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Descobertas I Concurso de Contos e Poesias BDSM - Participante

Mulher madura. Quarenta e poucos anos. Educada no interior em colégio de freiras. Casou aos 18 anos, virgem, com o primeiro namorado. Não continuou os estudos. Três filhos. Depois de 10 anos de casada, se mudaram para a capital. Continuou tomando conta da casa, marido e filhos. A cidade a assustava um pouco mas acabou se acostumando. Os filhos foram crescendo, precisando menos dela. O marido chegando sempre tarde em casa do trabalho. O vazio da sua vida começando a pesar. Resolveu estudar. Um curso à tarde, para não atrapalhar o andamento da casa. O marido, com a promessa que a casa e a família teriam sempre precedência, permitiu. Decidiu por um curso em artes gráficas. Paixão antiga. Os primeiros meses foram de adaptação. Voltar a estudar. Rever matérias há muito esquecidas. Ritmo acelerado. Colegas de turma na sua maioria bem mais novos que ela (da idade dos filhos...!!!). Alguns poucos regulando mais com sua idade. Mas tinha sido uma boa aluna e sempre muito tranqüila. Em pouco tempo achou seu espaço e ritmo certo. Pode então aproveitar melhor. Alguns dos mais novos gostavam de conversar com ela, pedir ajuda para determinados trabalhos, contar sobre o que fizeram e o que gostariam de fazer. Era boa ouvinte, sempre uma palavra gentil para todos, nunca levantava a voz. Esse convívio com os colegas de turma, as descobertas no estudo, a chance de ver um outro lado da vida, fizeram com que lentamente ela se abrisse mais. Aos poucos vivendo sua própria vida. Aos poucos enxergando além da casa, marido e filhos. O segundo semestre começou. Novas matérias, novos professores. Iniciação a arte computadorizada. O professor um pouco mais velho que ela. Calmo, tranqüilo, prendia a atenção da garotada de maneira firme, sem gritos. E a dela também. Ele tinha um sorriso largo, olhos vivos, penetrantes, que pareciam hipnotizar a turma toda. Exigente, não permitia que um aluno produzisse menos que sua capacidade. Ela se empenhou. Começou a mexer com o computador dos filhos. Descobriu que não era um bicho de sete cabeças. O professor sentia sua dedicação. Às vezes ficava depois da aula, conversando com ela, procurando estimular sua mente ainda mais, pedindo que fizesse algum trabalho extra. Um dia a convidou para um café após a aula. Conversa tranqüila, gostosa. Ele falou da sua carreira, onde e como tinha começado, da família, dos filhos. Ela falou sobre sua família e filhos. Quase perdeu a hora de voltar pra casa. Esse café após as aulas virou um hábito. Pelo menos uma vez por semana eles se encontravam. Falavam das aulas, suas dúvidas, as matérias que ela mais gostava. Falavam dos sonhos não realizados, sonhos ainda a realizar. Mesmo depois do semestre terminado, continuaram a se encontrar. Estabeleceram uma certa confiança e as conversas foram naturalmente se tornando mais íntimas. Sexo, prazer ou não, tabus, barreiras. Ela ainda muito insegura, introspecta, preconceitos de cidade do interior e colégio de freiras. Nenhuma experiência a não ser com o marido. Ele, mais vivido, cidade grande, experiências diversas. Apesar do casamento aparentemente sólido, já tinha dado suas escapadas. E o café, passou a ser um almoço de vez em quando. O interesse de ambas as partes crescendo. Ele sentia que com ela teria que investir mais vagarosamente. Falava com ela sempre a olhando nos olhos. Às vezes tocava seu braço, deixando a mão ali descansar por uns segundos. Depois, passou a pousar sua mão sobre a dela, os dedos levemente acariciando. Passou a segurar sua mão, os dedos pressionando, seguros nos dela. Uma carícia no rosto, um sussurro no ouvido, um beijo na face. Um tímido beijo nos lábios na despedida. Ele sentia que aos poucos a estava seduzindo, colocando-a a vontade, deixando-a sempre aguardando seu próximo passo. Uma tarde após o almoço, sem perguntar, ele a levou para um passeio num parque distante. Sempre segurando sua mão, andaram por entre as árvores, sentaram num