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O Sadismo e o Amor de Meu Dono

Ele me mandou vestir apenas uma meia-calça preta (sem calcinha por baixo), um vestido preto curto e justo, um par de sandálias de salto bem alto pretas, na boca batom vermelho. Não deveria me depilar e o perfume deveria ser o Paris, como de costume. Tinha que esperá-lo na calçada, na rua de frente ao prédio onde morava. Ele viria me buscar. Deixei para me arrumar em cima e assim tentar ficar menos ansiosa. Desci e fiquei na porta do prédio na hora combinada. Como da outra vez, todos passavam, olhavam e mexiam comigo falando coisas indecorosas. Pensei comigo: ``Estou aqui novamente fazendo papel de puta... Ele gosta mesmo de testar e de me exibir... Além de ser sua putinha, ele gosta de saber que os outros me desejam.´´ Ele não era de se atrasar... Eu sabia que os 15 minutos de atraso eram apenas pra me torturar, deixar ansiosa e me expor ali na rua. Ele sempre conseguia me deixar assim... Todas as vezes que falava com ele, mesmo por telefone, ou quando ia encontrá-lo, em todos esses meses, minhas mãos e pés ficavam gelados. Eu sabia que devia temê-lo, além de adorá-lo. Sabia que qualquer atitude minha poderia ser uma boa razão pra punição. Aliás, mesmo sem razão alguma, se ele assim o desejasse, eu seria punida... Por existir? Não! Ele me adorava também, mas seu prazer estava em me ver amedrontada, acuada, e excitada. Mais uma vez o carro preto, vidro fumê... Aproximando-me da porta ouvi a voz do Senhor: ``- Feche os olhos, querida!´´. Obedeci prontamente, eu sabia também que aquilo significava uma surpresa pra mim. Sentei-me no banco e senti o calor de suas mãos perto de mim e uma venda cobrindo meus olhos... Adorava ser vendada - sem olhos, nosso principal meio de comunicação com o mundo, todos os demais sentidos se aguçam! Perdi a noção do tempo, ali vendada, com o Senhor sentado ao meu lado. Ele não encostara mais em mim, mas eu conhecia bem seu cheiro e o calor que seu corpo emanava, mesmo vestido e distante de mim. Ele parou o carro parou e guiou-me pelas mãos. Parecia ser uma casa e entrando nela, ele beijou-me a boca lentamente, deixou-me um pouco ainda de pé, vendada, no meio do cômodo... Não sabia o que fazer, mas ele me segurou pelo pescoço e me levou escada acima... No que devia ser um quarto, parada, ouvi o barulho do passos dele, o som de uma maleta sendo posta em cima de uma cômoda ou mesa.... Ele me guiou até a cama, pôs-me sentada, deitou-me no meio dela. Ouvi barulho de correntes e imaginei: ``Céus, ele vai me acorrentar na cama, como eu sempre quiz...´´ Abriu minhas pernas, prendeu-as com um tipo de algemas que deviam estar ligadas às correntes, abriu meus braços e fez o mesmo. Levantou meu vestido e passou os dedos na minha xana... Eu já estava excitada e senti seu riso leve ao perceber isso. Ele mexia num móvel ao lado da cama e eu imaginando o que estaria por ali. ``- Vou passar várias coisas em sua boca e você tem que adivinhar o que é, mocinha. Se for uma garota esperta, não apanhará muito hoje.´´ Eu nunca havia sentido o ardor de um chicote na minha pele, nem jamais um homem tinha falado em me bater assim. Ele foi passando as coisas e eu dizendo... ``- Um pepino! Hmmmmm.... Uma laranja!.... Eca, isso é uma pena? De quê? Gelo, uma pedra de gelo. Chocolate!!! Ah, esse é seu chicote!´´ ``- Danadinha vc, hein? - disse ele... - Vamos ver se acertará tudo...´´ e ia passando os objetos, eu acertando e ele ficando admirado. Até que ele fez uma pausa, parecia arrumar algo. Senti algo quente, macio e lisinho na minha boca! Eu sabia, tb conhecia aquilo... Era seu pau! Ele tb já estava excitado com aquilo! Tirou a venda dos meus olhos e me deixou chupá-lo com vontade, embora pra mim a posição não fosse nada confortável. Depois beijou-me novamente e sentou-se ao meu lado. ``- Você não tem medo, menina, de ficar aí assim acorrentada?