Back to Browse
Com Izabelle em Paris
Naquela primavera em Paris, eu fazia um curso na Université de Sorbonne. Numa tarde ensolarada de sábado, estava apreciando os quadros dos impressionistas no Museu Jeu de Pomme. Era sempre emocionante ver obras de Van Gogh, Monet, Gauguin, Toulouse Lautrec e outros, cara a cara.
Em certo momento, notei que estava sendo observado. Desviei os olhos do quadro à minha frente e vi, olhando para mim, uma mulher dos seus 35 anos, cerca de 1,70 m, longos cabelos castanhos e olhos também castanhos, com um corpo parecido com as rechonchudas modelos de Renoir. Estava longe do padrão de beleza das anoréxicas top models atuais; porém, despertava atenção. Era gordinha, mas sem ser deformada. Era como se um corpo esbelto e bem feito tivesse se expandido proporcionalmente, mantendo a forma original e as curvas. Dava para notar que seu corpo era firme, sem partes ``caídas´´. Seu rosto era bonito, com lábios carnudos e olhar vivo. A sua pele era morena, lindamente bronzeada e aparentando ser bem lisa. Usava um vestido tipo ``tubinho´´ preto, bem justo e curto, combinando com o sapato preto de salto alto. Não parecia francesa. Achei-a interessante e devolvi o olhar. Ela desviou os olhos para um quadro à sua frente. Aproximei-me dela e passei a apreciar o mesmo quadro que ela estava olhando. Era um Toulouse Lautrec, um dos meus preferidos. Puxei conversa dizendo que admirava o trabalho do pintor que, apesar de ter um corpo deformado, conseguiu transmitir a sua genialidade ao mundo. Falei também que os quadros dele eram carregados no azul, expressando a tristeza que dominava o seu íntimo. Ela se mostrou surpresa e disse, num francês fluente, que não sabia desses detalhes. Para nossa surpresa, logo descobrimos ser ambos brasileiros. Chamava-se Izabelle, uma brasileira descendente de franceses, com dupla nacionalidade. Era atriz, produtora de teatro e de eventos, vivia em Goiânia e estava passando férias em Paris. O espanto dela foi maior, pois não imaginava que eu, um oriental, fosse seu compatriota.
Passamos a comentar cada quadro e, ao final da visita, parecíamos bastante íntimos. Durante a conversa, percebi que Izabelle transbordava de sensualidade. Até a sua voz tinha um tom sensual. Nunca havia tido um caso com aquele tipo de mulher, mas comecei a ficar muito atraído por ela. Parecia que ela sentia o mesmo por mim. Ela era grande em relação a mim e, quando vejo mulher grande, fico com vontade de dominá-la fisicamente, de brincar com o seu corpo imobilizado e indefeso antes de fazer amor. Ao imaginar-me fazendo isso com ela, fiquei excitado. Senti que precisava satisfazer o tesão que sentia por aquela mulher voluptuosamente sexy.
Saímos do museu, fomos ao badalado Quartier Latin e sentamos num daqueles aconchegantes bistrôs para tomar uma taça de bom vinho e continuar a conversa. Embalados pela boa bebida, começamos a falar de assuntos pessoais. Contou-me que estava sozinha e carente após recente separação de seu namorado. Perguntei-lhe os motivos da separação e, para minha surpresa, ela foi bem franca e disse que o seu relacionamento com o namorado era de dominador-submissa, que ela adorava ser submetida às suas vontades. Porém, o seu ``Senhor´´, passou a dominá-la totalmente, interferindo fortemente em sua vida pessoal e profissional. Não podia fazer nada sem a permissão do ``Senhor´´, que começou a ditar regras absurdas. A relação estava ficando destrutiva para ela, que sofreu muito para tomar a decisão de romper com ele, aconselhada por um amigo. A vinda a Paris havia sido uma tentativa de curar a tristeza que se apossou dela.
