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Castigo de Um CD Amador - II Parte - Apanhando no Cu

Passei os três ou quatro dias seguintes a minha esposa Bárbara me ter agarrado vestido com as roupas intimas dela, deitado completamente nu de mãos atadas e com uma enorme barra de gelo, que ela ia substituindo à medida que a barra ia definhando, enfiada entre as pernas de modo a ficar com os tomates e a pila bem gelados e ainda mais reduzidos de tamanho do que o costume. No quarto dia Bárbara desatou-me, analisou-me os órgãos pendentes confirmando que eles estavam bem mirradinhos e roxos. - Assim – disse-me – ficas mais parecido com uma fêmea como pelos vistos gostava de ser. Não é que tenhas pila e tomates de homem, nem que saibas foder como um, mas agora com essa coisinha tão encolhida até parece que nem a tens, tão invisível ela está. Estás mesmo no ponto certo para te fazer proporcionar uma experiencia de fêmea quando está dando para um macho. Vestiu-me com uma calcinha fio dental de cor rosa e um sutiã da mesma cor dizendo-me que aquela era uma cor bem feminina, colocou-me um corpete branco bem apertado nas ancas, pintou meus lábios e olhos, colocou-me uma carteira vermelha a tiracolo e umas botas de cano alto pretas, meteu-me no carro e conduziu-me assim vestido sem me dizer para onde me levava depois de me ter filmado naqueles preparos, dizendo-me apenas que me iria apresentar a um grupo de homens sem mulher há muito tempo, cansados muito provavelmente de tocar punheta ou de irem ao cu uns aos outros, e para os quais o rabinho de uma puta desnudada como eu deveria ser uma bênção. Ao fim de mais de meia hora de viagem Bárbara parou o carro perto de uma obra em construção, onde segundo me afirmou num barracão anexo pernoitava um grupo de quatro africanos que nela trabalhavam. - Vais ter uns bons pares de caralhos a recepcionarem o teu cu, paneleiro – avisou-me com ar de satisfação – e se é verdade o que dizem do caralho dos africanos, algo que eu também ainda hoje vou saber, vais ficar com ele bem arrombado. Era noite e naquele local não se via ninguém. Bárbara mandando-me então caminhar pelo passeio abaixo ordenando-me que batesse na porta do barracão e fosse lá pedir um cigarro. Tentei objectar, preferia continuar com os colhões sentados na barra de gelo e ser enrabado com o cabo da vassoura do que provar com a pila dos africanos no cu mas a ameaça de revelar a todos o filme onde eu estava tocando punheta vestido de mulher acabou por me decidir a obedecer-lhe. Com o coração batendo mais forte e a respiração entrecortada lá bati na porta. Quem ma abriu foi um negro encorpado de cabelo muito curto que se riu bastante vendo-me em tal figura, e ainda mais se riu quando lhe perguntei se por favor não tinha um cigarro que me pudesse dar. - Olhem para este, malta – exclamou voltando-se para o interior do barracão onde se achavam mais três, todos igualmente negros e de aspecto físico semelhante ao primeiro – ou se calhar seria melhor dizer para esta, já que pela maneira como vens vestido só podes ser uma florzinha. Ó filha se calhar não é de um cigarro que andas à procura mas antes de um bom charuto. E se assim for vieste bater à porta certa que um charuto é o que cada um de nós tem para te oferecer, e que já há muito tempo não é usado numa racha como a que tu tens, não é assim rapazes? Os outros vieram ver rodeando-me para não me deixarem escapar. - Olha o paneleiro – disse um deles – para vir assim vestido deve estar cheio de calor. Pois podes ficar descansado que já to vamos tirar todo. Outro ainda comentou ser pena eu não ser uma mulher de verdade pois assim teria mais de uma racha com que os pudesse fazer divertir-se ainda mais, mas os colegas fizeram-lhe ver que para quem estava em jejum há muito tempo ter o cu de uma bichona à sua disposição já não era nada mau, e depois de me empurrarem para dentro do barracão amarraram-me com as mãos atrás das costas. Como eles eram mais fortes e em maior nº nem tentei reagir, mas de facto eu nem o queria fazer já que a perspectiva de ter o meu olhinho violado por aqueles quatro portentosos machos estava-me deixando