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Minha Esposa Virou Uma Dominatrix

Para G.K., meu amor... Agora só faltam 65 quilômetros. Acabei de receber o troco do pedágio e recoloquei a marcha automática em DRIVE. É engraçada essa sensação de estar fazendo algo errado. Engraçada e assustadora ao mesmo tempo. Vou continuar dirigindo com o maior cuidado, pois um acidente agora seria a pior coisa que poderia me acontecer. Chego a me imaginar desacordado em uma ambulância e os médicos cortando minhas roupas para tratar meus ferimentos e vendo o que estou usando por baixo deste terno e gravata. Minhas roupas sendo jogadas no chão, primeiro o paletó esfarrapado, a gravata cortada no colarinho, minha camisa branca talvez ensangüentada e o primeiro susto: estou de sutiã. Sim, um sutiã rendado preto. Depois tirariam meus sapatos, cortariam minhas calças, e seria o fim. O fim da minha respeitável reputação. Imagino os médicos estupefatos com a visão das meias 7/8 e a minúscula calcinha de renda que estou vestindo. Engraçada, assustadora e excitante ao mesmo tempo. Confesso que dirigi praticamente todos os primeiros 80 quilômetros da viagem muito excitado. E, durante todo o dia, a cada vez que parava para pensar no que estava fazendo, fora difícil disfarçar a ereção. Tenho 40 anos. Sou casado com Luiza desde os 19 anos. Foi o primeiro relacionamento sério meu e dela. Nos conhecemos ainda nos tempos de colégio e nos casamos quando consegui meu primeiro emprego, já na faculdade. Hoje temos um ótimo padrão social, uma bela casa na cidade, casa de final de semana na serra, casa de verão na praia. Profissionalmente, somos muito bem sucedidos. Nosso casamento sempre foi um sucesso. Ela era a garota mais linda que eu já conheci, e continua sendo até hoje. Tínhamos uma paixão avassaladora, chegamos a transar oito vezes por dia, e em lugares que a maioria das pessoas talvez não tivessem coragem de dar sequer um beijo na boca. Até que... Eu não saberia dizer ao certo quando foi que nos perdemos, ou nosso casamento se perdeu. Talvez a culpa tenha sido minha, como ela sempre fala: sou um cara ganancioso demais, perfeccionista demais, e quem sabe egoísta demais. E talvez a culpa seja dela, como eu sempre falo: ela poderia ter me entendido, poderia ter me acompanhado, se eu não fosse tudo isso que ela fala, ainda estaríamos morando naquela casinha de quatro peças que alugamos quando casamos. Talvez, talvez, talvez... O fato é que aconteceu, e o que passou não volta mais. Não posso falar por ela, mas vou confessar: eu só me dei conta de que nosso relacionamento não existia mais no dia em que completamos 20 anos de casados. Nossos filhos organizaram uma festa surpresa, convidaram nossas famílias, amigos, colegas de trabalho. Em determinado momento da festa um primo bêbado (sempre há um em uma festa, não é?) pediu a palavra, e com sua fala enrolada por litros do meu whisky escocês disse que o casal (eu e ela) contaria, cada um, no mínimo um fato marcante de cada um dos 20 anos de casamento. Foi constrangedor não ter o que dizer. Os dias seguintes foram terríveis para mim. Me dei conta que Luiza era uma estranha com a qual eu dividia a cama à noite (quando dividia), uma mera acompanhante em jantares de negócios e uma presença apagada nos almoços em família aos domingos. Como fomos deixar isso acontecer? Conversamos muito, e decidimos fazer de tudo para voltarmos a ser o que éramos. Tínhamos uma vida, um história juntos, e não poderíamos jogar tudo pela janela. Descobri, em nossas conversas, que Luiza mudou muito desde que nos conhecemos, e isso me assusta às vezes, mas me fascina na maior parte do tempo. Suas fantasias e sua maneira de pensar têm me surpreendido a cada dia. E é pensando nisso que hoje, mais de 6 meses depois da tal festa de aniversário de casamento que estaciono o carro ao lado do dela, na garagem da nossa casa na serra, sem saber ao certo o que me espera. A previsão do tempo para o final de semana é de muito frio, e fico imaginando se existe frio pior do que já está. Ao mesmo tempo penso que se nevasse seria uma ótima maneira de comemorarmos nosso recomeço: um bom vinho, fogo na lareira e nós dois sobre o tapete da sala, vendo os flocos brancos batendo na janela. Da garagem até a porta que dá acesso à casa não são mais de vinte passos, porém sinto o desconforto da calcinha apertada, entrando na minha bunda. Jogo as chaves sobre a mesa da cozinha, e já na sala ouço-a chamar do topo da escada: - Oi querido. Estou aqui em cima. Já vou descer. Caminho até o bar, e quando termino de servir uma dose de whisky, ela fala: - Quem deixou você beber? Me viro, e surpreso a