Terminado o seu relato, foi a minha vez de surpreendê-la. Disse-lhe que eu também estava só depois de separar-me de uma mulher, e que era um dominador experiente, particularmente apreciador do Bondage. Quando ouviu isso, seus olhos brilharam, seus lábios ficaram entreabertos e pude notar o seu peito, com seios fartos, arfando com a respiração ofegante. Estendeu as mãos e apertou as minhas. Eu retribuí, apertando as dela e olhando fixamente em seus olhos. Sem dar-lhe tempo para recuperar o fôlego, disse-lhe que gostaria de se dominá-la. Ela me conhecia há apenas algumas horas, mas não hesitou. Disse que gostaria muito de ser dominada por mim, que me aceitaria como o novo ``Senhor´´ se gostasse da experiência.
Deixamos o bistrô já anoitecendo, pegamos o metrô e fomos para a Avenue Sécretan, onde eu havia alugado um studio para morar durante o curso. Tinha o essencial e algo mais num espaço de 20 metros quadrados: banheiro, cozinha, geladeira, armário, guarda-roupas, telefone, televisão, mesa com duas cadeiras, poltrona e uma boa cama de casal. Da janela, avistava-se um belo parque no final da avenida, todo verdejante e florido com a chegada da primavera. O único inconveniente, coisa comum em Paris, era o de ficar no sexto andar de um velho edifício, sem elevadores.
Enquanto conversávamos, preparei canapés de salmão defumado norueguês. Para acompanhar, deixei uma garrafa do champagne Veuve Cliquot no gelo. Uma bebida cara até para os franceses, mas plenamente justificada pela ocasião. Durante o preparo, a nossa conversa já rolou animada. Falamos das nossas experiências nos relacionamentos dom-sub de forma aberta e franca, criando uma atmosfera de intimidade e confiança mútua.
Sentamo-nos e apreciamos os canapés e o borbulhante champagne. Uma bela invenção de um padre inspirado essa bebida. Conversando, descobri que o Bondage não era novidade para ela, pois o seu antigo ``Senhor´´ a amarrava ocasionalmente no meio de uma sessão de dominação. Izabelle contou-me detalhes muito íntimos desses encontros, o que aumentou ainda mais a minha excitação. Eu também contei-lhe sobre o meu longo caso com uma policial civil de São Paulo, a Michelle, uma bondagette de ``carteirinha´´. Era estranho, pois Michelle era uma mulher valente, que dava porrada em bandidos e não dispensava o ``38´´ na bolsa, mas, era inteiramente submissa na cama. Essa troca de experiências foi nos excitando cada vez mais, atingindo um ponto no qual não havia mais nada a fazer senão levar a coisa para a prática.
Não agüentando esperar mais, levantei-me e ordenei-lhe que se postasse em pé, de costas para mim. Docilmente, ela obedeceu. Calada, ficou imóvel quando eu a abracei por trás e comecei a acariciar seus seios volumosos. As minhas mãos desceram ao longo do seu corpo e chegaram à barra do vestido, onde começaram um movimento para cima, suspendendo aquela bonita peça de roupa pela laterais do corpo. Ela nada dizia, mas sua respiração ofegante, com a boca entreaberta, denunciava a sua excitação. Suspendi o vestido até a altura dos seus quadris e comecei a apalpar a sua bunda e o vão entre as suas coxas, demorando mais nas partes mais sensíveis. Ela se mostrava excitada, de olhos fechados, braços pendentes e pernas levemente abertas. Quando os meus dedos tocaram a xoxota por cima da calcinha branca, ela gemeu baixinho e levou as mãos à frente, tentando afastar a minha mão. Um vigoroso tapa na bunda e uma ordem dura para que parasse foi imediatamente obedecida. Coloquei a mão por trás, por dentro da calcinha e fui descendo em seu interior, até chegar à xoxota. Sentindo os meus dedos explorando aquele recanto do prazer, ela voltou a gemer e se contraiu, fechando as pernas. Dei-lhe um outro tapa enérgico na bunda, ordenando-lhe que abrisse as pernas. Ela obedeceu. Percebi que ela já estava ficando molhada, entrando no clima da relação. Com a outra mão, acariciei seus seios por baixo do vestido, enfiando os dedos sob o sutiã.