bastante entesado, tão entesado como quando vestia as calcinhas da minha mulher e me masturbava com elas. Eu agora estava começando a imaginar o prazer que uma mulher sente sendo subjugada por um macho de pau grande e o meu caralhito começou a insuflar por baixo da calcinha cor de rosa. Os quatro voltaram a gozar-me. - O tipo é mesmo paneleiro. Olhem como ele fica de pau feito só de imaginar que lhe vamos ao cu. E tem uma boquinha bonita assim com o batôn. Fica descansada ó borboleta que não vai ser só o teu cu a provar os nossos sarrafos, a tua boquinha também vai ter de os chupar bem chupadinhos se quiseres sair inteira daqui. O sutiã e a calcinha foram-me então arrancados e quando os quatro matulões me viram a pilinha desataram a humilhar-me. - Não admira que sejas bicha. Com a piça que tens decerto que não podes fazer mais nada a não ser foder com a boca e com o cu. Ora diz lá se os nossos não são uns caralhos muito mais dignos de machos do que o teu? E diz-nos lá se não gostas de uns caralhos como os nossos? E tirando os seus caralhos da abertura das calças exibiram-nos perante mim, batendo-me com eles na cara e na cabeça. Eram caralhos enormes, todos com mais de um quarto de metro, e grossíssimos, eu nem podia imaginar que existissem caralhos assim tão grandes e grossos. Como não lhes respondesse um deles pregou-me duas sonoras bofetadas na face, agarrou-me pelos cabelos arrancando-me alguns e repetindo-me a pergunta. Respondi então que sim, que gostava dos caralhos deles mas que por favor me deixassem ir embora e não me violassem pois eu não era paneleiro, aquilo fora uma brincadeira mas eu tinha o cu virgem de caralho e queria continuar a tê-lo. - Ai é uma brincadeira? – perguntou-me um – Pois vais ver o que é brincares de puta com homens de colhões pretos que já não vêm a boceta de uma mulher à uma data de meses. Mandando-me colocar de joelhos e abrir a boca, à vez foram metendo seus bacamartes nela aconselhando-me a que nem pensasse em trincá-los. O negro que me abrira a porta foi o primeiro a servir-se da minha boca enfiando nela seu pauzão enorme e com bastante cheiro a mijo, obrigando-me a que eu de língua de fora lhe fosse lambendo os balões enquanto ele me fodia a boca. De vez em quando vinha outro e metia nela também e eu tinha de chupar dois paus ao mesmo tempo o que quase me sufocava, em especial quando me agarravam pelos cabelos e me comprimiam meu rosto contra a sua região abdominal tentando meter-me os cacetes gigantescos pela garganta abaixo o que eu mesmo abrindo ao máximo a boca não conseguia fazer. Ou quando me apertavam o nariz por pura malvadez e quase me faziam sufocar. Quase desloquei meu maxilar quando um deles me obrigou a abocanar-lhe os tomates e o cacete ao mesmo tempo, mas eles estavam gostando do meu broche pois reviravam os olhos de prazer dizendo que já há muito suas piças, que estavam pingando profusamente, não se satisfaziam tão gostosamente assim. - É mesmo bom que chupes como deve ser, paneleiro. Estás vendo como elas são grossas e não vais ter outro lubrificante – avisaram-me. Eu confesso que fiquei satisfeito ouvindo-os gabar meu jeito para a mamada e adoraria ter as mãos livres para poder tocar uma punheta. Contudo apesar do meu desempenho com a boca e a língua havia quem estivesse com pressa de me meter. Como eu estava de joelhos mamando-lhes nas varas, mandaram-me esticar minhas costas para a frente e dois deles passaram a analisar-me o olho do cu, metendo nele os seus dedos grossos dando-lhe palmadas com as suas mãos fortes e cuspindo-lhe no buraco. - Afinal o paneleiro- comentou um – ainda tem o olho do cu bem fechadinho. O rabeta deve andar com fogo no cagueiro e veio aqui para lhe tirarmos as pregas do cu. Vai saber bem comer um cuzinho assim apertadinho. Um deles tinha o lábio rachado e foi esse o primeiro a enrabar-me. Deitando-me as manápulas ao pescoço para não me deixar erguer encostou a ponta do caralho bem junto à entrada do meu rego esfregando-o longamente e deixando-me a entrada melada. De vez em quando forçava um pouco a entrada da chapeleta tentando alargar o buraco, e mesmo sem meter o pau fazia-me gemer de