banco, conversaram. Num dado momento, ele passou seu braço por detrás dela e a puxou para junto de si, num abraço firme. Segurando levemente seu queixo, levantou seu rosto e a beijou profundamente. Sentiu sua surpresa inicial, mas depois sua entrega. O corpo amolecido nos seus braços, a língua explorando a dele, a mão na nuca dele. E a mão dele, que antes levantara o queixo, foi abaixando devagar, até roçar o bico do seio por cima da camiseta. Ela gemeu, o corpo estremeceu. Ele continuou a beijá-la, roçando levemente o outro seio. Depois de alguns segundos, se afastou, olhou-a nos olhos, sorriu, pegou sua mão e continuou andando. No dia seguinte, inesperadamente, ele a esperava após as aulas. Pediu que fosse tomar um café com ele. Disse o quanto ela estava mexendo com ele. Que não havia pensado na possibilidade disso acontecer. Que ela sabia que em outras ocasiões tinha traído a mulher, mas que tinham sido apenas aventuras sem conseqüências. Que de certa forma estava assustado com a intensidade de suas emoções. Precisava saber como ela se sentia. Ela estava confusa. Era óbvio que seus sentimentos por ele eram profundos e perturbadores. Para ela era ainda mais difícil e complicado. Ela nunca tinha traído o marido e nunca aventado a possibilidade disso acontecer. Ele a olhou nos olhos, prendeu suas mãos entre as dele e ficou ali um bom tempo, sem nada dizer. Depois acariciou seu rosto e a beijou. Profundamente. Apaixonadamente. Longamente. Ao saírem dali, ele passou seu braço pelas suas costas e a segurou, docemente, mas firme. Caminhou com ela até o seu carro. Ao se despedirem, ele a segurou num abraço apertado. Pediu, sussurrando em seu ouvido, que o encontrasse no dia seguinte às 11 horas em frente à escola. Ao que ela, o corpo tremendo, concordou. Ela sabia que estava dando um passo importante na sua vida. Tinha medo, é claro. Sabia que uma vez dado, não tinha volta. Mas isso fazia parte das suas descobertas. E ela as queria. Na manhã seguinte às 11:00 ela o aguardava no local combinado. Ele chegou em seu carro e sem lhe dar tempo para saltar, ela entrou. Ele sorriu, fez um carinho no seu rosto, pegou sua mão, beijou a ponta dos dedos e deu partida no carro. Enquanto dirigia, de vez em quando a olhava. Ela estava tensa, torcendo as mãos no colo. Ele colocou sua mão sobre as delas. De novo sorriu. Logo chegaram no motel. Ela nunca tinha entrado num. Ele sentiu seu profundo suspiro. Agora não tinha volta mesmo. Ele abriu a porta do apartamento e a deixou entrar. Ela andava devagar, se acostumando aos poucos com sua decisão. Era um quarto de motel como outro qualquer: cama redonda, espelhos no teto e na parede atrás da cama, o banheiro com uma enorme banheira. Ela ficou parada no meio do quarto olhando. Lentamente, ele chegou perto dela, tomou seu rosto em suas mãos e a beijou. Pequenos beijos na testa, nos olhos, na ponta do nariz, nas faces. Roçou seus lábios nos dela. Prendeu seu lábio inferior entre seus dentes, passando a língua por ele. Fez o mesmo com o lábio superior. Ela colocou suas mãos em seu peito. Entreabriu os lábios. Ele enfiou sua língua por entre aqueles lábios meio trêmulos, mas quentes e macios. Suas línguas se tocarem, se explorando, tímidas, mas com desejo. Ela estava ofegante, o peito arfando de encontro ao seu. Ele a abraçou, sem parar de beijá-la. Suas mãos acariciando suas costas. Sentiu que ela se acalmou um pouco. Então, lentamente, ainda a beijando, desabotoou os botões da sua blusa, os dedos roçando sua pele quente. Ela gemeu baixinho, o gemido se perdendo dentro da boca dele. Ele tirou sua blusa, afastou-se um pouco e a olhou. Seus olhos se prenderam nos dela. Passou os dedos pelo seu rosto, descendo pelo pescoço em direção aos seus seios. Roçou-os por cima do sutiã. Ela gemeu, contraindo um pouco o corpo. Ele passou um dedo por dentro do sutiã, tocando o bico do seio. Passou a unha levemente. Seus olhos sempre presos nos dela. Ele viu o desejo ardendo neles. Aproximou-se dela, passando as mãos pelos seus braços, em direção as