Back to Browse

Esposa Rainha - Marido Corninho

Minha esposa é a Dona completa de meu ser, a amo com devoção e a atendo como se fosse uma Deusa. Esta situação feliz em que vivemos foi avançando lentamente até chegar ao ponto em que me encontro hoje, ajoelhado aos seus pés, adorando-os constantemente e esperando a menor instrução Dela para que a realize de imediato, sem questionar a ordem em momento algum. No início de minha submissão eu ainda perguntava "Por que?", logo que recebia uma ordem ou, ainda, pedia a Ela para não realizar a tarefa. Depois de vários castigos, compreendi que seus desejos devem ser atendidos imediatamente, sem contestações. Devo apenas ouvir e obedecer. Quando éramos noivos, tínhamos uma relação bastante normal, na vida pública e na cama. Ainda que ela tomasse a maioria das decisões em quase todos os aspectos de nossa vida, sempre observei a sua insatisfação com meu pequenino pênis. Nos casamos após um breve noivado e Ela, rapidamente, ampliou sua autoridade. Eu, por outro lado, a amava tanto que não tive dificuldades em ir cedendo a cada uma de suas solicitações. Decorei a casa conforme suas indicações. Ela escolhia o prato que comeríamos, onde e se sairíamos no final de semana e etc. Ao assumir esta postura, deixei a intensidade aumentar, saindo do normal, até o ponto em que não decidia mais nada que envolvesse a nós dois. De fato, já não decidia sequer a roupa que usaria durante o dia. Isto também atingiu nossa intimidade. Ela era quem decidia quando teríamos sexo, onde e como. Se Ela alcançasse o orgasmo e eu ainda não, pouco importava. Contudo, se ocorria o inverso Ela se indignava e ordenava que eu fizesse sexo oral nela até dar-se por satisfeita. Além disso, constantemente lembrava-me que eu não a satisfazia plenamente devido ao diminuto tamanho de meu pênis. Ela era tão linda. Eu a amava tanto que jamais pensei em frear seus ímpetos de autoritarismo. Ao inverso, agradava-me vê-la, cada vez mais, adquirindo poder sobre mim. Depois de alguns anos, a influência dela sobre mim cresceu naturalmente. Minha opinião não importava e eu era apenas um joguete em suas mãos. Não me chamava "escravo", nem tampouco eu a chamava "Dona", ela apenas ordenava e eu cumpria. Um dia Ela chegou em casa trazendo em uma sacola uma minissaia em couro, sandálias de salto alto e um corselet, todos na cor preta. Ficou deslumbrante. Sentou-se no sofá e pediu que eu me desnudasse por completo e me aproximasse. Ficou um tempo olhando-me, nu, à sua frente, então disse: - "Ajoelhe-se". Isso teve um forte impacto em mim, pois Ela nunca havia pedido-me isso antes. E Ela prosseguiu: - Sabe, chegou o momento de você deixar de ser tão rebelde e desobediente comigo. Como? - pensei - durante 5 anos jamais havia dito "não" a Ela. Havia satisfeito todos seus caprichos ! - De agora em diante - Ela sentenciou - quero que me trate com o devido respeito que eu mereço de um cão insolente como você. Fiquei atônito pela firmeza se seu olhar e sucumbi ao seu poder. No mesmo instante arrastei-me até seus pés e beijei-os com devoção. Beijei-os por um bom tempo, até ouvir sua voz dizer: -"Muito bem, cachorrinho, muito bem. À partir de hoje (e acariciava meu cabelo enquanto falava) quero que você seja meu escravo, à minha inteira disposição. Te dominarei muito mais que antes. Agora meu poder sobre ti será total e absoluto. Ao escutar isso me senti humilhado e ao mesmo tempo imensamente excitado. Cada palavra que minha agora Rainha dizia fazia-me beijar e lamber seus pezinhos com mais paixão e desejo. Ao ver minha excitação, Ela começou a rir. Empurrou-me com os pés até que caí de costas no chão e, então, montou sobre mim, engolindo com seu sexo meu órgão rijo e de reduzidas proporções . Em seguida, pôs-se a me cavalgar como uma amazona enlouquecida. Segurei suas nádegas para manter o ritmo e evitar que meu pênis escapasse de sua vagina, quando senti uma bofetada no rosto: - "Você não pode me tocar sem permissão". - "Perdão, meu amor" -desculpei-me - e senti