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A Biblioteca

Camila era uma professora de história universal de uma universidade do Rio Grande do Sul, gostava de se aprimorar constantemente e surgiu uma oportunidade imperdível, ela iria para um congresso nos Estados Unidos em Washington D.C. e teria a viagem custeada pela universidade, mas não era o congresso de quatro dias que a fascinava e sim a possibilidade de conhecer a biblioteca do congresso americano, é a mais completa e ampla biblioteca do mundo, um prato cheio para uma professora de história universal como Camila. Chegou o grande dia e o avião pousou na capital americana suavemente, Camila rumou para o congresso em ônibus fretado para o congresso, haviam muitos latinos e outros brasileiros no ônibus, ela sentou ao lago de um homem de cabelos grisalhos e sotaque carioca, logo se apresentou, era muito amigável, as vezes a tomavam como volúvel pela facilidade em fazer amigos. - Bom dia, sou Camila. - Bom dia, sou Pedro. - Veio fazer que curso Pedro? - Na verdade nenhum curso do congresso, tive a oportunidade de vir porque um colega meu de empresa, que é administrador teve problemas pessoais na ultima hora e não pode vir, então cá estou, quero pesquisar na biblioteca do congresso americano sobre pontes do século 19, sou engenheiro e estou a 6 meses pesquisando sobre vários assuntos relacionados com a história da engenharia em várias épocas, nossa empresa vai fazer um trabalho de marketing relacionado com a história das construções humanas ao longo da história, e você? - Eu sou historiadora e vou fazer um curso, mas também estou aqui pela biblioteca, você entende que para minha área de atuação aquela biblioteca é um prato cheio, dá onde você é Pedro? - Sou do Espírito Santo e você? - Sou do Rio Grande do Sul. Neste exato momento o guia do congresso diz que eles estão passando em frente a biblioteca do congresso e quem tiver a oportunidade de visita-la vai adorar, a biblioteca foi reformulada e parte de seu acervo já está sendo digitalizado, o que vai facilitar o acesso do mundo inteiro a ela. O ônibus seguiu até o local do congresso, Camila e Pedro desceram do ônibus conversando amenidades e rindo muito, estavam se entrosando bem, Camila tinha 33 anos e Pedro aparentava uns 45, mas ela preferiu não perguntar, Camila rumou para o anfiteatro onde seria o curso dela. - Bom, vou ter de ir ao curso agora Pedro, foi um prazer. - Que nada, vou a biblioteca agora mesmo e quando acabar o seu curso vá para lá se possível, acho que uma historiadora brasileira me ajudaria 100% na minha pesquisa, o que acha, depois podemos sair pela cidade e almoçar. - Tudo bem, meu curso começa agora e termina as 10:00 horas e só recomeça a partir das 16:00, acho que no meio tempo posso te ajudar e depois almoçamos, te encontro lá. Camila foi para o curso e Pedro para a biblioteca, ela na verdade não prestou atenção direito ao curso devido ao fascínio que ficou por Pedro, era um homem interessante, parecia culto, aparentava um charme dos homens de meia idade e devia tratar bem uma mulher, ficou até vermelha por seus próprios pensamentos, estava tendo pensamentos como flashs eróticos sobre aquele homem que conhecia a quinze minutos, mas pensou que era fantasia e que nada aconteceria, no final da manhã estaria com ele mergulhada em pesquisa e trabalho, aquilo tudo sumiria da sua cabeça, completo engano, o futuro reservava uma experiência fantástica para Camila. O curso como num passe de mágica acabou e ela pegou um táxi em direção a biblioteca, mas pensou, como vou encontrar Pedro lá, a biblioteca é imensa e não combinamos nada, já sentia tudo novamente, a possibilidade de perder o encontro com ele a deixou triste e desiludida, mas tudo bem, afinal estava na biblioteca que mais queria conhecer e poderia passar o tempo lendo e pesquisando para si, sobre o que quisesse e vislumbrasse em sua curiosidade, na entrada da biblioteca como em qualquer órgão do governo americano muita segurança, limpeza e organização, pegou um roteiro da biblioteca, dividido por sessões e assuntos, exposições, raridades e outros tópicos, logo pensou consigo, engenharia, Pedro vai estar em uma sessão sobre engenharia, olhou no roteiro e lá havia uma sessão sobre assuntos tecnológicos, novidades e história da engenharia americana e mundial, Pedro com certeza estará nesta sessão, subiu alguns lances de escada e no final de um corredor