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Minhas Duas Donas
Prólogo
Esse conto foi escrito entre abril e maio de 2008. Já faz cerca de 14 anos que eu conheci e iniciei um namoro com S.H. que durou por cerca de 5 anos. Depois que terminamos, não perdi o contato com ela, mas nunca voltamos como namorados novamente. Eu esperei realmente que eu e S.H. pudéssemos amadurecer em um relacionamento que combinasse o contexto amoroso com uma dominação no estilo disciplina doméstica, sendo que eu me entregaria nas mãos de S.H., sendo por ela disciplinado para me tornar educado e obediente ao seu comando. Não conseguimos vivenciar um relacionamento assim. Ela não conseguiu se soltar totalmente nesse contexto de receber em suas mãos os desejos e vontades de um homem, e ter o comando das rédeas do relacionamento. Tentamos por algum tempo procurar um caminho para desenvolver esse tipo de relacionamento, mas não tivemos sucesso. Os personagens desse conto são reais, e alguns fatos verdadeiros, mas a evolução dos acontecimentos não reflete o que realmente aconteceu, mas o que eu gostaria que tivesse acontecido. Dedico, portanto, esse conto a S.H. que foi a minha musa inspiradora e participante das minhas fantasias e desejos, apesar de não ter dentro de si mesma desejos semelhantes aos meus, e a todas as pessoas que possuem tais desejos e fantasias semelhantes aos meus, que considero como meus irmãos e irmãs nessa busca de encontrar alguém que nos complete. Espero que possam ter a sorte de encontrar a realização de seus sonhos.
I
Depois de muito tempo afastado dela, voltamos a nos encontrar. Não sei bem como foi que aconteceu essa reaproximação. De fato, parece que estávamos perto, mesmo de longe. De vez em quando, tínhamos algum contato, bem rápido, e poucas vezes pessoalmente. Mas conhecíamos um ao outro, e parecia que nunca tínhamos nos separado de fato. Ela sabia o que eu sempre procurei. Na verdade, nunca encontrei, mas o desejo sempre foi muito forte dentro de mim, então não era possível ignorar. Eu sabia que seria muito difícil encontrar, principalmente porque não poderia procurar às claras. Era sempre escondido, procurando algum detalhe que poderia revelar alguma coisa. E quando eu conhecia alguém, sabia que em algum momento eu teria que me abrir, e esperar pela reação dela. O meu sonho era (e é ainda) encontrar uma namorada/esposa/amante que goste de aplicar disciplina doméstica no seu namorado, para mantê-lo na linha, obediente, educado e carinhoso. Essa disciplina doméstica não é meramente reduzir o namorado à escravidão, com uma distância entre a dona e seu escravo. Envolve, de fato, muitos dos elementos presentes em um contexto de escravidão como obediência, disciplina, respeito, educação, castigos, punições, mas também envolve carinho, aconchego, sexo, e outros elementos que caracterizam um relacionamento amoroso.
Assim, o meu drama é o de encontrar uma mulher que não queira exatamente um escravo, distante e sem vontades próprias, mas sim ter nas mãos um namorado rebelde para ensinar-lhe aos poucos ser obediente ao seu comando, ter disciplina, ser respeitoso, carinhoso e atencioso. Uma mulher assim saberia que o seu namorado nunca seria totalmente submisso, e sempre se rebelaria contra as suas ordens e determinações, mas esse seria exatamente o ponto de equilíbrio entre os dois. De um lado, o namorado ao se ver levado para uma situação de submissão iria procurar pontos fracos na postura e atitudes de sua dona. Isso seria feito através de recusas sutis de não execução de alguma ordem, ser relapso em outros momentos, responder com grosseria, e até mesmo ignorar algum comando de sua dona. Isso seria tentado de modo constante e sutil, para perceber qual o nível de tolerância e fraqueza de sua dona. Do outro lado, a dona teria que manter uma vigilância constante, perceber esses sinais de rebeldia, e nesses momentos, ter pulso firme, ser rigorosa e severa. Ela saberia que o seu namorado/escravo é rebelde, e que só se submeteria a ela não porque ele gosta da submissão em si, mas porque ele respeita e teme o poder da dona de castiga-lo severamente, de maneira corretiva, por qualquer erro que ele possa cometer, ou de maneira preventiva, para apenas lembra-lo de se manter na linha, obediente e respeitoso, para que ele sempre saiba o que o espera se cometer algum erro ou deslize. Assim, a certeza de ser severamente castigado quando cometer alguma falha, e a possibilidade de apanhar mesmo sendo obediente, para apenas ser lembrado de não cometer erros, é o que mantém a tensão necessária para que a dona possa ter o seu namorado/escravo em suas mãos.
II
Mesmo depois de muito tempo, ela ainda continuava a mesma. Posso perceber o passar dos anos na sua aparência, mas ainda vejo a mesma garota por quem eu me interessei na primeira vez que eu a vi. Loira, pouco mais de um metro e sessenta de altura, magra, e cativante. Ela sabe como eu gosto de ver uma mulher vestida, e usa isso para me seduzir. Algumas vezes, eu passava na casa dela para uma visita, conversávamos sobre a família, e outras coisas de menor importância. Outras, era ela que me ligava para ter notícias. Mas um dia, depois da conversa de sempre, ela me fez uma proposta. Começou relembrando de todas as vezes que tentamos ficar juntos sem sucesso como namorados, e mesmo depois de nos separarmos nunca perdemos totalmente o contato. E lembrou também das vezes que mesmo separados, ficamos juntos, apesar de serem apenas momentos isolados. Assim, ela me propôs uma coisa simples: não ficarmos juntos como namorados, mas como amigos que se gostam e tem os seus momentos de intimidade e cumplicidade, uma coisa que ela mesma chamou de amizade colorida. Dessa forma, não teríamos um compromisso de namorados, mas teríamos encontros mais freqüentes do que os momentos eventuais que tivemos nos últimos tempos. Confesso que essa proposta me deixou desconcertado. Isso nunca tinha me passado pela cabeça. Depois do espanto inicial, pude pensar com mais clareza sobre o assunto, e passamos a analisar essa possibilidade. Como namorados, nunca vivenciamos de fato um relacionamento com os elementos que eu procuro, e ela me disse que agora já se sentia amadurecida para percorrer esse caminho de assumir o controle em suas mãos, e assumir o papel de dona e senhora de um amante/escravo. Foi então que passamos a discutir com mais detalhes como poderíamos iniciar essa nova aventura. Muitos detalhes precisavam ser conversados e, principalmente, acordados. O primeiro deles seria definir claramente qual a base desse novo relacionamento. Não seríamos namorados propriamente ditos, com compromissos e deveres sociais, mas também não seríamos simplesmente amigos que se encontram eventualmente. Assim, acordamos que nada seria exposto para nossos amigos e familiares, não teríamos nenhum compromisso social, mas teríamos um compromisso de nos encontrar com uma freqüência pelo menos semanal, sendo o sábado o dia escolhido como base, e a possibilidade de encontros em outros dias da semana pré-acordados com concordância mútua. O segundo ponto importante foi a discussão do papel de cada um nesse novo relacionamento. Acordamos então que ela me assumiria em suas mãos, como dona e senhora dos meus desejos e vontades. Ela respeitaria a minha individualidade e a minha vida particular nos dias livres, mas teria total controle nos dias acordados, de acordo com os pontos combinados. E assim, o terceiro ponto foi a celebração de um contrato de acordo mútuo, onde os direitos e deveres dos dois lados estariam explicados e definidos, da mesma forma que os limites e restrições. Passamos então a discutir os pontos que estariam definidos nesse contrato.
