Back to Browse
Iniciação
Meu Senhor,
Acredito que seja minha obrigação, contar-lhe certas coisas a meu respeito, já que nosso relacionamento deve existir na base da confiança absoluta. Assim sendo, aqui vai um pouco da minha história.
Conheci J.L. quando estava no cursinho, eu tinha uns 18 anos e ele uns 50. Ficamos um tempo naquela coisa de paquera. Mas creio que em razão da diferença de idade, ele não tomava nenhum tipo de iniciativa. Resumindo, entrei na faculdade e não tive mais contato com ele.
Um dia, correndo pelo campus, com quem eu encontro? Ele! Conversamos um pouco e trocamos telefones. Logo estavamos saindo.
Uma noite, depois de não sei quanto tempo que estavamos saindo, ele me convidou para morar com ele. Eu estava apaixonada e sem pensar aceitei. Lógico, em casa deu confusão, tinha quase vinte anos e ele mais que o dobro. No começo foi a glória, era tratada como uma rainha e ele me adorava.
Passados uns dois mêses, ele começou a fazer umas perguntas do tipo se não gostaria de ser amarrada, algemada, essas coisas, enquanto a gente transava. Insistiu tanto que acabei aceitando, meio que para acabar com aqulio, meio por curiosidade.
A primeira vez foi estranho, mas curti a sensação, principalmente, quando tive que chupa-lo. Eu de joelhos com as mãos e pernas amarradas para trás, ele com aquela coisa na minha boca, puxando meus cabelos, fazendo vai e vem, até gozar. Sabe, me senti realmente usada, mas o jeito como ele me tratou depois... , nossa ! Foi a glória.
Depois disso, sempre que ele estava em casa, inventava alguma coisa diferente, tipo me algemava braços e pernas e me prendia numa mesa grande que tinha na sala e largava lá, ou então me deixava amarrada no chão da sala. Algumas vezes nua, outras de calcinha ou vestida. E conforme a posição, fazia sexo comigo de uma forma diferente, me usava como se fosse um objeto e só.
Não gostava muito, confesso, mas comecei a esperar pelo que ele ia fazer comigo e principalmente pelo depois, quando onde eu virava uma rainha.
Um dia, ele precisou viajar para terra dele e quando voltou trouxe de presente umas botas de couro com salto muito alto que iam até o meio das coxas, um corpete e uma calcinha minuscula, tambem de couro. Hoje, acho que se pode dizer que era o kit básico.
Entregou-me as caixas, ordenou que vestisse tudo aquilo. Eu nunca tinha usado nada daquilo e por isso vesti de qualquer jeito. O corpete era estranho, pois não era grande o bastante para cobrir meus seios, deixando-os parcialmente à mostra; melhor dizendo, apenas apoiava meus seios por baixo.
Quando apareci na sala, ele me deu a maior bronca, dizendo que eu não prestava para nada e que ele ia dar um jeito em mim. Ele estava irado, nunca o havia visto assim.
Obrigou-me a deitar no chão, me algemou com as mãos para trás, e quase sentado em cima de mim, começou a puxar os cordões do corpete de couro, dizendo que ia me deixar com uma cinturinha de vespa. Não entendi direito o que ele queria dizer.
Quando acabou, eu quase não conseguia respirar de tão apertado que estava. Ele me fez ficar de joelhos e me colocou uma gargantilha larga de couro com umas argolas. É, era uma coleira. Puxando por uma argola, me fez ficar de pé. Terminou de arrumar minha bota e foi me olhar de longe, eu estava no meio da sala. Voltou para perto, ajeitou os meus seios, que estavam parcialmente para fora do corpete. Se afastou, me olhou e se aproximou novamente.
Beijando-me na boca, e com aquele sotaque carregado dele, disse que agora eu estava pronta para ser a escrava dele.
