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A Transformação I Concurso de Contos e Poesias BDSM - Participante
Sou um escravo, ou melhor dizendo, sou uma escrava.
Sou também uma putinha ou uma cachorrinha que às vezes, está no cio.
A minha situação e disposição sempre depende do que o coração da minha dona o deseja. Entretanto, quando não sou nenhuma dessas coisas por ela desejada, então sou uma serva doméstica, vestida primorosamente e sempre atenta às suas necessidades e desejos.
Gostaria de contar como alcancei o mais baixo nível da humilhação humana, a suprema infelicidade que o gênero atinge, e a maior glória que um homem poderia atingir ao ser considerado uma quase-fêmea perfeita a menos da questão sexual sem ser considerado como um travesti ou um bicha.
Antes de qualquer coisa, devo, eternamente, agradecer a minha senhora e ama que atingi o estado da perfeição graças a ela por seu esforço, paciência e dedicação.
Casei-me com Esther há dez anos atrás.
Nosso noivado foi muito curto já que estávamos formados e trabalhando, ambos tendo uma boa situação econômica. Por outro lado, Esther, apesar de não ser virgem, nunca quis transar comigo antes das núpcias.
Assim, na primeira noite, a noite de núpcias, ela descontou e me exauriu, esvaziando varias vezes os meus testículos.
E assim começamos esta travessia maravilhosa, sempre com Esther estabelecendo as condições das nossas atuações. Com o kama-sutra como guia-mestra e o tantrismo como remédio, fomos ao arrebatamento e ao êxtase; em diversas ocasiões, quando eu brochava, Esther rapidamente modificava o programa, levando-me ao prazer, ou com uma masturbação ou com uma deliciosa penetração suave com seus dedos.
Dois anos depois, com o prazer de Esther sempre se mantendo no auge, freqüentemente eu ficava com a pica flácida, recebendo então o esforço concentrado dela, ao penetrar com seus dedos o meu ânus, ampliando meu gozo, enquanto ela me masturbava e eu a ela.
Alguns meses depois, num frio e chuvoso sábado, Esther propôs uma variante de nosso entretenimento predileto; aceitei, pois ela sempre tinha excelentes idéias a respeito do assunto.
Mandou que ficasse nu de pé, junto a uma maca que tínhamos num dos quartos, com o tronco deitado, tendo antes ter garroteado meu pênis numa das minhas coxas. Vendou meus olhos, colocou uma mordaça tipo bola e disse para aguardar que logo voltaria.
Minutos depois, Esther colocou dois travesseiros pequenos e duros sob o meu tórax, permitindo que meus mamilos ficassem no ar e amarrou meus braços por baixo da maca, me imobilizando na mesa. Afastou minhas pernas, colocando nos tornozelos um afastador grande e botou um par de grampos nos meus mamilos.
Totalmente imobilizado, impossibilitado de imaginar o que me esperava e impedido de ver, comecei receber chicotadas, suaves no inicio, mas crescendo rapidamente. A dor crescia num exponencial maior que as chicotadas graças à tortura dos mamilos, com o sentimento do tormento crescente se localizando na raiz dos testículos, entre as bolas e a pica. Rapidamente as dores se tornaram insuportáveis; entretanto, como num raio de luz, percebi que Esther crescentemente aumentava a sua excitação com o chicote e com a angústia dos meus mamilos, e comecei a lembrar do prazer que eu estava proporcionando a ela. A partir deste momento, a minha dor se tornou menos insuportável, uma tortura que alegremente eu estava suportando com grande prazer.
Esther largou o chicote e tirou os pesos dos mamilos, aplicou um material (que eu não sabia qual, mas era refrescante e confortável) no meu reto, voltando a me chicotear com uma mão e com a outra direcionou um consolo grosso preso numa cinta ao meu reto. A penetração foi muito dolorosa, pois quando o consolo começou a entrar, o esfíncter tentou travar, mas tinha sido impedido, rasgando o meu reto, tornando a foda um real estupro. Mas eu sentia que esta dor era suplantada pelo prazer que estava fornecendo a ela, ainda mais que o vai-e-vem que eu estava recebendo parecia um pistão de grande potencia, entrando e saindo de mim, ao mesmo tempo em que as unhas das mãos de Esther arranhavam e riscavam minhas nádegas e minhas costas e a sua respiração, convulsiva mesmo e muito acelerada, atingia minha nuca; este bafo por si só já era um prazer para mim, tendo ela inclusive me mordido várias vezes minhas costas e nuca.
Eu me sentia estar no pináculo de uma operação deliciosa: a dor que sentia graças às chicotadas, os mamilos amassados e machucados, as costas e as nádegas riscadas e o ânus recebendo um pênis quase que o de um cavalo (o consolo era realmente grande, quatro e meio centímetros de diâmetro e dezessete centímetro de comprimento), mas o prazer que eu estava proporcionando a Esther sobrepujava qualquer coisa; sentia que, a qualquer momento, estaria chegando o momento de seu gozo, e ela descansaria, e eu não saberia se e quando o tratamento seria repetido.
