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Sou Sua, Mestre - II

Era final de tarde. Fazia frio e uma chuva fininha caía. O caminho parecia muito longo até o nosso dungeon, o local onde eu seria torturada. Embora eu tentasse pensar em outra coisa para me descontrair, as imagens das sessões anteriores não saíam da minha mente. É sempre muito bom e excitante servir ao meu dono. Ser torturada por ele sempre me dá muito prazer e satisfação. Me sinto completa, pois sei que pertenço a ele e sou completamente submissa às suas vontades. Gosto demais desta submissão erótica, mas sei que no fundo no fundo sou submissa d'alma, uma escrava de verdade, mesmo não tendo uma relação 24/7.O meu coração batia forte dentro de mim. O trânsito estava um pouco congestionado e eu não via a hora de estar ajoelhada perante meu senhor. Estávamos conversando sobre coisas normais e, enquanto isso, eu tirava meus brincos, afinal, não queria que nenhum acessório nos atrapalhasse. De repente houve um silêncio dentro do carro e, logo em seguida, senti meu rosto ser puxado em direção ao pau do meu dono. Ele me puxou com força e mandou que eu o chupasse. Tive um pouco de dificuldade para abrir sua calça, por causa do cinto de segurança, mas logo caí de boca. Fui chupando com toda satisfação e adorando quando o carro fazia uns balanços que ficavam em plena sintonia com meus movimentos. Num gesto súbito, minha cabeça foi empurrada prá baixo com força e meu dono ordenou que eu ficasse ali, abaixada e com a boca no pau dele, sem poder levantar. Eu não fazia idéia do que aconteceria... O ar faltava e eu estava quase sufocando, pois daquele jeito ficava quase impossível respirar. Daí então eu percebi que tínhamos entrado numa rua mais deserta, onde comecei a levar tapas no rosto e em outras partes do corpo. Cada tapa que meu dono dava ardia, esquentava, doía... e meu sangue fervia...Chegamos no nosso dungeon (para nós qualquer lugar de tortura é um dungeon). Meu mestre me deu a chave e ordenou que eu fosse na frente abrindo a porta e disse que, quando ele entrasse já queria me ver nua e de joelhos. Obedeci. Quando ouvi seus passos meu coração quase saltou pela boca. Eu sabia que iria apanhar muito, mas também sabia que sentiria muito prazer com isso. Quando ele colocou minha coleira foi como se não faltasse mais nada, naquele instante o mundo lá fora já não existia mais e meu único objetivo era servir e dar prazer ao meu dono.Não demorou muito para que eu fosse puxada de um lado para o outro pelos cabelos. Mais um spanking delicioso... Em nossas sessões, não é preciso um motivo para que eu apanhe. Eu apanho porque tenho que apanhar e pronto. Isto me basta e é prazeroso.Tirei os sapatos do meu dono e beijei seus pés. Um ritual de plena adoração que só quem é submisso de fato sabe a verdadeira importância deste ato. Fui ordenada a lamber seu pau e o fiz mais uma vez com toda vontade e devoção, afinal, minha língua muito se delicia com aquele gosto. Logo em seguida, ele sentou na poltrona e, após sua ordem, fui sentando em seu pau, que em poucos segundos já tinha sumido dentro de mim. Levando tapas na cara, pulei loucamente.Ainda levando tapas e sendo puxada pelos cabelos, fui jogada na cama e penetrada com força. Nem preciso comentar o grau de excitação em que me encontrava. Fiquei deitada de barriga prá cima com as pernas levantadas, enquanto meu dono me comia com força. Uma posição muito desconfortável, cuja penetração causava uma certa dor... mas mesmo assim era muito excitante. Ele ia revezando entre me bater e me comer. A dor era muito forte e eu, pela primeira vez, chorei ao ser torturada. As lágrimas caíam, o sangue fervia e o tesão percorria a alma.Fui ordenada a deitar no chão de bruços e minhas mãos foram amarradas para trás. Senti a cera da vela queimando meu corpo e também apanhei nos pés com chinelo, cinto, sapato... Que dor!!! A tortura nos pés é algo quase insuportável. Pude sentir meu corpo ir ficando fraco, mole e debilitado. A dor era tão intensa que chegou uma hora em que eu já não sentia mais nada... e apaguei. Foi também a primeira vez em que desmaiei ao sentir dor, porém o mais curioso é que mesmo sendo uma situação um pouco assustadora, não deixou de ser excitante.Meu arrebatamento foi temporário, durou apenas alguns segundos. Quando voltei a mim, estava exausta, de pernas bambas e completamente molhada. Meu dono me colocou de pé perto da porta e amarrou minhas mãos prá cima. Me senti no “tronco” pronta para ser chicoteada. Apanhei e mais uma vez senti a cera quente da vela escorrendo pelo meu corpo, queimando, ardendo... Ele veio por trás e começou a me comer, pingando a cera da vela em mim... Que tesão!!! Acho um máximo quando a dor ocorre no mesmo instante em que o sexo acontece. Olhei para o espelho e adorei ver aquela cena. Eu gemia baixinho de prazer e dor. Estava alucinadamente louca para gozar. Após aquele momento sublime de dor e prazer, fiquei de quatro na cama na nossa clássica posição morde-assopra. Meu mestre me vendou e me pegou com força. Me comia e, quando eu estava prestes a gozar, parava e me batia, me torturava... depois me comia de novo... e me torturava de novo... Na verdade, sentir aquele pau saindo de dentro de mim quando eu já estava prestes a gozar era a pior tortura que eu poderia ter. Implorei para ver aquela cena. Ele teve piedade de mim e atendeu ao meu pedido. Foi então que me vi no espelho mais uma vez de quatro, usando uma coleira e sendo comida pelo meu dono. Pude vê-lo me comendo, puxando meus cabelos... Tive permissão para gozar. Foi alucinante... Em seguida, ele gozou e eu lambi todo o líquido que ainda tinha ficado em seu pau.Depois destes momentos maravilhosos de puro tesão, minha coleira foi retirada do meu pescoço pelo meu dono. Estava na hora de voltar para o “mundo real”, porém liberta eu sei que jamais serei... e nem quero ser.