Tirei a mão da calcinha e, com as duas mãos, deslizei as alças do vestido para fora dos ombros e puxei o traje para baixo, fazendo-o cair aos seus pés, expondo aquele corpo bonito, roliço e forte. Tirei o seu sutiã, também branco, pondo à mostra um par de seios grandes e firmes. Abracei-a por trás e amassei-os em minhas mãos, até provocar um ``Ai´´ nela. Passei à sua frente e abocanhei os seios, um de cada vez, fazendo a língua e os lábios trabalhar o mamilo e o seu entorno. Em cada um deles, mordi delicadamente o mamilo e o puxei, arrancando mais ``Ais´´. Suas mãos tentaram afastar a minha cabeça, mas um tapa no rosto a fez parar e pedir desculpa. Percebi que já era hora de imobilizá-la.
Prevendo uma situação como aquela, eu havia levado os meus acessórios básicos de Bondage: cordas, mordaças, venda de olhos e prendedores de peito, além de outros que descreverei adiante.
Peguei um pedaço de corda e amarrei suas mãos às costas, no estilo japonês, com os braços cruzados. Para aquele corpo cheio, era uma posição incômoda, pois forçava um pouco os braços, mas ela não reclamou. Apenas fez careta e gemeu quando eu apertei a corda em seus pulsos e dei o nó. Com outro pedaço de corda, mais longo, dei várias voltas em torno do seu tronco, acima e abaixo dos seios, deixando-a bem apertada. Juntei as duas pontas ainda longas no alto das suas costas, dando um nó bem firme. Então, prendi as pontas pendentes aos seus pulsos amarrados e os ergui, deixando-os um pouco acima da cintura. Como sobrasse corda das pontas, dei uma volta na sua cintura e fiz o nó final. Assim, seus braços e mãos estavam completamente imobilizados. Olhei-a de frente e vi que seus olhos mostravam uma certa preocupação, natural para quem estava sendo dominada e amarrada por um quase desconhecido. Estava um pouco tensa.
Nada fiz para acalmá-la. Pelo contrário, dei-lhe uns beliscões na bunda, arrancando vários ``Ai, ai´´ daquela gostosona. Com a boca, puxei a sua calcinha para baixo, aos poucos, até vê-la cair aos seus pés. Tirei também as suas meias. Chupei-lhe novamente os seios, enquanto fazia a mão se esgueirar entre as suas coxas, com os dedos bolinando maliciosamente aquela gruta molhada e quente. Logo, ela começou a ficar mais descontraída, soltando sucessivos ``Aaahh...´´.
A seguir, levei-a até porta do studio e amarrei seus pés, bem juntinhos. Afastando-me um pouco, pude ver toda a beleza e sensualidade daquela beldade impressionista. Imaginei que Renoir teria adorado vê-la. Seus cabelos bem cuidados emolduravam um rosto bonito, com lábios pedindo para beijar. Tirei a minha roupa, deitei-me na cama e ordenei-lhe que viesse até a cama, junto de mim, para que eu pudesse brincar com o seu corpo gostoso. Ela se agachou cuidadosamente até sentar no chão, deitou-se de lado e começou a se arrastar em direção à cama. Era um belo espetáculo ver aquele corpo amarrado gemendo e se contorcendo no chão. Aos pés da cama, ergueu o tronco com certa dificuldade e, encostada na lateral da cama, escorregou para cima e deitou-se ao meu lado.
Virei-a de lado e a fiz abocanhar o meu cacete, o que ela fez com aparente gosto. A seguir, dei-lhe uma ordem: ``Tente se desamarrar, mas sem tirar o cacete da boca´´. Tentou dizer que não ia dar, mas mandei-a calar-se e tentar. Ela começou então a se mexer, contorcendo-se toda. As suas mãos se agitavam e seus dedos tateavam no vazio, procurando o nó para desatar, mas não o encontravam. Mexia seus pés freneticamente, tentando afrouxar a corda, mas de pouco adiantou. Ao mesmo tempo, gemia e trabalhava a língua no meu cacete, levando-me às nuvens.
Era muito excitante vê-la lutando contra as cordas e, ao mesmo tempo, sentir o cacete sendo gostosamente chupado. Evidentemente, estive quase gozando por várias vezes. Quando não estava agüentando mais, dava-lhe ordem de parar ou se mexer menos, até diminuir o tesão, para depois continuar, sem nunca tirar o cacete daquela boca maravilhosa.
