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Prazer no Sabor das Minhas Entranhas
Após minha separação, entrei em parafuso, perdi o norte e como há anos vivia no coletivo, levei tempo enorme para me acostumar com o individual, todavia tinha que seguir em frente, indo morar em apartamento no centro do Rio pretendendo renunciar ao sexo, considerando que jamais seria o mesmo. Anos após o desenlace administrando uma semana de grande satisfação profissional, resolvi na tarde de um sábado ir à uma Sauna por acaso vista em determinada rua da Tijuca. Lá chegando e encontrando todos aqueles homens nus e disponíveis, pois ouvira o engraçado lema ditado por um freqüentador assíduo que lá era lugar de chupar pau e dar o cú, em protesto para os jogadores de cartas no salão do bar, não só achei muito engraçado, como animado e logicamente excitado.
Desconhecendo como lidar no ambiente, fiquei arredio e observador, pois como passivo sempre fui tímido em demonstrar minhas intenções, tendo assistido alguns homens excitantes sendo arrastados para o dark room durante minha indecisão, até que notei um solitário, calvo, sem barba, baixa estatura, corpo parrudo, peito e ventre peludos, braços curtos e musculosos, coxas grossas, rosto marcante e uma aura de líder dominador, no canto da sauna seca olhando fixamente absorto para o chão parecendo assim como eu estar completamente deslocado, pois estávamos inclusive enrolados em nossas toalhas em vez de expor a nudez como os outros faziam.
Aproveitando um dos raros momento em que ficamos sós, fiz um comentário idiota para entabular conversa justificando minha tímida aproximação e quando sentei ao seu lado pude notar que ele estava com o pau ereto levantando a toalha demonstrando ser de excelente proporção e não sabendo de onde veio a coragem, pousei minha mão sobre sua virilha nem tendo tempo de raciocinar quando ele aproximou rapidamente sua boca da minha aplicando um beijo rude, violento e carregado de desejo reprimido demonstrando estar tão desesperado como eu, que foi repentinamente interrompido quando a porta se abriu entrando um colega.
Sem trocar palavras ele se levanta tocando minha mão e o sigo subindo escadas ao andar de cima onde ficava o dark room sem diálogo, entrando num cubículo com uma cama forrada em napa preta estendendo nossa toalhas quando admiro o pau dele de comprimento relativo porém uma grossura excepcional provocando uma tremura em todo meu corpo vendo-o sentar na cama oferecendo-me aquela maravilha para chupar, o que passo a fazer imediatamente sentindo meu coração cheio de ansiedade e todo meu ser delirando de prazer, pois identifiquei a proximidade da ejaculação segundos após engolir aquela cabeça descomunal, não demorando a receber na garganta um jato tão forte de pôrra aquecida que desceu pela minha goela na mesma velocidade, somente podendo degustar os demais jatos menos intensos que me foram concedidos em espasmos e intervalos regulares por longo tempo, notando que ele tinha uma pôrra cremosa, densa e mesmo com o cheiro forte a acidez era baixa, disseminando um sabor muito agradável que foi engolida lentamente, sob o olhar satisfeito dele.
Após o gozo, deduzi que ele se retiraria, ficando todavia alegre quando notei ele recostando-se na cama, somente pedindo para que fosse ao banheiro lavar a boca e retornasse, pois a nossa tarde de prazer, dependendo de mim, estava apenas começando...
Volto do banheiro saltitante encontrando-o semi adormecido e ao seu lado me deito passando a prosear, sendo elogiado por minha simpatia e beleza de corpo que tinha, retribuindo honestamente as gentilezas, trocando nomes e informações genéricas e comentários sobre o local que disse assim como eu ser a primeira vez que comparecia, construindo com esta conversa galante os alicerces do sentimento de entrega dispondo-me a praticar qualquer tipo de sexo com este homem sensual, cujo nome: Adilson, sempre considerara de uma sonoridade e beleza sem igual, entretanto meus instintos estavam insatisfeitos ainda, pois queria como nunca ser penetrado por aquele pau extremamente grosso, mas como já havia sido presenteado com o esperma, amarguei minha ansiedade durante toda meia hora de conversa, até olhar disfarçadamente e verificar que pau dele estava ressuscitando gradativamente e, com a garganta arfante, pergunto, num trejeito afeminado: quer comer meu cú..., quer?..., ele então sorri e diz claro, que quero..., mas tem um porém..., embora esteja acreditando que vamos nos dar muito bem quando assisti a forma como bebeu minha pôrra, sem demonstrar nojo ou ficar cheio de nove horas, cuspindo enojado e arranhando a garganta como outros fizeram e também desde que você não tenha feito enema, porque gosto de tirar merda do cu que estou comendo..., deixando-me surpreso e com um sorriso duvidoso encaro ele questionando se não esta brincando, ouvindo em réplica que não, é sério..., pois gosto de sexo sujo, porco, animal, só assim, se este não é o seu caso, tudo bem..., continuaremos amigos, só amigos..., porém gostaria de te apresentar esta forma de prazer, você vai ver que é fantástica, e quando se acostumar com os efeitos colaterais que particularmente acho inebriante, excitante e afrodisíaco, você não vai querer outra coisa..., fico indeciso e já com o pau dele muito mais duro que antes em minha mão desejando mais que nunca colocá-lo dentro mim, aceitei suas condições, haja vista que efetivamente há muito não fazia enema, só que ele informa que não poderíamos praticar isto ali, mas sim no banheiro, por isso nos levantamos e fomos ao outro andar, entrando num pequeno lavabo.
