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Era uma bela tarde de inverno. O céu estava límpido e em uma coloração azul maravilhoso, como só essa época do ano possui. Eu estava prestado consultoria em uma empresa na região da Berrini, em São Paulo, que tem como principal atrativo o grande número de pessoas bonitas, e é claro, eu reparava nas belas mulheres que desfilavam na rua. Gosto da moda de inverno, que "esconde" os corpos das mulheres, o que deixa a minha imaginação a mil. Algumas formas generosas sobressaem pois se destacam nas malhas e blusas um pouco mais grossas. Belas bundas e mamilos de seios "acesos" são os pontos que mais chamam a atenção, além claro de belos lábios e cabelos bem cuidados. Nesse ambiente totalmente sedutor, resolvi ligar para a minha mulher para darmos uma escapadinha no final da tarde. Enviei o seguinte torpedo para ela: "Minha linda sub, quero muito os seus serviços agora. Arranje um modo de escapar para me servir" Vocês podem estranhar, mas a minha amante é também minha submissa, escrava, se preferirem. Nosso relacionamento ganhou cores mais fortes e intensas com esse ingrediente, o que nos faz mais e mais aprofundarmos em nossas práticas. "Sim meu Senhor, estarei disponí­vel em 1 hora" No horário combinado, passei no escritório em que ela trabalhava e rumamos ao motel que normalmente freqüentávamos. No caminho ela já começava a prestar os seus serviços tirando o meu pau e chupando-o em todo o caminho. Nem preciso dizer que ela quase matou uns 3 motoboys que viram e quase perderam o rumo com a cena. Mesmo ao chegar ao Motel, minha sub não deixou de me chupar, o que causou um certo constrangimento na atendente, mas nada que fosse problemático, já que somos clientes habituais. No quarto, minha sub ficou de joelhos esperando que eu me sentasse a beira da cama. Neste momento ela se aproximou, acariciou o meu pau que já estava rí­gido sob a calça e o libertou, abocanhando-o em seguida. "Minha linda, lamba a cabeça primeiro" E assim ela fez. Sabia que a vontade dela era de continuar abocanhando o meu pau para que alcançasse mais rapidamente o gozo e ela assim poder beber mais rapidamente a minha porra, mas eu queria prolongar isso bem mais. "Fique de pé e tire sua blusa" Ela tirou a blusa de malha que usava, por sobre a cabeça, revelando os deliciosos seios, pois não usava sutiã. Seus mamilos estavam deliciosamente intumecidos e prontos para o meu proveito. Primeiro massageei-os com as mãos, apertando-os firmemente. Arranquei os primeiros gemidos de dor. Em seguida, aproximei minha boca e comecei a chupar o mamilo direito, primeiro suavemente, e depois fui aumentando a intensidade. Os gemidos aumentaram, o que me dá muito prazer, pois sei que a dor que provoco nela, transforma-se em um grande tesão. Fico imaginando o quanto sua buceta deve estar melada por sob a calça de malha colada ao seu corpo. Depois de judiar muito do mamilo direito, repeti to tratamento no esquerdo. Os gemidos e o nosso prazer aumentavam um pouco mais. "Tire sua calça minha putinha" Ao fazer isso, ela revelou sua calcinha vinho, fio dental, que estava enfiada em suas fendas. Quando toquei a frente de sua calcinha, ela estava ensopada com seus sucos, revelando que o tratamento dado aos seus mamilos deu resultado. Olhando o seu rosto, percebia o enorme desejo que ela tinha de ser penetrada e currada, mas resolvi prolongar um pouco mais a sua agonia. Ela implorava por uma penetração para amenizar o fogo que havia em sua buceta, mas isso de nada adiantava, só aumentava o meu sadismo. "Deite-se na cama e abra as pernas" Que bela