Num dado momento, ordenei-lhe que parasse e deixasse de chupar o meu cacete. Beijei gostosa e longamente seus lábios, com as mãos tateando seus seios e o vão entre as suas coxas. Em seguida, derramei champagne sobre o seu corpo, começando pelos seios. Beijei, chupei e lambi aqueles dois montes arredondados, carnudos e espremidos entre as cordas. A minha língua serpenteou sinuosa e maliciosamente por aquela pele morena, pulsante e sedenta de carinho. Em meio às lambidas, dei também mordidas, arrancando ``Ais´´ e contorções daquele corpo gostoso. Esse misto de carinho e dor parecia excitá-la bastante. Quando mordi os seus seios, ela dobrou o corpo para a frente e gritou mais alto. Deu para ver as suas mãos se agitando às suas costas, tentando se proteger. Levou mais um tapa e parou de se agitar. Nova mordida, e ela torceu o corpo para trás, cerrando os olhos e gemendo baixinho.
Depois, bebi o precioso líquido no seu umbigo. Molhei também as suas coxas, que chupei e mordi na caminhada até os seus pés. Nestes, dei um banho completo da bebida, secando-os com chupadas e lambidas. As passadas da língua nas solas dos pés fizeram-na debater-se e soltar gritinhos.
Dos pés, virei-a de bruços e iniciei uma subida pelo corpo. Nas cavidades atrás dos joelhos, despejei champagne e o lambi. Ela se arrepiou toda, gemeu e se contorceu. Fui despejando gotículas da bebida espumante sobre a parte posterior das suas coxas, lambendo cada uma e dando uma mordida para finalizar. Dediquei especial atenção à bunda bem desenhada, lisa e volumosa, molhando-a bem e trabalhando com a língua, os lábios e os dentes em toda a sua extensão. As mordidas na bunda fizeram com que ela tentasse virar-se de lado. Umas palmada fortes a fizeram gemer e desistir. Depois, ela levantava a bunda, arrebitando-a mais ainda, como que buscando mais toques e mordidas.
Da bunda, a minha boca foi subindo sobre a sua coluna, escondida dentro de um sulco nas costas, que também molhei de champagne, para chupar e lamber com cuidadosa malícia. Durante as chupadas, a minha língua rodopiava entre os lábios colados à sua pele, em movimentos circulares. Isso a arrepiava, fazendo-a mexer-se gostosamente.
Chegando à parte posterior do seu pescoço, dei-lhe um tratamento especial, com várias pequenas mordidas. Deitado sobre o seu corpo, eu senti as suas contrações e arrepios. Era gostoso estar sobre as suas costas macias, com aquele bumbum fenomenal encaixado nos meus quadris. O meu cacete, já bem duro, estava no vão do seu bumbum, como uma serpente procurando abrigo. Sentindo o meu corpo colado ao seu, com estímulos fortes da boca no pescoço e do cacete roçando no seu rego, ela disse ``Aaahh...venha, venha...´´, levantando os quadris, como que buscando a penetração. Um tapa na bunda e uma ordem ríspida a fizeram calar.
Era chegado o momento de amordaça-la para iniciar a parte mais dolorida e final do ritual. Peguei um pacotinho de gaze, enfiei em sua boca e a cobri com um esparadrapo largo. Só lhe permitia emitir gemidos e grunhidos incompreensíveis.
Afastei-me dela para pegar um par de prendedores de peito. Não eram especiais para o SM. Eram desses de roupa, de madeira que, sendo mais largos na ponta, não machucam tanto, embora causem bastante dor. Quando ela os viu nas minhas mãos, arregalou os olhos, começou a gemer e a se debater, tentando escapar das cordas. Percebi que ela não gostava daquilo. Agarrei-a por trás e aproximei os prendedores dos mamilos. Ela reagiu, soltando abafados ``Não, não...´´ por baixo da mordaça e se contorcendo. Segurei-a com força e coloquei os prendedores, fazendo-a gemer alto. Em desespero, ela tentava esfregar os seios na cama para tirar os prendedores, mas eu a segurei e dei-lhe ordem para parar e se aquietar. Numa prova de extrema submissão, ela parou e ficou quieta. Ao mesmo tempo, o meu cacete se encaixava no seu bumbum, roçando na entrada da sua xoxota. Dava para perceber que ela continuava bem molhadinha.
