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Conhecendo o MundoI Concurso de Contos e Poesias BDSM - Participante

Essa é a história de como eu conheci o mundo e de como eu me conheci. Tive pais dominadores, o que os levou a se separarem (ninguém queria ceder e era briga o tempo inteiro). Meu pai ia pelo psicológico, queria pessoas completamente submissas, que fizessem a sua vontade; fazendo eram bem recompensadas financeiramente e afetivamente (sabia fazer o que cada um gostava, tal como viagens, parque de diversões, restaurantes legais). Minha mãe dominava no berro e na pancada (aí era mais óbvia a dominação). Assim eu fui me criando. Numa sociedade machista, eu tinha que ser o homem com H maiúsculo, daí eu me escondi atrás de fantasias somente de minha cabeça. Quando fazia sexo com minhas namoradas, tinha tesão por estar indefeso, nu enquanto elas vestidas, embora todas preferissem ficar de quatro levando palmada na bunda. Fiz esse papel por muito tempo. Ficava excitado com o mundo “underground” que via na internet, sabia que as pessoas não mostravam a cara por medo do que a sociedade poderia falar, ser o submisso poderia significar ser humilhado no trabalho, na faculdade e na vida social. Muitos outros que se escondem atrás de suas fantasias se fariam de MACHO MAN para humilhar alguém que sinceramente mostrassse esse lado sujo. Fiquei assim até que, num bate papo descompromissado, encontrei Paula. Um nome comum, num bate papo distraído na net, sem correlação com nada “sujo” que tivera zapeando pela net. Com seus dotes psicológicos, já no segundo contato eu me abri. Contei que minha vontade era tirar essa máscara social, poder fazer tudo o que tivera imaginado por tanto tempo. Era mais do que o mundo BDSM estava oferecendo. Já estava cansado de monte de pés de mulheres, não era fã de trample (sempre preferi coisa mais pesada). E aquele homens fazendo papel de escravos à Masoch, coisa do século XIX. Queria humilhação de verdade, um misto de escatológico com inversão de papéis e ser corneado na balada e no motel. - Mistura interessante. Tenho alguma experiência com coisas das quais fala, e tenho certeza de que é iniciante – Paula falou – mas pelo que fala não sei se vai agüentar o tranco. - Por quê? – perguntei à ela. - Cada uma delas tem um perfil, e para ser corneado, além da inversão de papéis, talvez você seja enrrabado, havendo a possibilidade de você perder para sempre seu posto de escravo. Ups, isso eu não queria. Muito menos um filho da puta virando um dominador de minha domme. O que era essa reação? Eu, me colocando no lugar de escravo, e indignado? Acho que foi um momento de bobeira, estava começando a ficar louco para ser dominado por aquela fêmea alfa. Marcamos um encontro para nos vermos. Se ela fosse muito desproporcional, encerraria a história por ali. Não queria uma mulher com cara de anjo convincente se fazendo de domme só para tirar uma onda. Queria uma mulher com cara de má, daquelas que levaria em frente o que quisesse fazer comigo, sem medo de me machucar. Se eu fosse apanhar, que não fosse algo parecido com aquela porra de Masoch, com chicotinho na bunda, mas sim porrada de verdade. Fenomenal. Uma bunda deliciosa, seios de tamanho razoável, alta e esbelta, absolutamente normal em aspecto. No shopping center nos encontramos, decidimos ver um filme. Uma comédia romântica! Comecei a me submeter a partir daí. Odiava comédia romântica, sabia que sempre o mocinho bonito ficava com a mocinha, ninguém “do bem” se dava mal, e os “do mal” sempre eram punidos. Muito comum. Ela me ofereceu uma carona. Disse onde era minha casa, indiquei o caminho. -Não é esse o caminho – falei. -Te