Nunca o tinha visto tão excitado. Colocou uma corrente na minha coleira e saiu andando comigo pela casa. No fim, me levou para varanda e prendeu a guia em um gancho de rede numa coluna.
Aquilo não estava me agradando e pensei em reclamar. Não tive tempo. Mal abri a boca, ele colocou algo que parecia uma bola de tênis, mas com duas tiras de couro. Com certa violência, forçou-me a abrir ainda mais e terminou de encaixar aquilo, prendendo as tiras atrás da minha cabeça. Se eu pensei que estava acabado, me enganei.
Estava assustada, e fiquei mais ainda quando o vi pegando uma corda. Amarrou uma ponta no gancho da rede, passando a outra por uma argola da coleira. Encostou-me de costas na coluna e me obrigando a afastar os pés, abaixou-se e só tive tempo de vê-lo pegando um tipo de barra escura com duas tiras em cada ponta. Amarrou uma tira em um tornozelo, por cima da bota, afastou um pouco mais o outro pé, e prendeu a outra. Pegou a ponta da corda que estava no chão e puxou para cima de forma que a corda se encaixasse na minha vagina, subindo com ela pelas minhas costas e passou por outra argola. Com uma certa brutalidade, me empurrou para que encostasse na coluna, de costas.
Obrigou-me a ficar na ponta dos pés, e prendeu a ponta solta no gancho. Então, disse que poderia por os pés no chão. Mas qual, a corda travou meu movimento se enterrando em mim. Pude ouvir um ótimo. Ele se aproximou de mim, limpou a saliva da minha boca e dando um beijo em meu rosto disse que agora eu iria começar a realmente a aprender a ser dele e se afastou.
Juro que não entendi nada e estava assustada com aquilo tudo, com medo até. Nunca o tinha visto agir daquela forma. Não demorou muito e ele voltou com uma coisa escura na mão. Era uma venda. Agora a sensação era realmente horrivel, não podia fechar a boca, não enxergava, estava completamente imobilizada, sem ação. Perdi a noção do tempo e fiquei lá sozinha. Eu acho.
De repente, ouvi passos e senti uma coisa estalar na parte interna de umas das coxas, com uma dor horrivel, depois outra, mais outra e outra vez. Das pernas passou para minha barriga, dela para os seios e desceu outra vez. Chorava de dor e também pela humilhação de passar por aquilo, mas não podia fazer nada.
Não sei quantas vezes mais, isso se repetiu, doia muito. Cada vez que ouvia passos tremia de dor , de medo ou de prazer, já que vez por outra, ele se aproximava e ficava acariciando minha vagina, de um jeito que me fazia esquecer a dor que sentia.
Uma eternidade se passou, quando percebi que ele se aproximava, não sabia se ia me bater ou me acariciar. Nem uma coisa, nem outra, ele estava soltando a corda do gancho. Nem sei descrever o alívio que foi. Quando apoiei os pés no chão quase cai. Ele me segurou pela coleira e meio que ajudou, meio que me obrigou a deitar no chão. Meu corpo todo doia.
Enquanto tirava a mordaça, dizia que deveria ficar absolutamente calada, caso contrário iria sentir aquela dor novamente. Entre ficar quieta e aquela dor, preferi o silêncio. Terminou de tirar a mordaça, limpou a saliva do meu queixo e acho que dos meus seios ... estava me sentindo toda molhada... e saiu outra vez.
Novamente, fiquei lá sozinha, por um tempo. Ele voltou e me pegando no colo, levou-me para dentro de casa, onde terminou de tirar as coisas. Foi quando vi que estavamos no quarto; ele mandou que me arrumasse do jeito que ele gostava, mas que deveria continuar com as botas. Pensei comigo que não ia ser fácil, pois era realmente alta, não estava acostumada a usar saltos assim. Antes de sair do quarto, disse que não deveria demorar muito e quando estivesse pronta fosse para a sala de jantar.