III
Depois das conversas, o contrato passou a ter os seguintes pontos: (1) A Senhora S.H. assume em suas mãos M.A., passando a ter direitos de posse sobre o corpo, desejos e vontades de M.A.. A Senhora S.H. adquire por esse instrumento o direito de mando sobre M.A. de forma similar a um escravo, mesmo sabendo da natureza rebelde de M.A. de não submissão. A Senhora S.H. deverá portanto iniciar um processo de ensinar aos poucos a M.A. a ser obediente ao seu comando, devendo a Senhora S.H. para isso ser firme, rigorosa e severa, não deixando escapar nem os menores deslizes e falhas de M.A.. (2) A Senhora S.H. terá direito a solicitar trabalhos nos afazeres domésticos, e nos seus cuidados pessoais com banhos e massagens, ou outros serviços e atividades que assim lhe convier, incluindo as de natureza sexual. Caso algum serviço ou atividade ordenado pela Senhora S.H. esteja em desacordo com o objetivo desse contrato, M.A. poderá solicitar que a ordem seja revogada mediante apresentação de justificativas. (3) Como demonstração de poder dos seus direitos de Dona e Senhora, e como forma de coerção para assegurar a obediência e cumprimento de suas ordens, a Senhora S.H. poderá aplicar castigos e punições a M.A., de forma corretiva para alguma falta ou erro cometido, ou de forma preventiva para lembrar a M.A. o que o espera caso saia da linha de obediência a sua Senhora. Os castigos e punições a serem aplicados, sempre na bunda nua, serão tapas e palmadas, surras com chinelos de borracha, chinelos de couro, tamancos de madeira, correias, cintos, chibatas e chicotes de couro. Especialmente, o chinelo de borracha será o instrumento básico de coerção e ameaça para manter a tensão necessária para a lembrança da necessidade de obediência, e a surra com esse chinelo será o castigo preferencial a ser aplicado. Assim, a Senhora S.H., sempre que possível, deverá calçar chinelos de borracha nos momentos de encontros acordados entre as partes, quando estiverem em ambiente privado, podendo alternar com chinelos de couro e tamancos de madeira de forma eventual. Apesar de ter sido definido que o castigo preferencial a ser aplicado é a surra de chinelo de borracha, fica estabelecido também que as faltas e erros cometidos por M.A. podem ser classificadas em leves, médias e graves, e para cada tipo de classificação serão sugeridos castigos a serem aplicados. Para faltas leves: tapas, palmadas ou surra com chinelo de borracha de baixa intensidade (até 20 chineladas). Para faltas médias: surra com chinelo de borracha, chinelo de couro ou tamanco de madeira de média intensidade (até 30 chineladas), que pode ser seguida de surra de cinto ou correia de couro de baixa intensidade (até 10 lambadas). Caso seja decidido que haverá a aplicação da surra de cinto ou correia, fica acordado que a surra prévia de chinelo ou tamanco seja de baixa intensidade. Para faltas graves: surra de chinelo de borracha, chinelo de couro ou tamanco de madeira de alta intensidade (acima de 30 chineladas), que pode ser seguida de surra de cinto, correia, chibata ou chicote de couro de alta intensidade (acima de 10 lambadas). No caso de castigos para faltas graves, é sugerido que a Senhora S.H. pondere sobre o castigo a ser aplicado, sendo que a surra prévia de chinelo ou tamanco pode ser eliminada tendo em vista o castigo mais grave que será aplicado através da chibata ou do chicote. Da mesma forma, caso a surra prévia de chinelo seja aplicada, é sugerido que exista um intervalo de tempo razoável de recuperação antes da aplicação da surra seguinte. Caso a Senhora S.H. decida também por castigos de imobilização (por exemplo, ficar em pé contra a parede por determinado tempo), estes deverão ser de baixa duração, e sempre com ameaças em caso de descumprimento do comando ordenado. Caso se verifique o descumprimento da ordem, o castigo que foi ameaçado deve ser aplicado de maneira imediata e sumária. Algumas faltas e erros também deverão ser castigados de maneira sumária, sem oportunidade de explicação. As faltas que terão castigos sumários são: responder com grosseria a qualquer comando da Senhora S.H., deixar de obedecer a uma ordem emitida, ou outras atitudes e comportamentos que podem ser identificadas como uma afronta clara ao comando da Senhora S.H.. De forma semelhante, se a Senhora S.H. identificar em M.A., quando em sua companhia em ambientes públicos, um comportamento ou atitude de interesse e observação em direção a outras mulheres, em um claro desrespeito à presença da Senhora S.H. ao seu lado, esse comportamento será classificado de gravíssimo, e será castigado severamente de forma sumária e exemplar na primeira oportunidade possível, de acordo com os castigos previstos para faltas graves.