outra bofetada. - "Perdão, Minha Rainha" - corrigiu-me - "Vamos, repita !!" - repeti, humilhado. - "Agora, cachorrinho, agradeça sua Rainha que concede a você o privilégio de penetrá-la, porque maridos com um dote reduzido como esse não possuem essa regalia." - "Obrigado, minha Rainha, a Senhora é muito compreensiva e tolerante, obrigado. Eu a amo muito, Senhora". - "Eu sei, cachorrinho, eu sei... Também te amo muito, mas esse seu pauzinho não me satisfaz... é tão pequenino" - e riu disso - "Vou ter que buscar machos de verdade, com pênis que possam me satisfazer, como eu mereço. Não gostaria de ver sua esposa satisfeita??" - "Sim, minha Rainha, a única coisa que desejo é o seu prazer" - disse inebriado pelo calor de seu corpo sobre o meu. - "Mas você sabe que com essa 'coisinha' que você tem entre as pernas não vai me ter nunca satisfeita, não é?? Sou 'muita areia para o seu caminhãozinho'..." A esta altura nada mais importava. Meu sexo explodia de prazer sobre o seu corpo enquanto de meus lábios saíam palavras entrecortadas pela respiração ofegante: - "Sim...minha Rainha... A Senhora .... merece... um macho .... de verdade !" - "Viu, escravo, além do mais sua excitação não me basta, você goza muito rápido!" - disse, acariciando meus cabelos e deixando-me no chão, exausto, recuperando o fôlego. Logo a vi falar ao celular e, com um sinal, indicou que queria que lambesse seus pés, o que fiz de imediato. À seus pés, adorando-os, a ouvia falar, rir e provocar outro homem ao qual dizia estar necessitando de sexo, pois o sexo que tinha com seu marido era ruim. Eu escutava isso, sentia-me um inútil mas, não podia evitar a forte ereção que se pronunciava entre minhas pernas. Depois de cerca de 50 minutos soou a campainha de casa. Minha Rainha mandou que eu atendesse a porta, completamente nu e "de quatro", e que saudasse seu macho como um cachorrinho. Ele riu e, tão logo se dirigiu a Ela, minha Rainha abraçou-o e beijou-o com volúpia e desejo. Ele a correspondeu ao seu ímpeto, enquanto eu permanecia no chão, "de quatro", assistindo àquele encontro apaixonado e frenético. Logo eles se sentaram no sofá e, enquanto minha esposa acariciava o pênis dele por cima da calça, Ela me chamou ao seu lado com a voz cheia de ternura e disse: - "Escravinho, a sua 'coisinha' é o único órgão masculino que você tocou em sua vida??" - "Sim, minha Rainha" - respondi. - "Então podemos dizer que você nunca tocou em uma pica de verdade, não é mesmo??" - Ela prosseguiu. - "Sim, minha Senhora - informei - em toda minha vida eu apenas toquei em meu próprio órgão". - "Bem - ela concluiu - não podemos chamar essa 'coisinha' de 11cm de um 'órgão', não é verdade??" Assenti com a cabeça e ela prosseguiu: - "Então, meu cachorrinho, vou te mostrar o que é uma pica de verdade". Dito isso, ela tirou a calça e a cueca de seu macho deixando surgir à minha vista uma pica enorme, gigantesca, grossa e semi-ereta. Ela agarrou minha mão e fez-me tocar o saco daquele macho: - "Veja, escravinho, isso são culhões. Bem diferentes daquelas 'bolinhas' sem graça que você tem entre as pernas. Agora, toque a pica dele e observe que não basta apenas uma mão para segurá-la, ao passo que a sua bastam dois dedinhos." -disse rindo-se. E era verdade. Meu pênis parecia um brinquedo comparado àquilo. Na verdade eu usava apenas dois dedos para masturbar-me, ao passo que deveria ser necessário usar as duas mãos para estimular aquela outra. Depois de fazer estas humilhantes comparações, onde facilmente se evidenciava que o pênis dele era, no mínimo, duas vezes maior e mais grosso que o meu, minha Rainha acariciou-me o cabelo, como se faz com um animal de estimação e, com um sorriso malicioso em seus lábios, foi aproximando minha boca da glande daquele pênis enorme, dizendo: "Admire-o, corninho. Você deve render homenagem a este pau, já que é isto e não a sua 'coisinha' que irá dar prazer à sua esposa. Beije-o, corninho, mime-o e trate-o com carinho, sendo grato a esse pênis por manter a sua Rainha