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Encontro
Ela abriu a porta do quarto, e Ele já estava lá sentado como um Rei a esperando. O cumprimentou, recebeu um sorriso e sem cerimonia, agarrou-a pelos cabelos dando-lhe um demorado e forte beijo. Enquanto a beija, procura
seu corpo com as mãos( que mãos) e não sei se por vontade ou raiva por ela ainda estar vestida, afasta seu rosto e vários tapas no rosto são escutados e sentidos. Mordidas em seus ombros, pescoço, nuca são a resposta que ela precisava: Ele não estava com raiva, apenas a queria.
Em um dado momento, Ele a solta, a deixa de joelhos e cabeça baixa, levanta-se e qdo volta, vem com um cigarro aceso. Mandou que tirasse a blusa e o sutien, o que ela fez prontamente. Ainda de joelhos e cabeça baixa, foi orientada a colocar as mãos pra trás e de repente sua carne começou a queimar. A brasa do cigarro era aliada ao Seu prazer. Seios que ainda há pouco haviam sido beliscados, mordidos agora eram queimados também. Quando o cigarro acabou, seu corpo, da cintura pra cima estava todo marcado por Ele e
ela...bom, ela sabia que era só o início.
Agarrou-a novemente pelos cabelos e a conduziu para uma parede, mandou que ficasse de frente e veio a primeira das 50 chicotas em suas costas já doloridas pelas torturas anteriores. Enquanto Ele batia, as bolhas que haviam se formado por conta da brasa, estouravam. Ela prendeu o choro pelo maior tempo possível, mas doia muito e Ele sabia disso, mas sabia também que estava longe de chegar ao limite de sua cadela. Em certo ponto, ela caiu no chão e sem piedade Ele continuou batendo. Seu choro agora, se transformava em urros, e claro que isso era música para os ouvidos d'Ele. A puxou novamente pelo cabelo, abaixou suas calças, pois ainda estava vestida, colocou-a de 4 na cama e a penetrou forte, como se naquele momento nada mais existisse. Os gritos deram lugar a gemidos, choro de quem estava ali totalmente entregue, mesmo que de vez enquanto, passava por sua cabeça se ela era doida ou o que. Porque suportar tanta dor? Por Ele? Enquanto pensava, deixou de perceber que as chicotadas ainda não eram findas, e enquanto Ele a penetrava, o chicote cortava-lhe a carne já tão maltratada.
Ela estava prestes a sair dela mesmo, quando ouviu aquela voz: "Goza cadela, goza pro teu Dono" E ouvindo aquela voz cheia de tesão, se refez, e por vontade dela e desejo d'Ele, pediu que batesse mais e o gôzo foi eminente para os dois.
Ao final, os dois exaustos se largaram na cama e ela deitou longe d'Ele. Ele a puxou para perto, deu-lhe uma abraço carinhoso e ficaram ali, alguns segundos até a primeira tentativa dela em se afastar, sem sucesso. Tentou mais duas vezes e na útima vez, Ele disse:" Cadelinha tá precisando do Dono, quero vc aqui pertinho" Eles então dormiram ali, abraçados, exaustos e
plenos.
Depois de um certo tempo, ela acordou com Ele a beijando a boca. Beijou sua face, sua testa, acariciou todos os lugares em que haviam marcas. Levantou, pegou algumas cordas, prendeu seus pés e mãos na cama a deixando exposta.
Ela ainda zonza, não tinha noção do que Ele fosse fazer com ela. Beijos, carícias, a voz em seu ouvido, vontade, desejo, era apenas isso que Ele
queria. Passava a mão em seu sexo, devagar, era uma deliciosa tortura...Novamente Ele se afasta e pega algo que ela não conseguiu identificar:Eram dois vibradores. Colocou um na buceta e outro no cu. Ligou e enquantos "trabalhavam" Ele delicadamente passava a língua no clitóris dela. Qtas vezes ela gozou? Nem ela sabe, só pensava, naquele meio tempo em que dava, nas centenas de mulheres que não sabiam o queera ter um orgasmo e ela, bom, ela estava ali já deseperada pra parar tudo, pois chega a um ponto que não se sabe mais onde começa e termina o gôzo, é como se fosse uma único intermitente.
Qdo Ele decidiu que era o bastante, tirou os vibradores, a desamarrou e a usou novamente. A usou em todas as posições, algumas ela até queria rir, pois não sabia se conseguiria ficar por muito tempo.
Depois disso tudo, ela soube responder o porque de suportar tanta dor. Ela suportava, poe Ele. Ela era d'Ele e isso bastava a Ela.