IV
Assim, uma vez encerrado o tempo de conversa, e com os demais pontos do contrato acertados, chegamos a um dos momentos decisivos para o início efetivo dessa aventura: a posse, significando a entrega de M.A. nas mãos da Senhora S.H.. À princípio, esse momento foi marcado para o primeiro sábado após a concordância final de ambas as partes sobre todas as cláusulas do contrato. No último encontro realizado para o ajuste desses pontos deu-se essa concordância final, sendo devidamente comemorado com uma bela pizza no restaurante-pizzaria que foi palco do primeiro encontro do início do namoro de S.H. e M.A.. No final do encontro, já com o de acordo de ambas as partes emitido, e portanto, com o início da aventura marcado para o próximo sábado, no momento em que M.A. deixava S.H. em sua casa, ainda como amigos, S.H. beijou M.A. em sua face desejando boa noite e que vai se preparar para recebe-lo, já em suas mãos, no próximo sábado. S.H. entregou a M.A. um envelope com uma breve carta, e pediu que M.A. lesse quando chegasse em casa. Essa pequena carta foi escrita por S.H. na tarde do mesmo dia, quando ambos já sabiam que os termos acordados já tinham uma indicação de serem aceitos, e que o encontro da noite seria apenas para finalizar esse processo de negociação e esclarecimento de detalhes, e que o início da aventura já seria para o final daquela mesma semana. M.A. foi para casa, e assim que chegou, abriu o envelope e leu o conteúdo da carta. Meu Querido, sei o quanto você buscou a realização desse seu desejo, de se entregar nas mãos de uma mulher que seja sua namorada e amante, carinhosa e afetuosa, e ao mesmo tempo, sua dona e senhora, brava e severa em te manter na linha de obediência a ela. Tenho consciência de todo o tempo que perdemos no passado quando tentamos vivenciar esses papeis, sem muito sucesso. Já se passou bastante tempo desde então, e eu agora sei o quê você busca com tanta vontade. Hoje, esse desejo não é só seu, mas meu também. Não será portanto algo forçado, nem a representação de um papel da minha parte, mas sim algo prazeroso e que tenho vontade de vivenciar. Quero receber em minhas mãos os desejos e vontades de um homem, para curva-lo em obediência a minhas ordens, debaixo do poder do meu chinelo, da minha correia e do meu chicote. De agora em diante, você poderá esperar de mim carinho e bondade se você se comportar direito. Mas se o seu comportamento não for adequado, estarei atenta e serei rigorosa, e você já pode esperar desde agora que será severamente castigado. Por fim, tenho a primeira instrução para você quando for se apresentar no próximo sábado. Você deverá chegar às nove horas da manhã em ponto, e deverá estar vestido de forma discreta com uma calça jeans, uma camiseta básica, e um calçado a sua escolha. Deverá também levar uma muda de roupa limpa com uma calça esportiva leve e outra camiseta básica, e cueca limpa adequada. Deverá se barbear na noite anterior, e se apresentar com as unhas limpas e cortadas (mãos e pés). Quando chegar a minha presença, deverá me cumprimentar me chamando de Senhora, colocar as mãos para trás do corpo e esperar pelas minhas novas instruções. Meu Querido, desejo que seja muito feliz nessa nova aventura que vamos iniciar, e espero que os seus sonhos e desejos se tornem realidade. Quero muito te fazer feliz. Te aguardo no sábado. Um beijo carinhoso de sua Dona e Senhora S.H..
V
Os poucos dias entre o último encontro na pizzaria e o sábado passaram normalmente, mas foram de muita expectativa. Por fim, o sábado chegou, e às nove horas em ponto eu apertei a campainha da casa onde S.H. morava. Na casa, morava também sua irmã mais nova, K.H., com os seus dois filhos, o mais velho com cerca de 13 anos por essa época, e o mais novo com cerca de 1 ano. Eu já conhecia todos eles. O início do nosso namoro foi pouco antes do nascimento desse rapazinho que agora já está entrando na fase da adolescência. E a irmã mais nova, nunca se casou e sempre acompanhou S.H., em todas as mudanças de residência. Pouco depois de apertar a campainha, ouço a voz de S.H. pelo interfone perguntando quem é, e após a minha identificação, vejo o portão de entrada se abrir, e a voz vinda do interfone: entre. Quando comecei a caminhar pelo jardim em frente a casa, vejo a porta se abrir e S.H. aparecer pela varanda da frente. Ela estava usando um vestido curto, velho e confortável, desses que são usados apenas dentro de casa de modo privado, e nos pés calçava um chinelo havaianas, modelo fashion, na cor preta. Esse modelo fashion da havaianas é um chinelo de borracha que é um pouco diferente por ter o solado mais grosso que o modelo tradicional top. Por causa dessa diferença, esse chinelo parece ser mais elegante e vistoso nos pés das mulheres. Por ironia, esse chinelo foi um presente que eu mesmo dei a ela alguns anos antes, e que parece, ela preservou com cuidado. Ao me aproximar, ela sorriu me desejando bom dia, e eu retribui o cumprimento dizendo: bom dia, Senhora, e permanecendo conforme ela tinha me orientado. Então ela se aproximou, me deu um beijo na face, e indicou a porta da casa dizendo para entrar. Perguntei pela irmã e os sobrinhos, e ela me disse que pouco antes da minha chegada, eles tinham saído para passar o dia na casa da outra irmã, P.H., a do meio, entre S.H. e K.H.. Na sala, após fechar a porta da entrada, ela se dirigiu a mim ainda sorrindo, e me deu um abraço apertado e carinhoso, dizendo que sentiu muitas saudades de mim, e de como era gostoso eu estar com ela ali novamente. Ficamos abraçados por alguns momentos, e então ela pegou na minha mão e me disse: Bem, vamos começar essa nossa aventura de maneira bem suave, mas não se engane pois estarei atenta ao seu comportamento, e apenas serei condescendente nesse início, e aos poucos agirei com mais rigor. Quero que você fique tranqüilo, e que apenas se concentre na sua nova condição. Então, ainda segurando a minha mão, ela me guiou para os fundos da casa, onde havia um anexo com uma ampla área de serviço, e uns quartos usados como despensa e depósito. Nesse local, junto a dois grandes tanques de lavar roupa feitos de alvenaria, ela indicou uma mesa onde eu deveria colocar a sacola com a muda de roupa que eu levei, e sem seguida ordenou que eu retirasse toda a minha roupa, para que ela pudesse me inspecionar e saber o estado do meu corpo. Enquanto eu me despia, ela puxou uma cadeira para perto de onde eu estava, e