costas. Acariciou as costas, descendo até o cós da saia. Desabotoou-a, descendo o zíper. A saia caiu pelos seus quadris até chegar ao chão. Ela usava uma calcinha de renda da mesma cor do sutiã. Não era pequenina, mas não era grande. Ele acariciou seu ventre com a ponta dos dedos. Sua pele é macia e quente. Ao toque dos seus dedos, ele sente seu corpo tremer. Ele a abraçou e pediu sussurrando que ela tirasse a roupa. Ela começou a desabotoar sua camisa, sem jeito, os olhos baixos presos nos botões. Ele levantou seu rosto com a ponta dos dedos e a fez encará-lo enquanto se desnuda. Seus olhos penetrantes seguram os dela e ela viu nos dele todo seu desejo. Mais rapidamente ela tirou a camisa. Encostou o rosto no seu peito e o beijou. Ele pediu que ela tirasse a sua calça, sempre com os olhos presos nos dela. Ela desafivelou o cinto descendo o zíper. Sua mão roçou seu pau por cima da cueca e ela imediatamente retirou a mão. Ele pegou sua mão e a colocou espalmada sobre seu pau, já duro. Segurou sua mão por um tempo, até que ela lentamente começasse a acariciá-lo. Ele pediu que ela tirasse sua calça junto com a cueca. Ela se agachou, puxando as duas para baixo. O rosto na altura do pau, mas os olhos baixos. Ele sentiu que não era a hora ainda. Ela acabou de tirar sua roupa. Levantando-a, empurrou-a levemente para a cama. A fez deitar e sentou do seu lado. Acariciou seu corpo, começando pelo rosto, descendo pelo pescoço, puxou as alças do sutiã para baixo, passou a mão por trás das suas costas e desabotoou o sutiã. Os seios livres, os mamilos endurecidos. Apertou levemente um mamilo entre os dedos. Ela, com os olhos fechados, gemeu. Ele se aproximou dela, passando a língua pelo outro mamilo, enquanto continuava apertando o primeiro. Prendeu o mamilo entre os dentes, chupando-o. Aumentou a pressão dos dedos no outro, enquanto chupava com mais força esse. Ela gemeu, o peito arfando, o corpo se mexendo. Ele não parou, passando de um mamilo para o outro. Ali ficou por um bom tempo, sem tocar em nenhuma outra parte do seu corpo. Sentiu o tesão crescendo nela, seus gemidos ficando mais altos e constantes, o corpo todo tremendo. De repente, parou e se afastou um pouco. Passou os dedos pelo seu rosto e baixinho pediu que abrisse os olhos. Prendeu seus olhos nos dela por uns momentos e depois a beijou, a língua sofregamente explorando sua boca. Enquanto a beijava, sua mão acariciava seu ventre, levemente, em movimentos circulares, lentamente descendo até chegar nos seus pelos pubianos. Descansou sua mão, espalmada, cobrindo aquele triangulo bem delineado. Nunca tirando sua boca da dela, abriu seus grandes lábios, achando o clitóris, já duro. Começou a massageá-lo levemente. Ela gemeu dentro da sua boca. Ele aumentou a pressão do dedo. Depois, desceu até a entrada da sua vagina, quente e molhada. Enfiou um dedo, sentindo-o escorregar com facilidade. Entrou com o dedo todo, tocando as paredes aveludadas da sua buceta. Enfiou mais um dedo. Entrando e saindo, sentindo sua buceta se contraindo em volta deles. Sentiu seu corpo se contraindo. Beijou-a com mais força, prendendo sua língua, chupando, sugando. Os dedos entrando e saindo. De repente, ele parou de beijá-la. Os dedos não pararam. Afastou suas pernas com a outra mão e se agachou entre elas. Beijou seus pelos, dando pequenas mordidas. Sua língua encontrou seu grelo. Lambeu, prendeu-o entre os dentes, chupando. Ela gemeu alto e timidamente colocou as mãos na cabeça dele, os dedos se enroscando nos seus cabelos. Ele enfiou um terceiro dedo, aumentando o ritmo, os dedos se abrindo dentro dela, tocando as paredes, acariciando, entrando e saindo. A boca avidamente chupando seu grelo, com força. Sentiu que ela estava muito perto de atingir um orgasmo. Falou, em tom firme: "Vem querida... goza... goza pra mim... deixa eu sentir esse seu gozo... quero seu gosto na minha boca... vem... goza..." Rapidamente, retirou os dedos e abocanhou sua buceta, enfiando a língua o mais que pode, os dedos agora no clitóris, apertando, massageando, num ritmo