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Iniciação - Primeiro Dia

Dom estava na sua casa deitado ao lado da sua escrava. Quando estava ele escutando uma ária cantada por Maria Callas e fez se relembrar da iniciação que acontecera um mês e meio atrás com essa maravilhosa escrava. Ele fecha os olhos e inicialmente as cenas começam a serem montadas com rapidez na sua mente. Assim depois de uma semana conversando pela Internet decidem se encontrar para o devido encontro da sua iniciação, marcam para um final de semana que coincidia com um feriado na segunda-feira e os dois preferem numa cidade neutra. Se encontrem no Balneário Camboriú e ele estava na rodoviária esperando por ela, na plataforma que fora indicado, assim depois de meia-hora chega como tinha falado, se cumprimentam com um beijo fulminante e ardente e vão para o local que fora cedido para eles. Chegam no local e os dois deparam com um belo apartamento que é mobiliado com belos móveis, mas isso não era importante quanto a facilidade do local para a sessão, assim na sala de visitas a escrava coloca sua mala e Dom faz o mesmo, e em seguida começa a lentamente tirar as suas roupas e depois ele ordena que ficasse em inspeção. Dom com suas mãos passeia pelo corpo, conhecendo cada parte, provocando nela um arrepio que muito tempo não sentia, as mãos num tamanho agradável tocava com firmeza que isso deixava mais ainda excitada. Depois desse passeio pelo corpo dela, Dom pega uma corda de 10 metros, amarra num dos seios e faz o mesmo com outro seio e com as pontas que sobraram prende nas costas fazendo como um sutiã puxando os seios para os lados, assim vão para a copa e abre a geladeira e pega duas formas de gelos, pratos fundos, enche os dois pratos de gelo e coloca na mesa. Com esses pratos na mesa com gelos, é ordenado que ela deitasse colocando os seios nos pratos e ao encostar os seios. Ela sente o frio fisgando os seios com o gelar deles. Assim Dom pega outra corda e amarra os braços impedindo que ela levantasse, e como ela deitou não no centro da mesa, mas perto da beirada da mesa ele amarra com outra corda as pernas aos pés da mesa, estando assim a escrava já sentia uma grande excitação causada pelo formigamento e dor nos seios, mas ela não conseguia imaginar o que viria agora. No entanto, sentia que as mãos dele estava passeando pelas coxas chegando perto da virilha e com isso deixava enlouquecida. De repente ela sente na bunda sendo chinelada várias vezes até num momento cessar como começou (com as mãos passeando pelas coxas dela). Dom faz um carinho no rosto dela e solta as amarras dela e ordena que ela ficasse na posição de espera na sala de visita, e que não tocasse no seu corpo. Os seios ainda estavam doloridos quando ele chega na sua frente e é ordenada que ela se levante com as mãos na nuca. - 5 a 15? A escrava não entendeu e falou: - Como meu Senhor? - Um número de 5 a 15. - Desculpe. 7 Senhor. Antes que ela terminasse dizer a palavra “Senhor” ele começa a dar tapas nos seios que foram sete vezes em cada um. Com isso provocara uma grande excitação em ambos. Ao termino deste spanking nos seios Dom pega uma corda e passa várias vezes apertando bem na cintura fazendo com que ela encolhesse a barriga e a escrava é ordenada que sente e numa cadeira, com outra corda amarra as mãos da sua escrava no encosto da cadeira, depois amarrar as mãos da sua escrava passeia com suas mãos pelo corpo dela e sente que o tesão nela era grande, mas para ele ainda não era o momento do gozo, pois ela teria que merecer. Assim ele pega outra corda e prende as pernas dela deixando suspensas que deixava a vagina destacada e com acesso fácil e outra vez da mais um passeio pelo corpo dela provocando-a mais ainda a excitação que aumentava gradativamente. Dessa forma ele pega um plug e passa entre os grandes lábios, mas não penetrando, ela fecha os olhos e de repente sente a penetração vaginal provocada pelo plug e com isso solta um gemido. Ao escutar esse gemido Dom começa bem lentamente os movimentos vai vem e ela soltava os gemidos que até então não tenha soltado e ele escutando assim Dom aumenta a velocidade até ficarem frenéticos e a escrava estando imóvel não conseguia mexer e com isso aumentava o tesão e num momento ela goza freneticamente. I A escrava já estando solta das amarras olhava fixamente para seu Dom com um modo de submissão que aos poucos seria totalmente desse Dom que para essa escrava era fabuloso. Dom ordena que ela fique na posição de espera, e com isso ele pega na sacola uma pequena saia e coloca nela e como a escrava estava Dom conseguia ver a vagina e por conseqüência é ordenado que fique ereta. Ele ficando com a palmatória na mão fez com que ela ficasse ereta batendo nas coxas e enquanto que não ficasse ele batia e as coxas já estavam ficando avermelhadas quando a escrava fica como queria e ele fala: - Quando estarmos juntos você vai andar assim. - Sim Senhor. - Agora ande, quero ver. Então ela anda pela sala, com muita dificuldade a escrava dava seus passos para que não mostrasse sua vagina ou o anus e depois de várias vezes Dom se levanta na frente dela e tira a saia e ordena que ficasse de joelhos. - Eu disse um certo momento que você deveria merecer a minha coleira, e hoje você mostrou o seu merecimento de ser uma bela cadela para seu Senhor. - Sim Senhor. - Mão na cabeça, - ela coloca suas mãos na cabeça -, agora você recebe a coleira, - coloca no pescoço dela, - se levanta! Com um pouco de dificuldade se levanta. Dom faz um sinal para que ela abrisse as pernas e ficasse nas pontas dos pés. Ficando nessa posição Dom pega outra vez a palmatória de couro, e começa a bater