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Estuprada 2 - O Suplício de Nina Continua
Nina se debatia presa às cordas. Era a deixa que significava que a sessão deveria continuar, para o meu total deleite. Resolvi ser um pouco mais enérgico e apliquei um tapa no rosto de Nina, que não apenas surpresa, ficou extremamente irritada. Mesmo com a mordaça preenchendo-lhe a boca ela vociferava palavrões contra mim. Belisquei-lhe, então, um dos seios e fiquei apertando com força, enquanto torcia seu mamilo. Ela se curvou de dor, acompanhando o movimento para o lado que eu torcia o bico de sua mama.
- Quieta! Chega de escândalo, sua vadia! disse lhe ao pé do ouvido. Continuei Agora, eu vou lhe contar o que vou fazer contigo. Vou soltar os seus tornozelos das extremidades desse cabo de vassoura, vou desatar a corda do spot da sala, que deixa os seus braços esticados desse jeito tão incômodo e... bem, o resto é surpresa.
Como havia dita, desamarrei, um a um, os tornozelos de Nina, que estava presos às extremidades do cabo de vassouro que havia improvisado para manter as suas pernas bem abertas. Então, excitado como eu estava, passei a acariciar e lamber cada um dos tornozelos ainda marcados pelas cordas. Nina tinha pés pequenos e delicados, extremamente sensuais.
Em seguida, me levantei, subi em uma cadeira e soltei a extremidade da corda que amarrava os pulsos daquela mestiça do spot de luz da sala. Nina, de tão exausta que estava, se deixou cair ao chão. Com os pulsos ainda presos, mas os movimentos dos braços agora livres, ela instintivamente levou as mãos à boca, num gesto para tentar retirar a mordaça de dentro de sua boca. Percebendo isso, eu logo tratei se segurar a extremidade solta da corda que atava seus pulsos impedindo-a de completar o seu intento. Num movimento rápido, eu puxei a corda para trás, obrigando Nina a levantar seus cotovelos e curvar os braços para trás, com as mãos presas por trás de sua cabeça, na altura de sua nuca. Como a corda era bem grande, forcei o meu joelho sobre as costas de Nina, imobilizando-a de cara no chão, enquanto com a mão livre eu segurava um dos seus belos tornozelos e o puxava também para trás. Nina estava tão cansada que não esboçou muita resistência. Tratei de dar algumas voltas com a corda em torno do tornozelo de Nina, o suficiente para que ela não pudesse soltá-lo. E tratei de fazer o mesmo com o outro tornozelo. Depois, acabei de dar o nó que a deixou amarrada como uma novilha ali no chão. Levantei-me a fiquei admirando-a por um tempo amarrada daquele jeito. Ela se contorcia no chão e gemia parecendo saber que fazendo aquilo me deixava ainda mais excitado. Me abaixei novamente junto a ela e puxei a bola da mordaça para fora de sua boca e a sufoquei com um beijo, chupando a sua língua para dentro da minha boca, mordendo os seus lábios, sugando sua saliva.
- Por que você está fazendo isso comigo? perguntou Nina, arfando de excitação e medo. Não faz isso. Me solta. Você já me chupou, já torturou os meus peitinhos, já comeu o meu rabinho, me arregaçou toda com seu pau grosso. Agora, me deixa ir. Por favor.
- Eu não vou te deixar ir embora. respondi, seco.
- Por que? O que você ainda quer fazer comigo, seu tarado?
- Eu vou fazer de você a minha escrava sexual. Você vai ser torturada e fodida como você nunca imaginou na sua vida, sua vadia!
- Eu nunca vou ser sua escrava sexual. Nunca! Eu nunca vou te obedecer!
- E quem disse que você precisa me obedecer? Você não tem como escapar, piranha!
Dizendo aquilo, beijei Nina novamente para depois devolver a mordaça ao seu lugar dentro da boca daquela mestiça deliciosa. Nina gemeu de um jeito extremamente sensual, girou seus quadris como se fosse possível soltar seus tornozelos presos às suas costas na mesma corda que mantinha seus pulsos atrás de sua nuca.
- Geme, minha escrava japonesa. É a única coisa que te resta.
Fui até a cozinha, abri a geladeira e tirei lá de dentro duas belas cenouras de tamanho avantajado. Elas estavam deliciosamente geladas. Me abaixei e exibi as duas cenouras diante dos olhos de Nina.
- Olha o presentinho que eu trouxe pra você. Você gosta de cenoura, vadia?