sentando-se, cruzou a perna direita sobre a esquerda, deixando o chinelo no seu pé direito balançar solto no ar. Quando terminei, ela ordenou que eu ficasse de pé em frente a ela com as mãos postadas junto ao corpo por alguns instantes. Depois, mandou que eu me virasse completamente, e também com as mãos postadas aguardasse alguns instantes para que ela pudesse inspecionar o meu lado de trás. Então, ela ordenou que eu me virasse novamente e me aproximasse dela. Quando eu cheguei perto, ela apontou para o chão próximo ao seu lado direito e mandou que eu me ajoelhasse. Com os braços cruzados em seu colo, ela olhava para mim com um semblante agradável. Após alguns breves momentos, seu braço direito se moveu e ela colocou a sua mão nos meus cabelos, acariciando-os de maneira carinhosa e suave. Ainda nesse estado, ela me disse que faria agora uma inspeção mais detalhada, e assim pegou as minhas mãos, observando o estado das unhas, e abaixou a minha cabeça para verificar o acabamento do cabelo no meu pescoço. Nesse momento, disse que faria uma raspagem na parte de trás do meu pescoço para limpar essa área, e decidiu então que me daria um banho de mangueira ali mesmo. Pegou então bucha e sabonete do banheiro, além de lâmina de barbear, e me deu um banho completo, incluindo a limpeza do pescoço com a lâmina. Depois, mandou que eu vestisse a calça esporte que eu trouxera na sacola, e dobrasse as pernas da calça até a altura dos joelhos, vestisse a camiseta, e que eu poderia escolher entre ficar descalço mesmo ou calçar um tênis. Ela me disse então que esse seria o meu uniforme para os dias em que eu me apresentasse a ela nos ambientes privados. Depois disso, mais uma vez ela mandou que eu me ajoelhasse ao lado direito dela, e ela sentada novamente voltou a posição de cruzar a perna direita sobre a esquerda, e cruzar os braços sobre o seu colo. Alguma coisa nesse momento mudou. O seu semblante estava um pouco mais sério, ela estava calada, mas com os olhos fixos nos meus, e o único movimento que eu percebia era o do seu pé direito, fazendo com que o chinelo, que ainda estava molhado devido ao banho que ela me deu, balançasse no ar e batesse levemente na sola de seu pé. Comecei a sentir um arrepio frio pelo corpo e percebia que a tensão aumentava com o silêncio dela. Então, ainda olhando de maneira firme para mim ela disse: Agora vamos completar essa etapa inicial da sua entrega do seu corpo, desejos e vontades nas minhas mãos. Esse processo teve inicio quando começamos a conversar tempos atrás sobre as condições que seriam estabelecidas para um relacionamento em que eu teria o controle das rédeas da sua educação, e você se entregaria ao meu comando, com confiança e sem sustos. Conversamos e acordamos sobre todos os pontos, e você pode confiar que eu respeitarei tudo o que combinamos, e espero também que você se lembre de todos os seus deveres e dos meus direitos de posse. Assim, desde que você chegou hoje na minha casa, estamos começando a criar as bases reais de como vivenciaremos essa nossa aventura. Percebi que você obedeceu a minha primeira instrução na sua apresentação hoje, do horário que deveria chegar, o que deveria trazer, e como deveria se portar no início. Até aqui, você tem se comportado de maneira correta e obediente, e o que eu farei agora não será conseqüência de qualquer falha ou erro que você tenha cometido. Agora você vai levar uma surra de chinelo, não porque tenha merecido, mas para que saiba o que te espera, se você me desobedecer, ser insolente, mal educado ou relapso na execução de qualquer das minhas ordens daqui para a frente. Essa surra terá o simbolismo de ser a primeira dessa nossa aventura, e completará esse processo da entrega de seu corpo, desejos e vontades nas minhas mãos. Dizendo isso, mandou que eu me levantasse, abaixasse a calça até pouco acima dos joelhos e deitasse no seu colo com a bunda virada para cima. Enquanto eu abaixava a calça, ela descruzou as pernas, colocando uma perna junto a outra. Na seqüência, ajudou a me deitar sobre o seu colo, e nessa posição a única coisa que eu poderia ver era os seus dois pés juntos calçados com o chinelo havaianas preto de solado grosso. No primeiro momento, senti que ela passava a mão direita sobre a minha bunda, de maneira carinhosa e suave, mas pouco depois senti que ela retirou a mão e no momento seguinte senti um tapa ardendo na minha bunda e ouvi o estalo seco no ar. Na seqüência, ela me aplicou algumas palmadas, dizendo que isso seria apenas o início da surra. Então, quando senti que ela interrompeu as palmadas, eu pude ver ela dobrar a sua perna direita para trás, de modo a poder alcançar a parte de trás do chinelo. Vi ela retirar o chinelo do pé, e nesse momento ela me disse que eu iria receber 20 chineladas, e que ela não queria ouvir qualquer choro ou pedido de piedade. Eu deveria portanto chiar calado, e engolir os meus soluços. Em pouco tempo comecei a sentir as chineladas na minha bunda, vigorosas e certeiras, e ela bateu alternando cada lado da bunda de modo a distribuir a ardência e a
dor das chineladas. E assim ela seguiu, até completar as 20 chineladas prometidas, e eu agüentei engolindo os meus soluços. Na seqüência, vi ela deixar cair o chinelo próximo ao pé direito dela, e enquanto ela calçava o chinelo novamente, senti que ela me puxava pelo braço e ouvi a ordem para que eu me levantasse e ajoelhasse novamente junto a ela. A surra doeu, e certamente a minha bunda estava marcada com o solado do chinelo dela. Ela percebeu o quanto eu tinha sentido a surra, e parecia que ficou satisfeita com esse resultado. Então ela mandou que eu abaixasse a cabeça no seu colo, para me acalmar e dar aconchego, e me disse: Meu Querido, espero que agora você tenha percebido que isso não é mais uma brincadeira para mim. Quando eu resolvi te receber em minhas mãos, eu decidi que faria isso de maneira séria e pra valer, e não uma brincadeira sem maiores conseqüências. Eu estarei realmente no comando, e atenta ao seu comportamento. Nos momentos em que eu precisar te castigar, não vou exitar em te bater de maneira séria e severa, para que você entenda e veja que agora você tem uma dona que gosta muito de você, te quer muito bem, mas que te manterá na linha com umas boas chineladas e uma bunda bem quente. Então ela mandou que eu me levantasse, terminasse de vestir a calça e a acompanhasse até a cozinha, onde ela me daria novas instruções.
