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Castigo de Um CD Amador - Iª Parte
Eu nunca tive jeito para foder. Minha pila é muito pequena e como a minha experiencia nesta matéria é escassa uma vez, que antes de me casar apenas fodera com putas que me procuravam despachar o mais depressa possível, esporro-me ao fim de poucos minutos após a ter metido, muito menos minutos do que o tempo que uma mulher leva a atingir o orgasmo. Por isso, e mesmo sabendo que a moça com quem namorava, Bárbara, não era virgem nunca a tentei comer antes do casamento, nem mesmo depois de lhe ter pedido a mão, com medo que ela conhecendo o meu problema me rejeitasse. Não admira por isso que a lua de mel e os meses subsequentes ao nosso matrimónio tenham sido um Inferno, com Bárbara acusando-me de ser um egoísta incapaz de lhe proporcionar prazer, e não saber para que servia um marido como eu que além de ter um pilau tão diminuído nem sequer o sabia usar convenientemente com uma mulher. Cheguei a pensar propor-lhe arranjar um amante pois me sentia incapaz de viver sem ela, e só não o fiz por temer a sua reacção embora saiba hoje que ela não se importaria nada com tal proposta.
Bárbara é uma mulher lindíssima embora baixinha, e gosta de se vestir provocantemente, sempre de mini - saia exibindo suas pernas torneadas e botas de cano alto pretas ou vermelhas, o que lhe dá um ar algo de puta mas me deixa extremamente excitado. Para além disso minha esposa sempre curtiu muito usar lingerie sexy, calcinha fio dental, cuequinhas rendadas que deixam entrever seus pentelhos castanhos sempre bem aparadinhos, meias a ¾ ou de perna inteira com ligas, sutiãs cai - cai que lhe revelam por inteiro as mamas formosas e as mantêm empinadas. Logo nos nossos primeiros tempos de casados comecei a perceber que ficava de pau duro só de a ver em lingerie, muito mais duro do que quando a via nua. Tão duro e excitado me deixava tal visão que muitas vezes me esporrava todo só de a ver em trajes íntimos, antes mesmo de lho meter o que me valia logo ser por ela taxado de ejaculador precoce e pila frouxa cujo órgão para além de mijar não servia para mais nada. Apesar da vergonha que sentia adorava ouvir aquilo e até confesso que não me importava nada de me vir rapidamente só para a ouvir insultando-me furiosa pela trepada que ela não chegara a gozar. Mas também constatei que para me entesar e alcançar o orgasmo nem precisava de a ver vestida com tais peças, comecei a perceber que para obter o mesmo efeito bastava ver-lhe as calcinhas e os sutiãs dentro dos gavetões e tocar-lhes com as mãos ou esfregando-os no meu corpo. Comecei então sempre que Bárbara não estava em casa a usá-los para me masturbar e aquelas foram sem dúvida as punhetas que melhor me souberam na vida, muito melhor me sabiam do que quando metia nela, ou quando em solteiro ia às putas. E um novo apetite despertou em mim: vestir as suas roupas interiores, fazer de mulher e masturbar-me com elas postas. Todo nu frente ao espelho do guarda fatos do nosso quarto colocava um dos seus sutiãs, alguma das cuequinhas rendadas ou das calcinhas fio dental, vestia uma das cintas que ela usava ao redor da barriga para prender as suas ligas, e ficava tacteando meus colhões e meu pilau com uma das mãos enquanto fazia deslizar a outra por sobre o sutiã, imaginando ter um par de mamas e as estar apalpando até me vir. Por vezes não tinha tempo de tirar a pila para fora da calcinha e molhava-a com o meu gozo o que me obrigava a remover as manchas de esperma lavando-as e secando-as rapidamente para que Bárbara não se apercebesse. Pensava eu que com sucesso, até um dia
