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Combino um encontro com minha Rainha num quarto de hotel para uma tarde de escravidão... -Quero te comprar um par de sandálias novas, posso ? -De salto alto ? -Não... Sandálias baixinhas mesmo... Sem salto... -Hum... Tudo bem... Até parece que eu não sei que você gosta, né? -Gosto ... Quero calçar as sandálias nos seus pés e beijá-los... -Se é isso o que você quer... Vamos, te encontro lá... -Mas uma coisinha... -Fala! O quê é? -Você pode ir com aquelas havaianas pretas que eu te dei? -Você quer que vá de chinelo havaiana ? Posso ir .. Mas pra quê ? -Quero apanhar de chinelo havaiana... Você sabe que eu morro de vontade... Você faz isso pra mim? -Faço... -Quero que você me amarre na cama e mande ver na chinelada... -Tá bom meu escravo... Vamos nos encontrar que eu vou te dar um tratamento completo! Você vai apanhar gostoso, como você nunca apanhou na sua vida! Na verdade estou ordenando que você venha me encontrar agora mesmo, escravo! Hum... Que tesão! Só de conversar com minha Rainha já fico todo excitado... Pego o carro e vou ao seu encontro... Quase bato o carro de tanta ansiedade e nervosismo... Chegando ao hotel logo vejo a minha Rainha... Ela vem caminhando em minha direção... Está linda... De calça jeans bem justa, camiseta preta... e havaianas pretas nos pés... As unhas estão pintadas, os pés muito branquinhos e sensuais como sempre... Ser recebido pela sua Rainha de havaianas nos pés é algo indescritível... -Oi, escravo... -Oi minha Rainha... Adorei as suas havaianas... -Você trouxe as sandálias pra calçar nos meus pés? -Trouxe... -Gostei das suas sandálias também meu escravo... São novas? -Sim, comprei quando vinha pra cá... São de couro... -Ah, logo vi, nunca tinha visto você com este modelo antes... Nunca vi alguém que goste tanto de sandálias como você. -Que bom que você gostou... Faço tudo pra te agradar, minha Rainha... -Vamos subir ? -Vamos ... Ela mesma já tinha reservado um quarto... Subimos e ela me conduz pelo corredor e pelas escadas, tudo a meia luz... Ela ia na frente, eu atrás alternando meus olhares entre a sua bunda bem enfiada na calça jeans e os seus lindos pés calçadas nas havaianas pretas... -Está nervoso meu escravo? Daqui a alguns minutos você vai se soltar... Eu vou te dar um tratamento especial... Entramos no quarto, ela senta na cama... -Cadê as sandálias que você trouxe pra mim? -Estão aqui... -Pode se ajoelhar e calçá-las nos meus pés... -Os seus pés estão muito lindos hoje... Pego as sandálias que eu escolhi especialmente para ela... Calço-as em seus pés... Bem devagar, curtindo o momento... Os pés dela ficam maravilhosos dentro daquela sandalinha de dedo bem baixinha, absolutamente plana... Uma tirinha de couro preto sai do dedão e percorre todo o peito do pé até encontrar-se com a outra tira que firma a sandália ao pé... O couro preto trançado faz um belo contraste com a pele branquinha e com as unhas bem pintadas... Arremato a obra de arte, passando a tirinha de trás pelo seu belo calcanhar e ajustando a fivela do lado da sandália, tomando cuidado para não apertar demais seus lindos pezinhos... -Posso beijar seus pés? -Sim, meu escravo, sinta-se a vontade... Beijo os seus lindos dedinhos... Beijo bem devagar dedo a dedo, um por um... As unhas estão pintadas com uma cor de vinho-sangue bem forte, muito sensual mesmo. Quando eu dou um beijo no peito de seu pé, ela o arqueia todo, querendo me dizer, beija mais, não pare... Que beleza ver aquele pé todo arqueado dentro da sandália... Pego o outro pé e junto os dois para admirá-los... Fico um bom tempo apenas alternando beijos, carícias e contemplando aquelas duas maravilhas da natureza... -Bem meu escravo... Agora vai começar o seu tratamento... Tire toda a sua roupa agora! Obedeço... Não totalmente, porque ainda fico com minhas sandálias nos pés... -Vai ficar de sandálias, hein meu escravo? -Peço permissão para ficar de sandálias... Minha Rainha... Me sinto mais seu escravo e mais