E assim foi, acabei o banho, me vesti do jeito que ele gostava, tipo saia curta, blusa decotada e obviamente nada por baixo. Fui para a sala.
A mesa estava posta para o jantar, ele me elogiou e beijou demoradamente. Enquanto acariciava minha vagina, perguntou o que havia achado de tudo aquilo. Fui sincera, disse que não havia gostado muito, mas que aquela duvida entre apanhar e ser acariciada, apesar de tudo, tinha me deixado ansiosa, quase excitada e que talvez não fosse de todo desagradável.
Ele sorriu maliciosamente e me beijou outra vez, demoradamente, foi se abaixando até alcançar minha xana com a bôca. Passando a me lamber e chupar longa e deliciosamente. Até que me puxou para o chão e fizemos amor ali mesmo.
Passamos a repetir aquela cena com variações com uma certa frequência, eu estava começando a curtir demais aquela coisa de dor e prazer, a um ponto que comecei achar que estava ficando louca. Gostar daquilo ? Mas, realmente estava.
O que não variava era que sempre ele descobria um jeito novo de me provocar algum tipo de dor ou dar prazer. Eu já estava começando a misturar os dois ...
Quando não estavamos praticando nosso teatrinho, eramos como qualquer casal, saimos para o cinema, jantar essas coisas, o único detalhe é que eu nunca deveria usar nada por baixo da roupa e sempre que possível ou conveniente deveria ter seu pau em minhas mãos ou boca.
Sempre que começavamos nossas cenas, por assim dizer, tinha ordens expressas de nunca olha-lo diretamente nos olhos, a menos que ordenada, a trata-lo sempre de Amo e nunca, nunca falar sem permissão, caso esquecesse de algum desses detalhes, ele imediatamente usava uma varinha flexivel uma varinha em mim, o que era realmente dolorido.
Um dia, mal tinha chegado da faculdade, por volta de 2 da tarde, ele chegou também, coisa rara. E trazia uns pacotes. Entregou-me um deles, dizendo que era um presente e me levou para a sala. Abri o presente, eram dois livros, em quadrinhos, História de O e Justine. Ia começar a folhear, quando ele disse " ... deixe para mais tarde, vamos brincar agora ! ", me deu um beijo e entregou outro pacote dizendo "... e use isto !". Era a deixa ... fui para o quarto, e abri o pacote. Dentro, havia um corpete preto de um material esquisito, parecido com borracha, de um tamanho tão pequeno que fiquei imaginando como iria entrar dentro dele; um par de luvas e outro de meias do mesmo material e uma sandália de amarrar de salto muito alto e fino. Sinceramente, aquele visual começava a me agradar bastante, me sentia super-sensual e adorava ver a excitação que aquelas roupas provocavam nele.
Vesti as meias que iam um pouco acima do meio das coxas; as luvas pouco acima do cotovelo, as sandalias e tentei vestir o corpete. Foi quando percebi ele me olhando da porta do quarto. Ao invés de me chamar de burra, inútil essas coisas, simplesmente disse "... deixe-me mostrar como vestir isso ... ". Mexeu aqui, ali e me mandou vestir novamente, o que consegui fazer. Mexendo numas presilhas do corpete, foi apertando, afivelando, ajustando e me perguntou se conseguiria fazer aquilo sozinha. Respondi que sim, sem olhar para ele, que disse " ótimo, agora se olhe no espelho !"
