Back to Browse
A Transa Em Que Meu Marido Fez de Fêmea e Macho
Quando eu artilhada com uma cintura peniana vou ao cu ao meu marido R, bem vejo o prazer que isso lhe causa. Ele adora comportar-se nessas alturas como uma fêmea no cio rebolando-se no meu cacete postiço como se fosse um verdadeiro enquanto eu como um macho autêntico o enrabo por muito tempo até o deixar com o olho da retaguarda bem aberto. A recompensa dá-ma ele no final quando removida a cintura com o falo se põe em mim e me premeia com uma trepada avassaladora. O prazer que o meu desempenho como macho de cobrição nos causa a ambos levou-me um dia a imaginar como seria bom recriar uma situação onde ao invés de ser ele a minha fêmea e eu o seu garanhão, fossemos ambos a fêmea uma da outra. De facto R tem a pilinha tão curta e os tomatinhos tão reduzidos que já por diversas vezes lhe cheguei a dizer que ele só é fisicamente homem por acidente de nascença já que os seus orgãos não se chegaram a desenvolver totalmente na barriga da minha sogra. E que por isso ele ficaria muito mais bem servido se em vez de um pauzinho e duas nozezitas no saco tivesse vindo ao mundo com uma vagina. Tal como quando lhe vou ao cu estes meus comentários sempre o deixam em pé.
Eu acabara um caso com um amante de pau bem mais imponente e sentia-me desconsolada. Apetecia-me algo diferente e nessa noite decidi concretizar esse meu desejo. Deitei-me apenas com uma calcinha de seda fio dental vermelha em cima da cama de pernas bem abertas, ouvindo o barulho do chuveiro enquanto R tomava banho. Meu marido veste sempre o pijama no quarto pois apesar da curta dimensão dos seus instrumentos, e de saber que o que eu mais vi até hoje foram caralhos bem mais avantajados do que o seu, meu maridinho obediente adora mostrar-se nu para mim. Quando me viu quase despida com a sombra dos meus pentelhos emergindo na tira da calcinha, contemplou-me com ar lúbrico e comentou que pelo que estava vendo não precisaria vestir já o pijama.
- Não sei, por acaso estava a pensar num caralho bem mais másculo que o teu retorqui-lhe para não o deixar logo muito empolgado Mas lambe-me primeiro a pássara por cima da calcinha e pode ser que tenhas sorte. Quem sabe a tua língua não a consegue entusiasmar a abrir as portas ao teu palito.
Aquilo era só para lhe dar a provar o gosto do meu prémio final e aquecer-me ainda mais. Em todo o caso o corninho fez-me um excelente minete sobre a calcinha e quase gozei pois enfiei as suas duas tirinhas de seda no meu grelinho e no rego do anûs roçando com as minhas bordas nelas. A pilinha de R já estava completamente armada. Pedi-lhe que me tirasse a calcinha e agora totalmente nua dei-lhe a autorização que ele ainda não me pedira mas estava esperando.
Podes tocar a tua punhetazinha enquanto me lambes mas não te venhas que vou ainda precisar desse teu leitinho todo para mim.
Eu já estava húmida e este segundo minete feito ao natural com a língua do focinheiro esquadrinhando cada cantinho da minha cona e dos meus lábios fez-me gozar. R apesar da minha recomendação como só o cheiro das minhas partes íntimas lhe deixa o piçalhito mais duro que uma pedra, esgalhava sua segóvia com raiva como se quisesse verter seu leite sozinho.
- Já vejo que a capacidade que tens em tocar à punheta a transmitiste a nosso filho mais velho cujo quarto de manhã cheira a esporra que tresanda comentei num tom desdenhoso. - E se isso for uma herança genética da família então tanto teu pai como teu avô era campeões da pívia. E os nossos netos por via masculina também o vão ser.
Não imaginam como a minhoca de meu marido ficou a balouçar escutando aquilo. Como tinha gozado e como um fio peganhento de esperma escorria da cabeça dela em direcção ao chão mandei-o parar para não desperdiçar o resto do molho no tapete sem préstimo para mim e atei-lhe uma coleira de pénis. Depois estiquei-lhe a pilinha toda para trás calcando-lhe com força as bolinhas de galo de maneira a deixá-las quase esmagadas debaixo dela, fazendo a tira da coleira acompanhar-lhe a linha da coluna para ficar presa ao redor do pescoço. Agora a sua pila estava incapaz de se mover e de se levantar afogada nas duas bolinhas, parecendo dois lábios vaginais inchados. Estava na hora de o humilhar pois fazer do meu corno uma fêmea com a qual eu iria transar sem o humilhar primeiro não tinha piada nenhuma.
- Eu sempre te disse meu pilinhas cornudo que não tens martelo nem ovos de macho. Quando te vejo nu com essas coisas microscópicas ao penduro imagino sempre como seria ver-te sem elas. E como seria ver-te com uma coisa como a minha. Aliás tu gostarias de ter nascido com uma coisa igual à minha, não gostarias corninho? Para seres uma puta como eu sempre fui e não seres uma punhetas como sempre foste, não é mesmo? Eu também, sabes? Eu também gostaria de te ver com uma cona no meio das pernas, igual à cona de todas as mulheres que nunca comeste. Pois bem, não te posso fazer a vontade nem a minha mas com esta coleira deixando-te esses teus simulacros de vegetais de macho bem presos e amarrados, diz lá se não pareces um homem com uma cona no meio das pernas? Vê-te no espelho e diz-me se não pareces ter mesmo uma cona como a da primeira puta que te tirou os três.