perguntei alguma coisa? – respondeu rudemente Paula – Quem disse que vamos para sua casa? -Para onde... Já tomei um tapão de mão cheia na cara. Comecei a entender. -Vamos começar essa putaria que você quer na prática – disse ela. Fomos para um lugar afastado da cidade. Tinha muito mato, já era noite, estávamos entrando numa plantação de cana de açúcar. Ela parou o carro. -Desce, tira a roupa e me espere. Não tive outra reação a não ser fazer isso. Ela pegou alguma coisa atrás, desceu do carro. Pegou minhas roupas, jogou alguma coisa que parecia fluído de isqueiro, mandou fogo. -O que você está fazendo? – perguntei. Ela se virou, e como que prevendo a minha pergunta, armou um soco que foi direto na minha cara. - Quero ver a tua reação assim, sem roupa e sem possibilidade de arrumar outra roupa, no meio do nada. Quem manda aqui sou eu, só fala quando eu mandar. Percebeu que os castigos estão cada vez mais duros? – falou ela. No chão e com a cara arrebentada, consegui ver ela com um soco inglês no punho. Me mandou levantar. Acho que estava realmente ferrado ali, por uma fantasia sexual eu poderia ter que dar a minha vida. Demorei um pouco para recobrir as forças, quando ela me puxou pelo cabelo. Levantei que nem uma mulher das cavernas. -Hoje eu te arrebento, e te mando para casa.- falou ela. E começou a sessão de pancadaria. Ela me algemou para eu não poder sequer cobrir as partes espancadas. Começou com uma sessão de socos, estava parecendo um exercício de academia para ela, eu cada vez mais arrebentado. Depois de uns quinze minutos de socos, ela abriu o porta malas e pegou um taco de baseball. -Essa é para a próxima. Entra no porta malas, eu te arranjo uma sainha para você entrar no seu prédio. – falou ela. Mal conseguindo me levantar, ela aproveitou para me chutar enquanto eu me recobria. -Espere um pouco – disse ela – vou dar uma mijada de leve. Agachou-se em cima de mim e me mijou quente. Foi delicioso naquela friaca e todo arrebentado sentir algo quente. Não sentia mais cheiro de nada. Entrei no porta-malas do carro dela, e fui para o apartamento. Tomei um banho e fiquei relembrando a cena. Engraçado que enquanto apanhava, eu só conseguia pensar na minha vida, não consegui me excitar. Agora me masturbava alucinadamente pensando naquela mulher!! Fui trabalhar no dia seguinte, ainda era terça-feira, tinha a semana inteira pela frente, estava cheio de sono e todo arrebentado. O pior seriam as perguntas, a história que eu já inventara indo para a empresa, tinha medo de não ser convincente. Tinha ido na balada no dia antes, um filho da mãe afim de briga não foi com a minha cara, chavequei uma mina que era desse cara e aí eu apanhei. -Pôxa, eu fui lá ontem e não te vi! – falou Sérgio, da contabilidade. -Pois é, para você ver – respondi. Mal estava começando e já estava me enrrolando. Dois dias depois, sossegado no almoço, meu celular toca. Paula chamando. -Te quero aqui agora. – ela falou. -Aqui agora não é o nome daquele programa do SBT – respondi com bom humor. -Não sabia que além de escravo era também bobo da corte – falou ela com ironia – se não quiser aparecer no cidade alerta venha logo. Ora essa, agora eu teria que inventar qualquer coisa rápido para ter que falar com o meu chefe. Logo agora que estava tudo se engatilhando tão bem...e para apanhar mais uma vez!!! - Tenho que voltar para casa chefe. Minha mãe não está bem e tenho que ver ela.