Back to Browse
A Primeira Vez
A puta com quem subi para o quarto era muito bonita, como todas as que trabalhavam em casa da Rosete. Vinte e tantos anos, loira, baixinha como aprecio uma mulher seja, olhos verdes, simpática, nada do tipo daquelas putas que se vêem nas ruas, gastas pelo uso e ressabiadas com os clientes que lhes dão a vida a ganhar, e com a profissão que escolheram levar ou que o Destino lhes ditou. No entanto apesar de seus atributos eu estava super-nervoso, meu coração pulava dentro de mim e a tensão arterial devia estar disparando como se em vez de estar sendo conduzido de livre vontade para um quarto de prostíbulo onde supostamente eu deveria dar uma foda, estivesse sendo levado por um carrasco para o cadafalso. A primeira vez é sempre difícil em especial se é com uma puta e não com uma namorada como sonhei sempre ser minha primeira vez. A menina abriu-me a porta, deixou-me entrar, disse-me que aguardasse pois ia buscar água para se lavar, saiu, entrou com um jarro de água que verteu num bidé metálico aos pés da cama, baixou a saia e a calcinha antes de se lavar, e nem a visão dos seus pentelhos loiros me deixou mais calmo. Quando se deitou sobre a cama sem a abrir, vi-lhe pela primeira vez a cona, uma rachinha linda e aberta ladeada por uns lábios enormes e rosados, mais linda ainda que todas as conas que eu vira em filmes e revistas porno porque era a primeira de uma mulher feita que eu via ao vivo. Mas mesmo assim eu sentia meu caralho já de si minúsculo cada vez mais mirrado, tão nervoso estava.
- De que estás à espera para te pores em cima de mim? perguntou-me.
Não falou em me chupar nem me perguntou se lhe queria antes comer o cu em vez do pito, como meus amigos me diziam ser costume da casa. E igualmente não manifestou intenção de despir a blusa e mostrar-me as mamas para eu morder, como acontecia sempre nas cenas dos filmes porcos com que preferencialmente eu gostava de acompanhar minhas punhetas. Baixei as calças mas como imaginava meu caralhinho estava completamente em baixo, murcho, como deduzo devem estar habitualmente os caralhos daqueles homens velhos e decrépitos que pululam no Verão pelos bancos de jardim. Na cara da puta lia-lhe surpresa pelo diminuto tamanho de meu caralho e colhões e percebi que ela apesar de ter visto muitos no decorrer da sua vida profissional nunca vira nenhuns tão pequenos como os meus. Apesar de tudo não disse nada e hoje sei que essa foi a razão porque broxei. Com as calças em baixo envolvendo-me os tornozelos, deitei-me por cima dela e agarrando meu piçalho com as mãos tentei metê-lo na cona dela. Mas era impossível. Tão flácido e apagado ele estava que não tinha força para entrar naquele buraco aberto onde tantos antes de mim tinham metido já.
- Não tens tesão ?- perguntou-me ela, talvez satisfeita com minha impotência pois tinha já recebido o dinheiro adiantado. Nunca tocaste ao bicho?
Respondi-lhe que sim, que para mim sexo sempre fora tocar ao bicho já que era essa a forma usual como eu me satisfazia, e fora por querer experimentar algo novo que viera ali com os amigos, na impossibilidade de o conseguir de outro modo. Ela volveu-me então:
- Se calhar é por isso que não consegues. Há rapazes como tu que se habituam tanto a fazer gaiolas à mão que quando estão com uma mulher não conseguem levantar o pau.
Esperava que não fosse esse o meu caso pois queria muito ir ao pito nem que fosse uma vez só na vida. Em todo o caso ela como boa profissional não esmoreceu com a inaptidão de minha pila. Vendo que eu não conseguia ter tesão começou a punhetear-me mas debalde. Apenas uma vez minha pixota pareceu endurecer, e ela tentou novamente enfiá-la. Mas mal a cabecinha lhe encostou na greta e logo a maldita começou a definhar demonstrando sua incapacidade para tal acto apesar do intenso desejo que me abrasava. Puta de piça a minha que além de pequena nem para a mais elementar função de macho servia! Quando viu que suas mãos não me entesavam e talvez também empenhada em fazer-me perder a virgindade com ela, pediu-me que me masturbasse com as minhas como estava mais habituado, e quando viu que nem assim me conseguia levantar deu em chupar-me o pau sem que o resultado fosse diferente. Nem mesmo quando a meu pedido lhe vi as mamas consegui ficar de cacete armado. Estivemos ali cerca de um quarto de hora até ela me dizer que meu tempo terminara, ela tinha de descer para a sala onde provavelmente outros clientes a esperavam com o pau mais duro que o meu, mau grado toda a sua boa vontade. Quando voltamos ao salão eu envergonhadíssimo como devem calcular e depois de ela me ter dito que na verdade minha piça não tinha o tamanho mínimo para seduzir uma mulher mesmo que tivesse tesão, meus amigos que já se tinham aliviado com suas putas estavam admirados com nossa demora.