submisso quando estou de sandálias... -Fez bem em pedir permissão, escravo, senão já ia levar uma chinelada na cara por desobediência... Permissão concedida, pode ficar com suas sandálias nos pés... Dê-me suas mãos... Vou amarrar suas mãos e seus pés, você vai ficar de quatro na cama olhando para os meus pés... Se tirar os olhos deles... Chinelada na cara! Até que eu gostaria de receber esse castigo, penso eu... Adorei as palavras: Chinelada na cara! Fiquei muito excitado mesmo, mas fico quieto e obedeço... -Cadê as minhas havaianas? Onde você as colocou? -Estão ali... Respondo sem tirar os olhos dos pés dela... -Muito bem escravo... Você é bem obediente... Ela pega a sua havaiana top preta número 37/38... Minha preferida... -Prepare-se escravo! SLAPT! Hum... Que delícia... Ela começa a chinelar minha bunda... SLAPT! Ahh... Ela tem a pegada bem firme... SLAPT! Ela vai alternando as chineladas, direita, esquerda, direita, esquerda... -Toma escravo! SLAPT! SLAPT! SLAPT! Ah... Que delícia, que maravilha... Mas não abro a boca... Ela põe um pé na cama bem perto da minha cara... -Beije o meu pé, escravo! E comece a contar as chineladas! Se errar, já sabe... Chinelada na cara! Contar cada chinelada? Essa é nova, penso eu... Nunca vi ela ordenar que eu conte as chineladas... Mas obedeço prontamente... SLAPT! Um... SLAPT! Dois... -Mais alto escravo! Quero ouvir sua voz! SLAPT! Três... SLAPT! Quatro... Ela ia aumentando a força a cada chinelada... SLAPT! Eu queria gemer... Mais tinha que contar... Cinco! SLAPT! Seis... SLAPT! Sete... Fui contando direitinho... O som do chinelo estalando em minha bunda era uma delícia... SLAPT! Quinze... Minha cabeça delirava, mas continuava contando... Estava indo bem, até que lá pela trigésima chinelada eu não agüentei e soltei um gemido... -Ahhnn... Que delícia, Rainha... -O quê? Eu não mandei se manifestar ainda, escravo! Era pra contar até quarenta! Levanta a cabeça e olha pra mim, escravo! Obedeci, ela olhou bem pra mim, eu fechei os olhos e SLAPT! Tomei a primeira chinelada na cara de minha vida... Ela deu a chinelada devagar, com jeito, sem muita força, mas muito bem aplicada, porque eu me lembro que quase gozei... Foi bom demais... Nunca me senti tão humilhado e escravizado como naquele momento eu que tomei uma bela chinelada na cara... Aquela mulher sabia muito bem como me dominar... Ela tinha muita consciência do poder que exercia sobre minha humilde pessoa... Tanto que ela percebeu o quanto eu havia gostado da lapada na cara e logo disse: -Gostou? Agora vire o rosto para receber outra! SLAPT! Ahnnn... O chinelo estalando em meu rosto... Jamais vou esquecer o cheiro daquela havaiana preta no meu rosto... Ficou gravado em minha mente. Ela retomou as chineladas na bunda e acabei a contagem até quarenta, respirando aliviado... -Vamos ver o que mais você trouxe pra mim... Ah, chinelinho de couro também? Já que você gostou tanto de apanhar de havaiana, vamos ver como você se sai apanhando de chinelinho de couro... Já vou avisando que é mais doído que a havaiana! -Pode me chinelar... Eu agüento! -Está liberado de contar, escravo... Pode só ir curtindo as chineladas... Estou boazinha hoje... SLAPT! SLAPT! SLAPT! Começo a apanhar novamente... Desta vez as chineladas são um pouco mais fortes, o chinelo de couro é mais firme que a havaiana, mas as chineladas são perfeitamente suportáveis e deliciosas... O chinelinho de couro número 38 que eu também havia comprado pra ela tinha solado de borracha, então não doía tanto assim... Com o chinelinho de couro, ela começou a aplicar chineladas em outras lugares do meu corpo... Começou a chinelar também a batata da perna e as coxas... Ela ordenou que eu me deitasse na cama e mandou ver chineladas em meu corpo todo... Chinelava minhas costas, meus braços, as palmas das minhas mãos e até tirou as minhas sandálias e deu chineladas nas plantas dos meus pés... Aí foi demais pra mim... Mexendo nos meus pés eu não agüento... Fico muito louco de prazer... Mesmo