- disse. - OK, você volta hoje? - Acho que não. – e eu colocando a minha mãe no meio. Era rezar para ela não ligar para a empresa, se não eu estava ferrado na firma também. Combinamos no parque no centro da cidade. Mais uma vez eu entrando no carro dela. Ela me cumprimentou com um beijo maravilhoso na boca. - Hoje vai ser diferente. Quero te compensar pelo outro dia. - falou ela. - Quer dizer que vamos poder namorar? – disse eu na minha inocência. Veio uma cotovelada na cara. Claro que não!, disse ela, não estamos namorando, eu estou te usando como escravo, te jogo fora depois de usar. Fiquei excitado. Seria escravo sexual dela. Meu instrumento começou a intrumescer, minha respiração ofegante só ao pensar ela nua e eu também, nós finalmente fazendo sexo! Entramos num motel meio vagabundo na saída da cidade. Pegamos um quarto com hidromassagem (impressionante como até aquela bosta tinha hidro), entramos. -Tira a roupa – ordenou ela. Fiquei nu, ela me abraçou, nossos corpos se envolvendo, meu membro duro roçando na calça jeans dela, seus seios ainda dentro da blusinha roçando no meu peito, me segurei para não gozar ali mesmo. Ela começou a tirar a roupa, ficou só de calcinha e sutiã. Mais pele ficando em contato, foi delicioso. Ela colocou camisinha no meu pênis, agora eu iria penetrá-la. - Você não está achando que vai me comer não, né? – perguntou com a maior naturalidade Paula. Eu já estava ficando louco. Foi quando ela me amarrou na cama e começou a fazer o jogo. Me beijava a boca, sem dúvida o melhor beijo da minha vida. Tirou tudo, beijava esfregando aqueles peitos durinhos no meu peito e aquela xana no meu júnior. Começou a descer, beijou o pescoço, chupou meus mamilos, e se aproximando do cidadão, disse. - Se gozar eu corto. Puxou uma faca animalmente grande, o que me fez sentir que ela estava falando sério. Deu uma lambidinha na ponta do dito-cujo e parou. - Agora você se vira para sair. – disse ela. Fiquei esperando até a camareira chegar ao quarto. Humilhado, ela me soltou sem mais perguntas. Coloquei minha roupa, notei que ela tinha rasgado a minha cueca e largou uma calcinha. Não ia usar essa porra nem a pau! Sem cueca, fui para a pista ver os ônibus que passavam e voltei para a cidade. Cheguei em casa, me masturbei a noite toda pensando na cena. Não só a noite, no almoço do dia seguinte, e assim até: “Paula chamando” Ia ter mais uma noite deliciosa, ela iria finalmente dar para mim? Teria mais uma mijada? Seria espancado igual um vagabundo safado como da primeira vez? Essa dúvida me excitava. Noite de sábado, ela estava realmente esfuziante. Roupa colada no corpo maravilhoso dela, um decote que me fazia querer me afundar lá, simplesmente demais. Dessa vez estava sozinho em casa, fomos para lá. - Tira a roupa! - ordenou ela. - Tenho que ficar falando? Obedeci, e observei ela puxando algo diferente da bolsa. Um cinto? Ia apanhar de cinta hoje? Que saco! Vi algo na ponta, um vibrador gigante, algo como 26x6. Não entendi, o que ela queria que eu fizesse? Se aproximou, o brinquedo em cima da cama, chegou bem perto, me beijou. Antes que eu pudesse pensar, pegou minhas bolas e deu aquela apertada. Chorei de dor, ela soltou um pouco para que eu pudesse me agachar de dor. Fiquei deitado no chão, posição fetal. Ela começou a vestir o artefato, acho que agora seria enrrabado por ela!!! Ela puxou de novo o meu cabelo, até que eu ficasse de quatro. Abriu bem as minhas pernas e socou aquela porra até o fim, de uma vez. Doeu tanto quanto a apertada no saco. Agora eu seria a menininha dela? Se quer ser homem se mata e tenta nascer de novo com um johnson!!! Enrrabado e arregaçado, ela se levantou, foi tomar um banho. Para provocar, ela deixou a porta aberta. Eu vendo aquele corpo maravilhoso, que ainda não tinha penetrado, e pelo jeito não iria penetrar tão cedo. Me levantei, indo à direção do banheiro. Ela percebeu, mas fingiu não ver nada, soube