VI
Chegando na cozinha, ela me mostrou a mesa do café da manhã ainda colocada, onde ela, a irmã, e os sobrinhos tinham lanchado, e as louças sujas na pia. Ela me disse então que eu a ajudaria a lavar a louça e a limpar a cozinha, arrumando tudo no lugar. Eu deveria então começar por lavar a louça, enquanto ela colocaria as coisas no lugar, e me avisou que estaria supervisionando o meu trabalho. E assim foi que eu passei incólume nesse primeiro teste de trabalhos domésticos, sem me descuidar em nenhum momento, e com certeza, a lembrança ainda viva do chinelo dela na minha bunda colaborou para isso. Pelo menos, foi essa a minha impressão. No final do trabalho, na visão dela, eu passei de maneira razoável pelo teste, fui um pouco lento para o gosto dela, e gastei muita água indevidamente. Ela me disse que da próxima vez eu deveria evitar deixar a torneira aberta de maneira desnecessária, mas em geral, eu fui bem. De fato, não posso afirmar com toda a certeza, mas fiquei com a impressão que as sensações que eu senti no momento que ficamos juntos arrumando a cozinha só aconteceram por causa da surra que ela tinha me dado antes. Observar ela andando pela cozinha para guardar as vasilhas e latas nos armários e geladeira, calçando aquele chinelo havaianas fashion preto que ela tinha usado para me bater alguns momentos antes, e sabendo também que ela tinha me avisado que ficaria de olho no que eu estivesse fazendo, provocou uma sensação de tensão que me deixou mais alerta para não ser descuidado. Depois que terminamos com a cozinha, já era quase hora de começar a preparar o almoço, e então ela disse que eu poderia passar a próxima meia hora de maneira livre, ver televisão, ouvir música, enquanto ela também iria relaxar. Após esse tempo, eu deveria voltar para a cozinha e esperar por ela para ajudá-la na preparação do almoço. Assim, passei a próxima meia hora deitado no sofá, assistindo um programa esportivo na tv. Em meia hora, eu estava de volta na cozinha, e pouco depois ela chegou também vindo do quarto. Eu vi que ela tinha mudado de roupa, provavelmente porque o vestido tinha molhado ao me dar banho pela manhã, e ela vestia então um short jeans curto, uma camiseta branca, e calçava o mesmo chinelo havaianas fashion preto nos pés. Quando ela se aproximou de mim, me puxou para um beijo, e disse que a minha tarefa seria preparar uma salada básica de alface, tomate e palmito, e cortar algumas frutas para a sobremesa. Ela me avisou que continuava a supervisionar as minhas atitudes e ações, e que eu não deveria relaxar no cumprimento de suas ordens. Nesse momento, ela segurou uma de minhas orelhas, deu uma leve torcida, e batendo com o pé direito no chão para chamar a atenção para o chinelo dela, disse que esperava que eu tivesse entendido o aviso. Apesar da sensação de ardor na minha bunda já ter praticamente passado, eu gostei dessa atitude dela, e procurei não cometer erros ou falhas. Eu senti realmente que estava sendo vigiado, e que ela não exitaria em me dar uma nova surra se eu cometesse algum erro ou fosse displicente com a minha tarefa. No mais, a preparação do almoço também transcorreu bem, sem maiores incidentes, e para a minha agradável surpresa, com a mesma sensação prazerosa do final da manhã por conta da movimentação dela perto de mim, calçando aquele chinelo de borracha preto, demonstrando uma atitude determinada que indicava uma disposição real de me castigar para qualquer erro ou falha que eu pudesse cometer. De fato, essa sensação que eu senti era por conta de alguns olhares que ela eventualmente dirigia a mim, e que indicavam uma consciência de seu papel dominante e que dependia das atitudes e firmeza dela a manutenção da minha obediência. Almoçamos de maneira tranqüila, e após o almoço, começamos novamente o processo de arrumação da cozinha, eu assumindo a lavação dos pratos, copos, talheres e travessas, e ela arrumando as coisas de modo geral, e me ajudando na lavação das panelas. Tudo ia bem, até que em um momento que eu estava ensaboando um dos pratos, com as mãos escorregadias por causa do sabão, eu deixei o prato escapulir, e ele bateu na beirada da pedra e caiu dentro da pia. Fez um barulho forte, e ela, que nesse momento estava guardando algumas coisas dentro do armário da cozinha, se virou com o barulho e veio em minha direção para ver o que tinha acontecido, e quando eu peguei o prato novamente, vimos que ele esfolou uma pequena parte da borda. Não foi uma quebra muito grande, mas era visível o estrago no prato. Então, eu comecei a sentir o mesmo arrepio que tinha sentido de manhã, e sabia que ela não deixaria essa falha passar em branco. Ela estava com a mão esquerda na cintura, e com a direita pegou a minha orelha, e disse: Muito bonito, M.A..., é assim que você é cuidadoso?.... eu vou te ensinar a ter mais cuidado com as coisas.... você vai apanhar para aprender a não ser desastrado quando lavar os pratos novamente.. Então ela me empurrou um pouco para o lado da pedra da cozinha onde havia um espaço mais aberto, mandou que eu me debruçasse sobre a pedra, abaixou a minha calça e cueca deixando a bunda nua, e abaixou para alcançar o seu chinelo no pé direito. Antes de começar a bater, ela continuou dizendo que eu deveria prestar mais atenção ao que estivesse fazendo para não ser desastrado, e nesse momento, começou a bater com o chinelo na minha bunda, alternando os dois lados, da mesma maneira vigorosa que tinha batido de manhã, e o estalo do chinelo na minha bunda soava bem forte pela cozinha. A surra foi de menos de 20 chineladas, talvez 14 ou 16, mas o suficiente para deixar a minha bunda bem quente. Depois que ela acabou de bater, ouvi o chinelo cair no chão, e ela pegar na minha orelha mandando que eu me levantasse e vestisse a minha cueca e calça novamente. Depois de me recompor, ela ordenou que eu continuasse a lavação da louça, tomando cuidado para não cometer erros, nem ser desastrado novamente. Quando ela disse isso, percebi que o seu semblante estava sério, e ela parecia realmente brava com o que tinha acontecido. Isso provocou aquela sensação prazerosa de tensão que eu tinha sentido pela manhã, e eu só esperava que esses momentos fossem crescentes com o tempo até que um dia eu pudesse realmente começar a ter medo do chinelo dela. Mas se isso acontecer, ainda teríamos um longo caminho a percorrer, e só dependia da habilidade dela em ser firme, rigorosa e severa quando fosse necessário.