vejo descendo as escadas com uma roupa de vinil totalmente colada ao corpo, botas de salto alto e um chicote de equitação em uma das mãos. - Só para esclarecer, - ela fala – sou eu quem manda aqui. Ela se aproxima de mim, roçando seu corpo no meu. - A partir de agora, você só dirige a palavra a mim quando eu mandar... Tira meu paletó e afrouxa a minha gravata. - Não quero ouvir uma palavra sua que não seja solicitada... Manda que eu abra minha camisa, o que obedeço prontamente. - Se você desobedecer qualquer ordem minha, não terei o menor problema em puní-lo com violência e vigor... Abre o cinto, o botão e o zíper da minha calça. - E a partir deste momento, só se dirija a mim como Senhora. Entendido? - Sim Senhora. – respondi. - Que bom. Agora termine de se livrar destas roupas, e fique somente com o que você está por baixo. Esperarei você no quarto. Fiquei admirando-a enquanto ela subia as escadas. Estava linda. Como fui perdê-la? Terminei de tirar o terno, ficando apenas de sutiã, calcinha e meias 7/8, e fui ao seu encontro. Ela me esperava sentada em uma poltrona, com as pernas cruzadas e balançando o pezinho, sinal de que estava impaciente. - Quanta demora! Acha que tenho a vida toda para esperar por você? - Não Senhora. Me desculpe. - Venha até aqui. De quatro! Fiquei de quatro no chão. Apesar da calefação estar ligada, pude sentir o piso frio nos meus joelhos. Fui até ela. - Lamba minhas botas. – ela ordenou. Eu não tive escolha. Comecei passando a língua em cima da bota, no peito do pé, mas ela comandava a situação, movendo o pé e me fazendo lamber onde ela queria: a ponta, a sola, até que enfiou o salto na minha boca. De repente ela levantou. - Mas... Tem alguma coisa errada. Hoje você vai ser minha putinha, e já passou o dia vestido assim. Porém, eu não quero uma putinha peluda desse jeito. Fique nu e me encontre no banheiro! Meu Deus, era só o que me faltava. Obedeci. Quando entrei no banheiro ela já me esperava com um tubo de creme de barbear em uma mão, e uma gilete na outra. - Vai, passa esse creme no corpo todo. Quero uma putinha lisinha. Espalhei o creme no peito, na barriga, nas pernas e onde mais eu alcancei. Ela pegou então a gilete e começou a me depilar. Começou pelo peito, e o contato da lâmina gelada me fez sentir calafrios. Fiquei com medo de que ela me cortasse, e quando reclamei, ela saiu do banheiro e voltou com uma mordaça que parecia uma bola de frescobol com uma cordinha de cada lado nas mãos e colocou na minha boca. - Já que você não fica quieto... – falou. Deixou meu peito liso, depois minha barriga, minhas pernas, minhas costas, minha bunda, até chegar nos pelos pubianos. Tentei protestar, mas aquela bola na minha boca não deixou, só me faz babar ainda mais. - Se você se mexer, posso acabar cortando seu pau fora. Portanto é melhor ficar quieto. Gelei. Fechei os olhos e a sensação que senti foi diferente do que imaginei. O perigo de ser castrado, somado com o toque da lâmina tão perto dos meus genitais foi me excitando. Quando ela terminou de depilar meu saco, meu pau estava tão duro que parecia que iria explodir. Olhei para ela, que sorriu e disse: - Pode amolecer esse pau, porque hoje você não vai precisar dele. Falar é fácil. Quem disse que ele queria amolecer? Ela mandou que eu tomasse um banho rápido, para tirar o resto do creme que havia ficado no meu corpo, e enfatizou: - E nada de se masturbar no banho, seu punheteiro de merda! Tomei um banho repleto de novas sensações: com uma mordaça na boca e com a água quente batendo diretamente na minha pele, agora desnuda de pelos. Quando terminei de me secar ela já me chamava do quarto. - Anda logo, minha putinha. Estou perdendo a paciência, e isso pode não ser bom para você. Entrei no quarto, e fui recebido com um tabefe no rosto. - Não ficou claro, minha putinha, que você deve andar somente de quatro? Ou será que esqueci de falar isso? – ela disse, com um sorriso malicioso. Voltei ao banheiro e me pus a andar de quatro até o quarto. Estava me sentindo estranho naquela posição, e confesso que humilhado com o tratamento dela. Mas a ereção teimava em continuar. Conforme ela mandou, deitei de bruços no tapete. Ela ajoelhou-se ao meu lado, e passando a mão nas minhas costas e na minha bunda, falou: - Que delícia... Essa bundinha vai ser minha... Então se levantou, e sem eu ao menos esperar, subiu nas minhas costas. Urrei de dor, sentindo os saltos finos cravando na minha pele. Equilibrando-se sobre mim, caminhou pisando nas minhas pernas, bunda e costas. Mesmo sem poder vê-la, sentia que estava deliciando-se com isso. Depois mandou que eu ficasse em pé, de frente para a parede, e as pernas