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Escravo do Meu Tio - Parte 2

No dia seguinte não fui trabalhar. Meu cu estava na carne viva e tava passando hipoglós. Sabia que se eu fosse ele ia me fuder de novo.Agora não tinha mais jeito, eu era propriedade dele, tinha que fazer tudo que quisesse. No dia seguinte fui ao trabalho.Dei logo de cara com meu tio. Ele fez um gesto pra que eu fosse ao escritório. Quando entrei, me mandou trancar a porta. -Faltou pra cuidar do cu, não foi, viado? -Sim, senhor. -Tira a roupa. -Mas senhor, ainda a loja tá aberta. -Não me ouviu? Pra meu azar, terminei esquecendo e indo de cueca. Ele não gostou de ver descumprindo sua ordem e meteu a mão na minha cara. -Tá me desafiando, viado? -Perdão, senhor. -Vai ser castigado por isso. Sobe na mesa e fica de 4. Tirei a cueca e obedeci sua ordem. Fiquei bem exposto, bem aberto.Ele foi até a gaveta e pegou um lápis piloto. Sem pena enfiou todo no meu cu. Ainda estava meio dolorido, então ardeu. -Vai passar o dia com isso enterrado no cu. Só vai tirar quando o expediente acabar. Você vai tirar e me dar a bunda de novo, tá ouvindo? -Não vou conseguir passar o dia com isso no cu, Senhor. -Se foda. E ai de você se tirar. Na hora do almoço volte aqui com sua comida. Vesti minha roupa sem a cueca e voltei a trabalhar. Aquilo incomodava. Tinha medo que não saísse mais, que entrasse muito.Na hora do almoço voltei a sua sala com meu almoço que tinha acabado de chegar. Morri de medo do que ele estava planejando. -Aprenda uma coisa, se não for assunto de trabalho, diante de mim você só pode ficar nu. Nada de roupa. -Sim, senhor. Tirei toda minha roupa. -Andou mexendo nesse pau? -Não, senhor. -Ótimo. Ele tem que ficar assim mole direto. -Sei, senhor. – Aquilo me excitava – Sei que não sou digno de ter um pau duro, isso é coisa de homem. -Que bom que tá entendendo logo as regras. -Aqui está minha meu almoço, Senhor. -Abre. Abri. Ele cuspiu muito dentro. Depois botou o pau pra fora e mandou-me chupá-lo. Quando ele ia gozar tirou o pau da minha boca e gozou em toda minha comida. -Agora come. Aquilo me deu muito nojo. Minha comida tava toda coberta de porra. Sentou-se na sua mesa e me observou comer tudo. Quase que vomito, mas comi tudo. -Sempre quis ter uma bicha como você a minha disposição. Já que minha mulher não curte dar o cu, vou ficar comendo o seu. -Sim, senhor. -Não quero nunca mais você namorando mulher nenhuma, muito menos homem. Você é só meu...Tu já comeu uma buceta, viado? -Não, senhor. -E nunca mais vai comer. Qual tua idade mesmo? -20, senhor. -Com 20 anos eu já comia muita mulher. Você só pode ser uma bicha mesmo. Tá tendo o que merece. Também, que mulher ia querer esse pau pequeno, essa merda? Tem vergonha de ter essa porcaria não? -Eu tenho, senhor. Pondo o pau novamente pra fora, mandou: -Se ajoelha aqui e idolatra meu pau. De joelho, beijava seu pau, alisava, chupava e cheirava. -Seu pau é lindo, Senhor. Queria eu ter um pau desse. Isso sim que é pau de homem, não o meu. Cheiro gostoso de porra seca, Senhor. Eu sou um sortudo por levar ele no cu, por ter meu cu arrombado por ele. Vesti minha roupa e voltei ao trabalho. Logo após e expediente estava novamente nu na sua sala. -Hora de tirar o castigo do cu. O piloto tinha entrado muito, não tinha como sair. Aquilo começou a me preocupar. -Não sei tirar, Senhor, entrou muito. -Deita na mesa e se arreganha. Obedeci. Fiquei na posição de frango assado, com meu cu bem aberto. -Agora faz força como se fosse cagar. Eu fazia força, mas não saia. -Se não sair vai ter que ir pro hospital. Quero ver o que tu vai dizer. Seria bom te ver passar essa vergonha. Seria muito humilhante parar no