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Vou relatar aqui minha experiência como escravo que tive. Os nomes delas, idades cidade de onde são, etc. claro que irei preservar assim como os meus dados também. Resolvi contar esta experiência em primeiro lugar por elas, que me deram essa chance de ser submetido, e em segundo lugar para as pessoas que tem os gostos parecidos aos meus. Há aproximadamente dois anos e meio conheci duas mulheres fantásticas pelo site de relacionamentos “Beltrano”, coincidentemente, se tratava de mãe e filha, logo elas foram parar no meu Msn, e eu com um nick de escravo tanto no beltrano como no Msn. Criamos uma amizade, com o tempo fui falando sobre meus gostos com elas, meu prazer em ser dominado e até de que jeitos eu gostaria coisas e tal. O tempo passou e a vontade de conhecê-las pessoalmente aumentou, com o tempo passei a falar mais com a filha que com a mãe que teve problemas pessoais e não conseguia passar muito tempo na internet, mas apesar de tudo, gostava de falar com as duas por igual. Elas já me conheciam o suficiente em relação aos meus gostos, pois eu detalhava tudo sempre que possível, nesse período cheguei a conhecer a outra filha que eu nem sabia que existia, mas como era de família, logo ficamos amigos também, é encantadora, atenciosa, e linda também. Ficou sabendo dos meus gostos pra variar e sempre me respeitou muito também. Então ficou assim: Mãe vou chamar de Andréa Filha mais nova de Linda Filha mais velha de Tati O dia sonhado chegou. Fui até lá para conhecê-las, elas moram no mesmo estado que eu, porém, não é tão perto. Na minha chegada confesso que estava um pouco nervoso, pois não sabia de fato o que aconteceria, avisei que eu iria, elas autorizaram, mas não combinamos em fazer nada eu nem sabia se era possível fazer algo, ser dominado por elas e tal. No fim, chegando lá liguei, me orientaram pra onde tinha que ir, e em minutos estava lá, na frente delas, dei um beijo em cada uma, me convidaram para entrar, me apresentaram a casa em que morava a Tati. Passei lá a tarde toda com elas, aproximadamente das 13:00 até as 19:00 horas, tiramos fotos conversamos muito, e pra mim foi um pouco difícil pois eu estava conhecendo a varias pessoas de uma vez e elas somente a um. Aquela tarde foi especial, estar lá, lado a lado com elas, foi uma honra e tanto pra mim que não da pra descrever, a Linda com o jeito dela, sempre me colocando no meu lugar, a Andréa falando a todo momento da vontade de me escravizar, é o que eu sempre sonhei, estar nessa situação. A Andréa tem um jeito todo especial também. Vários temas rolaram naquela tarde, falamos de tudo um pouco e claro que do tema principal também; minha submissão a elas. A Andréa com aquele jeitinho todo especial que eu já falei, me disse: A Linda vai te fazer de gato e sapato heim... Num momento dado, peguei a Linda e a levantei, andei com ela pela sala, sem motivos, dei umas voltas, e ela não falou nada, não mandou que eu a colocasse no chão, foi uma sensação ótima sentir o peso dela, que na verdade eu podia ter sentido de outra maneira, ficando a “4 patas” no chão, e ela encima pra mim pra eu passeá-la pela casa, (da próxima vez vou propor isso). Uma hora eu mostrei pra Linda o nome dela e o numero do jeito que estava no meu celular, e ela fez o mesmo, com a diferença que lá meu nome estava como “energúmeno” e meu numero configurado para uma ligação a cobrar. (claro que ela não gastaria nenhum centavo comigo né?) Não preciso nem falar que todo esse ambiente, todas essas atitudes dela e da mãe, me deram um calor enorme, só de saber que existem mulheres lindas e especiais assim, qualquer escravo ficaria, e mais ainda quando essas pessoas divinas, estão ao seu lado. Depois, pedi um chiclete a Linda, e ela gentilmente procurou no bolso da calça um, e eu perguntei se não podia ser o que ela estava mastigando mesmo, propus comprar aquele chiclete que estava na boca dela, e ela me vendeu. Bom, nem preciso dizer que pra mim o chão que elas pisam já é sagrado, imagina algo que estava na boca da Linda, é “ultra-sagrado”. As palavras que mais ouvi naquela tarde foram, “meu escravo”, “o inútil”, “energúmeno”, “servo” e etc. Naquela tarde, enquanto conversávamos, e caminhávamos pela casa, recebi dois chutinhos da Linda, na perna direita, justo no lugar que mais dói, e lógico que eu mereci, falei coisas que não devia, é muito bom vê-la se divertir e eu estava lá indefeso também curtindo o momento. Em duas oportunidades ela também me mandou calar a boca, com um gesto sutil, levando o dedo indicador até a boca. Mas acho que o melhor daquela tarde foi quando ela me colocou agachado, colocou as mãos na minha nuca, forçando devagar até eu ficar numa posição parecida a de um sapo, o apoio que eu estava tento ela na ponta dos pés e na ponta dos dedos das mãos pois meus braços acabaram ficando pra dentro das pernas, e quando eu desci tudo, ela se sentou nas minhas costas, bem próximo do meu pescoço. Foi uma sensação muito gostosa, eu lá na posição mais incomoda que já estive, e ela sentando com força jogando o corpo encima, e eu fazendo o papel de banquinho pra ela, e de repente ela fala: - Olha mãe!!, até quando posso ficar aqui? (risos) - Até quando o táxi dele chegar, fica a vontade. Nessa hora pensei, tomara que o táxi não chegue nunca. Aí a Linda me pergunta: - Ta tudo bem aí? - Sim senhorita. Apesar da minha situação incomoda, tava gostando muito e não era louco de falar a ela que estava incomodo. - Suas orelhas estão vermelhas. - Sim, é normal. Ela começou a balançar encima das minhas costas, brincar aproveitar o momento dela, me arranhou levemente a nunca que estava exposta pra ela. Perguntou se não doía, eu respondi que não. Infelizmente o táxi chegou, momentos antes ela tinha cansado do “banquinho” e se levantou, eu fiquei mais alguns minutos daquele jeito e depois me levantei também. Durante aquela tarde, pouquíssimas vezes a Linda olhou pra minha cara, ela soube me rebaixar muito bem. Antes do táxi chegar, estávamos procurando um hotel pra mim ficar, que seja estratégico, não tão longe do centro, e a Linda não perdeu a oportunidade de sugerir que fosse um hotelzinho de quinta, que eu não precisava de luxo nenhum e tudo mais. Chegou a sugerir a “Grama” também da casa, ou seja, o quintal da casa da Tati. Ela sabe humilhar de um jeito único, que eu sinceramente nunca vi. Me despedi daquelas maravilhas, e a Linda falou que me ligaria no dia seguinte pra que eu faça umas comprinhas pra ela na cidade.