VII
Acabamos com a arrumação da cozinha, e ela continuava com o semblante sério, cenho franzido, e eu estava tenso e alerta com essa expressão dela, e sentia o meu corpo arrepiar em uma sensação muito prazerosa. Então, ela se aproximou de mim, pegou na minha mão e disse que iríamos conversar um pouco no sofá da sala. Não achei que ela iria me aplicar outro castigo por causa do prato lascado, mas não sabia o que poderia esperar dessa conversa. Chegando no sofá, sentamos um ao lado do outro, ela se sentou de lado apoiando a cabeça com a mão, e disse que faria uma pergunta séria e queria uma resposta bem sincera da minha parte. Ela então me perguntou se eu lembrava de algum momento durante o período que namoramos, em que eu tenha ficado frustrado com a falta de atitude dela em não assumir esse papel dominante de me manter na linha. Ela disse então que eu poderia falar sem medo de ofendê-la ou receio de magoá-la, e que o propósito dessa pergunta é o de entender melhor o que eu espero dela como minha dona. Existiu sim um episódio que eu considero que representa bem esse pedido que ela me fez. Pouco mais de um ano depois que começamos a namorar, fizemos uma viagem para a cidade litorânea de Guarapari, no estado do Espírito Santo, ficando hospedados em um apartamento emprestado por uma tia minha. O apartamento era amplo, com dois quartos grandes, cozinha com copa, e como era no último andar, tinha uma varanda que se estendia por um dos lados do apartamento, e era bem arejado. Ficamos cerca de 5 dias na cidade, e foi a primeira viagem que fizemos juntos e sozinhos. Perto da cidade de Guarapari, fica outra cidade ou distrito, não sei bem, chamado Meaípe, que tinha uma enseada mais tranqüila, e praias mais sossegadas. Por dois dias freqüentamos as praias de Meaípe, e na praia do centro, a principal, existe uma rocha a uma distancia relativamente pequena da faixa de areia para se alcançar de caiaque, mas longe para ir a nado para pessoas que não estão acostumadas à natação longa. Como eu pratico natação há muitos anos, e a praia de Meaípe tem águas protegidas e seguras, eu já tinha conseguido alcançar essa rocha a nado em outras vezes ocasiões. Então, no segundo dia que ficamos nessa praia, eu sai da areia e entrei na água, e S.H. continuou deitada na toalha sob o sol. Ela não percebeu que eu tinha pegado os meus óculos de natação, e então, eu comecei a nadar em direção à rocha, e como já tinha feito isso antes, sabia que tinha que olhar para a frente ao longo da travessia para corrigir a rota. Depois de algum tempo, talvez uns 20 minutos, eu cheguei em segurança, e se ela estivesse me olhando nesse momento, ela poderia me ver subir na rocha. Fiquei pouco tempo por lá, e então coloquei novamente os óculos, e voltei a nadar em direção à praia, com a mesma técnica de procurar um ponto de referência para corrigir a rota de volta. Depois de algum tempo, eu já estava de novo perto da faixa de areia, e percebi que já podia alcançar o fundo de areia ficando em pé. Nesse momento, quando eu tirei os óculos, eu vi que S.H. estava vindo em minha direção entrando na água. Quando ela chegou perto, me abraçou e disse que tinha ficado muito preocupada comigo, porque ela não tinha me visto sair nadando, e quando sentou na toalha, algumas pessoas perto dela comentaram que eu tinha nadado até a rocha e se perguntavam se eu teria condições de voltar sem maiores problemas. Ela percebeu que estavam falando a meu respeito, e apesar de saber que eu sou um bom nadador, ficou preocupada com a possibilidade de acontecer alguma coisa inesperada. Ela me abraçou apertado, e então eu senti que ela realmente tinha ficado tensa com a angústia durante a minha volta. De fato, não tinha ponderado sobre a possibilidade de causar esse desconforto em S.H., e eu procurei acalma-la com carinho e atenção. Voltamos para as toalhas na areia, e tudo pareceu que ficou bem. Quando voltamos para o apartamento em Guarapari, nada mais a respeito desse incidente foi conversado, e seguimos o nosso passeio turístico na normalidade. Mas, desde então, esse acontecimento sempre povoou a minha mente, e por mais que eu tentasse analisar as atitudes de S.H. nesse evento, sempre concluía que ela tinha desprezado uma boa oportunidade de demonstrar que estava no controle, e que a minha atitude não seria tolerável novamente. Para isso, ela deveria ter me castigado severamente quando tivéssemos retornado ao apartamento. E por várias vezes, quando lembrava desse incidente, eu especulava sobre quais os castigos que S.H. poderia ter me aplicado naquele dia. O que eu mais gostaria que ela tivesse feito, seria ao voltarmos para o apartamento, passaríamos em uma feira de artesanato, certamente com produtos em couro. Então, ela iria mandar que parássemos um pouco, e procurando entre as barracas espalhadas na praça, ela procuraria dois produtos específicos, que não tínhamos em Guarapari: um chinelo e uma correia de couro. Ela tinha levado um chinelo de borracha, mas já pensando no castigo que ela estava preparando para quando voltássemos ao apartamento, ela decidiu que precisava desses dois itens. Por fim, encontrado os dois produtos voltaríamos ao apartamento. Quando tivéssemos chegado, ela me chamaria para junto de si, ainda com a roupa da praia, e sentada em uma cadeira na ampla área de serviço do apartamento, somente então ela me diria sobre toda angústia pela qual ela passou quando eu me aventurei em cruzar da praia para a rocha naquela manhã. Disse que tinha ficado aliviada por nada ter acontecido, mas que eu iria apanhar muito, para que eu aprendesse a não mais faze-la passar por essa situação. Então, ela me diria que naquele momento eu levaria uma surra de chinelo de borracha de 20 chineladas, e mais tarde, antes do início da noite, apanharia de novo com uma surra de chinelo de couro ou correia, que ela decidiria até o momento de me bater. Então, mandaria que eu abaixasse o short e a sunga, e deitasse no seu colo para o primeiro castigo. Depois desse castigo, faríamos o almoço (como fizemos naquele dia, mas sem o momento do castigo imediatamente antes), e bem depois, já no final da tarde, ela me chamaria novamente para junto de si, e decidiria se eu iria apanhar de chinelo de couro ou correia. Se decidisse pelo chinelo de couro, o procedimento seria o mesmo, mas se surra escolhida fosse de correia, então ela diria para que eu me curvasse em uma cadeira, e abaixando o meu short e cueca, se posicionaria atrás pelo meu lado esquerdo e dobraria a correia na mão, medindo mentalmente a distância entre a posição dela e a minha bunda nua, e verificando se o tamanho da correia estava adequado. Então me daria cerca de pouco mais de 10 lambadas, novamente falando sobre o meu comportamento desobediente e descuidado na manhã daquele dia. Esse poderia ter sido o início de um novo papel de S.H. no nosso relacionamento. Papel esse que eu sempre pedi que ela pensasse em desenvolve-lo. Voltando para a nossa conversa sentados naquele sofá na sala de televisão da casa da avó dela, ela percebeu que tinha escapado pelos seus dedos uma grande oportunidade de me cativar sob o comando dela. E isso sempre foi uma fonte de frustração de M.A., por considerar que ao perder essa chance, S.H. não tinha encontrado dentro de si essa vontade de ter nas mãos os desejos e vontades do seu namorado. Ela agradeceu pela sinceridade, e voltou a afirmar que o tempo também mudou o seu entendimento e o foco hoje em dia, e que assumir o controle sobre os desejos e vontades do seu namorado/amante/escravo faz parte dos seus desejos e sensações de prazer também. Quando percebemos, a tarde já ia pelo fim, então S.H. disse que tomaríamos um banho juntos, e que ela gostaria de ser massageada durante o banho. Entramos no box do chuveiro, e eu percebi que ela entrou calçada de chinelo de borracha. Quando ela percebeu que eu olhava para os pés dela, ela me avisou que continuava a vigiar as minhas atitudes, mesmo ali dentro do banheiro. Depois de molharmos na água quente, ensaboei bastante uma bucha, e comecei a passar nas costas de S.H., em movimentos circulares e massageantes. Me demorei bastante em passar a bucha ensaboada pelo corpo de S.H., e pude perceber que ela relaxou durante o banho, e se entregava à massagem. Por fim, terminamos o banho, e depois de uma rápida ducha, saímos do box e eu continuei com a minha tarefa de secar o corpo dela. Depois de vestirmos, já no início da noite, S.H. disse que iríamos encerrar aquele primeiro dia nesse momento, e que eu já estaria livre para voltar para a casa. Acertamos então que eu deveria voltar a me apresentar no próximo sábado, e deveria também ligar algumas vezes para dar notícias do meu comportamento ao longo da semana. S.H. lembrou que esse primeiro dia foi mais para conhecermos os nossos novos papeis nesse relacionamento, e disse também que a partir do próximo encontro, já será mais rigorosa no comando das rédeas da minha educação.
