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Os Castigos Que o Namorado Sofreu ao Provocar Ciúmes na Sua Namorada
Primeiro Castigo
Conheci Carla (nome fictício) de 29 anos através de trocas de mensagens de celular uma semana depois de um evento de extensão na FURB em agosto de 2004. Nas trocas de mensagens de celular conversamos pouco no inicio, mas sobre a cidade um do outro, o que faz na vida, e depois começamos a nos corresponder um pouco no email, a telefonar um para outro, e continuando a trocar mensagens de celular.
E atualmente estamos namorando apesar de não nos conhecer pessoalmente e pouco de cada um, mas o que une nós dois é muito forte.
Os castigos que sofri foi no dia quando decidir de ir para a cidade dela depois de muito custo.
Contudo provoquei duas vezes ciúmes nela, mas na Segunda vez quase terminamos, e nesse quase fiquei ressentido, angustiado e louco por pedir perdão à ela, mas quando aconteceu esse fato ela disse para não enviar mensagens e nem telefonar. Pensei muito em ligar, mas respeitar a vontade dela. E ela sabendo que tinha conversado com uma dominadora sádica do meu estado eu iria sofrer um castigo severo que não iria mais pensar em provocar ciúmes nela ou pensar em conversar com uma dominadora.
Vamos ao castigo...
Chegando na rodoviária Carla esperava por mim, ao me ver saindo do ônibus nos beijamos loucamente por um tempo e o beijo é interrompido com uma gargalhada que Carla dá e fala:
- Você não espera por ver meu amor.
Ao escutar fico assustado.
Deixamos a rodoviária e nos direcionamos para a casa duma amiga da Carla, onde não pegava celular e o telefone da casa estava desligado e chegando na entrada da casa, frente da porta, manda que eu entrasse nu.
Assustado não fazendo em logo seguida, levo um tapa na cara e com isso tiro a roupa ali mesmo e entregando para ela. Carla entra na casa e sigo atrás e ao entrar levo outro tapa.
- Quero você como um cachorro.
Saio do interior e volto para dentro de quatro como um cachorro.
- Você é um cachorro.
Dentro de casa, ela manda que ficasse de pé e desse uma volta. Obedecendo a minha namorada, que partir de agora é minha Domme, me leva pelos braços para um quarto e depois manda que eu ficasse de joelhos na peseira duma cama de solteiro com as costas para um armário.
Depois de ter amarrado meus braços nos pés da cama, venda meus olhos, se aproxima por trás, lambe as minhas costas desde as nádegas até o pescoço provocando arrepios e contorções do meu corpo e ela vendo que estava ficando excitado levo um tapa em cada face do meu rosto.
Lentamente Carla desce suas mãos pelos lados do meu corpo, provocando outra vez arrepios e contorções, mas dessa vez ela penetra no meu anus um pênis de borracha medindo 25 cm, ela ficando de joelhos dobrados no chão e com seus braços apoiado no chão inicia um movimento vai vem que lentamente aumenta a velocidade.
Sentindo meu anus sendo invadido constantemente sentia uma pequena dor, mas um grande prazer e com isso lentamente começava a gemer, mas ela também gemia de prazer.
Já estando extasiado e um silencio grande naquele cômodo e com isso pensei que tinha tudo terminado, só tinha terminado uma parte do primeiro castigo. Ela ainda usando àquela cinta manda que eu lambesse àquele pênis de borracha.
Com a minha língua faço que ela mandou. Dando várias lambidas naquele instrumentos que me torturou e ela vendo que estava lambendo corretamente ela solta uma risada sinistra e manda que eu chupasse.
Ponho àquele pênis na boca e começo a chupar como uma puta, ela ficando excitada empurra mais aquele instrumento na minha boca até na garganta e manda que eu continuasse a chupar aquele instrumento.
- Tá terminando o primeiro castigo. - Tira o pênis de borracha da minha boca, e ao tirar, ela nota que pinga salivas To vendo que gostou... ...está lubrificado...
Ela sai da cama, se agacha atrás de mim, tira àquele pênis da cinta e enfia no meu anos até o fim daquele instrumento e solta os meus braços.
Castigo 2
Depois ela manda que sentasse no chão, com uma corda amarra os pés e com outra corda as mãos prendendo com a corda que amarrava os pés e com isso deixando meu corpo curvado para frente e eu sentia que aquele instrumento no meu anus queria entrar mais e não podia fazer nada.
