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Do Sonho à Realidade: A Primeira Vez de Um Escravo I Concurso de Contos e Poesias BDSM - Partic

Passava já da uma hora da manhã e nada. Eu seguia ali. Parado. Imóvel. Só aguardando. Era exatamente o que eu queria, o que eu sempre sonhava, mas aquilo começava a me assustar. Estava naquela sala já desde as oito horas da noite e jamais pensei que fosse demorar tanto. Até então o máximo que tinha feito era conversar em chats, por MSN, etc. Ou seja, nada de real. Nunca tinha me encontrado com uma verdadeira Rainha. Nunca tinha sido realmente utilizado, escravizado. Mas eu estava decidido. Estava já na hora. Era agora ou nunca. O que sentia era um misto de tensão, ansiedade, medo e, claro!, muito, muito tesão. Foi então que ouvi um barulho de chave na porta. Que felicidade! Até que enfim, pensei. Quando ela entrou, nem acreditei. Nem em sonhos a situação seria mais perfeita. Ela entrou lindamente vestida, maravilhosamente bela. Inexperiente, tentei agir como se fosse algo “normal”, perguntei como ela estava, etc, disse que estava feliz em conhecê-la. Ela nem respondeu. Agiu como se eu não estivesse ali. Nem me olhou. Seguiu direito para o quarto ao lado e fechou a porta. Comecei então a ouvir alguns ruídos, barulhos, e em seguida a luz da sala de apagou por completo. Ficou totalmente escuro; não se via nada. Nessa altura meus sentimentos, ao mesmo tempo que afloravam de modo inacreditável, se confundiam. Medo, tesão, pavor, excitação...ouvi o barulho da porta do quarto se abrindo, e na mesma hora senti suas mãos suaves, mas firmes, me puxar para o quarto dizendo: “Fique bem quieto e me obedeça. Do contrário, paramos tudo e te mando embora”. Obviamente, obedeci com muito orgulho. Ela então começou a me preparar. Baixou minhas calças. Me inclinou sobre uma espécie de banco. Algemou minhas mãos e meus pés a esse móvel, de modo que eu ficasse de quatro, preso, com as pernas bem abertas. A essa altura se pode imaginar como eu estava me sentindo. Alucinado, louco, é o mínimo que se pode dizer. Mas eu não imaginava o que estava por vir. Passei a sentir, então, pela primeira vez, o toque macio e sedoso de seu corpo. Ela me dava o prazer de sentir suas pernas tocando em mim, seus pés maravilhosos, sua pele. Aquilo estava me deixando louco. Senti seus dedos me percorrendo. Pelas pernas, subindo, subindo, não tocou em minha bunda e seguiu em minhas costas. Quando então, com força, me pegou pelos cabelos e disse: “Agora vai ser minha escravinha. Minha Sabrininha. Vou te usar, vou te currar, vou te estuprar, minha vadia”. Ainda meio surpreso, senti na mesma hora ela enfiar boca adentro o que devia ser um vibrador bem grosso, que de tão grande me sufocava e quase não me deixava respirar. Ela metia com força, fodia minha boca mesmo e me xingava. Ah, como me xingava. Me chamava de sua cadela, putinha, vadia, que eu não sabia chupar direito, que ia ter de aprender muito, que eu ia apanhar se não chupasse bem. E assim fiquei. Meus lábios já estavam inchados, devia estar chupando aquele pau por quase meia hora, quando ela – subitamente – parou. Eu gelei de medo e tesão. Ela abriu um armário, percebi que ela pegara um objeto, chegou perto de mim e falou, bem ao meu ouvido: “Agora você vai apanhar, por não ter chupado direito, sua puta”. E começou a espancar a minha bunda. Eu nunca tinha apanhado. Na verdade, até pensava nisso em fantasias, mas a realidade era totalmente diferente. Começou a realmente doer. Ela usava algo como um chicote, que eu não podia ver mas sentia me machucando. A cada batida ela me xingava mais, me humilhava, dizia que ia me estuprar, que aquilo ali não era nem perto do que ela ia fazer com o meu cuzinho. Ela novamente ficou bastante tempo assim, minha bunda devia estar em carne viva já, quando ela – mais uma vez – parou. Minha respiração estava muito ofegante, me segurando para não chorar porque, se chorasse, podia perder aquilo tudo, que ao mesmo tempo me machucava mas me realizava como nunca. Ela então retirou por completo a minha roupa. Pegou novamente algo no armário, e então