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1ª Vez Com Meu Dono... Cap 1

Estou?...Sim?...Sou eu Senhor, a sua nova mercadoria.....Sim, meu Senhor! Lá estarei, Senhor! Pronto! Tinha acabado de confirmar o encontro. É hoje! Chegada a hora, lá estava eu, devidamente vestido tal como previamente me havia sido ordenado por Ele: calças ganga pretas, camisola de gola alta preta, botas de biqueira de aço pretas também, e casaco de cabedal. O meu novo Senhor adorava o preto. Dizia Ele que era discreto, e ao mesmo tempo era sinal de luto, uma vez que a minha liberdade tinha acabado de morrer: eu era o Seu escravo, o meu corpo e a minha alma eram Dele. Ordenou-me que não levasse roupa interior. Disso trataria Ele. E como era a minha iniciação, a minha primeira vez, o meu primeiro Dono, Ele afirmava que eu ia ser a Sua tela para Ele poder criar. Mal sabia eu o que me esperava... Bati. O meu coração ameaçava pular de meu peito tal era a excitação de encontrar meu Dono. A porta do prédio abriu-se. Subi ao primeiro andar, e cumpri o ordenado: ajoelhei-me à Sua porta e aguardei, de cabeça baixa. Começava aqui a minha submissão, neste caso, a humilhação... O meu Senhor abriu a porta, e sem dizer uma única palavra colocou-me uma coleira e uma trela. Puxou-me para o interior. De 4 lá O segui. - Muito bem, escravo! Até aqui tudo bem! Estás mesmo pronto para te entregares completamente ao teu Amo e Senhor? A Sua voz era suave mas autoritária. Respondi Sim meu Senhor! - Muito bem. A partir deste segundo só quero uma coisa de ti: submissão e obediência incondicional, sem perguntas! Já conheço os teus limites e podes ter a certeza que vais ultrapassá-los. A tua vontade não interessa, nem o teu prazer, nem nada. Qualquer recusa será punida. Mais que 3 recusas numa só vez, implica a tua imediata partida. Aceitas estas condições? Fiquei gelado. Ainda nem sequer tinha aberto os olhos desde que ali entrara e tinha que tomar uma decisão destas. E respondi, Sim. - Sim, o quê, escravo? - Sim meu Amo e Senhor, aceito as Suas condições! E tudo começou! - Muito bem! Fica quieto e de olhos fechados, escravo! - Sim Senhor. Ouvi Seus passos a afastarem-se, mas nem me atrevi a abrir meus olhos. Alguns segundos depois, ouvi-O a voltar, e senti uma venda a ser-me colocada. Senti-me mais indefeso, uma vez que agora mesmo que quisesse não via nada. Comecei então a despir-me lentamente: primeiro tirei o casaco, depois a camisola de gola alta (a trela foi retirada para que me despisse) e fiquei de tronco nú. - Pára aí escravo de merda! Senti as suas mãos a percorrerem as minhas costas e ele dizia que eram tão lisinhas...tão boas para tanta coisa...Tu vais ver quando saires daqui, meu paneleiro!...Ahahahaha... Tremi um pouco. - Estás com frio, cabrão?...Ou estás com medo?...Já vamos descobrir isso... Continuou a explorar o meu corpo, agora o peito...passou pelos mamilos, e começou a esfregá-los, a acariciá-los, a puxá-los com alguma violência...Eu gemi de dor, ao mesmo tempo que estava a ficar com um tesão danado... - Cala-te escravo...alguêm te mandou gemer?...Olha que isto ainda não é nada...Aguenta a dor calado! - Sim, meu Senhor, mas....Pás! - Respondes só ao que eu te perguntar! Tu és mesmo um merdas inútil, não és? - Sim, meu Amo. Eu sou um merdas que não O mereco como meu Senhor! Ordenou-me que me continuasse a despir. Obedeci, e retirei as botas. Depois as calças. Logo o meu caralho ficou à Sua vista...ainda meio mole, mas visivelmente húmido. - Muito bem escravo! Gosto de ver que me obedeces-te! Sem roupa interior. Também os cães nunca usaram roupa interior, e tu agora és o meu cão...E tal como me contaras, tens mesmo um caralho ridiculo....como é que alguma vez darias prazer a uma mulher?! ahahahaha... Só podias mesmo ser um escravo de merda!!! Senti-me completamente humilhado...O meu caralho, de 15cm, não é muito grande, mas também não era ridiculo...Até hoje... - A tua obediência inicial merece um prémio: Beija-me os pés, escravo! Ajoelhei-me, completamente nu e já a sentir quase algum arrependimento de tanta humilhação, e foi quando abri os olhos, e vi à minha frente umas botas texanas pretas que comecei a beijar. Comecei na biqueira, e fui andando por todo o corpo da bota, subindo pelo cano...Aí o meu Dono deu-me um puxão na trela, o que me fez engasgar... - Onde vais, meu paneleiro?! Eu disse os pés... - Mas o Senhor... Pás, apanhei outro estalo... - Eu mandei-te falar, cabrão??!! Pás, outro estalo, agora do outro lado... - Só falas quando eu mandar, entendido, escravo? - Sim Meu Senhor! Ordenou-me que Lhe retirasse as botas, e que Lhe lambesse os pés. Assim o fiz. Tinha uns pés lindos, o que me começou a dar um tesão danado...Eu não conseguia evitar sentir-me extremamente excitado com aqueles pés magnificos, muito bem cuidados, quase chegavam a ser femininos, não fosse o seu tamanho (42), e onde agora o meu Dono e Senhor queria meus beijos. (continua...)