Ela vendo essa posição que fiquei, Carla senta atrás de mim e com seus seios começa a passar pelas costas e com isso provocando arrepios e gemidos, mas cada gemido que eu dava sofria um beliscão nos mamilos ou um tapa na cara.
- Você não pode gozar.
Já estando louco para ter ela nos meus braços, Carla continuava a passar seus seios na minha costa, e ela sentindo que ficava excitado, dava um beliscão nos mamilos provocando uma pequena dor.
Estando cansado naquela posição mas ela nada de ficar extasiada, cada vez mais ela me provocava passando seus seios, suas mãos nas costas e chega num momento que eu não imaginava que iria acontecer.
Carla me solta das cordas, venda meus olhos, leva até à cama, na peseira amarra as minhas pernas e com cordas presas na cabeceira amarra as minhas mãos deixando eu com as minhas nádegas para fora e com meu peito deitado na cama e mostrando meu anus penetrado para ela.
Ela tira o pênis de borracha do meu anus, mas antes ela faz o movimento vai vem me deixando excitado ela fala:
- Agora você me deu mais um motivo para fazer isso. Você não está vendo que seguro, mas com certeza vai sentir. Quero que conte e peça perdão...
Ao bater senti uma dor e estalo de couro batendo nas minhas nádegas e fica um silencio.
Esse silencio é quebrado quando ela volta dar cintadas e eu contando e pedindo perdão à ela. No final das cintadas eu contei 25 vezes e disse perdão também 25 vezes.
Com as minhas nádegas doloridas Carla deita sobre mim encostando seus seios nas minhas costas, a respiração dela estava ofegante e com sua boca dava pequenas mordidas nas costas, nas orelhas, chupava o meu pescoço, mas também passava um pênis de borracha entre as minhas nádegas e com isso me deixava mais excitado.
Depois dessa provocação Carla senta com suas pernas abertas, tira a venda dos meus olhos; nem precisava falar nada, só ver já era preciso dizer que a vagina dela estava molhada e ela manda que eu chupasse ela.
Obedecendo fiz e ela suspirava, se contorcia a cada chupada que dava na vagina dela. Depois de ter gozado ela me faz um carinho no rosto como um agradecimento, mas termina dando um tapa no meu rosto que provocou um grito meu de dor.
- Seu sem vergonha ainda não terminou.
Ao escutar senti um calafrio nas costas e o pior ainda estava por vir.
- Um dia você disse que ao ler contos que tinha feminização forçada você sentia pena dos caras... ...você nunca imaginou o que vou fazer contigo.
O que ela está pensando? pensei em logo seguida. Ficando ainda preso ela deixa o quarto com um sorriso de satisfação. Ao sair ela tranca a porta, escuto algumas vozes de mulheres, e depois um longo período de silencio e quando ela volta trazia algumas coisas que naquele momento não consegui identificar o que era que estava nas suas mãos.
Castigo 3
Carla me solta das cordas e manda que eu ficasse encostado na parede com meus braços erguidos e com as pernas entre abertas, com uma das mãos ela passeava pelas coxas e outra passando entre as nádegas provocando a minha excitação.
E depois ela pega bolas tailandesas, um conjunto de seis bolas, enfia no meu anos uma por uma provocando em mim um gemido de prazer.
Logo em seguida manda que eu vestisse uma bermuda de lycra, de um tamanho menor, e ao vestir senti uma pressão apertando as minhas coxas e no pênis e com isso provocando uma louca vontade de me masturbar ou de gozar com ela.
Carla segurando uma saia, manda que eu vestisse. Sabendo que não vestindo iria levar um tapa na cara, e com isso visto a saia. Usando a bermuda e a saia, ela manda que desfilasse. Mal conseguia andar direito, por causa de que cada vez que andava a bermuda entrava no meu da bunda.
Mas a minha transformação não estava pronta, ela pega um tomara que caia e manda que eu vestisse. Depois daquela transformação sentia que era um travesti, a Carla senta numa cadeira e manda que eu sentasse no seu colo.
Sentado ela começa a tatear as coxas por baixo da saia até chegar no meu pênis e fazer massagem nele provocando uma grande excitação em mim. Carla morde a minha orelha e depois manda que levantasse.
Naquele momento sentia um pequeno medo do que poderia vir daqui à diante. Saímos do quarto e vamos para a cozinha.