senti algo gelado em minha bunda. Ela falou: “agora vou depilar esse cuzinho, que já vi que essa putinha é porca e não depila esse cu”. Nesse momento morri de medo. Jamais imaginei isso. Pensei que ela podia me cortar, me machucar, tantas coisas. Ela começou. Apavorado, senti o toque da gilete, a pressão da sua mão, e aos poucos fui relaxando. Na verdade, estava muito excitado. Aquilo que jamais imaginara estava me deixando com muito tesão. Ela terminou, passou um pano e disse: “Te prepara que é agora”. Como disse, eu estava adorando. A sensação de estar ali, dominado, subjugado, com o cuzinho depilado, me deixara completamente louco. Mas eu não sabia o que me aconteceria. Tudo podia acontecer. Então, ouvi ela se aproximar de mim, e bem perto de meu ouvido dizer: “Vou te estuprar, sua puta”. Nessa hora, senti algo duro, grosso, pressionando meu cuzinho com uma força incrível. Senti que ela estava forçando bastante, eu sentia a pressão, mas aquilo não estava nem perto de entrar. Não conseguia perceber o tamanho, a grossura, mas me parecia algo enorme. Ela seguia, me xingava, “abre esse cú vadia, se não abrir vai ser pior ainda, vou meter sem dó, abre puta...”. Mas não teve jeito. Ela estava com muita raiva. Xingava e fala alto. Eu estava, realmente, com muito medo do que ia acontecer. Então, senti algo gélido no meu rabinho, algo como um gel. Mas que esquentava, ardia, queimava. E então, ela veio de uma vez só. Confesso que achei que fosse desmaiar. Aquele pau entrou queimando, me rasgando. Tentei sair dali mas não adiantava, eu estava preso. E ela seguia preenchendo cada espaço do meu cú, me arrombando definitivamente. Aquilo parecia não ter fim, a dor era insuportável. Quando então ela falou: “Viu, putinha, como cabe tudo nesse teu cú? Estou com 23cm de um pau bem grosso no teu rabo. Agora vai sentir o que é ser fodida de verdade”. E ela começou a socar forte e fundo no meu cu. Aquele pau enorme entrava e saia e ela me xingava e me batia. Ele voltou a pegar o chicote e ao mesmo tempo em que me batia tirava todo o pau e, na hora que ia socar de novo, me espancava. Ela ficou assim por quase uma hora, sem parar. Eu estava dilacerado de dor. Depois de muito tempo, mesmo sem me tocar, porque eu estava imobilizado, aquilo tudo começou a me levar para uma espécie de transe. O tesão foi aumentando, aumentando, de uma maneira como nunca tinha sentido antes. Acho que ela, percebendo, me avisou: “Quer gozar é putinha, mas aviso que se gozar, vai tomar toda a tua própria porra e ainda vou, só pra doer mais, seguir fodendo esse cu mesmo depois de você gozar”. Não agüentei mais, depois de ouvir isso, senti um gozo como nunca havia sentido antes, e praticamente desmaiei. Quando me deu por si, ela estava já com mão cheia da minha porra, enfiando na minha boca e me batendo de novo. Como ela avisara, tão logo gozei fez eu tomar todo meu leite, voltou para trás e seguiu me fodendo. A dor era ainda maior, porque eu acabara de gozar. Ela ficou novamente mais uma meia hora me fodendo. Eu estava acabado, morto, destruído. E então senti que ela começou a socar mais forte ainda, com força mesmo, me machucando, e percebi que ela ia gozar. Fiquei com muito orgulho de estar satisfazendo-a, embora estivesse doendo muito Ela parou, então, de me comer, me desamarrou, me jogou no chão, mandou que eu deitasse e começou a se tocar. A milímetros na minha cara, começou a gozar forte, alto, gemendo, gritando, me xingando e disse: “Abre a boca agora, vadia, abre, que vou acabar na tua boca”. E senti um líquido quente na minha cara, na boca. Era a urina dela na cara toda, logo após ela ter gozado. Nunca tinha nem imaginado isso, mas adorei. Era um néctar dos Deuses. Depois de me dar esse banho, saiu da sala. Mandou eu me limpar. Eu tentei, mas nem conseguia ficar de perto, de tão arrombado que estava. Realmente, tinha sido estuprado, currado, humilhado. E, como estava feliz. Muito feliz. Como nunca antes estivera. Ela abriu a porta, e disse: “Até amanhã, Sabrininha. Amanhã começaremos a fazer de verdade. Hoje foi apenas uma brincadeira”. E assim foi. Até hoje. Para sempre.