havia a porta imensa da sessão, entrou e encontrou uma sala ampla, mas muito escura, de móveis pesados e decoração clássica do século 19, parecia ter voltado no tempo, todos os livros e artigos ali catalogados eram fascinantes para Camila, no final de um corredor de estantes viu Pedro debruçado em um livro imenso, foi em direção a ele. - Olá fujão, te encontrei afinal, o que está lendo sem mim? - Oi, não vai acreditar, mas no meio de tudo aqui sobre engenharia, achei um livro sobre instrumentos de tortura do século 19 e comecei a ler, explica tudo sobre tais aparelhos, seu funcionamento e finalidades, achei interessante, é um livro escrito na Nova Inglaterra, onde aconteceu ampla caça as bruxas, lá os puritanos disfarçados de religiosos caçavam quem pensasse diferente, não só em termos religiosos, mas também em termos sociais e políticos, todos eram presos, investigados, torturados e alguns mortos, acho que na verdade eram sádicos procurando prazer, o que acha? Camila estava quase em transe olhando uma figura de um aparelho de tortura na folha aberta do livro, Pedro não sabia mas ela gostava de ler e ver aquilo, era masoquista, mas apenas na sua intimidade, fantasiava ser torturada e sodomizada, mas nunca realizou tal fetiche. - Camila, estou falando com você. - Desculpe, fiquei pensando em como podiam fazer isto tudo. Pedro olhou bem o suor que corria no pescoço dela e nos olhos brilhantes de Camila, ela não estava chocada, estava excitada, gostando de ver aquilo, Pedro percebendo isto agiu rápido. - Sente aqui Camila, vamos ver juntos. Camila sentou na cadeira que ele estava, a cadeira estava quente, os pensamentos dela voltaram naquele momento, sentiu a atração por Pedro voltar, sentia o tesão percorrer sua coluna toda, recostou-se na cadeira de madeira pesada, com o encosto vazado e olhou para o livro, a figura a sua frente era de uma mulher nua deitada em um aparelho de tortura que a deixava exposta a multidão enquanto era chicoteada e marcada com ferro quente, a presença de Pedro, seus gostos masoquistas, a figura a sua frente, tudo aquilo faziam ela sentir na cadeira como em um aparelho de tortura, ficou com as calcinha molhadas, sentiu sua buceta ficar quente e quase deu um salto quando pelo espaço do encosto sentiu o pau de Pedro duro roçando em suas costas, pensou em levantar e tomar satisfações, mas não conseguiu e ficou ali, esperando, sentindo o homem excitado atrás dela, ele bem poderia ser um torturador da Nova Inglaterra e ela uma bruxa a ser torturada por ele. - Que achou dos desenhos Camila? - O que? - Os desenhos, não acha além de assustador, excitante também? Camila não sabia o que responder, ficou olhando por cima dos ombros aquele homem ousado atrás de si, a cada momento o olhar e o desejo os aproximavam, Pedro novamente não perdeu tempo e beijou-a profundamente, sentiu Camila amolecer, se entregar, ele poderia toma-la para si agora mesmo. Camila estava totalmente entregue a Pedro, sentia seu corpo mole nos braços de Pedro, sua cabeça dizendo para resistir e ao mesmo tempo ondas de prazer que percorriam o seu corpo destruíam estes pensamentos puritanos, aliás, o engenheiro Pedro passou em momentos de homem distinto e charmoso a um inquisitor da Nova Inglaterra, sem pudores e escrúpulos, dominando sua presa, distorcendo os sentidos dela, Camila era uma bruxa a mercê de seu algoz, ele poderia vilipendia-la como quisesse e não demorou a começar seus abusos, abusos que Camila permitia, ela queria desde adolescente ser possuída de forma pouco romântica por um homem rude, que a tomasse a força, toda aquele ar diferente, em meio aos livros, as respirações pesadas, os móveis antigos e sóbrios, ela parecia ter voltado no tempo, cada beijo de Pedro lhe tomava as forças, em poucos minutos ele poderia fazer o que quisesse dela, ela poderia implorar como as bruxas que receberia seu castigo assim mesmo. Pedro começou a puxa-la para o fundo da sala, no final de um grupo de estantes havia uma escrivaninha grande, ampla, ali seria o palco do castigo de Camila, um castigo de prazer que a levaria a outro mundo, ele seria apenas desejo e sensações, sem vontade alguma, apenas a de gozar muito, Pedro já tocava a intimidade de Camila, fez questão de ver se sua vagina estava molhada como imaginava e estava, beijava Camila tomando seu ar, tocava o meio das pernas dela, forçava o decote do vestido leve dela mostrando os seios alvos de bicos