- Ainda para mais sendo a tua primeira vez exclamou o Nelo aguentaste-te imenso tempo, meu garanhão!
Minha parceira olhou para mim com ar de gozo, e receei que me fosse denunciar e revelasse meu fracasso. Felizmente que ela foi muito querida e não lhes contou que apesar de minha idade minha piroca se comportara como a de um velho, boa apenas para mijar, mas não para satisfazer mulher. Mas quando me deitei e lembrei suas últimas palavras menosprezando minhas amostras de instrumentos de macho fiquei de pau feito e antes de adormecer tive de esfolar uma pívia porque senão de noite molharia os lençóis. Talvez ela tivesse razão e eu só funcionasse tocando punheta. Aliás ouvira dizer que quem broxa na primeira vez fica impotente toda a vida. E eu broxara ainda que não tivesse ficado verdadeiramente impotente pois agasalhada na palma da mão minha piça estava tesa. E crescera, ficara maior do que nunca. Eu nunca a vira tão grande e estava cheio de tocar punhetas.
Talvez por isso continuei a frequentar com eles e com outros amigos, locais de putedo. Não só a casa da Rosete, mas outras. A da Madalena dos broches, a da Palma, sei lá. Sempre com o mesmo resultado. Por mais bonita e atraente que fosse a rameira com quem me deitava minha pixota nunca se punha em pé. Quando era na casa da Rosete procurava ir sempre com a minha puta da primeira vez para evitar que minha fraqueza fosse revelada a outras suas colegas embora estivesse certo que todas elas soubessem. Quando ia com outras muitas vezes nem me chegava a despir para não lhes mostrar a piça embora exigisse sempre que a parceira o fizesse para ao menos lhe poder ver a cona, explicando-lhes meu problema e pedindo-lhes encarecidamente que o não divulgassem a ninguém, pagando muitas vezes mais algum dinheiro para conservarem sigilo. Outras porém, com um sentido prático mais apurado não esperavam que eu me dispusesse a comprar-lhes a confidência e elas mesmas me chantageavam pedindo mais dinheiro para não colocarem a boca no trombone. Uma vez uma das putas que contratara chegou mesmo a perguntar-me se eu era paneleiro e se já experimentara alugar um homem ou um traveco em vez de uma mulher, coisas que nunca me passaram pela cabeça fazer. Quando tirei a carta de condução dispensei a companhia dos amigos e comecei a bater as ruas das putas por me parecer que meu segredo ficaria mais bem resguardado sozinho do que em companhia deles. E o tesão que não me vinha quando estava com elas nos quartos, as via nuas ou me punha por cima delas, o tesão que se recusava a aparecer nos momentos em que um homem o deve ter com uma mulher, tomava conta de mim quando voltava a ficar sozinho. Eu ia às putas não para aliviar meus colhões com elas mas para tocar punheta no final. Porque muitas vezes, a maioria, abandonada a puta e entrando no carro, eu não andava 100 metros que não sentisse o cacete ficando inflamado, os colhões exigindo serem despejados e tocava uma com o mesmo gosto adolescente com que dantes o fazia vendo outros fodendo nas cenas dos filmes hard-core, revivendo em minha mente a imagem da cona da puta que como sempre não conseguira comer, e me parecia sempre mais bonita do que a anterior, saboreando lenta e voluptuosamente minha punheta. Obviamente que procurar mulheres que não fossem putas nem me passava pela cabeça.
Minha virgindade de cona só a perdi com perto de 30 anos. Era uma noite de Inverno fria e chuvosa, eu tinha passado pela Santos-Dumont sem ter lobrigado nenhuma profissional do prazer e decidi dirigir-me à Praça do Marquês a ver se teria melhor sorte, embora por ser uma artéria mais central eu procurar evitar lá ir amiúde. O mesmo cenário deserto das duas ou três vezes que subi e desci a rua. Começava a convencer-me que não veria nenhuma cona de puta para apimentar minha punheta dessa noite, quando de uma das pensões habitualmente usadas pelas meninas para transar com os clientes vejo sair um mulherão de cabelos negros, mamas grandes, botas pretas de cano alto, casaco de couro e carteira a tiracolo evidenciando à sagacidade sua condição. Vinha acompanhada de um homem com quem tinha estado e mal ele seguiu seu caminho eu sem sair da viatura perguntei-lhe pelo vidro entreaberto quanto queria para vir comigo. Combinámos o preço e ela levou-me para a mesma pensão que acabara de abandonar. O mesmo ritual de lavar a parreca no bidé metálico, amovível, à moda antiga, o baixar a saia e a calcinha, o deitar-se em cima da cama de pernas abertas, expondo-me a rata como tanto gosto de ver pois habituado a não conseguir foder acostumara-me a que o meu prazer sexual com as mulheres fosse ver. Ainda não lhe falara de minha tara mas ela reconheceu-me embora tivesse a certeza de nunca lhe ter alugado o corpo.