entreabertas. Com o chicote de equitação começou a bater de leve nas minhas coxas, depois passando para a bunda. Às vezes parava e me acariciava, primeiro onde havia batido, depois mexendo no meu saco e no meu pau, cada vez mais duro. Arranhava as minhas costas, sempre falando ao meu ouvido palavras e frases que jamais imaginei que sairiam da sua boca. Me dizia que eu era um verme, que havia esquecido do prazer dela durante anos, e que agora eu seria escravo do seu prazer. Que nunca mais eu iria comê-la, e que ela sim iria me comer, para me mostrar que ela tinha o mando da situação. E que, quando ela precisasse de um pau, iria chamar alguém para comê-la, e que se eu fosse bonzinho, ela me deixaria amarrado em um canto olhando outro metendo um pau enorme na sua buceta. E que eu não me desesperasse, pois depois que eles gozassem, seria eu quem limparia a porra de dentro dela. Com a língua. E mais, a partir de hoje, ela não usaria mais a privada para urinar. A cada vez que sentisse vontade, ordenaria que me ajoelhasse entre suas pernas, eu seria a sua privada. De surpreso e apavorado, fui me transformando em excitado. No estado em que eu estou faria tudo isso agora, nesse momento, se ela assim desejasse. Mas o que ela fez foi me mandar colocar novamente as roupas de baixo femininas, dizendo que queria ver a sua putinha desfilando. Foi difícil, mas acabei me saindo bem. Com a calcinha toda dentro da bunda, eu rebolei o máximo que pude enquanto andava. - Se ofereça pra mim, putinha. – ela mandou. Me aproximei e ela tirou a mordaça. Corri as mãos pelo meu corpo, minha barriga, apertando o sutiã como se oferecesse seios imaginários para ela, e disse: - Você me quer? Quer uma putinha esta noite? - Eu quero, mas não sei se você é a putinha certa. – ela respondeu. - Sou sim, - falei – sou a mais puta de todas. - Ah é? Porque você acha isso? - Eu sei que sou. – respondi sem jeito. - E a mais puta de todas anda assim, de cara lavada? – ela perguntou. – Vamos dar um jeito nessa vadiazinha. Caminhou até o armário e tirou de lá uma bolsa. Pegou o estojo de maquiagem e sentou-se na cama, mandando que me ajoelhasse na sua frente. Passou um batom vermelho na minha boca, e achando que era pouco, pintou meus olhos. - Agora sim, a putinha está tomando forma. Continue. - Gostou da putinha maquiada, Senhora? Faça o que quiser comigo. Não sei de onde saiu aquilo, mas quando me dei conta ela já estava com um consolo preso em uma cinta na sua cintura. - Vamos ver se essa putinha sabe chupar pau. – falou. Ficou em pé na minha frente, enquanto eu enfiava e tirava aquele membro de borracha de dentro da minha boca. Ela segurava-o na base, batendo com ele no meu rosto. - Chupa, cadelinha... Baba bem esse pau que depois ele vai entrar no seu rabinho. Eu fazia tudo que ela mandava, sentindo a renda machucando a cabeça dura do meu pau. Ela me fez ficar em pé, e colocando o sutiã de lado, abocanhou meus mamilos. - Que delícia as tetas dessa vadia. – ela falava me mordendo. – Agora tira essa calcinha e fica de quatro. Foi um alívio libertar meu pau, e um terror não poder tocá-lo, sob pena dela enfiar o consolo de uma vez só, sem lubrificação. Ela se postou atrás de mim, passou um gel lubrificante e foi enfiando um dedo devagar na minha bunda. A sensação a princípio foi estranha, mas logo se transformou em prazer. Senti o segundo dedo forçando, alargando, e depois os dois juntos entrando e saindo ritmados. A vontade de me tocar é quase incontrolável. Assim como a vontade de sentir o consolo dentro de mim, de senti-la cavalgando em minhas costas. - Come a minha bunda? – pedi timidamente. - Não ouvi, minha putinha. O que você quer? Tentei controlar a vergonha de pedir uma coisa assim, e falei mais alto: - Come a minha bunda, Senhora? Mesmo sem olhar para trás, pude ver o sorriso de triunfo no seu rosto. Ela começou enfiando o consolo devagar, mas no estado de excitação que eu estou, empurrei o corpo para trás, sentindo dor, prazer, humilhação, alucinação. Suas mãos me seguram pelos ombros, e sinto o vinil roçando minha pele. Ela começa a arfar, gemer, e quando seu corpo treme sinto uma sensação nova, delirante, enquanto a porra começa a saltar sobre o edredon e sinto apenas vontade de rebolar e de que aquilo não termine nunca. Dói um pouco quando ela tira o consolo de dentro de mim, e sinto seu corpo caindo na cama ao lado do meu. Fico em silêncio, um pouco envergonhado, ainda sentindo as ondas de prazer no meu corpo, quando escuto barulhos na janela. Levanto os olhos e vejo a neve branca que começa a cair. Não foi bem da maneira que eu imaginei, mas acho que pode sim ser um recomeço para nós dois.