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Amor e Dominação - Parte I

Vou te contar o que tem acontecido comigo: fico à mercê, disponível e entregue a um homem... um homem bastante tarado... sempre louco para usar e abusar de meu corpo... louco para me invadir com dedos, objetos e, finalmente, seu membro. Para evitar reações indesejadas... fugas inesperadas... ele me amarra. Todos os dias ele me amarra... A coleira e a nudez são obrigatórias na casa dele, onde tenho passado minhas férias. Férias estas inesperadas, inesquecíveis, dolorosas e praserosas. Escrava sexual por um mês, este era o acordo. Nos conhecemos pela internet e ele me deixava louca e molhada ao me relatar como seriam nossos encontros. Depois de uns dias de conversas ele me ordenou que o encontrasse... me sentia preparada, então fui. Fui vestida com a roupa mais sexy que tinha, uma mini blusa amarradinha atrás e com botõesinhos na frente, mini saia preta, calcinha preta e uma sandalhinha branca de amarrar na perna. Eu aguardava no Bar que meu mestre indicou, sentada num banquinho do balcão. Pedi uma batida de maracujá e aguardei. Sinto um abraço por trás... ele .... quase derreti... me pega pelos braços, me levanta, analisa de cima a baixo, passa as mãos no meu rosto, pescoço, seios... me beija na boca como se já tivéssemos muita intimidade. Minhas pernas amolecem, ele me leva para uma mesa, no canto do Bar. Conversamos algumas coisinhas, ele me diz que comecei mal, serei punida por ter bebido algo sem sua autorização... Peço perdão e ele então pede ao garçom duas caipirinhas. Meu mestre começa a passar as mãos em minhas coxas, beliscar e acariciar.... sobe suas mãos enormes até minha bucetinha... Me ordena baixinho: - Vá até o banheiro, tire sua calcinha e entregue ela para mim. Obedeço com medo e excitação. Ao voltar ouço ele dizer ao garçom que entregava as caipirinhas: - As duas são para ela. Fico assustada... se eu beber mais duas caipirinhas ficarei exageradamente vulnerável! Esse seria o primeiro castigo. Tentei disfarçar, evitar, mas meu mestre me fez beber tudinho, enquanto acariciava minha xaninha por baixo da saia e conversava amenidades. Eu estava tontinha, ria, e ria. Meu mestre me pegou pela mão e me levou para o carro. Logo ao entrar ele amarrou meus pulsos nas laterais do banco. Começou a dirigir... ligou um som... paramos no acostamento da estradinha. Me soltou e ordenou que eu descesse. Me conduziu até o capô, me deitou de bruços, com os pés no chão, passou seus dedos pela minha xaninha, cuzinho, xaninha, cuzinho.... eu estava encharcada de tesão.... seus dedos entraram fundo, eu dei um gritinho e ele me mandou calar: - Fique quietinha porque agora você vai conhecer o seu dono... a pica que te comerá, te desesperará, te arrombará e que você amará. Amarrou meus pulsos no pára-brisas, vestiu uma camisinha e enterrou seu pau grosso e quente na minha xaninha... forte.... firme... forte... firme... ai... que prazer... gozei e ele gozou. Ele foi até o carro e veio com algo na mão. Eu não conseguia enxergar por estar amarrada de costas, mas senti algo duro e frio tocando meu clitoris... meu mestre esfregou um pouco e logo me penetrou com aquilo... ai... ai... quando eu começava a me acostumar ele logo tirou e começou a forçar no meu cuzinho: - Este será o começo do seu treinamento anal... teremos que ter paciência com este cuzinho virgem. Meu mestre enfia o plug no meu anus ... ai... ui... gozo por suas palavras...gozo pelo estímulo no cuzinho despreparado. – Fique com isto dentro de você, até eu ordenar! Me conduz até o carro, me amarra e seguimos viagem... Aquilo dentro do meu cuzinho está me deixando louca... não consigo parar de pensar em sexo... a viagem é longa... Ao chegarmos ele me tira do carro, me conduz até a porta e ordena: - Aqui dentro você só anda nua, ou com a roupa que eu ordenar. Vamos, tire tudo. Me despi, bastante envergonhada. Ele abriu a porta e entramos, me examina em detalhes: - Fique de quatro. Obedeci. Meu mestre desaparece por um tempo. Estou preocupada, me sinto abandonada, apesar do plug estar lá para me lembrar para que sirvo e a quem pertenço... Depois de um tempo meu mestre surge, tira e reintroduz o plug, me acaricia na buceta, no rosto e me coloca uma coleira: - Esta coleira é sua, cadelinha. Com ela você estará protegida, não se perderá de seu dono. Venha! Puxou a guia, e eu o segui. Minha bundinha arreganhada, com aquele consolo enfiado... meu mestre caminhava... e eu engatinhava... me ordenou que fosse na frente... subo escadas... ele tateia minhas nádegas... minha xaninha.. estou molhada... cansada... Ele me conduz até o quarto, de pé tira seu pau pra fora da calça, já duro... latejando... – Vamos chupe. Com as quatro patinhas no chão! Me estico pra alcançar aquele pau, lambo, mas não consigo pegar.. Ele rí: - Vamos chupe cadelinha! – Me estico, sugo a cabecinha - Não consigo mestre... Ele rí e se senta na cama: - Vem minha putinha, pode sugar seu dono. Obedeço. Trago aquele pau como se fosse o único... sugo e desejo... enfio até o fundo... sugo... lambo... como meu mestre mandou... ele levanta minha cabeça e me ordena virar. Viro, ele se ajoelha, eu peço: – Tire o plug, por favor, o plug! – Não cadelinha! Você precisa se acostumar a ser preenchida! Depois de colocar a camisinha ele me penetrou na bucetinha, forte, firme, forte, ai, o plug, a pica, ai..., o plug, a pica, estou toda latejando... gozo... gozo... ele jorra e tira seu pau de mim... Tira o plug e eu caio de dor, moleza e alívio... Ele puxa a guia da coleira: - Não mandei você se deitar! Vamos cadelinha, para o banho! Me conduz até o chuveiro, e começa a me lavar... esfrega meu corpo com uma bucha e sabonete... costas... seios... partes íntimas... – Pronto, a cadelinha já está limpinha. Meu mestre me tira do box, amarra a guia bem curta no porta toalhas e entra no banho. Aguardo meu mestre alí, nua, molhada, presa pelo pescoço, de quatro... O banho dele é longo... sinto frio... satisfação por ter gozado à pouco... vergonha... tenho fome... a coleira me aperta... Meu mestre só me retira dali depois de banhado e vestido. Me enxuga, me veste só uma camisolinha curtíssima transparente, pega na guia e me conduz até a cozinha. Ele prepara um lanche, comemos... conversamos... – A água você tomará como uma cadelinha! Vem cá, vem! De quatro, vamos! Obedeço meu mestre... Mato minha sede de quatro... Ele me conduz até a cama... estou exausta. – Suba! Vire! Meu mestre amarra meus pulsos e tornozelos, me deita de lado. Prende a guia da coleira na cabeceira da cama, me beija a boca, me manda dormir...