satisfeita, coisa que você não consegue". Não haviam mais dúvidas que seu poder sobre mim era completo e total. Ajoelhado no chão, nu, eu beijava suavemente e acariciava a pica que iria penetrar minha esposa. Eu a lambia com vigor e satisfação, como fazemos em um sorvete, sentindo respeito e admiração por esse órgão. Não tardou para que o pênis daquele macho começasse a crescer e endurecer um pouco mais em minha boca. Minha Rainha, então, segurou-me pelos cabelos enquanto forçava minha boca de encontro àquele pênis. Quando a ereção atingiu o nível máximo, minha esposa empurrou-me para o lado e introduziu aquele monumento viril em si. Gritava como estivesse possuída. Era impressionante, jamais a tinha visto assim. Me olhava, me lançava beijos e gemia frases que revelavam o quão infinitamente melhor era aquele sexo em relação com o que tinha comigo. Depois de um tempo, se ofereceu 'de quatro' para seu amante, fazendo-me deitar-me sob Ela, de modo a lamber os sumos escorriam de sua vagina e, também, a pica do seu amante, quando ela a retirava de dentro de si. Para que não me esquecesse da experiência, gritava e gemia seus muitos orgasmos perto de minhas orelhas, para que esses se gravassem em minha mente. Por muito tempo as coisas prosseguiram desta maneira. Nós seguíamos nos amando muito, mas Ela fazia sexo com quem tivesse vontade e eu, claro, apenas fazia sexo quando ela achava conveniente, o que significava quase nunca, devido meu lamentável desempenho. Afim de não restarem dúvidas, ocorreu-lhe uma idéia bastante engenhosa. Ela gravou em vídeo algumas maratonas sexuais realizadas com seus vários amantes. Depois, fez o mesmo com uma sessão de nosso 'sexo doméstico', onde tratei de dar o melhor de mim. A diferença era óbvia. No 'sexo doméstico' não conseguia extrair dela um só gemido, ao passo que os outros eram recheados de gritos e gemidos. Na nossa cena, até para me humilhar, permaneceu parte dela folheando uma revista, comentando que sua vagina era muito larga para o meu minúsculo 'brinquedo'. Quando ejaculei, ela ficou me olhando com um sorriso maroto nos lábios e, enquanto acariciava meu cabelo disse: - "Agora está bem evidente, inclusive com provas de vídeo, que você não sabe e não consegue satisfazer uma mulher. De agora em diante, você não me penetrará nunca mais. Você não merece e, além disso - prosseguiu - é muito chato para mim. Daqui a diante você só servirá a mim e a meus machos e a única parte de meu corpo que você poderá tocar sem permissão expressa são os meus pés. Fui clara??" Não foi necessário expressar com palavras, apenas ajoelhei-me aos seus pés e beijei-os com devoção. Como minha Rainha me ama e se preocupa comigo, deixa que eu ejacule de vez em quando, mesmo que sejam somente umas poucas gotinhas que saiam de minhas 'bolinhas'. Ela me masturba da maneira mais humilhante possível, fazendo uso da única parte de seu corpo que tenho acesso sem permissão. Enquanto ela senta-se, com as pernas cruzadas, graciosa e superior, eu me ajoelho e coloco meu diminuto pênis entre seus dedos e começo a esfregá-lo neles. Seu pé é bastante pequeno, mas é o bastante par o tamanho reduzido do meu 'brinquedo'. É uma sensação de deleite supremo, Ela olha e ri, do modo patético e ridículo que seu maridinho obtém prazer. De repente, Ela aperta os dedinhos e eu retorço-me de dor. Ela adora desfrutar da sensação de dominar e controlar meu prazer apenas com um simples movimento de seus dedinhos. Depois ela os move para cima e para baixo, acariciando meu pênis, dando-me momentos de indescritível prazer. E assim segue a minha vida. Ela fode com todos os homens que deseja e eu preparo as suas picas, as beijo, as adoro, até que elas endureçam e possam servir ao prazer da minha Rainha. Ao final de suas sessões de sexo, Ela me obriga lamber e limpar seus orifícios, bem como a pica de seu macho. Quando o macho se vai, eu imploro que ela me deixe masturbar-me. E Ela, com sua bondade de Rainha, estende seu pezinho para mim, a fim de dominar-me com ele.