De repente Esther retirou a pica do cavalo de mim e sentou-se num sofá. Cansada mas satisfeita com o feito, ficou em silencio até regularizar a sua respiração. Depois, indo até à maca, perguntou minha vagabunda querida, satisfeita com o tratamento recebido, ao mesmo tempo dando algumas chicotadas nas nádegas, aguardando uma resposta. Apenas grunhi e ela deu uma risada e me soltou, tirando o ball gag da boca.
E repetiu a pergunta, chicoteando-me com força. Gaguejando, afirmei: Esther, adorei o tratamento que você fez comigo, mas amei você ter permitido que eu proporcionasse um grande prazer a você, aquela mulher que adoro. Você é a minha rainha.
Ela endureceu o seu rosto, chicoteou-me com força dizendo sua rameira vagabunda, nunca mais me chame de você; se quiser viver comigo, chame-me de Rainha Esther. Você é uma cadelinha no cio, uma putinha de rua, uma sem vergonha qualquer que eu acolhi. E voltou a me chicotear, mandando que ficasse de joelhos, com a testa no chão, em posição de um escravo (ela disse escrava, mas ainda eu não percebia o que seria de mim. Sabia apenas que aceitaria dela qualquer coisa, desde eu fosse dela).
Fui solto e sai da maca, me prostrando diante a ela, beijando seus pés, adorando-a como era minha deusa.
Rainha Esther sentou no divã e eu fiquei adorando-a por horas, até ela mandar que eu buscasse um copo dágua, dizendo antes para retirar o garrote. Levantei-me, retirei o garrote, a dor foi grande, e virei para sair; ouvi apenas um berro e voltei. Levei vários bofetões, tive que ajoelhar e pedir perdão por ter saído sem pedir desculpas, dar as costas a ela, etc.
Após algumas novas chibatadas, levantei, pedi perdão, dei quatro ou cinco passos ficando de frente a ela e depois virei com a cabeça baixa.
E lembrando o que a empregada de mamãe como fazia, retornei com o copo dágua numa travessinha, pedi licença ao entrar, servi, aguardei, etc., enfim, tudo de acordo com a etiqueta.
Durante o ano seguinte, transformamos o quarto num dungeon, no qual instalamos uma cadeira ginecológica, um cross com correias e correntes para fixar e um cavalo de pau acoplado a uma bacia sanitária; trocamos a maca por uma mesa larga e dura e que permitia alguma oscilação, com cordas penduradas no teto. Compramos diversos acessórios para tortura e suplicio (chicotes, chibatas e palmatórias diversas, plugs e consolos (um deles, de quatro e meio centímetros de diâmetro, com vibrados interno, acabou sendo o meu preferido), piercing, grampos e nipples para mamilos, algemas e separadores, próteses mamárias, e colares de couro e de metal dourado, todos com as iniciais da minha dona c{RE}, etc.).
No fim deste ano, recebi uma linda tatuagem (uma ovelha sendo atacado por uma águia); isto me representa muito bem em relação à minha Rainha Esther.
Nas semanas seguintes àquela primeira vez, fui sendo tratado com crueldade crescente; apenas não fugi, pois adorei e percebi claramente que o sadismo por ela proporcionado a mim demonstrava uma profunda afeição que um ser superior tem por um ente inferior; ou seja, ela me treinaria e procuraria preparar como um animal com esmero, o que pressupõe também punições e castigos necessários.
Na primeira oportunidade saímos para compras; inicialmente fomos a uma loja de lingerie, não um sex-shop. Rainha Esther pediu a uma balconista calcinhas cavadas para mim! Alem de ficar vermelho-carmim, senti ser humilhado. Não sabia esconder a minha cara, e Esther, num tom alto e claro, disse-me que nunca mais usaria cuecas e que isto seria o começo do nosso novo relacionamento. Como estava no inicio do treinamento e não sabendo exatamente até onde iríamos, aceitei contrafeito; mas eu estava muito satisfeito em servi-la.
Assim, as cuecas foram substituídas por calcinhas cavadas, que, no inicio, me deixou incomodado ao mesmo tempo em que eu me sentia envergonhado por achar que elas poderiam ser notadas. Logo percebi que não poderiam ser vistas, mas levantaram uma questão prática: o urinar!
E comecei a urinar sentado no banheiro fechado como qualquer mulher; e isto me levou a observar melhor o estado geral de limpeza e das instalações do banheiro, tema tipicamente feminino.
Quando em casa comecei a usar um sutiã e meias-calças, ou sutiã e espartilho com meias sete-oitavos; minhas orelhas foram furadas passando a usar brincos grandes, colares e pulseiras, tudo muito extravagante, procurando parecer uma puta ou, pior, um travesti em fim de carreira; e no fim, aprendi a fazer maquilagem.
Mas isto veio depois!