R mirou-se no espelho do guarda fatos e compreendi que se o seu caralho não estivesse bem seguro dentro da coleira peniana teria dado um pulo. Apalpou os lábios vaginais em que eu lhe convertera o saco dos colhões, deixou o seu dedo deslizar vagarosamente como quando se masturba sobre o corpo da piroca agora transformada por mim na entrada da sua rata, acariciou os pentelhos que agora pareciam os pentelhos de uma testa íntima feminina e beijou-me.
- Deixa-me ser a tua fêmea.
- Sempre o fostes. Cá em casa o galo sou eu respondi-lhe e ele sabe que é verdade, por isso é ele o meu corno. Mandei-o então deitar-se ao meu lado e acocorei-me sobre ele de cabeça virada para a sua barriga de maneira a que a minha pachacha de nascimento ficasse sobre a cara dele e a minha cara sobre a pachacha improvisada dele.
- A minha fêmea vai fazer um 69 na sua fêmea disse-lhe mas nem era preciso, naquela posição não poderia sair outra coisa dali O meu maridinho galhudo cuja pilinha acabei de transformar numa saborosa parreca que me apetece chupar vai fazer um 69 na sua esposa fufa.
O cornudo contente pois lamber-me é a sua especialidade, colocando as mãos sobre minhas coxas e nádegas começou-me a fazer um minete no grelinho ao mesmo tempo que ia esfregando o nariz e a face nele. Huumm, maravilha! Acho que o seu bom trabalho de língua foi uma forma que R encontrou para me compensar da escassez de tamanho do acessório principal. Eu também aterrara de chapa naqueles lábios rugosos e húmidos cheirando e sabendo a colhões de homem pulsantes de esperma que eu ainda estava contando provar na minha fenda nessa noite. Se ele fosse uma verdadeira fêmea e aquela uma vagina autêntica não teria aquele gosto nem aquele odor e talvez por isso nunca procurei transar com alguém do meu sexo embora esse seja um bichinho que guardo cá dentro.
- Não é só na rata que quero sentir a tua língua, minha paneleirinha, sabes bem que o meu cuzinho também gosta de a sentir - R não tem preconceitos em lamber-me seja o que for e em levar-me através de sua língua até uma outra dimensão onde só o prazer reina, e eu também não. Por isso quando me começou a lamber o reguinho do cu, levantei-lhe as pernas para cima e apliquei no olho dele o mesmo tratamento. Não tardou que ambas tivéssemos pegado cada um num vibrador e o estivéssemos utilizando para brincar nos buracos da outra. Mas quando chegámos a esta fase eu levei vantagem como é bom de ver pois enquanto o podia sentir à vez dentro do meu rabo e da minha pássara R só tinha direito em prová-lo no cu, e esta possibilidade aliada à que temos de poder foder sem tesão, diz bem da superioridade feminina. Quando eu completamente húmida e sentindo um calor tremendo na rata me voltei sobre ele, cabeça com cabeça, esfregando os meus peitões no seu peito infelizmente liso e deixando o meu entre - pernas confundir-se com o dele, parecíamos mesmo duas lésbicas executando a sua dança do amor. Só desci à realidade que de facto tinha ali um homem copulando comigo e não uma mulher como eu quando após bastante tempo meu marido me disse não ir aguentar muito tempo e pedir que lhe soltasse a pila para a poder aliviar-se. Eu também estava atingindo o ponto de rebuçado e como não gosto de me vir sem sentir um bom aleitamento na fábrica de fazer meninos, pedi-lhe que se aguentasse um pouco enquanto lhe soltava o martelinho e os mirrados acompanhantes que se apresentavam ainda mais mirrados do que de costume.
- É só nestas alturas que apesar de tudo aprecio que tenhas uma piça leiteira que é coisa que uma fufa a sério nunca me poderia proporcionar. Sempre é melhor meter um caralhinho pequenino como o teu que sempre esguicha qualquer coisa do que esfregar-me apenas numa pássara que não esguicha nada.
Levantei as pernas ao alto dizendo-lhe que de momento ele era o meu único homem e que portanto não tendo uma piça mais completa do que a dele a quem dar o meu grelo não tinha outro remédio que não fosse dar para a dele, e a minha fêmea agora refeita na sua condição plena de macho entusiasmada com tal confissão aproveitou a minha oferta e meteu, dando-me com força como para me provar que apesar dele a ter mais pequena do que a do amante com quem eu terminara na véspera, não iria ter razão de queixa da troca.
De facto o esguicho que me deu no grelo foi divinal. E fez-me comprovar uma coisa. Apesar de fazer aquilo ser uma velha fantasia minha compreendi que não nasci para lésbica. Foda sem esguichadela no final é para mim tão insípido como limpar o cu sem ter cagado. É por isso que ainda hoje quando faço inversão de papéis com meu marido mais do que fazer dele a minha fêmea prefiro ser eu a fazer de macho dele.