Nina começou a se sacudir. A balançar a cabeça pedindo que eu não a penetrasse. Era quase que um convite. Peguei um tubo de KY e apertei sobre as duas cenouras, deixando o lubrificante escorrer generosamente por elas. Virei Nina de lado e levantei para o lado uma de suas pernas.
- Vamos ver o que a sua xoxota acha de se alimentar um pouco de cenouras.
Dizendo isso, forcei a cenoura pela buceta de Nina a dentro. Ela deslizou macio, penetrando Nina que se contorceu sentindo ser invadida por aquele consolo vegetal e gelado. Enfiei a cenoura quase que por inteiro. Mas deixei uma pequena ponta para fora, pra que pudesse brincar um pouco com a minha escravinha japa. Comecei a masturbar Nina com movimentos lentos da cenoura dentro dela. Com a mão livre, aplicava tapas em suas nádegas carnudas e muito bem delineadas. Os tapas foram ficando mais fortes, quase que instintivamente, enquanto eu ficava mais e mais excitado no vai e vem da cenoura que agora estuprava Nina. Sua bunda foi ficando mais e mais vermelha, enquanto ela contorcia como podia amarrada daquele jeito. Mas quando ela estava para gozar, eu parei. Nina, entretanto, com a cenoura dentro dela, continuava a mexer os quadris no afã de chegar ao clímax. Larguei a cenoura dentro dela e segurei a outra, que é claro, já tinha endereço certo. Virei Nina, que estava de lado, com a cara para o chão e a bunda para cima. Com uma das mãos, puxei como deu uma das suas nádegas para o lado, de modo a deixar o seu cu o mais visível possível. É bom lembrar que as pernas de Nina estava presas para trás e seus calcanhares tocavam sua bunda, o que não facilitava muito as coisas. Apertei a bisnaga de KY sobre o cu de Nina, deixando-o bem besuntado. Então, peguei a outra cenoura e comecei a forçar a entrada do cu de Nina, que ainda deveria estar sentindo as dores da minha incursão por lá, alguns minutos antes. Nina, dessa vez, se contorceu de verdade, Retesou o cú. Não queria ser penetrada ali novamente. Começou a gemer através da mordaça.
- Ta doendo! Não! Aí não! Não faz isso. De novo não!
- É pra doer mesmo, sua piranha! Você aqui não manda em nada. Eu faço o que eu quiser com você, putinha!
Forcei um pouco mais a cenoura na entrada do cúzinho de Nina. A cenoura, lentamente, venceu a resistência do anus de Nina e começou a deslizar pelo seu reto. Quando eu já tinha enfiado metade, ordenei.
- Agora, rebola, vadia! Você vai mexer essa bunda até essa cenoura ficar inteira dentro do seu cú.
Com a mão livre, apliquei vários tapas com força nas nádegas já vermelhas de Nina. E depois de alguns instantes, insisti.
- Rebola! Ou vai querer apanhar mais?
É claro que Nina não poderia rebolar. Ela estava de cara para o chão, os seios esmagados pelo seu peso contra os tacos da sala. Mas ela começou a girar a cintura, a contorcer os seus quadris de um jeito que deixaria qualquer um louco de tesão. Ordenei novamente.
- Olha pra mim, piranha!
Ela girou a cabeça ligeiramente para trás, do jeito que dava de modo que eu pude fitar os seus olhos de medo e tesão.
- Isso mesmo. Eu quero ver a tua cara, enquanto essa cenoura aqui como o teu cuzinho. Mexe mesmo. Isso. Que bundinha gostosa você tem.
Nina parecia mais e mais excitada. Eu fazia apenas uma certa pressão na cenoura, enquanto os movimentos de quadril da Japa faziam o seu cu engolir pouco a pouco aquela consolo improvisado. De um rabinho tímido, ele mais parecia agora, um rabinho guloso, devorando a cenoura. Às vezes, propositadamente, eu largava a cenoura que subia veloz, querendo escapulir de dentro de Nina. Mas logo a segurava novamente e aquele cu faminto voltava a engolir o legume com voracidade. Não demorou para que Nina se debatesse num gozo louco, naquele chão, penetrada por duas cenouras e amarrada como uma novilha rebelde.
Mal Nina gozou, eu tratei de puxar-lhe os cabelos para trás e colei no seu rosto um tapa.
- Você não devia ter gozado, cadela! Gozar aqui só com a minha permissão.
Puxei novamente a bola da mordaça para fora da boca de Nina.
- Agora, chega. Por favor. Isso já foi longe demais! Você me solta, agora, e a gente esquece tudo o que aconteceu aqui! Eu juro que não conto nada pra ninguém! Juro.