Obedeci, e ele " Linda, não ?" Concordei espontaneamente, como disse, há tempos estava começando a curtir aquele tipo de visual. Antes de sair do quarto, ordenou "... faça um rabo de cavalo, bem alto e vá para a sala ! "
Fiz o que mandou e fui ao seu encontro; como era a regra, parei no meio da sala, olhando para baixo. Ele sentado numa poltrona me observando ... ordenou que me virasse umas vezes até que se sentisse satisfeito. Podia sentir seu olhar, devorando meu corpo e disse " Você esta quase perfeita nesses trajes, mas algo não esta direito ! Deite-se de costas na mesinha do centro ! "
Tinhamos uma mesa de centro baixa, com um comprimento tal que podia me deitar inteira sobre ela. Ele me algemou as mãos atrás e acima da cabeça, prendendo a corrente da algema em outra que prendeu em algum lugar da mesa. Depois separou minhas pernas, amarrando cada uma delas a uma das pernas da mesa. Em seguida, me colocou aquela mordaça de bolinha. Em vista do que já havia experimentado ultimamente, era uma posição até que confortável.
Em pé novamente e me olhando de frente disse : "Você tem um corpo maravilhoso e uma buceta linda, pena que esteja coberta por esse matagal ! Vamos dar um jeito nisso !" e saiu da sala.
Fiquei surpresa, pois gostava de biquinis e tangas minúsculas e sempre me depilei para poder usa-los. Ele nunca falou nada e até achava que gostasse... mas pelo jeito ...
Da cozinha ouvi o barulho do micro ondas e pouco depois aquele cheiro característico de cêra de depilação derretendo. Mais uns minutos e ele voltou com um pote fumegante na mão e na outra minha sacolinha com as coisas de depilação. Nem deu tempo de pensar muito, apenas senti a cera sendo derramada e espalhada no meu púbis e virilha, fechei os olhos e gemi de dor, não era insuportável mas ardia, queimava.
Pausa: Cera de depilação é coisa estranha, não chega a queimar de verdade, deixa apenas vermelho.
No tempo certo, ele começou a aplicar os pedaços de celofane sobre a cêra ... várias vezes já havia me visto fazer depilação.
Outra vez, no tempo certo, começou a puxar o celofane; e doia, doia muito sentir aqueles pelinhos serem arrancados, ele fazia isso lentamente; de propósito, é claro. Mas não tão devagar para que não fizesse efeito.
Terminada a primeira etapa, passou a mão meio que sentindo os resultados, meio que me acariciando, e resmungou " Ainda não esta bom ! " e voltou para a cozinha. Repetiu o processo. Até se sentir satisfeito. Eu gemia de dor. Quando se deu por satisfeito pegou um espelho e o colocou de forma que eu pudesse ver o resultado. Estava vermelha, em brasa, nem posso dizer que tinha gostado, de tão avermelhada. Tirou o espelho e disse " De hoje em diante, você vai andar sempre assim. Gemi, concordando.
Outra pausa: Esse tipo de depilação é uma faca de dois gumes, ou se aguenta a coceira dos pelinhos enquanto crescem, que é muito chata e incomoda; ou não se deixa mais cresce-los e dai não se acostuma mais com os mesmos. O que foi minha opção.
Ele puxou um banquinho e se sentou perto de mim passando a acariciar e a manipular meu clitóris, ficou nisso um tempo enorme. A esta altura a dor tinha sumido e eu podia sentir que estava molhadérrima de tesão e ele percebia isso, muito bem. Brincou tanto comigo que meu clitóris devia estar imenso de inchado. Mas era só nele que meu Amo brincava.
De repente parou, se levantou e veio ate perto de mim. Pegou um cinto, ou algo parecido e deu um jeito de prender minha cabeça contra a mesa, de forma que eu não pudesse levanta-la. Na sequencia, obrigou-me a abrir a boca e encaixou aquela bolinha de borracha. Comecei a ficar preocupada, a bolinha era sinal obvio de que ele iria me provocar dor, intensa. Saiu da sala. Pude ver, com certo esforço, que quando voltou trazia uma caixinha metálica, daquelas onde se guarda material cirúrgico, sabe ? (Ele era médico). Ouvi o barulho da caixa sendo aberta e de repente alguma coisa apertou com muita força meu clitóris, nem tive tempo para me acostumar com a dor ou para gritar, pois quase que imediatamente senti uma picada e alguma coisa pareceu rasgar aquela pele fininha. Gritei ou tentei gritar, mas não consegui, não podia. Mordi a bolinha com toda força que pude, tentando gritar. De repente, a sensação de aperto sumiu, sentia uma dor estranha no clitóris que latejava demais. Ele se levantou e olhando para mim disse "Você acaba de ganhar seu primeiro enfeite !" Sorriu. Pensei que havia acabado, mas que nada. Ele se abaixou e pegou um tipo de pinça. Senti que estava mexendo no meu umbigo e pronto, de novo a sensação de aperto. Outra vez aquela agulhada. Doeu ..., pouco menos , talvez, mas doeu. Instantes depois, ele se levantou e me beijou no rosto dizendo " agora você esta linda, perfeita. Mas vai ficar bem quietinha ai ... " e saiu.
