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Vendida 1,2,3!
Era verão e o calor sentia-se bastante, e por mais que a gente evitasse de se mexer a gente colava nas outras moças. Eramos 10 naquela jaula pequena rectangular. O sol ia alto mas o calor era imenso. Apenas vestiamos um sutiã e cinto de castidade. A coleira e tornozeleira ligadas por corrente eram curtas. O rosto era tapado com um lenço branco.
Estavamos aterrorizadas, pois haviamos saido pela a 1º vez de um colegio interno aonde ver o corpo era pudor qunato mais apalpalo. Ali naquele colegio o habito tapava os nossos cabelos assim como o nosso corpo. Eu estava desesperada, sentia-me melada, queria fugir e nao podia. Aqueles homens olhavam-nos como se fossemos uns bichos preciosos; eles podiam tocar-nos, era horrivel. Alguem dava o nosso nome assim como idade e peso.
De repente ouvi: Clarrissa 1,2,3 VENDIDA. Arrepie-me. Alguem me tirava dali, e nem soube ao certo para aonde eu ia.
Saí da jaula logo direita para um carro aonde o ar condicionado trabalhava, senti-me melhor. Olhei em redor para agradecer o fato de me terem tirado dali, quando vi dois olhos azuis da cor do mar. Ele era alto, corpo bem tratado devia medir quase 1.80m.
- Obrigado, disse eu, pode me dar agua?
Ele continou olhando para mim como se eu nada tivesse dito.
- Sou Rui para os amigos, para para voce eu sou Lord, Senhor, Amo mas nunca Rui, ouviu direito?
- Sim Lor.. - o estalo caiu direto em meu rosto.
- My Lord. - disse ele.
- Entendi My Lord. - ainda com a mão onde eu havia sido esbofeteada.
A minha boca não se abriu ate o carro parar.
A minha 1º impressão foi: nao há vizinhos. Entrei logo em pânico: a quinta devia ter ai uns 10 hectares, os muros eram altos, mais altos do que o dono. Dava total privacidade. Ao passarmos os portões grandes pretos o luxo era do melhor: cavalarias, piscina, a vivenda era grande.
Saí puxada pela a trela feito cadela, de joelhos, ele andava rapido e eu tinha que correr. Percebi logo que o melhor era cooperar e nao preguntar.
Entramos na sala e veio logo uma mulata toda despida, apenas com um avental minusculo.
- Boa tarde Meu amo, em que posso servi-lo?
- Leva esta cadela para dentro, limpa por dentro e por fora. Quero-a completamente depilada.
Fui levada mas nao sem antes sentir o peso das suas maos nas minhas pernas. A moça limpou-me sem sequer me falar. As suas maos depilaram-me toda e eu implorava para ir embora, eu queria fugir.
- Você não será dona do seu corpo. Você terá que seguir as minhas ordens. E você terá que falar sempre: sim My Lord.
A noite ele sentou-se na cama e eu
ainda de quatro, foi me puxando com a correntinha, abriu suas pernas e mandou ficar de joelhos na altura de sua cintura, me mandou abrir sua braguilha, e libertar seu pinto que já estava duro. Observei que seu pinto era grande, e me mandou eu chupar ele bem gostoso, senão levaria mais dez chibatadas, e eu o chupei bastante com muito carinho, arranquei uns gemidos com medo de levar mais ainda, mas isso foi so o principio.
Naquela noite eu aprendi tudo ou pelo menos quase tudo, obedecer e nao reclamar, a posiçao certa para quando estivesse na sua presença.
Aquele homen era o meu dono, ele queria tudo de mim mas eu??? Eu sim queria fugir. Depois de liberada saí para a rua, onde nos era premitido ir. Olhei em meu redor, era possivel fugir. Sim, eu iria fugir. Jamais aquele homem me havia de apanhar.
Eu ... Estava cansada. Não naquela noite, mas numa bem proxima.
Continua.....