depois. Chegando na porta do box, abri e recebi logo um soco na cara. Ela saiu ainda molhada, pegou um cadarço que deixara na pia. -Tão previsível – disse ela – sabia que poderia acabar tudo por aqui? Me empurrou no chão, passou o cadarço no meu pescoço, se ajoelhou nas minhas costas e começou a me enforcar. - Não gosto de iniciativas – disse ela bem baixo no meu ouvido, enquanto sem ar só me debatia. Fiquei desacordado. Quando levantei, percebi que tinha apanhado bastante no chão. Enquanto desmaiado, ela se vestiu, colocou a bota dela e me chutou até me marcar todo. Me masturbei pensando nisso a semana inteira. Que bosta, na hora meu júnior nem reagiu, odiei aquilo tudo, mas a lembrança da humilhação ainda estava presente e isso é o que me excitava. Não conseguia mais estudar. Só via nas minhas amiguinhas de faculdade o potencial de dominar, o que só me excitava, lembrava de Paula no meio da aula e meu camarada já reagia. “Paula chamando” -Tô no meio de uma prova, Paula – disse eu. - Você quer que nossa última vez caia na internet? – perguntou ela – você até que se saiu bem. Aterrorizado, não perguntei mais nada. Entreguei meia prova e fui para a casa dela. - Vamos fazer diferente – disse ela. - Mas tem sido sempre diferente. – respondi. Um chute bem dado no meu escroto foi dado, só para me lembrar. - Preciso mandar de novo? – perguntou Paula. Tirei minha roupa. Ela se aproximou, eu já me encolhendo esperando algo de ruim. Ela me beijou, de novo meu membro inchando próximo da “perseguida”, ainda dentro do moleton. Me jogou na cama, me amarrou tanto pés quanto mãos, me vendou. O que ela estaria aprontando agora. Uma calda quente como vela derretida caiu no meu lombo. Jogou em cima do meu pau, fez uma casca de chocolate que ela fez questão de comer todo. Delicioso!!! Ela encapou meu bimbo com uma camisinha mentolada que deu uma refrescância incrível, principalmente depois daquele calor da calda. Quando ela tirou a venda, ela estava completamente nua, como eu só vira antes quando ela me fez vontade. - Eu te como na sua casa, eu sou sua na minha. – ela disse e com aquela perereca bem apertada de tesão sentou no meu bigolin, que intrumescido ficou louco de tudo. – hoje eu sou sua, vou te desamarrar para saber o que você tem para mim além da plena submissão. Me entreguei completamente. Mandei ela por baixo, beijei-a muito, lambi a xota dela até gozar. Dei um minuto para ela descansar e já falei: - Comigo você não fica só na primeira. Comecei novamente pelo pescoço, ela já ficando excitada, virei ela de costas, beijei de leve ela toda, um cunilíngus de leve e quando senti que estava superaquecida, coloquei o meu membro intrumescido na periquita dela. Foi uma noite inteira de sexo. Uma de leve no meio da noite para não perder o costume, acordamos um pouco mais cedo e demos uma rapidinha. - Tchau amor – eu falei. - Volta aqui – ela disse, e já me acertou em cheio no estômago – não se esqueça que ainda é meu escravo, razoável na cama, mas não sou seu troféu, ok. Entendi, ganhei pontos mas não significava muita coisa. Finalmente eu tinha aquela mulher maravilhosa. As imagens da humilhação da primeira vez estavam cada vez mais se dissipando. Feriado chegando, Paula liga. Vamos para um sítio dos tios dela. - Vou gravar tudo. Você nunca vai ser tão meu escravo – disse ela. Com a lembrança da última vez, acreditei que seria sexo os 3 dias. Saí direto da empresa, ela me buscou. - Tudo bem? Perguntei. Mais uma reação hostil. Fechou a mão e deu bem no meio da minha cara. -Tudo, é só que não quero que você fale primeiro. Acho que eu me ferrei. Primeiro dia nos instalamos, ela trouxe algumas roupas de empregada doméstica, as