Meu clitóris ainda latejava e doia, o umbigo também e eu me sentia esquisita ... acho que adormeci.
Acordei com ele passando algum tipo de líquido em mim, na sequência, soltou as algemas, cinto, tudo e me ajudou a levantar. Fui levada para o quarto, e ele me pôs na frente do espelho grande. " Agora olhe, ficou lindo !" E olhei, tinha duas argolas de metal do tamanho de uma moeda de 10 centavos, brilhando, uma quase escondida no meio da minha vagina e outra no umbigo. "São de aço cirúrgico, e vão ficar ai ate a cicatrizar, daqui uns dez dias. Depois a gente troca."
Eu já havia visto várias fotos de piercings e algumas delas achei lindas, mas nunca me imaginei usando algo assim ... agora precisava apreciar.
Percebendo minha reação ele apenas falou " quando você aprender a lidar com eles vai se deliciar ... " , deu um sorriso maroto e me beijou longamente.
Naqueles dias depois que coloquei os piercings, levamos o que se poderia chamar de vida baunilha. Já que para evitar problemas a cicatrização deveria se dar em condições normais e ele, meu AMO, estava numa das suas fases de me tratar como uma esposinha comum.
Quando usava jeans, sentia aquela argolinha contra o jeans, e se andasse um pouco mais, já começava a ficar excitada, era o máximo.
Não demorou muito para que descobrisse uma sensacional utilidade para daquele piercing no meu clitóris.
Fomos a uma festa, e nem sei porque, estava usando uma calcinha dessas de renda. Acho que o piercing se enroscou nela, e ficou se atritando enquanto dançava, sózinha, quase tive um orgasmo.
Quando me dei conta do que aconteceu, fui até nossa mesa, sentei-me ao lado de J.L. e discretamente fiz com que ele tocasse minha vagina. Sussurei em seu ouvido " Amo, seu anelzinho me fez gozar sozinha !" E ele, me beijando, perguntou "E como você vai me pagar isso ? " Não respondi nada, apenas sorri.
Mas no carro, depois que saimos, deitei-me em seu colo e mantive aquela coisa dura e pulsante, bem quentinha, na minha boca até chegarmos em casa. Na garagem, bastou um pouquinho mais de vontade na boca, que logo ele me retribuiu. Por pouco, não consigo engulir tudo, de tanto que gozou, mas saboreei cada gotinha e ainda deixei ele lá até que perdesse o entusiasmo.
Dai em diante, meu Amo passou a fazer uso constante daqueles enfeites. Uma das coisas que ele mais gostava, quando saiamos, era prender um tipo de um pingente com uma bolinha de metal cheia de pontas. Como devia sempre usar saias e absolutamente nada por baixo, quando caminhava, aquilo ficava balançando entre minhas pernas, seu peso, puxando meu clitóris para baixo e as leves agulhadas causadas pelas pontas, me provocavam arrepios de prazer, me deixando completamente ensopada. Esse tesão todo era completado quando ele encontrava uma oportunidade qualquer para me chupar e puxava sem dó aquela correntinha. Eu gozava como louca.