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Quatro da tarde, eu ia chegar mais uma vez atrasado, e ela novamente me chamaria a atenção: - Esse seu descaso é evidente, não sei por que você ainda comparece às sessões. Eu também não sei por que eu ia, mas eu achava que talvez a terapia me ajudasse a acabar com a minha obsessão por uma desconhecida. Entrei, ela me observou por cima dos óculos, típico gesto de uma terapeuta, acabei segurando para não rir. - Se você não tivesse se atrasado, não teria sido tão interessante. A voz fria, a cara fechada, mas por dentro ela se roia de vontade de dar para mim. Capaz! Eu fingia não perceber nada. E na verdade, eu realmente estava ali para me curar da vontade de conhecer aquela que estava longe. Não respondi nada, deixei a provocação passar batida, fui logo me deitando no divâ que carinhosamente eu chamava de maca. - Então, falou com o tal alguém depois da nossa última conversa? - Ela não é alguém, na verdade ela é uma figura do meu imaginário, ficar com ela, transar com ela, seria como um sonho, um devaneio entende? - Não, não entendo. Me conta melhor isso? - Ela é minha confidente, nos conhecemos a anos, mas nunca nos vimos. Ela me excita muito, mas também me ouve, me entende. Você acha que sou louco, né? - Não, só acho que quando você encontra-la vai perder o encanto. - Não, não vai, vai ser como acabei de dizer, um delírio, como se eu tivesse uma febre muito alta, como se a realidade não estivesse ali. - E efetivamente, como seria? - Seria quente, muito quente, seria a leitura perfeita do pensamento um do outro. - Isso é fantasioso demais, não quer me explicar melhor como seria? - Seria perfeito, porque ela gosta exatamente do que eu gosto. - Acho que você “endeusando” demais essa mulher. - E eu acho que você esta com ciúmes. - Você roubou ela de quem? - Não roubei ela de ninguém. - Uma mulher tão perfeita esta sozinha porque? - Quer ou não quer saber como seria? - Quero. - Seria como a língua dos deuses passando pela sua boca, seria como a adrenalina de pular de para quedas, os 100 km por hora atingidos antes dos 5 segundos e com certeza seria o melhor orgasmo da minha vida. - Simpático da sua parte sintetizar tudo em três exemplos, mas será que você podia explicar novamente incluindo no relato o seu pau e a buceta dela? - Posso incluir também os seios que eu quero chupar, o cuzinho que eu quero comer e a bundinha que estou muito afim de apertar? - Pode, claro que pode. - Quer se excitar me ouvindo contar? - Se importa se eu me masturbar ouvindo? - Prometo que não te denuncio, fique à vontade. - Então conta. - Acho que eu iria vê-la, ela sempre me disse que não viria, que eu é quem deveria ir, disse que aqui no meu “habitat” eu devia ser perigoso, que na cidade dela ela se sentiria mais segura. - Inteligente da parte dela. - Aí o quarto de hotel seria pequeno. Não, acho que não seria no hotel não, seria na casa dela. Fiquei ali deitado na “maca” a fantasiar como seria tudo, imaginava cada pedaço do corpo dela, e as caras que ela faria para mim, enquanto eu lhe enfiasse o pau. A terapeuta ficou ali, a me olhar, me analisar, e eu contando tudo, imaginando tudo. - Eu iria amarrá-la com a primeira coisa que encontrasse pela frente. - Amarrá-la? - Hum rum, ela gosta. Usaria o fio do telefone, não, não, acho que usaria um carregador de celular para amarrá-la. O celular dela descarrega a bateria tão fácil, que o carregar serviria para alguma coisa. Pegaria ela forte pela cintura, jogaria ela na cama com força, amarraria os braços dela para cima e pronto, ela agora é minha. - E o que faria de posse da mocinha? Fecho os olhos, e vou contando o que me vem na cabeça: - Dé me solta, o que vai fazer? - Nada que você não queira, minha delicia. Eu ria, me deliciava com o medo nos olhos dela e ficava cada vez mais excitado. Era doído tapar aqueles olhinhos brilhantes, mas eu fiz. Peguei uma camiseta preta que estava por perto e vendei aqueles olhos negros temerosos. Ela respirava fundo, balançava a cabeça negativamente e dizia baixinho: - Não Dé, não pode. Não pode? Capaz, ela que morava do lado errado do país, ela que me fez atravessar 3 estados para vê-la, estava agora me dizendo o que podia e o que não podia? Tirei o restante dos panos que a cobriam com tanta pressa que cheguei a ficar cansado. Fiquei ali por um longo tempo a olhar aquele corpinho perfeito, de coxas grossas, de pelinhos loiros, de boquinha carnuda num biquinho super excitante. Pensei no que fazer primeiro: Chupá-la? Fazê-la me chupar? Eu estava louco para deixar marcada aquela bundinhha linda e foi exatamente o que eu fiz. Coloquei-a de quatro na cama e comecei a bater naquela bundinha gostosa. Ela gemia mais alto, na mesma proporção que suas nádegas se avermelhavam. Aqueles gemidos eram como música para o meu ouvido, era como se ela me pedisse mais. Tirei rapidamente minha roupa, voltei a bater naquela delicia de bundinha e meti meu pau sem dó. Ela choramingava baixinho, mas não pedia para parar, eu entrava e saia forte e rápido daquela bucetinha molhada e quando