hospital daquela maneira. Comecei a fazer força. De repente o piloto começa a sair todo melado de merda. Ele ria, gostava de me ver naquela situação. Meu senhor forrou sua mesa com alguns papeis e ordenou: -Se acocora na mesa e começa a cagar. Quero ver você cagando, sua bicha. Aquilo era muito humilhante, mas tive que fazer. Me acocorei, virei minha bunda pro seu lado e comecei a fazer força. Não demorou pra que a merda começasse a sair. -Caga, filho da puta! Meu escravo não tem intimidade, faz tudo na minha frente. Imagina o que seus e seus amigos iam dizer em te ver assim, viado! Que humilhação. -Agora limpe tudo, vá pro banheiro tomar um banho e venha pra eu te fuder. -Sim, senhor. Voltei limpinho. Meu senhor estava completamente nu e de rola dura a minha espera. De imediato ele amarrou meu pau e meu saco novamente pra que eu nem pensasse em ficar de pau duro. Depois pôs minhas mãos para trás e amarrou fortemente com um pedaço de fio. Tremi de medo por estar totalmente indefeso. -Lavou bem esse cu, filho da puta? -Sim, senhor. -De 4. Obedeci sua ordem, fiquei de quatro pra ser enrabado. Sem nem ao menos botar cuspi, ele começou a enfiar no meu cu. Que dor insuportável, ardia muito. -Tá doendo, viado? -Sim, senhor, dá doendo muito. -Ou você acostuma ou vai se fuder toda vez. Se fosse uma mulher de verdade, eu passava lubrificante, teria cuidado, mas você merece é sofrer pelo cu por ser viado. Comecei a chorar, a dor era insuportável. Foi ai que ele começou a bombar com força. Sentia meu cu sendo esfolado, rasgado. Ele metia cada vez mais fundo e mais rápido, sem piedade. Senti seu pau inchar. Meu senhor encheu meu cu com sua porra. Que alivio, ele tinha acabado. -Filho da puta, sujou meu pau de merda! Fui pego pelo cabelo e apanhei várias vezes na cara. -Vai chupar pra limpar. -Não, por favor, eu imploro. -Vai limpar a merda do meu pau com a boca. -Não vou fazer isso. Vi ódio no seu olhar. Recebi um chute no estomago e cai de dor. Ele foi até a gaveta e voltou com uma fita crepe e uma tesoura. -O que o senhor vai fazer? Tive minha boca tapada pela fita crepe. Meu senhor abriu minhas pernas, abriu a tesoura e colocou meu pau no meio. Tremi. -Acho que vou cortar esse pau fora agora. Essa merda não serve pra nada mesmo. Comecei a me debater. Estava morrendo de medo. Ele não parecia tá de brincadeira. - Até que seria interessante ter um escravo sem pau, capado. – Ele fazia força na tesoura – Vai ou não fazer o que mandei? Não tinha escolha, disse que sim com a cabeça. Ele puxou a fita crepe da minha boca e enfiou o pau sujo com minha merda. Que nojo, eu engulhei! -Limpa tudo, filho da puta! Isso é pra aprender a limpar o cu direito, no dia que eu quiser merda no seu cu, eu digo! Terminei o serviço. Meu Dono me soltou, mas continuei caído no chão. -Pensa que acabou? De 4. -Senhor... -Vai, puta! Fiquei de 4. -Agora vai enfiar o dedo no cu e lamber, até ficar tudo limpo. Comecei a chorar, aquilo era muito nojento. Ele ria, estava gostando. -Vai, viado, faz o que mandei. Comecei a passar o dedo na borda do meu cu. -É pra meter. Obedeci sua ordem. Meti o dedo no meu cu, tirei todo sujo e chupei. Horrível, nojento, quase que vomito. -Isso. – Ela batia punheta olhando a cena – Come merda, sua bicha safada! Passei uns 5 minutos naquela humilhação. Não satisfeito, meu tio enfiou seu pau no meu cu de uma vez. Gritei de dor, mas ele bombava, tirava e me dava pra chupar. Durante uns 10 minutos fiquei sendo fudido, chupando seu pau até ele gozar na minha boca e dizer que sua porra era meu presente por minha submissão. Com o cu ardido, rasgado, com gosto de merda e porra na boca, fui tomar meu banho e ir pra casa. CONTINUA....