Tirei os prendedores logo e a desamarrei, deixando-a recuperar-se das dores que sentia nos braços presos. Não a autorizei a tirar a mordaça. A sua liberdade não durou muito tempo. Amarrei-a novamente, mas de maneira mais confortável. Ficou de braços abertos, com os pulsos amarrados à cabeceira da cama. Os pés também foram amarrados no alto da cabeceira, um de cada lado, deixando-a de pernas bem abertas. Seu pés ficaram no ar, acima de sua cabeça. Isso deixava-lhe bumbum, xoxota e cuzinho bem expostos.
Disse-lhe que não ficasse muito contente com a posição mais confortável, pois haveria um castigo para compensar isso, visto que a minha posição preferida de amarrar era com as mãos às costas. Peguei um cubo de gelo no balde onde gelava o champagne e o esfreguei no seu corpo, começado pelos seios. Ela soltava gemidos agudos e se contorcia. Quando cheguei na xoxota e enfiei-lhe o gelo, ela gemeu e pulou como se tivesse levado um choque. Debateu-se violentamente, soltando gritos abafados. Só parou quando o gelo foi retirado.
Depois do gelo, derramei champagne na sua xoxota e, com a língua, percorri aquele maravilhoso órgão do prazer. Ela gemia e se contorcia de prazer. Em seguida, lubrifiquei seu cuzinho e enfiei-lhe um cordão de bolinhas anais. A cada bolinha que entrava, ela gemia e se contraía. Entraram todas as bolinhas, ficando apenas a ponta do cordão para fora. Depois, enfiei-lhe um vibrador na xoxota. Enquanto segurava o vibrador, fui puxando devagar o cordão, fazendo as bolinhas saltarem do cuzinho uma a uma. Ela gemia e jogava a cabeça para trás, numa evidente demonstração de prazer.
Retiradas todas as bolinhas anais, tirei também o vibrador e passei-lhe um pouquinho de...Vick Vaporub na xoxota e no cuzinho. Isso mesmo, aquela pomadinha que se usa no peito para descongestionar. Ela provoca um ardor que vai crescendo aos poucos, mas não chega a ser insuportável e não provoca queimaduras ou irritações. Quando começou a sentir o ardor, ela mostrou uma expressão de pavor, gemeu e se debateu. Nesse momento, eu a penetrei na xoxota. Aos poucos, ela percebeu que aquele ardorzinho combinado com a penetração era uma coisa muito gostosa. Com o prazer intenso que isso proporcionava, logo senti o seu corpo vibrando em gozo.
Eu havia segurado o meu gozo usando uma técnica de yoga. Ela ainda sentia o torpor do orgasmo quando tirei o cacete da xoxota e o enfiei lentamente no seu cuzinho. Ela deu um grito abafado quando houve a penetração e vi as suas mãos se fechando com força. Jogava a cabeça de um lado para outro, como que tentado afastar a dor. Tirei-lhe a mordaça e pude ouvir uma sucessão de ``Aaai... aai...aai´´. Tampei-lhe a boca com um beijo e continuei a explorar o seu cuzinho com o meu cacete. Eu também já sentia o ardorzinho do Vick Vaporub, ficando cada vez mais excitado. Depois de um bom tempo, gozei numa explosão de intenso prazer.
Soltei-a e, sem tempo para descanso, tornei a amarrá-la com as mãos para trás, para ficar acariciando, beijando, chupando o seu corpo enquanto durava o seu prazeroso orgasmo. Ela adorou tudo isso.
Depois desse primeiro e tórrido encontro, tivemos muitos outros enquanto ela permaneceu em Paris. Tenho a certeza de que essa foi a minha melhor temporada na Cidade Luz. Hoje, nos encontramos de vez em quando no Brasil.