Desde o começo, recebia a ordem de tirar a roupa e, despido, prestava vassalagem a ela, beijando sapatos e, quando autorizado, seus pés e dedos, indo até aos tornozelos. A seguir colocava uma coleira no meu pescoço e me levava para o calabouço onde ela colocava em mim um plug com vibrador, grampos nos mamilos e, dependendo do tratamento que ela desejava educar e aprimorar, me colocava ou na cama ou no cross ou na cadeira. Eu era amarrado, vendado (e, no cross, suspenso em correntes na ponta dos pés) e era chicoteado com vigor ela tinha um prazer sádico de açoitar seu servo (e, durante o tratamento, ela contava uma estória edificante para mim, como por exemplo, eu não deveria ser uma rameira que vendia o cu para faturar por fora uns trocados, e que eu deveria saber que isto não deve ser feito). Quando, mais tarde, estava sentindo dores insuportáveis nos mamilos e no ânus, era aliviado, mas continuava amarrado, sendo então recebendo cera derretida no tórax, na barriga e em torno dos testículos (mas não diretamente sobre eles), e nas virilhas, de modo a me aquecer. Muitas vezes, quando deitado e imobilizado na cama, ela levantava a saia e exigia que eu a chupasse (ela nunca vestia calcinha quando em casa).
Ela retirava as cordas e dizia para sair, sentando primeiro, tomando cuidado se estiver tonto. Estando em condições perfeitas, saia da cama, recebendo a ordem de ir para ir à área de serviço do apê e deitar no chão.
E recebia a chuva dourada, tendo que bebê-la!
O líquido era de uma cor limão citrino, cristalina mesma, de gosto acre, muito amargo e bastante azedo. Não achei muito ruim, mas senti ter ficado muito humilhado, mas sabia que estava retribuindo pelo o trabalho que eu estava dando a ela.
Recebo o tratamento com variações diferentes, sempre de acordo com os humores de minha senhora. Sempre começa com uma homenagem de seus pés e tornozelos (em algumas ocasiões ela permite que eu chupasse sua buceta, indo a seguir para o seu cu, enfiando a língua nele e gostava muito se o local estava adocicado); depois meu ânus era tratado inicialmente com um enema e a seguir era introduzido, ou o punho dela, para massagear internamente, ou um consolo com um vibrador elétrico (plug ou um pênis artificial, normalmente de grande calibre), enquanto eu fico amarrado na cama ou no cross ou na mesa ou fico pendurado, sendo surrado com varas, chicotes ou palmatórias, com meus pés sempre afastados. Eu sou torturado com grampos com pesos nos mamilos (e às vezes, quando o treinamento é em pé, os grampos e os pesos são presos nos testículos). Fico sempre vendado e com um ball-gag se houver outra forma de avisar a segurança. Normalmente, ao terminar o tratamento, recebo sua chuva dourada (em algumas ocasiões, recebia sua chuva marrom no meu peito o que sempre achei muito humilhante).
Cerca de dois ou três meses após o inicio da minha instrução, Rainha Esther recebeu sua amiga Princesa Elizabeth. Ganhei um uniforme completo de empregadinha doméstica: tanga e espartilho, meias de sete-oitavos, um vestido de renda diáfana preta cuja barra ia até um pouco acima do joelho, avental e luvas de renda branca, e tiara; completava o uniforme uma sandália de salto dez e meio.
Quando Princesa Elisabeth chegou, abri a porta. Apesar de eu estar totalmente produzida e depilada, fiquei envergonhada; mas não senti a humilhação que conheci nas outras vezes, quando fui a lojas para as compras de roupas e acessórios. Creio que a humilhação já fora incorporada ao meu ser, tornando parte integrante da minha alma, tornando-me uma legitima escrava.
Neste dia, após ter servido um chá completo às duas senhoras, pela primeira vez fui testada por Princesa Elisabeth, tendo sido aprovada com louvor, ou seja, servi o chá na perfeição; a seguir fui amarrada, surrada e enrabada por ela. Após as sevicias combinadas pelas duas, recebi uma deliciosa chuva dourada. Devo dizer que o néctar de Princesa Elisabeth é muito gostoso e um pouco menos acre que o de Rainha Esther.
Neste dia fui aprovada, tendo sido considerada a mais abjetas das escravas, a pior das rameiras e a cadelinha sardenta que não merece viver a não ser por piedade pessoal por parte de minha Rainha e Dona. Tive de sofrer uma transformação total, tornando-me, quando em casa, um cross-dresser e, sob orientação da médica da minha dona, Rainha Esther, fiz depilação a raio lazer no corpo inteiro, deixando apenas um coração acima dos testículos, e, por seis meses, tomei um suplemento vitamínico (anos depois soube que continha estrogênio, o que fez crescer meus mamilos por alguns centímetros, tornando-os muito agradável e apetitoso); este tratamento reduziu meu tesão por um ano, mas voltou ao normal quando parei o tratamento.
E, hoje dez anos depois, a minha dona e senhora, minha Rainha Esther, e que, no inicio, era minha esposa e amante insaciável, me transformou numa escrava perfeita, totalmente domada e amansada, primorosa vagabunda na cama e completa no serviço doméstico.