VIII
Voltamos a nos encontrar por vários fins de semana, vivenciando e amadurecendo nossos papeis nessa aventura, e com o tempo, S.H. foi se entregando mais e eu via que havia prazer no que ela fazia. Realmente, como ela tinha me avisado, S.H. se tornou com o tempo mais severa e vigilante sobre o meu comportamento. Eu era castigado por qualquer falta ou erro cometido, e por várias vezes, quando ela mandava que eu tirasse a roupa e aguardasse por ela, via ela voltar com a correia de couro na mão, e então eu sabia que poderia esperar por uma surra bem dolorida, que iria me deixar marcado com alguns vergões da correia. Com o tempo também, ela passou a usar uma chibata e um chicote de couro comprido, e não foram poucas as vezes em que ela me bateu de chicote. Naturalmente, como os encontros certos eram apenas nos fins de semana, algumas vezes quando eu chegava na casa dela no início da manhã para busca-la e passarmos o dia fora, a irmã e os sobrinhos ainda estavam lá, e claro que me viam e conversavam comigo. Não sei o que a irmã dela perguntou a meu respeito, mas deve ter havido algum comentário. Não sabíamos ainda como isso iria evoluir no futuro, nem como ela justificaria a minha presença sempre por lá nos fins de semana. E então, em alguns desses sábados, eu passava o dia inteiro na casa junto a S.H., e com a irmã também. Não havia como fazermos nada num dia assim. Mesmo que existisse alguma dominação velada, nada mais explícito poderia ser feito, muito menos a aplicação de uma surra corretiva para alguma falta que eu pudesse cometer. Ficávamos sem ação, mas não podíamos evitar. Com o tempo, uma saída para essa situação apareceu, quase de forma natural. K.H. era uma pessoa adulta, e tinha um relacionamento aberto e sincero com S.H., e então, S.H. decidiu que conversaria de maneira franca com K.H, explicando a nossa nova relação, e perguntando se K.H. se sentiria constrangida se pudéssemos vivenciar os nossos papeis com a presença dela na casa. Isso significaria, claro, que ela veria S.H. me dar ordens, e talvez, me aplicar algum castigo. E mesmo que ela não percebesse explicitamente esses momentos de correção, seria quase certo que ela ouviria os estalos do chinelo, da correia ou do chicote quando S.H. me aplicasse algum castigo. Então, para vivenciarmos sem medo ou culpa o nosso relacionamento, seria importante contar com a cumplicidade de K.H. nesses momentos, e que ela entendesse que esse relacionamento envolve também um lado amoroso. Para o nosso alívio, K.H. concordou em ter essa cumplicidade com a nossa situação, e S.H. decidiu que nos mostraríamos aos poucos à K.H. nos nossos respectivos papeis. Então, aos poucos eu e minha Senhora S.H. retomamos os nossos papeis de maneira crescente, até que a presença de K.H. se tornasse natural e sem importância para vivenciarmos o nosso relacionamento. Um dia, porém, aconteceu um fato novo. Depois do almoço, quando eu estava na cozinha lavando a louça, com a ajuda de S.H. e K.H. em guardar as coisas no lugar, eu deixei a água da pia respingar nas pernas e pés de K.H., que nesse momento estava guardando coisas no armário perto da pia. Eu de fato não vi isso acontecer, mas K.H. reclamou no mesmo momento que eu estava sendo desastrado, e então a minha Senhora S.H. se aproximou para ver o que aconteceu. Quando K.H. mostrou as suas pernas e pés molhados, S.H. pegou na minha orelha e mandou que eu pedisse desculpas a K.H., e então disse que iria me levar para o quarto, onde eu iria apanhar para aprender a não ser descuidado novamente. Nesse momento, K.H. disse a S.H. que me castigasse ali mesmo, como ela já tinha feito antes, me debruçando sobre a pedra da pia, e K.H. disse que ficaria satisfeita em me ver apanhando pela minha falta de atenção. Levei uma surra de 20 chineladas bem aplicadas, e K.H. realmente pareceu que ficou satisfeita, aprovando a forma firme e rigorosa que a minha Senhora S.H. me corrigiu. Esse fato não passou despercebido, e outra idéia apareceu em nossas mentes, e como eu não teria a ousadia de sugerir, foi a minha Senhora S.H. que primeiramente tocou no assunto. Um dos sábados, quando estávamos sentados apenas eu e ela vendo televisão, ela me confidenciou que estava pensando em propor uma coisa para a irmã K.H., mas primeiro queria saber se eu topava e aceitava a idéia. Deixei que ela falasse o que estava pensando, e então ela me disse que gostaria de propor a mim, e depois a irmã, que ela pudesse ter alguns direitos de uso para alguns serviços domésticos da minha parte. Basicamente, ela teria direito de me usar como escravo para pequenos serviços domésticos como preparar o seu café da manhã, ajudar a arrumar o seu quarto, e alguma limpeza em geral. Deixaria claro que o relacionamento amoroso e o uso de natureza sexual seria apenas com ela, S.H., mas K.H., que já era cúmplice no nosso relacionamento, poderia ter esses direitos de uso da minha disponibilidade. Com essa abertura, outro direito também seria dado a K.H.: o de me castigar quando cometesse alguma falta ou erro quando estivesse executando alguma ordem que ela me desse, ou mesmo quando cometesse alguma falta quando estivesse executando alguma tarefa na casa, de acordo com os mesmos critérios e sugestões estabelecidos no contrato entre a minha Senhora S.H. e eu. De fato, na prática, estaríamos aditando o contrato pela primeira vez, com a inclusão de K.H. como detentora de direitos de meu uso como escravo doméstico, de acordo com as cláusulas já acordadas no corpo principal do contrato, e respeitando o relacionamento amoroso entre S.H e M.A., incluindo a concordância de não uso de M.A. para atividades sexuais, que são de uso exclusivo da Senhora S.H..