quais vesti para fazer a limpeza da casa grande. Uma sainha curta (ou que ficou curta), uma blusinha igual as dela, as quais ficaram superapertadas. Trabalhei igual um filho da puta, ela conversando com os nativos da cidade e vendo televisão no fim da tarde. No jantar, fim do dia de serviço, eu já lavando louça quando ela veio nua com aquela porra de cinto. - Fique bem quietinho se não eu te demito – disse ela – quando você for falar de comer a empregada, se lembre disso. Me encostou na pia, levantou a saia. Pegou uma faca de cozinha, cortou a minha cueca bem na região do anel de couro, pegou óleo de soja, passou no membro e me estuprou. Dessa vez foi um pouco mais light. Ela teve uma pegada igual a minha, um pouco violenta mas carinhosa. Aqueles peitinhos encostando nas minhas costas me excitaram, mas aquele pinto dentro de mim não era muito bom. Dia seguinte continuei como empregada. Veio um peão analfabeto para a casa, tive que preparar tudo para aquele bosta. Paula estava deliciosa, e quase se jogando no colo do cidadão. Eu ia ficar olhando ela dar para outro e eu vestido de mulherzinha, o cara rindo de mim e se bobeasse eu perdendo ela para ele? Nem a pau, juvenal!! As rizadas vinham alto da sala, eu me matando na cozinha imaginando a conversa. De repente uns sons diferentes vindo da sala. Estalos de beijo, tiração de roupa, ela ia dar para esse peão de bosta de primeira? “A curiosidade matou o gato”, bem diz o ditado. Fui ver, e o peão com um jeito animalesco, colocou ela por baixo e estava encoxando ela animalmente. O pior é que ela parecia estar gostando. Uma domme com alma de sub, é isso? Não resisti, fui ao estábulo, peguei um chicote e decidi participar da putaria. Se era assim, ok, vamos brincar, não vou ficar mais me masturbando pensando nela como dominadora. Estalos de tapa na bunda, ela berrando quando entro. Com chicote na mão, dei no lombo do cabra. Acho que o cara gostou, não parou e melhor, foi mais rápido. Fui ao quarto dela, peguei o soco inglês e dei na cara dele. - Que porra é essa? – perguntou ela. Foi quando eu peguei de novo o chicote e dei no lombo dela. Agora estava tudo ferrado, essa mulher ia me matar quando eu dormisse, ia arrumar uma outra mulher que me arrebentasse até a morte. Comecei a ficar excitado com aquilo tudo. Com o membro duro debaixo da saia, já puxei o cabelo dela e falei bem baixo no ouvido dela: - Agora sinta a fúria. Enfiei na porta de trás. Enquanto isso, apertava os mamilos dela, só para misturar um pouco de prazer com dor. Quando ela gozou, virei ela de lado, levantei e dei um chute bem dado no estômago. - É só isso? – disse ela. Foi quando eu comecei a encher a banheira. Vamos fazer um breath play. Com a banheira cheia, ela no chão, dei mais umas chicotadas nela para que fosse ao banheiro. Ela, submissa, foi. Vendo a banheira cheia, balbuciou: - Por favor... - Só uma brincadeirinha. Se for boazinha volta para casa. Peguei a cabeça dela, aproveitando que ela se arrastava ainda, e afundei na banheira. Com 30 segundos, tirei e voltei a encoxar ela. Quanto ao peão, decidi dar umas pancadas no cidadão ainda desacordado. Peguei meu sapato social, dei nos peitos dele até escutar as costelas quebrando. Quando começou a acordar, chutei a cara até ele começar a cuspir os dentes. Enquanto isso Paula, convenientemente amarrada a uma cadeira, assistia a tudo. No início ela quis interceder em favor dele, o que era castigado com vela quente e tapa com as costas da mão. Agora são os dois meu escravos, Paula e o Peão. Somos felizes desde então, vamos a fazenda toda semana, eu e minha esposa Paula, para “conversar” com o peão. Eu que me acreditava sub, sou domme.