- Tu és o impotente que gosta de vir às meninas, não és? Já te vi ir com algumas colegas minhas, e elas já me contaram o teu problema.
Admiti que de facto o era e que o meu prazer era mesmo vê-las ali de cona à mostra ainda que eu não fosse capaz de as comer. Ela pediu-me que baixasse as calças pois gostaria de ver se meu piçalho era tão pequenino como as colegas diziam e quando lhe fiz a vontade e ela mirando-o curiosa o viu todo encarquilhado, minúsculo, encolhido, apontando para o chão e tão mal acompanhado com meu par de colhões adornando-lhe a base, tão irrisórios que uma mãozinha fechada de criança os conseguiria abarcar com facilidade, riu-se:
- Como é que tu queres vir às mulheres com uma piça tão sumida? È muita presunção da tua parte atreveres-te a aparecer perante uma mulher que como eu sou puta há quatro anos e me posso gabar de já ter apanhado no pito com os maiores caralhos do Porto, tendo uma coisa tão minguada! Mesmo que a conseguisses pôr de pé achas que conseguirias dar prazer a alguma mulher com esse palito que nem grossura de piça apresenta? E mais do que isso: achas que mesmo que tivesses tesão, uma cona tão aberta como a minha sentiria a tua piça dentro dela? E os teus colhões tão pequeninos como os de um bebé produzirão alguma esporra capaz de aquecer os ovários de uma mulher ou apenas aguadilha? Vai para casa tocar punhetas se é que o consegues fazer, e deixa as fodas para quem tem piça e colhões de homem, já que segundo me dizem as que já foram contigo, tu nem isso deves ser capaz de fazer, frouxo.
Nunca nenhuma puta me dissera aquilo ainda para mais assim de pernas abertas com a cona bem na frente de meu olhar. Senti-me humilhado na minha masculinidade mas ao ouvi-la e pela primeira vez desde que frequentava mulheres da má vida, meu caralho começou dando sinais de vida, a engrossar, e a levantar-se. Oh! Eu nunca vira meu caralhinho pondo-se de pé perante uma mulher por mais que elas o fizessem esfregar no grelo e nas mamas, o chupassem e o punheteassem. Ela notou-o e ainda mais me injuriou.
- Pensas que és um homem, mas não passas de um punhetas como os meninos, o que não me admira já que o teu cacete é um cacete de menino e não de um homem. Dão-te mais tesão minhas palavras do que minha cona oferecida grande paneleiro. Achas que uma mulher gosta de saber isso? Por isso é que vens ter connosco só para nos veres a cona e encheres a vista com ela já que não lhe consegues encher a pássara sendo tão diminuído de pau, em vez de ires procurando uma mulher das outras, não é mesmo? Tens vergonha de te expores com as do teu nível e vens ter connosco porque achas que só porque somos putas podemos ser insultadas com a visão do teu caralhito. Fininha como é acredito que a tua piça seja capaz de me tapar o buraco de um dente que trago furado, mas nunca minha cona habituada a receber bons bacamartes.
Meu caralho subia cada vez mais, estava agora todo empinado em direcção a minha barriga como já vira tantas vezes acontecer nos vídeos porno que atulhavam as prateleiras de minha videoteca. Agora a puta apontava para meu entre pernas e rebolava-se a rir:
- Já experimentaste pegar numa bomba de encher pneus de bicicletas e procuras-te encher a piça com ela? Mas já que não o fazes porque não resolves cortá-la antes? Afinal essa hastezinha que tens de nascença ao penduro não serve para nada senão para mijar não é verdade? E fica descansado que se a cortasses fora com o buraco que ficaria aí no sítio de onde ela te sai da barriga poderias continuar a esvaziar a bexiga sem necessidade de lhe pores a mão. Se fosse homem e tivesse uma grila assim tão curta e mal feita era o que faria, sabes? Ou então matava-me pois até teria nojo de lhe tocar para mijar ou tocar uma punheta como deve ser o teu prato predilecto, tanto nojo como de a ver e saber que ela era minha, incapaz de servir a qualquer mulher. Se a tirasses fora achas que alguma mulher lhe sentiria a falta, ou choraria por ela? Claro que não, impotente, porque isso não é piça que se apresente a uma mulher, muito menos a uma puta como eu. E se decidires cortar teu pauzinho aproveita e não deixes de cortar igualmente esse par de colhões que não dão nem um quarto de um só colhão de um homem a sério. Era de maneira que nunca mais na vida sentias tesão e deixavas de nos insultar a nós mulheres com a exibição de um conjunto de genitais que até num pássaro seriam considerados ridículos, e de insultar os homens para quem a existência de alguém como tu só pode servir de escárnio.