rosados que Camila se orgulhava, eram seios redondos e firmes, lindos e deliciosos como os lábios e língua de Pedro podiam comprovar agora, ele encostou o corpos de Camila contra a escrivaninha, tocava o meio das pernas dela com seu pau rígido como pedra, sugava os seios dela e segurava suas mãos firmes nas costas dela, ela estava presa naquela escrivaninha como a um aparelho de tortura, porém era uma doce tortura, para incrementar sua fantasia que se realizava ela resistia um pouco, tentava escapar, reclamava. - Não Pedro, não..... - Silêncio, você agora é minha até que eu queira. Dizendo isto, Pedro deu um sonoro tapa no rosto delicado de Camila, ela sentiu e cerrou os dentes para sentir o prazer que ardia no seu rosto, Pedro a virou bruscamente de frente para a escrivaninha, segurou suas mãos atrás, passou as mãos por baixo do vestido de Camila e arrancou a sua calcinha, com a calcinha dela amarrou as mãos da moça atrás e debruçou o corpo dela na escrivaninha, tirou seu pau para fora e colocou em contato com aquela vagina molhada que exalava o cheiro do tesão de Camila que ainda tentou falar. - Na.....mm...mm - Quieta, apenas quero ouvir gemidos agora. Pedro a penetrou com força tapando a boca dela com a mão que tinha o cheiro e o gosto da vagina dela, Camila arqueou a bunda para trás, inclinou a cabeça e fechou os olhos, estava sendo possuída como sempre quis, de maneira rude, sentia cada vez que o grosso pau de Pedro a penetrava, sentia sua vagina se abrir em espasmos, estava com os seios grudados na escrivaninha, babava na mão de Pedro, arfava como uma cadela, gemia alto, sentia o orgasmo perto, era como uma bruxa em um calabouço escuro do passado sendo violada por seu inquisitor puritano, Pedro gemia também, sentia a vagina dela engolir seu pau, as mãos dela se contraiam amarradas, queria se libertar mas o peso do corpo dele inclinado sobre ela não deixava espaço para movimentos que ele não quisesse, era um tesão até Pedro sentir o corpo dela desfalecer, amoleceu totalmente, o orgasmo dela a derrubou, deixou ela maravilhada, a biblioteca do congresso americano foi mais do que o esperado, tinha sido dominada como uma vagabunda, adorou sua submissão aquele estranho. - Foi maravilhoso Pedro! - Como foi? Quem disse que acabou? Camila ficou instigada, o que viria agora? Pedro a virou em sua direção. - Seu castigo não acabou e meu prazer também não. Pedro disse isto tirando sua cinta da calça, deu mais um tapa em Camila, que mais uma vez aceitou como uma boa submissa deve fazer, Pedro a forçou para o chão, ela podia sentir suas pernas úmidas pelo seu liquido que escorria. - Chupe, se eu achar que está chupando mal, te castigo, está vendo a cinta na minha mão? Camila sorriu e começou o sexo oral em Pedro, sorriu porque estava sendo obrigada a fazer aquilo, estava com as mãos amarradas as costas e assim perdia o equilíbrio deixando o pau de Pedro escapar da boca, a cada escapada uma cintada que descia em sua bunda também alva como os seios ficando com caminhos vermelhos, lembranças do castigo de seu algoz, levou umas dez cintadas, umas cinco deixou escapar o pau dele de propósito, seus sentimentos agora eram de uma certeza que nunca havia sentido, pressionava as pernas uma contra a outra, sentia sua libido a mil, aquele homem forçando o pau em sua boca, cintadas, mãos presas, sua vagina se contraindo, tinha certeza de que perdeu tempo em sua vida somente fantasiando e nunca se entregando por completo a um homem, os pudores de toda a sua vida foram por terra, agora era livre, gozaria mais do que nunca em sua vida, olhou para Pedro, fitou-o e gozou, o rosto dele a fez gozar e seus gemidos de gozo levaram Pedro a loucura. - Vou gozar Camila, aproveite o seu prêmio. O sêmen de Pedro invadia a boca e garganta de Camila, ela tomava tudo com gosto, recebia o prêmio de uma boa e obediente submissa, aproveitou cada gota do orgasmo de Pedro, que gozou junto com ela. Pedro liberou as mãos dela, ela vestiu a calcinha, limpou alguns pingos de esperma de sua roupa, se recompôs e ambos saíram da biblioteca, deixando aquele corredor e sua escrivaninha como testemunhas da dominação deliciosa de Pedro sobre Camila, o livro aberto com aquela bruxa no aparelho de tortura não parecia mais doloroso para Camila e sim mais prazeroso, ela iria agora experimentar mais e mais o gosto da submissão, qualquer homem que quisesse domina-la iria ter o melhor de sua vida.