dor. Dois deles voltaram a agarrar-me pelos cabelos mandando-me continuar a mamar neles sem barulho. Eu pedira um cigarro e estava levando quatro charutões pelo que segundo eles não tinha do que me queixar. O do lábio rachado abriu-me então as bordas do cu com as mãos libertando-as do pescoço e meteu nele a sua tora avantajada deixando-me o rabo todo a arder. Infelizmente os dois caralhos que eu tinha na boca impediam-me de gritar até porque eles quando sentiram que o parceiro tinha-a enterrada em mim até aos colhões voltaram a forçar a entrada na minha garganta. Eu engasgava-me todo. - Não querias dar o cu, panasca? – perguntou o do lábio rachado – Pois então dá-o como um verdadeiro paneleiro o deve dar e rebola-te todo na minha piça. Fiz o meu melhor e à medida que me ia rebolando nele, sentindo-lhe a vara entrar e sair do meu cu ao mesmo tempo que seus tomates rugosos e suados me batiam na pele suave das nádegas, comecei ganhando entusiasmo por aquela enrabadela e por aquele macho que me fazia sentir todo seu, algo que eu nunca sentira quando fazia apressadamente amor com Bárbara, e agora o meu piçante apesar de quase congelado nos dias anteriores apresentava-se na sua máxima dimensão. - Olhem a piça dele também se põe de pé como a dos homens – ouvi-os dizer – Nós bem sabíamos que uma bichinha com fome de pau ia gostar muito de apanhar no cu de quatro machos negros bem servidos. O do lábio rachado parecia estar apreciando igualmente muito meu cuzinho que acabara de inaugurar e os outros também tinham pressa em prová-lo. Um deles comentou que já esperara de mais pelo momento de me comer e dizendo que onde cabe um caralho cabem dois deitou-se por baixo das minhas pernas de pau ao alto exigindo que me sentasse sobre ele sem tirar a outra fora. Horrorizado tentei negar-lhe tal desejo mas logo os outros dois pressionando-me os ombros me obrigaram a baixar-me sobre ele e a enfiá-lo por mim acima. A dor foi horrível, imagino que seja a dor que alguém sente sendo empalado vivo num pau afiado e duro, senti um fio de sangue deslizar por mim baixo, o meu caralho murchou, mas nem assim os dois safados pararam. Chamando-me donzela de cu mimoso redobraram suas estocadas, eu agora tinha de me rebolar no pau do lábio rachado e cavalgar no sarrafo do outro que me empalava ao mesmo tempo que continuava mamando no cacete dos outros dois. Mas quando novamente aquele par de paus me começou a bater na próstata a minha coisinha esporradora precoce voltou a subir e fazendo-me sentir grato por aquele castigo que Bárbara preparara para mim. - Uma punheta – supliquei – quero muito tocar uma punheta. Não mo consentiram embora o que estava por baixo de mim me tenha agarrado nos colhões, ora massajando-os ternamente ora torcendo-os com ferocidade dizendo que um paneleiro capaz de apanhar no cu com duas varas ao mesmo tempo não precisava daqueles apêndices masculinos para nada. Foi este o primeiro a vir-se copiosamente embora a tenha tirado fora antes disso dizendo que com as doença novas que existem ele nunca arriscava a vir-se dentro de putas como eu. Suspirei de alivio pois apesar do gozo que aquela violação dupla me dava a dor era também imensa, mas eles não me deram tempo de descansar. Mal o outro se retirou esporrando sobre a minha barriga, logo o que me abrira a porta e parecia ser o mais velho lhe tomou o lugar. Apesar do seu caralho gigantesco e de o do lábio rachado ainda estar dentro de mim não senti tanta dor quando me penetrou e compreendi que o meu olho estava já suficientemente lubrificado e aberto para acusar o ataque com a mesma intensidade que sentira momentos antes. Mas mesmo assim o sangue voltara a escorrer-me com mais intensidade, prova evidente que eu não estava sendo tratado com meiguice. Nem mesmo Bárbara nos quatro dias anteriores me tratara com tanta violência. - O panasca era mesmo virgem – riram-se – é de maneira que não se vai esquecer desta noite. Podem crer que não. Os dois vieram-se quase ao mesmo tempo e tiveram a mesma precaução do primeiro o que muito lhes agradeço, mas não ejacularam sobre minha barriga. Tirando os respectivos cacetes fora, pediram licença ao