Back to Browse

O Mercador

Dourados no Mato Grosso do Sul é uma cidade grande no interior do Brasil, famosa por belezas naturais, mas também muito mencionada em páginas policiais devido ao intenso contrabando que passa pela cidade, devido a sua proximidade com a fronteira, um amigo meu que mudou para lá me disse que estava no ramo de importação e exportação e que estava muito bem de vida, ele disse que era um mercador moderno, não entendi o que ele quis dizer, mas como havia me convidado para visita-lo, decidi ver com meus próprios olhos o que ele fazia, não o via há muito tempo e assim teríamos muito para conversar e nos divertir como nos tempos da adolescência. No final de semana rumei para Dourados e no aeroporto estava meu amigo para me recepcionar, nos abraçamos e fomos almoçar, no caminho conversamos sobre os velhos tempos e como estávamos agora, nós rimos muito e no final do almoço ele me disse que precisava tratar de negócios a tarde e que gostaria que eu o acompanhasse, fiquei meio apreensivo e perguntei no que ele estava envolvido, se era algo ilícito, ele riu e me disse que sim e que não, era responsável por recolher peças para a exportação e que apenas entregava as peças para alguém que as exportava, isso era ilícito, mas como ele não participava não tinha problema, fique em dúvida e curioso, decidi acompanha-lo mas o preveni sobre problemas para mim, ele me disse para ficar tranqüilo que ele me mostraria tudo, as peças e tudo mais, eu até poderia ajuda-lo na avaliação das peças se quisesse. Tomamos o rumo norte da cidade e em alguns minutos estávamos numa estrada de terra longe do centro, chegamos a um galpão, do lado de fora estavam alguns homens como que vigiando o local, entramos no galpão escuro e eu neste momento tinha certeza de que ele era contrabandista, foi quando chegamos no fundo do galpão e entramos em um corredor iluminado que entendi o que eram as peças que ele exportava, em um quarto amplo no final do corredor estavam três mulheres lindas e gostosas amarradas a parede, presas com cordas em ganchos que estavam fixos na parede, haviam duas mulheres igualmente lindas nuas que estavam mexendo nos corpos das três amarradas, as mulheres presas nos olhavam com pavor, pareciam pedir clemência, de súbito eu fiquei assustado e excitado ao mesmo tempo, era uma visão perturbadora, mas ao mesmo tempo uma visão linda e excitante, quando me dei por conta meu amigo me olhava e me disse que eu poderia testar as três peças com ele, eram mulheres que ele e os homens lá fora capturavam em boates e festas, eram mulheres normais que por um descuido caiam nas garras deles, eles então as preparavam ali e as embarcavam em viagens que terminavam em algum lugar do mundo, elas eram vendidas como escravas sexuais a peso de ouro no exterior, ali eram preparadas, eram violentadas, torturadas e treinadas para servir sem restrições a um dono, realmente era algo muito sério e grave, pensei em fugir dali, mas pensei que meu amigo poderia fazer algo comigo, ele me disse que elas nunca mais voltariam e que eu não seria descoberto nunca, que eu relaxasse e aproveitasse tudo, ele se dirigiu a uma das mulheres nuas que estavam livres me dizendo que aquelas eram funcionárias que faziam a preparação prévia das escravas, elas depilavam as escravas, davam banho nelas e até passavam gel lubrificante no cu das escravas, depois meu amigo e outro sócio seu se serviam delas, chicoteavam elas, mostravam a dor e a submissão de todas elas, comiam as mulheres de todos os modos que elas seriam sodomizadas no exterior, elas sairiam dali com a alma partida e o corpo pronto para dar prazer a um dono e senhor, meu amigo disse para eu tirar a roupa e me preparar, tirei toda a roupa sem pensar, meu amigo viu minha ereção e disse que eu gostava de tudo aquilo apesar se ser errado, concordei com ele, sempre quis uma escrava e nesta tarde teria, meu amigo também tirou a roupa e mostrou as funcionárias qual mulher ele queria primeiro, era um loura com corpo fenomenal, que chorava muito, havia acordado ali naquela manhã, meu amigo me disse que ela era mulher de um empresário da região, era uma vadia que dava para todo mundo, mas mantinha a pose de madame em Dourados, agora seria apenas uma escrava de alguém, ela ouvindo isto chorava mais e tentava falar, mas tinha uma ballgag enfiada na boca, ela somente babava e gemia, as mulheres a tiraram da parede e a colocaram em uma mesa preparada com argolas nas laterais, lá ela ficou de bruços amarrada em X, toda exposta para nós, com a buceta lisinha, toda depilada, meu amigo começou a brincar com o corpo dela, passeava com os dedos nela, enfiava na buceta e no cu da futura escrava que só chorava, eu vendo aquilo também comecei a participar, só que não agüentei e comecei a chupa-la toda, ela chorava, mas sua buceta estava ficando melada com meu sexo oral, meu amigo notou e disse que nem presa assim ela deixava de ser vagabunda, ele pegou um chicote de três pontas e começou a castiga-la nas coxas e na barriga, a cada chicotada ela arqueava as costas de dor e prazer, eu tocava um punheta olhando aquilo tudo, meu amigo também se masturbava com uma mão enquanto chicoteava com a outra, logo notei que as duas presas a parede também estavam chorando e se debatendo, apenas pensando que elas seriam as próximas, meu amigo me disse para subir na mesa de torturas e comer a vadia, sem pensar subi e penetrei a vadia, comia aquela buceta linda com estocadas firmes e fundas, ela gemia e chorava, meu amigo tirou rápido a mordaça dela e antes dela dizer algo enfiou o pau na boca dela, pude notar que as funcionárias estavam se divertindo com as mulheres presas, davam chicotadas nelas, enfiavam os dedos e chupavam as escravas, era uma suruba fantástica, em pouco tempo de tanto tesão eu enchi a buceta dela de porra e meu amigo fez ela quase se afogar de tanta porra que gozou na boca dela, ele soltou a escrava que estava exausta, as funcionárias a pegaram e a levaram para outra sala, lá meu amigo disse que ela seria lavada e vestida e logo embarcaria, ele olhou agora para uma morena linda e gostosíssima, me disse que ela tinha apenas 18 aninhos e que era virgem no cuzinho e seu comprador a queria mais alargada, ouvindo aquilo ela se debatia mais ainda, meu amigo disse que esta fora capturada em São Paulo há dois dias, as funcionárias a tiraram dali e a prenderam na mesa mas de maneira diferente, amarraram seus braços em um lado e deixaram seus pés no chão amarrados a argolas que ficavam na base da mesa, ela ficava assim com o tronco em cima da mesa e com a bunda bem exposta, perfeito para ser comida em pé, meu amigo me disse que eu poderia ter a honra, comecei então a lamber a bucetinha lisa e o cuzinho lisinho e rosado que em breve seria arrombado, meu amigo deixou esta de ballgag e ficou tocando punheta na frente do rosto dela, enquanto eu me posicionei e comecei a penetrar o cuzinho apertado e firme, fiz mais força e meu pau entrou todo, muito apertado, ela gritava atrás da ballgag, abafado mas gritava, a cada mexida do pau ela gemia mais alto, meu amigo logo encheu o rosto dela de porra, eu não segurei e também enchi o cu dela de porra, um orgasmo diferente e muito bom, um dos mais intensos que já tive, ainda faltava uma das escravas, mas antes eu e meu amigo fomos tomar um drink e nos preparar para a próxima, eu já estava pensando em pedir emprego para ele, o mercador de escravas moderno, um emprego perfeito.