- Você vai ficar assim até na hora de ir embora.
Fiquei um vermelho na hora mas depois comecei a ficar normal, almoçamos e depois lavei todas as louças. As duas saem deixando eu trancado num quarto com meus braços amarrados numa cadeira impedido de me masturbar ou de sair da casa.
Meia hora estão de volta, elas entram naquele pequeno quarto, a Carla me solta e manda que eu beijasse seus pés, e ao agachar para beijar seus pés maravilhosos. Ela se agacha depois, tira a saia e a bermuda, e com suas mãos me masturba e quando sai sêmen e deposita na mão dela, manda que eu lambesse tudo. Obedecendo cegamente faço que ela manda.
Será que agora vamos gozar? Pensei naquele momento, pois já tinha sofrido um belo castigo. Mas nada disso, ela pega uma pequena cinta e quando vejo a cinta na sua mão vou apanhar outra vez?.
Nada disso, ela põe no meu pescoço como uma coleira e leva para outro quarto, eu de quatro com dificuldade acompanho ela. Chegando no quarto noto que ela tinha preparado tudo para o final.
Carla manda que deitasse na cama de barriga para cima, deito como tinha mandado, ela me amarra em X e depois ela tranca a porta e vai tomar o seu banho. Escutando o chuveiro imaginava eu junto com ela.
Depois de um longo banho, ela saiu nua e com a sua vagina limpa sem um pelo pubiano, senta de costas na altura do meu peito, eu vendo as costas dela, fiquei excitado e ela solta uma risada e dá um beliscão na minha barriga, e tira as bolas tailandesas de uma vez só provocando contorções do meu corpo.
Carla segurando as bolas tailandesas, se vira para o meu rosto e põe na minha boca impedindo que eu gemesse quando ela iria terminar tudo isso.
Com as bolas tailandesas na minha boca, segurando uma corrente que ficava presa nas bolas tailandesas pelos dentes, ela deita sobre o meu corpo encostando de leve os bicos dos seios no meu corpo e com sua boca pega o meu pênis e lentamente chupava ela, mas algumas vezes ela mordia provocando um gemido abafado pelas bolas tailandesas. E depois de ter nos gozado com um sexo oral, ela se levanta, tira as bolas tailandesas da minha boca que fora um alívio para mim, beijamos longamente e logo após do beijo ela olha para meu corpo ali estendido e amarrado, sorri com ar de superiora e fala:
- Você vai dormir aqui. Volto amanhã.
Um desespero bate em mim quando ela sai do quarto vestindo sua roupa e pondo as minha dentro duma sacola, levando o meu celular, a minha carteira, mas antes de sair de uma vez, ela volta para minha direção dá um tapa de leve no meu rosto e dá um beijo como um selo deixa o quarto trancando a porta por lado de fora.
Com muito custo durmo. Mas chegando outro dia, ela volta com um sorriso enorme no seu rosto me solta das amarras, nos beijamos e fala:
- É pela ultima vez que você faz isso. Na próxima não terá mais isso. Adorei te dominar desse modo. Mas não inventa falar com outras mulheres. Descobri o teu login no Msn, tirei todas as mulheres e só vai falar com as pessoas que eu conheço. Esse é teu castigo. Tome seu banho e nada de roupa ainda pois você é meu escravo ainda.
Levanto da cama com a permissão dela, vou para o banheiro tomo meu banho e quando saio Carla estava sentada na privada e manda que saciar-se os desejos dela, pego ela pelos braços puxo para minha direção, peço que ela botasse camisinha, digo muitas vezes que quero amar mais do que já amo ela, deito no chão do banheiro e ela deita sobre mim.
Ocorrendo a penetração na vagina dela sinto que estava quente e ela fala que fui um ótimo escravo para ela e ficou excitada com aquilo tudo; voltamos a nos beijas e ela inicia uma bela cavalgada em mim.
Depois dessa maravilhosa transa, tomamos banho juntos, ela põe no meu dedo um anel representando o nosso namoro, nos beijamos muito e fomos para a rodoviária. Nos despedimos com outro beijo, mas ela entrega para mim um pacote.
- Abre, - disse ela.
Era um anel pubiano.
- Todo o dia põe ele. Só não vai usar quando eu ser tua Domme.
Nos beijamos e entro no ônibus. Ela fica olhando para o carro até deixar a rodoviária...