Um dia estando eu só em casa, corri ao guarda vestidos dela e produzi-me com os seus adereços íntimos. Sutiã cai-cai bem decotado, vermelho vivo, calcinha vermelha transparente na frente e com folhos na cintura, meias de licra cor de carne à altura das pernas, presas a uma cinta preta. Não calcei as suas botas pois não me serviam mas como achei que Bárbara ainda iria demorar pintei os olhos e os lábios, fiz mesmo o contorno dos olhos com o crayon e coloquei rouge nas faces. Apenas não me atrevi a usar o seu verniz das unhas pois a sua remoção é demorada e o cheiro da acetona poder-me-ia trair. Quando conclui minha maquilhagem não pude deixar de apreciar o meu trabalho no espelho e fiquei satisfeito com a minha obra. Eu estava ou pelo menos sentia-me, uma verdadeira puta e o meu pilau minúsculo começou logo dando sinais de vida e a crescer. Acariciei-o, senti-o hirto e firme e com o braço comecei fazendo os movimentos de uma punheta. Estive muito tempo gozando a sensação de me estar punheteando vestido de mulher pois ao contrário de quando metia numa, sempre que me masturbava conseguia conter indefinidamente minha ejaculação, Tão entretido estava com aquilo que não escutei qualquer ruído. Foi de repente que a porta do quarto se abriu e minha mulher entrou de rompante. Felizmente vinha sozinha caso contrário ter-me-ia de enfiar pelo soalho dentro.
- Ah meu grande paneleiro gritou-me Bárbara então é assim que te divertes quando eu não estou, não é mesmo? Por isso é que há muito vinha dando conta que as minhas calcinhas e os sutiãs estavam ficando mais largos. Não admira que não saibas satisfazer uma mulher. Deves ser daqueles homens que em vez de apreciarem dar nas mulheres gostam mais de apanhar no cu. E ficas muito bonito assim vestido, não haja dúvidas. Pois vou tratar de te fazer a vontade e proporcionar-te uma experiencia de fêmea se é que o teu cu não a experimentou antes, como me parece mais provável.
Muito atrapalhado tentei explicar-lhe que nunca na vida dera ou pensara dar o cu e aquilo não passava de uma fantasia inocente como quando em rapaz me masturbava perante fotos de mulheres nuas, mas Bárbara nem me quis ouvir. Com a frustração acumulada por todos aqueles meses de vida em comum em que nunca eu a conseguira foder convenientemente, ameaçou-me de não só revelar minha tara que acabara de presenciar a todos os conhecidos, como também a facilidade com que me vinha dentro dela como se não gostasse de lhe comer a rata, se não me submetesse a um castigo que estava pensando aplicar-me.
- Será também a minha doce vingança por todos os orgasmos que não me conseguiste dar disse-me. E o seu rosto tinha um ar deliciosamente mau o que surpreendentemente me deixou ainda mais excitado do que quando ela me abria as pernas e lhe via a vulva. Não me parecia ter outra saída que não fosse deixá-la punir-me da forma que muito bem entendesse e acedi por isso a ser castigado por ela ainda que sem nenhum entusiasmo, como é bom de ver.
- Muito bem disse-me então Bárbara pegando no telemóvel e começando a filmar-me travestido para começar vais baixar a calcinha e eu vou-te filmar nesses preparos para que de futuro se te portares mal todos possam ver a pilinha imprestável que tens, e como te entreténs quando estás só em casa. E continua masturbando-te panasca como estavas fazendo quando entrei. Mas sem te vires.
Recomecei a tocar ao bicho como Bárbara me mandara e enquanto me estava tocando ela ainda me obrigou a confessar, para que minhas palavras ficassem registadas, que eu era um paneleiro de cacete frouxo e um esporra fácil gostando mesmo de apanhar no cu vestido de mulher, porque meu órgão não me permitia usufruir do sexo de outra maneira. Fiquei punheteando-me longo tempo até não me poder aguentar mais e só então minha mulher me mandou parar.
- Vai agora, ó mulherzinha de pila tesa, à arca frigorífica e traz-me uma barra de gelo, que eu vou tratar de arranjar uns acessórios de que vamos precisar para te fazer passar a vontade de te vestires com as minhas roupas.