- Pode deixar lhe disse Eu vou tratar de me garantir que você nunca vai contar nada!
E dizendo isso, me levantei e fui até o armário. Nina acho que eu fosse tomar uma medida drástica. Começou a berrar. Eu a havia deixado sem a mordaça. Voltei correndo e forcei novamente a bola pelos seus lábios sufocando os pedidos de socorro daquela japinha tesuda. Voltei ao armário e trouxe uma fimadora.
- Aposto que você não estava esperando por isso, não é?
Nina tentou esconder o rosto, enquanto eu ligava a filmadora. Gravei em detalhes aquele momento totalmente submissa de Nina. Meu pau já doía de tanto tempo que estava ereto. Gravá-la daquele jeito era um delírio que me dava calafrios de excitação.
- Eu vou gravar você desse jeito e se um dia você resolver abrir a boca sobre o que aconteceu e vai acontecer aqui, eu coloco esse vídeo na internet, ouviu bem?
Me abaixei e segurei o rosto de Nina para dar um close na sua expressão de terror.
- Essa fita é a garantia de que você vai ser a minha putinha por um tempo. Eu vou ligar pra você e você virá correndo atender os meus desejos, ouviu, bem? Se não... Muita gente vai ver você na internet, vadia!
Coloquei a câmera sobre o aparelho de TV de um jeito que podia continuar captando Nina enquanto eu preparava o seu castigo por ter gozado sem minha autorização.
- Vou deixar gravando o seu castigo, cadela!
Fui até a porta que separava o quarto da sala daquele conjugado. Preso nos batentes da porta, havia uma barra para exercícios. Mas eu tinha novos planos para ela, agora. Soltei a barra do alto e a trouxe para mais ou menos o meio da altura da porta, onde a prendi novamente, sentando nela ao final para certificar-me que ela agüentaria bastante peso. Peguei um cobertor e com silver tape o prendi em volta da barra para deixá-la mais macia. Aquele seria o meu pau-de-arara para torturar Nina um pouco mais. Arrastei um puff para perto da barra. Fui até Nina, peguei-a em meus braços e a coloquei sobre o puff. Então, soltei os pulsos de Nina de trás de sua nuca. Ela se debateu tentando me bater. Mas eu logo a dominei novamente. Com o cotovelo no seu pescoço, a estrangulei por um pouco até que ela se acalmasse e parasse de resistir. Virei Nina com a barriga para cima e empurrei o puff para debaixo da barra. Nina percebeu o que a esperava. Passou a tentar berrar, o que não era possível por causa da mordaça. Mas mesmo assim, fazia certo barulho. Tratei de apressar as coisas. Numa velocidade que me espantou, eu ergui as pernas de Nina e as joguei sobre a barra, apoiando as costas de seus joelhos dobrados sobre ela. Como os tornozelos de Nina ainda estava amarrados, precisava atar os seus pulsos. Segurei-os bem firme e passei os braços da bela debaixo da barra, ao longo das suas pernas e fazendo seus pulsos se encontrarem na altura de suas canelas. Peguei a extremidade solta da corda que amarrava os tornozelos e com ela atei juntos os pulsos de Nina. Agora, faltava o toque final. Mas antes de faze-lo, temendo que ela gemesse ainda mais alto, tratei de aumentar novamente o rock pesado. Olhei para Nina, que sacudia a cabeça e implorava com os olhos que eu não fizesse aquilo. Mas foi em vão. Eu chutei o puff que estava debaixo dela para longe. E o peso de Nina pendeu dolorosamente pela força da gravidade sobre o pau de arara improvisado. Como eu imaginava, Nina soltou um longo uivo de dor.
- Dói? eu perguntei me aproximando dela e falando quase no seu ouvido.
Ela gemeu que sim.
- Que bom - completei - Essa é a intenção.
Fiquei por algum tempo me masturbando enquanto admirava Nina naquela posição humilhante e dolorida. E gozei sobre o seu rosto. A porra misturou-se com as lágrimas que brotavam de seus olhos. Mas eu queria mais. E ver Nina amarrada daquela maneira fez com que eu tivesse rapidamente outra ereção.
- Nem tudo é sofrimento, Nina. Eu vou aproveitar pra foder a sua buceta! Meti meu pau na xoxota escancarada de Nina, me debrucei sobre a barra, seguran-do nela e tratei de fuder gostoso e mais uma vez aquela japinha com quem já havia tanto sonhado e que agora estava nas minhas mãos, pronta para o que eu quisesse. Nina gemia, chorava, moída de dor, mas gozou novamente, assim como eu. Mas eu ainda tinha outros planos para ela...