já botou o cacetão latejante pra funcionar, fodendo-a por trás. O drama do corninho já começara antes, pois ele não conseguiu enquadrar a cena direito; as micro-câmeras não alcançavam. Em vez das estocadas, só se via a bundinha do cara, aparecendo e sumindo na tela. Isso deixou nosso telespectador furioso. Como não prevera que a esposa gostava de inovar ao foder? - Sim, grande lapso o dele! Entendo sua fúria. Perder detalhes de uma corneada tão caprichada, que sua esposa o dedicava com tanto esmero! Inadmissível... - Pois bem. Aquele arreto era só aquecimento, sua esposa não pegava homem de pouca foda não! O casal foi pra cama e eu me dirigi à valise pra me armar e continuar meu trabalhinho nas costas dele, que ainda guardavam marcas da última sessão. Já não tinha a menor peninha dele, sabe? Cheguei a me assustar com minha própria e nascente crueldade. Suas lamúrias já me irritavam, e eu descontava no chicote, não queria nem saber! Como ele explicava as marcas pra esposa? Pouco se me dava! Ah, voltando... imagina a minha surpresa ao abrir a valise e encontrar, além do chicote, cinco consolos, de diferentes tamanhos e bitolas, além de um par de scarpins! "Traga-os todos!", ele pediu. Saquei na hora como ia acabar aquilo. Ele primeiro pegou o scarpin. "Lindo, não? Couro de jacaré! Oitocentos reais! Cada passeio no shopping é um mimo que ela me pede! Traiu-me no mesmo dia, e usando-os, acredita?". Nessa altura eu já sabia como agir: sorri, depois gargalhei abertamente. Cara... tinha que ver o brilho nos olhos dele. Seu pau subiu na mesma hora. - Que coragem a tua, hein! Heheh! - Eu já tava segura quanto a isso, hehe! "Calce-os", ele pediu. Serviram direitinho, e ficaram lindíssimos. Me senti poderosa com eles nos pés, não por serem de grife, mas por pertencerem à minha 'mestra em putaria', eheh! Fiquei imaginando toda a experiência daquela fodedora por natureza transferindo-se para mim pelo sapato. Passeei pelo quarto, soberana, fazendo barulho com o salto. É sério, senti uma certa excitação com aquilo! "Quando ele tirar da buceta da minha mulher, observa bem a pica dele, e vê qual desses consolos mais se assemelha", tornou o corninho. Tivemos de esperar um pouquinho, sabe, hihi! Terminei escolhendo o penúltimo em tamanho, com cerca de 21 cm. Só senti peninha do meu cliente ao me dar conta da largura da cabeça do brinquedo, mas ele não opôs resistência; apenas besuntou-o um pouco enquanto eu o vestia. "O que ele fizer com ela, você faz comigo, igualzinho!", foi a ordem, sucinta e direta. E tinha de ser usando os scarpins, veja só! - Tinha que ser igual a filme pornô, oras! Nada de modéstia. Se do lado de lá a trepada era de alto padrão, aqui tinha de ser também! Ihihihi! - Equilibrando-me em cima da cama com aqueles saltos, comecei a penetrá-lo delicadamente, primeiro na posição cachorrinho, que era o que assistíamos no momento. Ele não demonstrou sentir dor ou desconforto. Seu cuzinho era bem maleável, provavelmente pelo trabalho de muitas outras antes de mim, e recebeu bem o falo de borracha. Meu cliente estava enfim como sempre quis: sem desgrudar os olhos da tela, sendo fodido de dois modos, moralmente pela esposa e literalmente por mim. Para ele, era uma forma de 'sentir' a traição, experimentá-la com todos os sentidos, degustá-la em sua plenitude. E eu, enfim, desempenhando um papel relevante naquela história. Embora tendo de atuar como um homem, era a minha oportunidade de aprender umas posições novas com aquela respeitável fodedora. A partir daquele instante, fui apresentada ao verdadeiro mundo do sexo! - Uaaaauu!!! A menininha receosa se transformou, então? - Definitivamente! Não sei se foi pelos scarpins que calcei ou pelo membro de borracha, só sei que fiquei insandecida! Avancei naquele corninho e mandei ver: papai-e-mamãe, de costas, de conchinha, lado a lado, posição fechadura, posição de prensa, da égua, par de tenazes, caranguejo e por aí vai... a posição que a esposa fazia, ele reproduzia; quanto a mim, disputava fôlego com o moreno e não aceitava ficar pra trás, não importando se ele tava metendo em buceta e eu em cu. Quase a ponto de pedir arrego, ele ainda arranjava forças pra xingar a mulher e se lamentar. De minha parte, a cada vez que era questionada sobre a esposa, eu só ridicularizava: "Ela é que tá certa!", "Se eu fosse ela faria a mesma coisa!", "Teu destino é ser corno mesmo, tu merece!", "Tu nasceu pra ser traído, pra ser fodido pela gente!", "Das mulheres é só isso que vais ter!", "Tá gostando de ser fodido, hein, por nós duas, que tal? Tá doendo? Tá doendo, meu corninho? Tá doendo o bumbum? A titia tá judiando? Aaahhhhh!!!". Eu já sabia como fazê-lo gozar em dois toques. Ele tentava segurar até o momento em que sua mulher recebia o indispensável banho de porra no rosto. Algumas sessões depois, até isso tive de reproduzir. Com a minha urina, obviamente. - Caramba... estou começando a ficar com medo de você... - Hahahaha! Só tô sendo fiel aos fatos, ora! Pois bem, aquele terceiro encontro representou um ponto de mutação pra mim, daquela garota inexperiente e medrosa para uma verdadeira profissional. Aprendi demais com esse cliente e sua esposa adúltera, não só a foder como ninguém, mas a captar os mais íntimos desejos e fetiches dos futuros clientes. Tornei-me VIP do corninho e tivemos muitas outras sessões. Tomei gosto em fodê-lo, sabe, e minha energia era tamanha que não raro ele desviava a atenção do vídeo e pedia pra eu diminuir o ritmo. Temendo pelas pregas do seu já judiado cuzinho, providenciou-me um brinquedinho menor. Passei a ser devidamente recompensada, também, tal qual sua mulher. Afinal, se eu, a meu modo, o fodia tão bem quanto a outra, por que não ganhar presentinhos equivalentes? Comecei a freqüentar boutiques, restaurantes finos... - Que história, hein! E chegaste a descobrir alguma vez se aquilo era combinado com a esposa? - Olha, creio que era real mesmo, do contrário não faria sentido. Ele sempre reconhecia, depois do frenesi, que aquilo era muito errado, que não poderia continuar assim, que ia falar com ela etc. - Será que falou? - Bem, já cheguei a imaginar a cena, ele mostrando à esposa todos os filmezinhos gravados no note, enquanto falava, entre soluços: "Imagina o quanto teu maridinho sofreu ao assistir isso, Silvaninha! Não achas que foste muito cruel? Promete não fazer mais isso, promete? Teu maridinho te ama e te perdoa, tu sabes..." - Hahahaha! É bem provável mesmo! Mas... temos de aceitá-lo, né? Quem me dera compreender a natureza humana... - É... quem nos dera...