Fiz o que me era mandado e quando voltei ao quarto minha mulher empunhava um rolo de cordas e uma colher de pau. Nessa altura eu estava apenas com o sutiã posto mas meu pilau continuava inflamado e Bárbara disse-me então que a uma putazinha como eu não ficava nada bem ostentar aquela coisa entesada, tal postura devia ser apenas reservada a machos potentes, não a bichonas como eu.
- Vou tratar de ta pôr em baixo como uma fêmea deve andar sempre.
Deu um nó escorregadio na ponta de uma das cordas e nela enfiou a cabeça do meu caralho, puxando-a depois toda por baixo dos meus colhões. A corda acompanhando o desenho da coluna dorsal foi-me então amarrada à volta do pescoço como uma coleira, de modo a que eu não pudesse movimentar meu caralho.
- Agora panasca, deita-te em cima da barra de gelo ordenou-me Mas de maneira a que a tua piroca e os tomates fiquem em contacto com ela. Vais ver como com a temperatura que a barra apresenta vais ficar não só com os espermatozóides congelados, como a tua pilinha não tarda estará ainda mais encarquilhada e pequenina do que de costume.
No entanto para não ficar com tais partes sensíveis queimadas pelo gelo, Bárbara colocou sobre a barra um fino plástico o que atenuou um pouco tal tortura, antes de passar uma outra corda nos meus quadris, cujas extremidades foram atadas aos pés do guarda fatos de modo a não me deixar levantar. Apesar do plástico no entanto não tardei a sentir o frio tomar conta de minhas bolas e pirilau e a sentir este ficando cada vez mais mirrado, como se estivesse sumindo.
- Tens frio nas partes, paneleiro? perguntou-me em ar de gozo eu devia ser mazinha e deixar-te em cima do gelo sem nada de maneira a que amanhã tivesses essa zona toda queimada, para que saibas quanto te custa emporcalhar minhas cuequinhas. Mas para não correres o risco de te constipares vou-te aquecer o cu. Desgraçadamente para ti não o vou poder fazer com uma pixota como de certo te agradaria mais, mas com uma colher de pau como se faz aos meninos que se portam mal.
Mandando-me contá-las em alta voz começou a bater-me com força com a colher de pau alternadamente numa nádega e na outra. Foram 100 colheradas no total o que me deixou com o rabo todo vermelho e esfolado, dizendo-me que nos próximos dias sempre que me quisesse sentar me iria lembrar dos meus pecados e da lição que ela me estava dando por conta deles. As pancadas nas nádegas comprimiam-me a piroca e os tomates ainda mais contra a barra de gelo provocando-me um ardor insuportável naquela área. No entanto, e muito estranhamente, apesar de nem sequer conseguir pôr a pila em pé tão gelada a tinha, eu estava achando aquele espancamento muito excitante, muito mais excitante do que tocar punheta vestido com as suas roupas íntimas.
Quando terminou de me bater amarrou minhas mãos para eu não conseguir desamarrar a corda da cintura, dizendo-me que ficaria ali manietado sem comer nem beber até a barra de gelo derreter totalmente e filmou-me naquela posição, dizendo que o filme ficaria muito bem guardado como uma garantia do meu comportamento futuro e da minha total submissão a ela.
- Já que gostas de ser mulher eu vou passar a ser o teu amante, e tu vais passar a obedecer-me incondicionalmente como uma boa esposa à moda antiga. E como não prestas para nada na cama, eu vou passar a arranjar os amantes que quiser, sempre que precisar que me consolem de maneira a deixar-te a cabeça bem coberta de chifres. E agora vou consolar-te eu a ti como as mulheres gostam de ser consoladas pelos seus machos: com um cajado bem grande e grosso.
Meu rabo estava todo empinado, mesmo em posição de ser enrabado. Bárbara foi à casa de banho e voltou com uma bomba de sucção de desentupir canos, com o cabo em madeira. Dizendo-me que devido a eu não cumprir convenientemente as minhas funções de marido já por diversas vezes se desenfastiara com ele, mandou-me chupá-lo e cuspir nele abundantemente para não me doer tanto a penetração, e alargando-me o olho para os lados enfiou-me aquele cabo pelo cu acima.