visão que eu tive neste momento. Aquela bela buceta com a calcinha enfiada em suas dobras, totalmente encharcada de desejo. Caí­ de boca nela, passei a lí­ngua sobre o fino tecido da calcinha, sentindo seu gosto e o volume de sua buceta intumecida. Ela gemia baixinho, querendo ocultar os seus sons, o que de nada adiantava. Seu corpo revelava seu desejo de ter algo penetrando-a. Seu delicioso corpo preparava-se, lubrificando suas entradas para que essa necessidade fosse satisfeita. Eu bebia seu abundante suco, gota a gota, sugava seu clitóris, lambia, mordiscava e ela gemia. "Ai meu Senhor, que delicia, assim vou acabar gozando!!" "Não minha linda, segure seu gozo, ainda não está liberada" Nesse momento resolvi torturar ainda mais a minha sub. Retirei sua calcinha e acelerei ainda mais as minhas chupadas e lambidas até que ela ficasse às portas do gozo. Neste momento parei e dei uma leve soprada sobre o seu clitóris. Ela quase enlouqueceu. Fiquei alternando entre chupadas e sopradas por mais algum momento. "Fique de quatro minha safada" A visão de sua bela bunda com a buceta pingando é deliciosa. Sua minúscula marca de biquini deixa seu corpo ainda mais delicioso. Apontei meu pau na direção de sua buceta e fui penetrando-a vagarosamente, centí­metro por centí­metro, o que a deixava ainda mais desesperada. Quando ela tentou acelerar a penetração jogando sua bunda em direção ao meu pau, ela foi imobilizada e tomou seu primeiro tapa na bunda. Ela parou imediatamente e sua bunda mostrou o vergão vermelho no formato da minha mão. "Obrigado Senhor" Disse ela depois de engolir o grito de dor. Continuei com os tapas na sua bunda, permanecendo com meu pau na entrada da sua buceta. Ela agradecia a cada tapa recebido, e eu percebia que ela "piscava" a buceta ao sentir a dor. Simultaneamente podia perceber que sua buceta se ensopava ainda mais. "Que bela masoquista que eu encontrei!" Pensei em silencio. Depois que achei suficiente, interrompi a sessão de spanking e continuei com a penetração. Ela ficou passiva, curtindo deliciosamente o ato. Com a penetração completa, agarrei em sua cintura e comecei a "socar" meu pau em sua buceta, repetidas vezes e cada vez mais rápido. Minha sub estava enlouquecida com isso e voltava a ficar próxima do gozo. Tirei meu pau de sua buceta. Sabia que ele estava bem melado com os sucos dela e apontei em direção ao cu. Encostei em seu botão e segurei-a pela cintura. Sabia que ela esperava a mesma tortura da buceta, então resolvi surpreende-la, soquei de uma vez só em seu cu! Ela berrou. Berrou deliciosamente. Xingou, esbravejou, mas de nada adiantou. Parei dentro dela e logo em seguida comecei a foder ferozmente seu cu. Que delicia de cu apertado que ela tem! Fodi loucamente o cu dela, até que percebi que o nosso gozo se aproximava. "Pode gozar minha putinha, vou está louca por isso não é?" "Sim meu Senhor!!! Obrigado Senhor!!" Mais algumas estocadas e ela gozou berrando, gritando de prazer. Com certeza nossos possí­veis vizinhos de quarto ficaram impressionados com tamanho escândalo. Para desespero de minha mulher, eu não gozei junto. Fiquei estocando mais um pouco até sentir o gozo se aproximar. Neste momento eu tirei o pau de seu cu e apontei para o seu rosto, gozando em seguida na sua boca entreaberta. Gosto de dar o "leite" a minha safada que tanto aprecia meu gozo. "Senhor, que delí­cia. Fico louca quando faz isso comigo!" "Sei disso minha linda, e sei que vai me servir melhor a cada dia para receber a minha atenção e carinho." Foi um ótimo final de tarde, ainda mais que demos uma escapada de nossos trabalhos. A.