na vagina, nas coxas que no total foram oito vezes. Depois ele pega os pregadores de papeis unidos por uma corrente coloca nos seios dela e ordena que fique na posição de apresentação – que consistia em ficar dobrada para frente e com as mãos abrindo as bandas do bumbum – e assim ele pega uma corda e amarra nos tornozelos e na corrente que unia os pregadores presos nos seios que conseqüentemente provoca uma forte dor nos seios. “O que vai acontecer agora!” Pensava ela humilhada pelo Dom e isso deixava mais ainda excitada, e já sentindo a humilhação seu Senhor venda os olhos dela e amordaça com uma balgag. Por conseqüência na mente dela já se apresentava uma grande confusão medo e excitação, mas predominava excitação. Dom segurando um plug anal com a mão esquerda e com a direita brincava na vagina e estava molhada e de repente ele coloca no anus dela o plug provocando um forte gemido abafado pela balgag, mas, no entanto, ela sentiu somente a penetração e mais nada até num certo momento na qual esse momento ela sentiu que seu Dono estava amarrando suas mãos junto às costas. Estando preenchida por trás, amordaçada, estando humilhada pela posição de apresentação, vendada, com seus seios doloridos pelos grampos; a escrava sente um pequeno calor que estava próximo do seu rosto e com isso deixava mais ainda apavorada e excitada, mas ela conseguiu pensar: “o que é? Será velas?”. Dito e feito. Cada vez que a cera a pingava soltava gemidos abafados que no total foi oito vezes. E um certo momento as pernas começaram a ficar cansada por causa do tempo e o já tinha passado um bocado de tempo sem que ela fosse torturada e de repente ela sente que as amarras estavam sendo tiradas, a venda tirada pelo seu Senhor e com a ajuda dele senta no chão e ordena que tire a mordaça, depois que ela tira fala: - Meu Senhor muito obrigado. - De nada minha escrava. Você é maravilhosa. - Sim Senhor. II Depois de um tempo que conversaram Dom ordena que ela fosse para o banheiro e que ficasse de quatro e a escrava se direcionou para o banheiro andando ereta. E logo em seguida que a escrava ficou de quatro, Dom entra no banheiro segurando algo que ela não conseguiu ver o que era e por trás, ela sente o pênis dele se esfregar entre as bandas do bumbum e a mão esquerda passear pelos seios, na barriga e depois a escrava nota que ele segurava um capuz preto e coloca na cabeça dela, e estando com esse capuz impedia que ela enxergasse algo e permitisse que respirasse somente pela boca. Estando de quatro, encapuzada no banheiro ela é levada para o chuveiro, e ao entrar no Box a escrava sente que seus braços são levados para as costas e amarrado por uma corda, assim Dom coloca rente à uma parede e segurando uma mangueira molha os seios, a barriga, as pernas e a vagina, e estando com o corpo molhado ensaboa com sabonete o corpo inteiro sem tirar o capuz e as amarras das mãos dela; ao terminar solta as mãos e enxuga o corpo dela e prende ela sentada na patente e toma seu banho, e antes de soltá-la, Dom senta sob suas pernas dela abraça ela, sente a respiração ofegante e dá um beijo na sua escrava e solta ela. A escrava é guiada até na cama e ela é ordenada que fique de joelhos e colocasse as mãos na nuca, com um pouco de receio fica de joelhos, ao ficar de joelhos ela sente algo nos joelhos, que depois de alguns minutos sente que é milho. “Por que o capuz?” Perguntava para si mesma e isso aumentava a sua excitação. Apesar de estar encapuzada a escrava sentia-se que seu Dom estava atrás dela passeando com suas mãos pelo corpo dela por um bom tempo e num momento sente que ele amarra suas mãos nas costas com uma corda e depois com outra corda amarra na altura dos cotovelos impedindo que ela dobrasse os braços. Com seus braços presos, encapuzada se mostrava impotente e dominada fisicamente e depois de algum tempo ela sente que estava sendo deitada pelo Dom. Ele tira os milhos e com outra corda prende as pernas uma a outra, com seus braços estavam nas costas depois de algum tempo começou a aparecer um grande desconforto, um cansaço por causa da respiração pela boca, mas a sua excitação era muito grande para ficar pensando no seu cansaço; a escrava sente que sem Dom senta na altura dos seios e algo perto da sua boca. - Beije esse membro do meu corpo. Ela imaginando que sendo o pênis dá um beijo, e era, antes que tirasse os lábios Dom coloca aquele membro na boca dela e sem mandar ela chupa lentamente o pênis que a velocidade foi aumentando rapidamente até que ele gozasse na boca dela e a escrava engole aquele sêmen quente. III Depois ele solta a escrava das amarras, mas os dois mostravam sinais de cansaço, no entanto, os corpos pediam mais e mais, pois sentiam bem; Dom ordena que ela fique na posição corporal que consiste em ficar em curvada agarrando os tornozelos, e deixando sua cabeça mais próxima das pernas com isso oferece o bumbum para o chicote, conseqüentemente Dom pega palmatória e bate doze vezes. Em cada intervalo das batidas com uma mão ele fazia carinhos e com outra batia, no final a escrava não agüentava mais de tanto tesão e goza duas vezes seguida e com isso deixa Dom muito feliz e seu pênis voltou a ficar ereto e ordena que ela coloque camisinha; a escrava colocou a camisinha e foi ordenada que fosse deitada de bruços. O bumbum estava dolorido e quando penetra sente que seu Dom inicia os movimentos vai vem sente como uma cadela e geme como se fosse uma cadela e com isso os movimentos ficavam mais intensos até que os dois gozassem freneticamente. Depois de adormecerem tomam um banho, e vão jantar, dar uma volta pela cidade e voltam para cama e dorme, pois o segundo dia prometia.