IX
Assim, de certa maneira, iniciamos uma nova fase nessa aventura, com a minha Senhora S.H. continuando a ser a dona dos meus desejos e vontades, controlando as rédeas da minha educação, mas agora, surge K.H. como uma espécie de feitora com direitos de solicitar serviços domésticos eventuais, e aplicar castigos corretivos para alguma falha ou erro que eu possa cometer. Em um dos sábados de encontro, quando cheguei na casa delas, a minha Senhora S.H. me recebeu, e antes que eu entrasse na casa, me ordenou que eu fosse até a padaria comprar pão, enquanto ela foi colocar a água para ferver e coar o café. Assim que eu voltei, mandou que eu arrumasse a mesa e quando tudo estava pronto, começamos esse dia de maneira diferente, tomando o café da manhã juntos. Assim que terminamos, a minha Senhora S.H. me mandou limpar a mesa do café, mas sem retirar as coisas, porque K.H. ainda não tinha levantado. Ela me disse então que quando K.H. levantasse, eu deveria perguntar se ela gostaria de alguma coisa diferente do que estava na mesa. Enquanto esperava que K.H. se levantasse, S.H. mandou que eu fosse arrumar o quarto dela, e pouco depois disso, eu ouvi a porta do quarto de K.H. se abrir, e ela surgir na sala ainda de vestido de dormir, calçando nos pés um chinelo havaianas preto, modelo top. Fui até ela e perguntei se ela queria algo para o café da manhã, e depois de perguntar o que tinha na mesa, ela me disse que eu deveria fazer um mixto quente para ela. Fui para a cozinha fazer o mixto, e ela sentou no sofá da sala, próximo a cozinha, e pegou uma revista para folhear. Pouco depois ela me viu sair da cozinha em direção ao quarto de S.H., onde eu deixei algumas coisas no meio do caminho, e então ela me perguntou se eu não estava fazendo o mixto. Respondi que estava, e que só iria levar alguns segundos para voltar a cozinha. Ela achou estranho, mas deu de ombros, apenas me avisando para tomar cuidado para não queimar o pão, e voltando a concentrar a sua atenção na revista. Aconteceu que eu me descuidei do tempo, e quando eu ainda estava no quarto de S.H. acabando de quardar as últimas coisas, um cheiro forte de algo queimado veio da cozinha. Rapidamente fui para a cozinha, e cheguei lá quase na mesma hora que K.H., que também tinha sido atraída pelo cheiro da fumaça. Depressa eu fui em direção ao fogão, e retirei do fogo a mixteira que já estava soltando bastante fumaça. K.H. apenas ficou ao meu lado, colocou as mãos na cintura com uma expressão séria e brava no rosto, e ficou olhando o que eu iria fazer. Eu abri a mixteira, consegui tirar o pão que estava totalmente queimado, e fui para a pia lavar a crosta de pão queimado da mixteira. Ainda estava lavando a mixteira e ouvi K.H. dizer: Muito bonito, M.A..... e eu ainda te avisei.... quanto terminar de lavar a mixteira, deixa ela no escorredor, e venha aqui do meu lado... Depois de deixar a mixteira secando no escorredor, me aproximei de K.H. que estava sentada na cadeira, com as pernas cruzadas, e uma expressão zangada no rosto. Quando eu cheguei perto, ela me disse: Eu vou te ensinar a ter mais atenção, e principalmente, quando eu te avisar das coisas que podem acontecer. Você vai apanhar para aprender a me escutar. Então, ela mandou que eu abaixasse a calça, mas não a cueca, e enquanto eu abaixava, vi ela alcançar o chinelo do pé direito. Então ela mandou que eu deitasse em seu colo, e depois disso, senti que ela abaixava a minha cueca até os joelhos, deixando a minha bunda nua. Pouco depois, comecei a sentir as chineladas fortes na minha bunda, e da mesma forma que a minha dona S.H., K.H. me batia de maneira alternada, dando cada chinelada em um dos lados da bunda. K.H. me bateu duro, me aplicando cerca de 30 chineladas, e enquanto batia, dizia de maneira brava que não queria ouvir nenhum pio da minha parte, e que se eu reclamasse ou pedisse para parar, ela iria buscar a correia e a surra seria muito pior. Com o barulho dos estalos do chinelo, a minha dona S.H. que estava no terreiro da casa foi até a cozinha ver o que estava acontecendo. Quando terminou de me bater, K.H. mandou que eu me levantasse, e ainda com as calças abaixadas e a bunda de fora com as marcas do chinelo, fosse até a parede e ficasse de castigo de frente para a parede, e de mãos levantadas. Enquanto isso, ela explicava a S.H. o motivo do castigo, e perguntou se ela não tinha sentido o cheiro da fumaça do pão queimado lá do terreiro. A minha dona S.H. disse que tinha sentido um cheiro de queimado mesmo, mas não achou que seria de dentro da casa, e depois de saber então o que tinha acontecido, S.H. se aproximou de mim e chegando seu rosto por trás da minha orelha, disse que eu tinha recebido um castigo merecido, e que ela ainda iria decidir se eu seria castigado novamente mais tarde por ela, ou por K.H.. Quando ela disse isso, senti aquele arrepio pelo corpo, e ouvi K.H. dizer que eu bem que merecia, principalmente porque ela tinha me avisado para ficar atento e não deixasse o pão queimar, quando eu sai da cozinha e fui para o quarto de S.H.. Mas então, depois de sair do castigo, o dia transcorreu sem maiores incidentes, e não fui castigado novamente, apesar da cara brava das minhas duas donas, e das ameaças constantes de uma nova surra.
X
O tempo passou, e percebemos que tínhamos encontrado um equilíbrio nesse modo de vivenciar a nossa aventura, sendo que S.H. e eu tínhamos os nossos momentos de carinho e dominação, e quando K.H. solicitava algum serviço, em nada isso atrapalhava a nossa relação amorosa, mesmo quando K.H. decidia me aplicar algum castigo corretivo por alguma falta. K.H. com o tempo passou a usar também, além do seu chinelo havaianas top de borracha, chinelo, correia, cinto e chicote de couros, emprestados do armário de S.H.. E quando K.H. me castigava, ela tinha uma mão bem pesada no chinelo, correia ou chicote, deixando a minha bunda ardendo e bem vermelha. Não sei ainda como essa aventura vai evoluir no futuro, e como ficarão os nossos papeis, mas eu sei que esse presente tem sido muito bom, e de certa forma, eu encontrei nas duas aquilo que eu sempre procurei. S.H. realmente amadureceu nesse desejo de me dominar, e ser a senhora dos meus desejos e vontades, e a combinação dessa dominação com o seu carinho nos momentos de intimidade, fazem com que a entrega do meu corpo e vontades em suas mãos seja a melhor coisa que me aconteceu nos últimos tempos. E a participação de K.H. sendo cúmplice e atuante em também me dominar, com o seu jeito de mulher brava e severa, faz com que depois de tanto tempo procurando uma mulher para me entregar em suas mãos, eu tenha encontrado duas. E é com muito orgulho que, além de ostentar as marcas de seus castigos em minha bunda, eu hoje as chamo de minhas duas donas.
FIM