Minha pila latejava de tesão e a cabeça estava ficando melada do leitinho que saía dela. Nunca até então uma simples gota do meu leite dos tomates se me derramara perante uma mulher. A rameira de cabelos pretos e mamas grandes cuspiu nela então com todo o desprezo.
- Ah, já te veio o tesão, porco? Nem penses que ma vais meter. Se ainda não perdeste os três com a tua idade não será minha cona quem tos irá tirar, capão. Estás a ver como lhe cuspo? Ou pensavas que minha cona fosse para uma pilinha de copinho de leite como a tua? Julgavas talvez que por teres conseguido finalmente levantá-la já te ia abrir as pernas que só os mais avantajados do que tu provaram? Para um caralho entrar em minha cona não basta ter tesão, sabias ó piça mole? Precisa ser uma piça de homem, bem grande e cabeçuda, que me arrombe toda e me faça gemer de prazer e de dor. Precisa de ser piça de macho, entendes? E a tua para ser uma piça de macho falta-lhe no mínimo 15 cms. E sabes porquê? Porque como qualquer mulher gosto delas grossas, que demonstrem força, rigidez, volume, e não de piças de mosquito como a tua e rindo-se sempre muito para me humilhar mais cuspia com raiva em minha piroca e bagos deixando-os tão brancos como se alguém se tivesse esporrado sobre eles. Eu não aguentava mais. Nunca imaginei que humilhando-me nos atributos que qualquer homem tem como mais sagrados, eu pudesse ficar tão excitado e teso como estava. Nunca imaginara que ouvindo gozar o escasso dote de meu orgão eu estivesse finalmente sentindo tesão com uma mulher após mais de dez anos frequentando bordeis e putas de rua. Abençoada prostituta que me calhou na rifa! E que pena não a ter encontrado na minha primeira visita a casa da Rosete, que em vez de fazer como as outras e me ficar punheteando e chupando só para justificar o dinheiro que lhe pagava, teve a esperteza de me insultar e humilhar e me fez sentir macho. Ela porém não cessava de proferir mais injúrias e de se rir:
- Vê-se bem meu quarto de piça e meio quarto de colhões, que és solteiro. Fazes bem em não casar. Porque sendo tão pouco abonado de instrumentos que mais pareces capado, se tivesses mulher que gostasse de foder como eu, só poderias ser um boi manso e terias um lindo par de cornos crescendo-te todos os dias na testa. Sabes que haverias de ficar bem com um par de cornos? Bem grandes a contrastar com a pequeninez de tua piça. É que os homens com pilas pequenas como tu são propensos a terem grandes pares de cornos, porque a vontade que uma mulher tem de pôr os cornos ao marido é inversamente proporcional ao tamanho da piça e dos colhões dele. Tu como deves ter a piça mais pequena do Mundo terias assim os cornos maiores da Terra.. Haverias de afundar no chão com o tamanho deles, tenho a certeza, que era o deveria acontecer a todos os homens que têm uma piça assim pequena. Como pudeste pensar que haja uma mulher capaz de abrir as pernas para receber um piçalho desse tamanho? Sabias que o caralho dos homens tem tendência a diminuir com a idade? Se com a tua já o tens tão ressequido, aos 50 ninguém o conseguirá ver. A tua condição é morrer virgem porque a capacidade de foder de um homem mede-se no tamanho dos seus colhões e tu tão desprovido deles és que nem a puta mais batida e desesperada da rua se deixaria comer por ti.
Oh! Nunca sonhei que fosse tão saboroso ver ridicularizada minha piça que broxara na primeira vez, em todas as primeiras vezes, sentindo-a crescer como nunca crescera, crescendo sempre cada vez mais à medida que ia sendo vexada, como se aquela fosse a minha doce vingança sobre ela. Nunca imaginara a diferença que há entre uma mulher que chama pénis ao nosso pau e outra que lhe chama mais grosseiramente piça. Nessa noite não toquei punheta. .Se ela continuasse me injuriando daquela forma eu nem precisaria de uma punheta para me esporrar todo ali na sua frente. Mas com a piça tesa em frente a uma mulher pela primeira vez, eu por nada quereria vir-me noutro local que não fosse na cona dela. Com a pila coberta da sua saliva provei pela primeira vez o sabor do pito de uma fêmea ainda que tal fêmea não passasse de uma puta tal como acontecia à maioria dos rapazes da geração de meu pai e meu avô. Não me aguentei muito tempo logicamente pois afinal de contas, apesar de tantas visitas que fizera a prostitutas nunca entrara dentro de nenhuma. Mas que bem me soube tal foda! E que gorjeta lhe deixei no final!