ela pediu, com a vozinha cortada por soluços para eu parar de bater eu não tive dúvidas, dei-lhe um tapa forte no rosto, tirei-lhe a venda e mandei: - Pede desculpa. A reação dela não podia ter sido outra, me olhou com uma carinha tão linda, no rosto estava claramente estampado a dor e o desejo: - Me desculpa. Não acreditei, ela podia muito bem me pedir pra parar, ela podia muito bem dizer que não queria, e eu me deliciando com o fato de ela ter entrado no jogo não perdoei, dei-lhe outro tapa no rosto e mandei: - Mais alto, eu não ouvi. - Me desculpa. Parei de bater, dando um refresco para aquele corpinho, mas não parei de meter. Entrava e saia de dentro dela, arranhando suas costas e namorando cada marquinha linda que se formava sobre a pele. Ela cerrava os dentes, prendia a respiração e choramingava gostoso. Dava para perceber, ela começava a contrair o corpo, e quando ela começou a gemer mais alto parei de meter, deixei ela de quatro e me levantei. Fiquei observando aquela bundinha por um tempo enorme, tempo esse que não sei dizer, só sei que nesse tempo acabei mudando de idéia. Não, não era para ser assim, tanto tempo esperando, tanto tempo planejando, tanto tempo querendo. Eu queria gozar olhando para ela, eu queria comê-la olhando para ela, eu queria meu corpo colado no dela. Coloquei-a deitada na cama, soltando suas mãozinhas. Ela me olhou com uma carinha de anjo tão linda que não resisti, beijei-a demoradamente e perguntei baixinho: - Minha putinha foi embora? Ela só balançou a cabeça, num sim delicioso. Entrei devagarzinho dentro dela, enquanto ela olhava fixamente para mim. - Minha menininha levada meteu muito na escola hoje? Ela tinha uma carinha mesmo de menininha, merecia mesmo apanhar por ter sido “levada”, mas não da forma que eu batia. Ela tímida, só balançava a cabeça afirmativamente para as minhas perguntas. Comecei a meter mais forte e ela começou a se soltar. - Chupou alguém? - Chupei meu professor. – ela disse timidamente. Não perdoei, dei-lhe outro tapa no rosto e ela soltou um “ai” baixinho. O rosto se avermelhou na hora e ela instintivamente fechou os olhos esperando por outro tapa. Não bati. - Põe a mãozinha onde esta doendo. Rapidamente ela levou a mão à bochecha perto da boca e eu diminui o ritmo das estocadas, metia devagarinho agora, tentando permanecer naquele vai e vem o maior tempo que conseguisse. - E ele te deu o 10 que você merecia? - Não, só vai me dar 10 se eu der para ele a minha bundinha. - Putinha. Eu me segurava, ela entrava no jogo deliciosamente, metia agora mais rápido, queria faze-la gozar. Ela se agarrava ao meu pescoço gemendo, respirando fundo, tocando com uma das mãos o meu rosto e quando ela fechou os olhos e disse baixinho que ia gozar eu perguntei-lhe ao pé do ouvido. - Vai dar essa bundinha para mim? Mais uma vez ela balançou a cabeça e teminou o gesto com uma frase que me deixou maluco. - Eu troco, eu chupo meus professores para passar de ano. Com você pode ser diferente, te dou minha bundinha se você me levar para passear de moto. Enlouqueci, toda aquela ingenuidade disfarçada me deixava com um tesão enorme, e vê-la se contorcer, gemer e gozar enquanto me pedia um passeio me fez arrepiar. Ela gozou lindamente. - Cachorrinha, tão novinha e tão vadiazinha. Coloquei-a de quatro, ela sabia exatamente o que a esperava. Respirava fundo tentando relaxar, enquanto eu molhava o dedo e tocava de leve o seu cuzinho. Meti devagarinho, primeiro um dedo, ela gemia, resmungava, meti meu pau o mais cuidadosamente possível, vendo todo o seu corpo arrepiar. - Sem choro bebezinho, vai dar essa bundinha para mim, sem choro, não quer o seu passeio? Ela não respondeu, outro tapa na bundinha e eu disse com a voz mais áspera: - Responde bebe, sem choro, responde. - Sim eu quero meu passeio. - Estende esse bracinho lá na frente, quero ver suas mãozinhas. Ela estendeu lentamente os braços, levantando ainda mais o quadril, eu entrava e saia lentamente daquele cuzinho deliciosamente apertado. Segurava-a pelo quadril com força e a puxava para mais perto de mim. Ela gemia, tremia e se arrepiava e eu metia sem dó tocando-lhe a buceta. Gozamos juntos, num espasmo tão forte que a única coisa que consegui fazer foi deitar-me sobre o seu corpo quando tudo acabou. Respirávamos fundo, deliciosamente colados, encharcados de suor e cansados. Ela sorria docemente, quietinha e quando o cansaço terminou ela me provocou: - Quero meu passeio de moto. Quando terminei o meu relato, olhei com uma cara fingida de inocência para a terapeuta, que me olhava mordendo os lábios. Me levantei segurando para não rir, a cara mais safada e lerda que consegui fazer. Pisquei maliciosamente para ela e disse sorrindo: - Vou me encontrar com a Pi doutora, acho que estou curado. Fui até a porta, e antes de sair ainda dei mais uma olhadinha para trás. O bloco de anotações estava caído no chão, e ela com as pernas comprimidas e expressão nada amigável tentava fechar rapidamente os botões da blusa. Sorri e pensei: “puxa, que sacanagam. Deveria ter esperado ela gozar!” E saí.