colega que me estava fodendo a boca, ocuparam-lhe o lugar e punheteando-se com gosto despejaram dentro dela. E que peganhosa e quente era sua esporra, muito mais viscosa e espessa que a minha, parecia que se me colava à saliva da língua e custava a cuspi-la. A minha era muito mais aguada e morna, aquela sim tinha a certeza de ser o gosto de uma verdadeira esporra de macho. O último que restava preparou-se então para me ir ao cu. Agarrando-me pelos cabelos, arrastou-me até um catre onde provavelmente costumava dormir, apoiou minha barriga em cima da coberta, colocou-me de rabo empinado e dando-me palmadas nas nádegas, enfardou-me por trás. Depois ele próprio agarrando-me pelos quadris começou a conduzir meus movimentos, metendo e tirando o pau com bastante jeito. Já nem precisava que me mandassem, eu próprio, ou talvez fosse melhor dizer eu própria pois estava gostosamente me sentindo muito uma fêmea bem putinha, me rebolava toda dengosa naquele pau, procurando sempre senti-lo cada vez maior arregaçando meu cuzinho. Os três que já me tinham comido e se entretinham assistindo e manuseando seus paus, estavam de novo começando a entusiasmar-se e vieram sentar-se na beira do catre. Meu tronco deixou de estar apoiado no cobertor e foi sendo conduzido para o regaço dos negros, agora num, agora noutro, e depois noutro, e obrigando-me de novo a chupar-lhes os talos e os ovos até os deixar outra vez em ponto de rebuçado. Resultado: quando o que me comia o cu se veio esporrando-se agora sobre o meu rabo, os outros três exigiram de novo possuírem-me. Tive de sofrer assim uma nova rodada geral que me deixou completamente esfrangalhado e a cagar-me por todos os lados o que os fez rir muito. Minha pilinha estava outra vez mirrada e em ponto morto pois eu me viera com as massagens que as suas cabeçorras me tinham dado na próstata mas sem que tivesse sentido meu leitinho sair. - O cu de um paneleiro como tu quando se caga é porque está satisfeito – disseram -. Diz lá se as charutadas que levaste nele não valeram bem mais que o cigarro que não te chegámos a dar? Pedi-lhes que estando eles já satisfeitos me deixassem agora ir em paz que eu não contaria a ninguém. Eles confirmando que de facto a minha aparição lhe fizera quebrar um longo jejum de outra forma de sexo que não fosse a punheta, desamarraram-me e mandaram-me então embora. - Quando voltares a sentir o mesmo formigueiro no rabo que estavas sentindo quando bateste à porta, já sabes onde encontrar dois pares de caralhos de pau preto prontos a encher-te esse cuzinho de bom grado. Mas vais deixar aqui a calcinha e o sutiã, bichona. Não é todas as noites que nos aparece uma puta assim disponível como tu e até que venha outra eles sempre são um bom consolo para as punhetas que nos vemos obrigados a tocar no dia a dia. - E indo tu toda nua – acrescentou outro – quem sabe se não encontras outro grupo tão necessitado como nós e ainda não fazes mais alguém feliz esta noite? Isso era o que eu não queria nada. Felizmente Bárbara estava perto, ficara combinado ir ter com ela no final, por isso achei melhor não discutir e pirei-me todo nu. Quando cheguei ao carro e minha esposa me viu chegar com as pernas todas abertas, fedendo a esporrra a suor e a mijo de macho, pingando porra por mim abaixo e o olho do cu vertendo sangue comentou: - Pela demora já vi que a festa foi em cheio. E pelo estado do teu olho do cu e da tua pila também. Agora que já sabes o que um verdadeiro caralho de homem faz a um paneleiro como tu, vais assistir ao que ele pode fazer a uma mulher carente como eu e que o teu com a pressa que tem em cuspir o leite não consegue. Vamos que a nossa noite ainda não acabou. Paneleiros casados como tu que gostam de se vestir de mulheres merecem ser cornos e é isso que vou agora fazer de ti. De uma mala térmica tirou uma saca com cubos de gelo, mandou-me enfiar dois no cu para estancar o sangue e colocar os restantes sobre a pila e os tomates para os fazer diminuir ainda mais e arrancou. Eu estava em pulgas para saber como Bárbara me iria pôr os cornos e estava agora encantadíssimo por ela me estar castigando pela minha fantasia cd.