´´. ``- Não querido, embora possa imaginar do que você é capaz, sei que não fará nada de que eu não goste.´´ ``- Como você acertou tudo, não poderei puní-la por esse jogo.´´ Sem a venda, pude enfim ver a quantidade de coisas que ele havia trazido pra curtir comigo. Eu já estava excitada, embora ainda calma, com a situação. ``- E como estou bonzinho hoje, vou deixar você ser minha menininha ao invés de minha cadelinha.´´ Soltou-me da cama, mandou que eu me despisse completamente e que sentasse no seu colo, no sofá... Ele estava com um terno preto, como de costume, e ele sabia que aquela era a roupa que eu mais gostava. Via nele a imagem de um Pai, de um Senhor, de um Guia, um Dono e o terno imprimia mais seriedade a ele. Como eu respeitava e admirava aquele homem. Seria capaz de largar tudo que ele mandasse, fazer tudo que ele quisessse, para estar perto dele. Despi-me devagar, olhando bem nos olhos dele, que me fitavam vidradamente. Seite-me no seu colo, abracei-lhe o pescoço e deitei minha cabeça em seu ombro. ``Sou sua meninha e quero aprender tudo que o Senhor desejar me ensinar´´. ``- Você quer por a mão no pau do seu Senhor quer?´´ Respondi já abrindo o zíper de sua calça e enfiando minhas mãos por dentro da cueca dele... Ele ria, uma menininha não seria assim tão ágil... Rsrsrsrsrrs... Mas deixou-me a vontade. Fiquei acariciando seu pau por baixo da roupa e ele me fazendo carinho nas costas e no cabelo. Perguntei se podia beijar sua boca e ele recebeu-me prontamente colando seus lábios nos meus. Sentei-me melhor no seu colo, de frente, com as pernas cruzadas por detrás de suas costas... Ele segurava meu rosto com uma das mãos, com a outra me apertava a bunda. Aos poucos fui escorregando em cima dele, sua pica dura, pra fora da calça, já estava sarrando no meio de minhas pernas e entrou fácil, com tanta lubrificação, dele e minha. Essa hora em que sinto a pica entrando em mim é uma viagem... Eu não saberia descrever a sensação... É algo que me faz perder a voz, prender a respiração e me dá agonia em todo o corpo. Naquela hora não foi diferente... Mas dessa vez ele não queria me foder com força, como sempre fazia... Segurou-me, apertou-me, mas era delicado, meio que me admirando, quase respeitando, e com isso eu não estava acostumada. Ele sempre me tratava como uma puta, desclassificada, mas adorei ver que aquele homem, tão seguro, mandão e forte podia ser terno comigo. Fiquei rebolando suavemente em cima dele, pra trás e pra frente, as vezes pra cima e pra baixo. Beijava sua boca, acariciava suas costas e ele passeava com as mãos, desta vez leves, em meus seios, barriga, virilha... Ele já me conhecia tão bem. Brincava suavemente com meu grelinho... Eu sentia um calor muito bom, estava tão relaxada e sentia que ele estava assim também. Senti seu pau pulsando dentro de mim, como se estivesse perto de gozar, e aquilo me deu um tesão tremendo. Continuamos nos mexendo de leve, quase sem distanciar nossos corpos... Gozamos lentamente, sem agonia, sem desespero, sem aflição... Era a primeira vez que isso acontecia... Com a gente era tudo sempre tão intenso, tão animal... Daquela vez fui sua mulher, sua menina, que ele cuidava e admirava. Ele me deu banho, escovou meus dentes, penteou meu cabelo, com um zelo extremo. Perguntei se ele estava decepcionado porque não tinha usado os apetrechos que havia trazido e porque aquela transa não tinha sido como ele gostava e sua resposta foi a seguinte... ``- Linda, não temos que ser sempre de um jeito só... Sabemos do que gostamos, podemos aproveitar e usar nossos corpos no sexo como bem entendermos, curtir práticas sado-maso, ou seja lá o que mais, mas nem sempre tem que ser assim. Ao lhe ver deitada, rindo ao adivinhar o que passava em sua boca, senti uma ternura que não me deixou fazer outra coisa a não ser cuidar de você e possuir-lhe, dessa vez, quem sabe apenas, como uma mulher que amo. Hoje você foi amada, não usada...´´