louco. Sentiu seu gozo vindo, em ondas, seus gritos ininteligíveis, seu corpo num enorme espasmo. Ele não diminuiu o ritmo nem a pressão da sua língua e dos seus dedos. As mãos dela crispadas nos seus cabelos, forçando sua cabeça de encontro à sua buceta. Ele continuou a beijar e chupar sua buceta até sentir seu gozo terminar e seu corpo começar a relaxar um pouco. Levantou e se deitou ao lado dela, tomando-a nos braços, num abraço aconchegante. Acariciou seu rosto, beijando-o levemente, sussurrando no seu ouvido doces palavras. Ficaram assim por um bom tempo, até senti-la inteiramente relaxada, o coração batendo mais tranqüilamente, a respiração lenta, suave. Então, lentamente, começou a acariciar seus braços, suas costas, descendo até seus quadris, os dedos desenhando o formato bonito das suas nádegas, subindo por entre o vale que elas formavam, voltando para aquela curvinha deliciosa na base da coluna. Afastou seu rosto do dela, olhando-a. Seu olhar transmitindo o carinho e o tesão que suas mãos demonstram. Beijou-a com paixão, suas mãos a acariciando com mais intensidade. Pediu baixinho que ela o explorasse, o tocasse, sentindo o seu desejo na ponta dos dedos. Timidamente, ela começou a tocá-lo, os dedos macios tocando sua pele quente. Passou sua mão pelo seu pescoço, desceu pelos seus ombros, chegando no seu peito. Ela desceu um pouco, seu rosto agora na altura do seu peito e começou a beijá-lo. Passou a língua pelo seu mamilo, lambendo, deu uma pequena mordida. Ele acariciou seus cabelos, prendendo as mechas entre seus dedos. Ela passou com a mão pela sua barriga, chegando nos seus pelos. Sentiu que ela hesitava. Delicadamente, colocou sua mão sobre a dela, guiando-a pelos cabelos até a base do seu pau que já estava duro. Ainda guiando sua mão, ele a faz acariciá-lo, pegá-lo, massageá-lo. Quando ele sentiu que ela estava um pouco mais à vontade, retirou sua mão. Ela sentiu seu pau crescendo com seus carinhos, segurando-o com as duas mãos, subindo e descendo. Ele pediu que ela o tomasse na boca. Seus olhos se arregalaram, mas firmemente ele disse: "Coloque-o na sua boca... vamos.. agora..” Ela se ajoelhou, meio de costas para ele e lentamente aproximou seu rosto daquele pau enorme, que latejava em suas mãos. Encostou seus lábios na cabeça avermelhada e o beijou. Ele gemeu. Ela abriu a boca e o recebeu dentro dela. Vagarosamente, chupando, sentindo seu gosto agridoce, seu cheiro de homem. Ele acariciou suas nádegas, agora entreabertas pela posição em que estava. Encontrando o caminho entre elas, chegou até o ânus. Quando ele o tocou, sentiu que ela se contraía. "Shssss... calma...” Levou o dedo à boca e o molhou com sua saliva. Lentamente enfiou a ponta do dedo dentro daquele cu apertadinho. Ela estremeceu, parando de beijá-lo. Ele diz: "Não pare, continue... não pare!!" Ela continuou, agora o pau inteiramente em sua boca, as mãos na base, acariciando seu saco. Ele enfiou o dedo inteiro naquele cuzinho, sentindo-o contrair, como se estivesse mordendo seu dedo. O dedo entrando e saindo do cu, o pau entrando e saindo daquela boca, agora mais ávida e menos tímida. Os gemidos dos dois se confundindo. Corpos se mexendo, acompanhando os movimentos da boca e do dedo. Ela sentiu que ele estava perto do clímax. Aumentou o ritmo da boca. Mas de repente, ele tirou o dedo do seu cu, e puxou-a pelos cabelos, sem força, apenas para que ela retirasse sua boca. Levantou-se, puxando-a de encontro ao seu corpo, beijou sua boca com força, sentindo seu gosto misturado ao dela. Colocou-a de quatro, o rosto virado para a cabeceira da cama, de frente para o espelho. Ajoelhou-se por atrás dela, passando sua mão pelo grelo, massageando, depois os dedos por toda a extensão da buceta. Enfiou e tirou os dedos, levando-os até o cu. Ela estava com a cabeça abaixada, mexendo o corpo levemente. Ele puxou seus cabelos, forçando-a a olhar para frente. Seus olhos se encontraram no espelho. Fixando seus olhos nos dela, enfiou seu pau de uma vez só dentro da sua buceta, já molhada. Num movimento