estando com as mãos e pés amarrados, eu fazia pressão contra a cama e iria gozar logo se ela não parasse... Ela percebeu tudo e falou... -Vamos mudar de posição senão você fica se esfregando na cama e logo vai gozar... Se você fizer isso antes da hora certa eu te mato, escravo! -Desculpe minha Rainha... Isso não vai acontecer... -Não vai acontecer mesmo porque eu vou te amarrar no pé da cama, você vai ficar de quatro no chão e eu vou continuar com o castigo... Ela me amarra... -Obrigado minha Rainha... SLAPT! SLAPT! Começa nossa sessão de chineladas na bunda... -Abaixe-se e beije os meus pés enquanto apanha escravo! Ela fica sentada na cama com os pés no chão e eu de quatro com as mãos amarradas no pé da cama fico admirando e beijando os seus pés calçados nas sandálias... Delícia de posição, bem humilhante e boa para apanhar... Me sinto totalmente submisso a ela, as chineladas vem agora com força total... Mas ela ainda não está contente, pois sabe que o chinelinho com solado de borracha ainda é um castigo um tanto leve, mais um prêmio que um castigo... Sinto que ela quer me castigar mais e mais... Ela quer que eu sinta tudo com mais intensidade, então ela tira do seu próprio pé a sandália de couro preta que eu mesmo lhe dei... Eu fico preocupado pois essa sandalinha tem solado de couro, tá certo que a sandália é bem feminina e bem levinha, mas o couro estalando na bunda deve dar uma dor daquelas bem ardidas... Ela começa a me castigar novamente... O couro da sandália é bem duro e estala na minha bunda fazendo um som bem forte... TAFF! Ai! Essa sandalinha dói... Uma dor bem ardida, como eu tinha previsto... Eu não me contenho e começo a gemer... Acho que levei umas vinte e tantas chilapadas com essa sandalinha... Minha bunda dói só de lembrar... -Agora escravo, prepare-se para sentir fortes emoções... Ai, o que vai ser agora? Penso... Ela tira uma sandália do meu pé... Ela vai usar a minha sandália? Eu calço número 43, essa sandália é bem pesada... E tem sola de pneu... Ela se posiciona atrás de mim... Eu me estremeço todo só de pensar... Essa vai doer mesmo... Ela dá a primeira... SLAPT! Ahh... A segunda... SLAPT! Eu solto um gemido... Ahhnn! Minha bunda queima de dor... SLAPT! Grito... A sandália estala bem forte... É bem pesada mesmo... Apanho mais e mais... Nem sei quantas sandalhadas levei... Deliro de dor... Mas ela não se contenta... Sentindo que pode ainda extrair algo mais de seu escravo, ela pega o cinto de couro preto trançado que estava na minha calça e começa a usá-lo em mim como um chicote... Agora eu sou realmente o seu escravo, amarrado, de joelhos no chão e sendo chicoteado apenas para o prazer de sua Rainha... Ela maneja o cinto com vigor, como se fosse um chicote rasgando o ar, como quem chicoteia um cavalo selvagem ou um escravo negro rebelde na senzala... As chibatadas queimam e marcam meu pobre lombo... Depois de um certo tempo, além do castigo do açoite, meus joelhos também começam a doer, pois não estão mais suportando o peso do meu corpo e o chão é muito duro... Me seguro para não chorar de dor e de prazer... Ela percebe que cheguei ao meu limite... -Deite-se meu escravo... Já apanhou bastante... Foi castigado como merecia... Agora vou pisar em você... É o seu prêmio... Eu sei que você adora ser pisado pela sua Rainha... Ela me posiciona no chão... Ainda estou com as mãos e pés amarrados e agora sou pisado pelos seus maravilhosos pés que estão dentro das suas igualmente maravilhosas sandálias... Que delícia! Ela pisa nas minhas costas, na minha bunda, nas minhas pernas, nos meus braços, pisa o meu rosto... As suas pisadas são como uma massagem em minha alma... Eu beijo as suas sandálias e os seus pés, beijo, beijo, beijo, até não poder mais... -Vem meu escravo, você já sofreu bastante, agora vamos fazer amor... Deito na cama, ela me amarra com força e fico totalmente à sua disposição... Fazemos amor com intensidade e logo gozamos juntos... A Rainha e o escravo sempre juntos na dor e no prazer...