- Rebola-te nele, panasca, rebola-te nele como uma fêmea sedenta de prazer se rebola numa piroca de macho.
Eu sentia meu olho todo rasgado e não me apetecia nada rebolar-me naquela coisa dura mas fiz o meu melhor embora gemendo bastante.
- Tens jeito para paneleiro, de facto. A tua vocação em matéria de sexo é apanhares no cu e tocar ao bicho já que para cobrires mulher não tens jeito nenhum - observou-me. - Vamos, continua minha bichinha e ai de ti se o deixares sair.
O cabo estava bem enterrado no meu cu e eu apertei mais minhas nádegas para não o deixar escapar enquanto me rebolava nele, temendo a reacção de Bárbara se ele saísse. Minha esposa baixou então sua calcinha e agarrando-me pelos cabelos obrigou-me a levantar a cabeça na direcção do seu sexo. Estava mais húmido do que era habitual quando fazíamos amor e eu pude assim perceber que aquela sessão a estava deixando tão excitada como a mim.
- Cheira minha rata, bichona, cheira-a e lambe-a que de agora em diante será apenas desta forma que terás acesso a ela. De preferência depois de te ter metido os cornos para que limpes com a tua língua a esporra que os meus amantes nela vão deixar. Daqui para a frente dá-la-ei apenas a homens de verdade, de piroca e tomates grandes porque os teus só os esvaziarás à mão muito de vez em quando, quando te der permissão para tal, ouviste? Caso contrário o filme há-de ser visto por muita gente.
Bárbara acocorou-se diante do meu rosto e as suas mãos conduziram-no até ao seu entre pernas. Língua de fora. Estendi a língua e fiz-lhe um minete com o cabo da bomba bem enterrado no cu. Minha mulher estava cheia de tesão e não foram precisos muitos minutos para que se viesse e me fizesse engolir seu gozo. Pela primeira vez na vida eu proporcionara um orgasmo a uma mulher, à minha mulher. Não fora com a pila é verdade mas fora o primeiro orgasmo que uma mulher tivera comigo e sentia-me muito orgulhoso com isso.
Como estava frio e a barra de gelo era enorme, ela demorou mais de 24 horas a derreter e eu permaneci todo esse tempo, tal como Bárbara me dissera, amarrado a ela com a piroca e os tomates congelados e quando ela me soltou minha pilinha estava de facto tão sumida que não me atreveria a mostrá-la fosse a quem fosse, quanto mais a tentar metê-la, o que levou minha esposa a escarnecer dela dizendo-me que se soubesse que eu era assim tão curto nunca teria casado comigo.
- Por isso - disse-me - é que nunca me quiseste comer quando namorávamos com medo que eu te fugisse, não foi?
Enquanto estive amarrado à barra de gelo fui ainda enrabado por diversas vezes não só com a bomba de sucção mas também com um toco de vassoura, e por diversas vezes tive de lhe voltar a fazer minetes até ela alcançar o orgasmo, ouvindo sempre Bárbara dizendo-me que já que eu não tinha pila podia e devia aprender a foder com a língua.
- Hoje abri-te esse olhinho do cu, meu maridinho ejaculador precoce de pila reduzida -. disse-me minha esposa quando me desamarrou Desta vez foi só com dois acessórios de pau mas muito em breve quer-me parecer que vou fazê-lo experimentar uns pares de paus de machos a sério. E talvez depois quando sentires o leitinho quente dos mesmos inundando-te o rego tu vás gostar ainda mais de seres paneleiro e de te vestires de fêmea.
Bárbara cumpriu o prometido. Meia dúzia de dias mais tarde fez-me ser enrabado por quatro mânfios de quem ela me pôs à disposição para se encarregarem de tal tarefa. Foi um episódio memorável que marcou também o inicio da minha condição de corno manso e que consumou definitivamente a minha transformação num homem-fêmea inteiramente submetido a minha mulher, condição que presentemente tão feliz me deixa.