firme, sem muita força, mas firme. Ela sentiu o pau tocar no fundo da buceta. Ele continuou segurando seus cabelos, forçando-a a olhar para ele no espelho. Ela viu seu desejo, sentiu seu tesão. Entrando e saindo. Ela rebolando, mexendo o corpo, acompanhando seus movimentos. Sempre os olhos dele presos nos dela. A outra mão acariciando suas nádegas, o polegar massageando a entrada do cu, que lentamente foi se abrindo. De repente ele tirou seu pau, encostando-o no cu. Ela arregalou os olhos, nunca tinha feito isso, uma única tentativa do marido há muitos anos atrás tinha sido extremamente dolorida. Ele sentiu seu pavor e baixinho disse que não ia doer, ele seria cuidadoso e muito carinhoso. O pau bem molhado com os sucos dela, lentamente forçando a entrada do cu. Ele continuou a acariciá-la, sussurrando: "Não vai doer muito, eu prometo, não vai doer muito..." Devagar, seu pau foi entrando naquele cu apertadinho. E, apesar da dor, que não era intensa, ela estava fascinada, hipnotizada, presa naqueles olhos que transmitiam tanto tesão. Ele entrou inteiro. Saiu um pouco e entrou de novo. Desceu a mão pelos quadris, acariciando seu grelo. Seus corpos se tornaram um só. O tesão aumentando, ela gemendo, os olhos presos nos dele, enquanto ele entrava e saia do seu cu, os dedos violentamente massageando o grelo, beliscando, apertando, massageando. Ela sentiu que não ia agüentar muito mais tempo. Ele percebeu e disse: "Eu quero gozar com você, te inundar com a minha porra, te sentir gozando na minha mão... Vem, agora, quero você gozando comigo..." Ela estava transfixada, o corpo em espasmos, as ondas a envolvendo de forma violenta. Gritou, alto. Ele urrava. Os gritos se tornaram um só. Ela sentiu seus jorros fortes, inundando seu cu. Fascinada, viu seu rosto no espelho se contorcendo com o gozo. Sentiu a mão dele crispada nos seus cabelos, puxando-os com força. A dor, estranhamente, era prazerosa. Os corpos brilhando com o suor, os cheiros misturando-se, embriagando-os. Os corações disparados, respirações ofegantes. Ele olhou para ela no espelho e sorriu. Soltou seus cabelos e acariciou seu rosto. Mandou-a se abaixar, deitando em cima dela, misturando seu suor com o dela. Sussurrou em seu ouvido palavras doces, acariciou seus braços. Ficaram assim por um tempo. Devagar tirou o pau de dentro do seu cu, saiu de cima dela, deitou e a puxou para os seus braços. A cabeça dela no seu ombro, as pernas entrelaçadas, sentindo a respiração acalmando. Ficam abraçados por um longo tempo, conversando. Ele querendo saber como ela estava se sentindo. Querendo que ela lhe contasse sobre as suas descobertas. As descobertas sobre o seu corpo e o prazer que ela podia ter. Descobrir que o corpo do parceiro é uma fonte de prazer para ela também. O prazer de descobrir que se pode ter prazer em todas as partes do corpo. Conversaram, ele sempre puxando por ela, fazendo-a contar suas emoções e sensações. Tinham que voltar para casa. Ele entrou no chuveiro com ela e carinhosamente a ensaboou, demorando mais ao ensaboar os seios, a buceta e a bunda. E a beijava, beijos de paixão misturados com a água tépida que caia do chuveiro. E enquanto a água lavava o sabão do seu corpo, ela a abraçou, forte, beijando sua testa. Depois do banho, a enxugou e a ajudou a vestir a roupa. Ela fez o mesmo com ele. Entraram no carro e ele a deixou perto da escola, onde ela tinha deixado seu carro. Ao se despedirem, ele a beijou, profunda e apaixonadamente. Ela suspirou. Ele disse que gostaria de revê-la na semana seguinte, se ela poderia encontrar-se com ele no mesmo horário. Ela imediatamente concordou. Ele sabia que a tinha, do jeito que ele queria. Ela não tinha idéia do que ele tinha feito. E não imaginava o que iria acontecer nas próximas vezes que se encontrassem. Ele sabia que não poderia se mostrar por inteiro de uma vez só. Mas ele ia conseguir tudo que queria, da maneira que ele queria. Afinal, ele era um Dominador e tinha realizado um trabalho perfeito trazendo-o para seus braços. Ela seria uma perfeita submissa.