Ele me fez sentar no sanitário mandando chupar seu pau e ao mesmo tempo que eu fizesse esforço para evacuar, não importando se estava com vontade ou não, começando a me insultar: chupa viado filha da puta..., vou tirar merda do teu cú com isso aqui... dizia numa postura dominadora pegando na base do pau que sob a iluminação do banheiro notei ser de uma diâmetro assustador, começando a dar tapas em minha cabeça ao pega-la movimentando-a para frente e para trás enterrando o pau até minha garganta levando-me a um esforço hercúleo para não engasgar sem que ele se importasse com meu desconforto, mantendo um riso sádico deformando seu rosto numa carranca indefinível contrariamente à beleza que me conquistara, então não conseguindo entender mais nada, embora fosse homem adulto e vivido, começo a ser invadido por um prazer estranho de estar sendo dominado, humilhado e hostilizado por aquele recém conhecido, sentindo minha respiração tensa e ofegante e os batimentos cardíacos acelerandos querendo e não sei como, pedindo: me bate..., me bate mais..., enterra mais o pau..., recebendo vários tapas violentos no rosto quase caindo do vaso e ao me endireitar ele pergunta: e aí..., já cagou?..., saiu merda desse cú?..., como olho no rosto dele transmitindo que não, não consegui..., não estava com vontade..., recebo vários outros tapas no rosto esquentando e causando uma ardência incompreensivelmente prazerosa nas faces, então ele pede para que me levante virando de costas apoiando as mãos na parede com as pernas abertas envolvendo o sanitário, o que faço trêmulo e ao arrebitar a bunda em oferecimento, recebi vários tapas nas nádegas e coxas tão doloridos e inexplicavelmente em vez de resistir, comecei a choramingar pedindo e não exigindo que ele parasse, continuando a receber as agressões que só foi interrompida quando ele espalmou a mão esquerda sobre meu pau puxando minha bunda fortemente em direção ao corpo dele enterrando dois dos seus bem formados dedos no meu cú até o fim, causando a dor mais intensa que senti neste local e impedido de escapar à violência e independente dos meus protestos senti meu reto ser vasculhado internamente, com seus dedos em movimentos circulatórios explorando todos os cantos cada vez mais profundamente na garimpagem de merda.
De repente ele retirou os dedos cobertos de fezes e sangue, deixando-me momentaneamente aliviado, quando sobre o ombro vejo-o arrastar os dedos em toda extensão do pau dele lambuzando-o com aquela massa mal cheirosa que contaminou o pequeno ambiente agredindo minhas narinas acostumadas somente com pequenas quantidades e ao me virar ocultando o rosto entre as mãos filtrando o cheiro ruim, ele posicionou o pau no meu cú e enterrou tudo de uma vez, até a base descomunal e sem ligar para meus lamentos, começou as estocadas enlouquecidas rasgando, arrebentando e parece que agora, arrombando para sempre meu amado e querido cú, quando olhei para minha perna direita onde sentira algo escorrendo, notando um rio de sangue e fezes liqüefeitas descendo até o joelho continuando a receber cada vez mais fundo o pau do Adilson e à exemplo de outras ocasiões, comecei lentamente e gradualmente a identificar satisfação e gostar da violência que estava sofrendo e realmente achar excitante o odor nauseabundo, confirmando o ditado: que quando mais mexe mais fede..., transmitindo o contentamento ao meu pau duro como pedra que ejaculava em espasmos descontrolados sem ser tocado, passando a rebolar a bunda freneticamente e a implorar submisso, porém retribuindo o tratamento que recebera: mete mais..., mete tudo seu filha da puta..., enterra essa piroca... goza no meu cú..., seu nojento..., rasga meu cú de uma vez..., mistura tua pôrra com minha merda prá eu comer..., mal termino o ultimo insano pedido quando sou puxado violentamente pelos cabelos encostando a cabeça no seu ombro esquerdo e com a direita ele enterra os dedos ainda sujos de merda na minha boca levando-os quase à garganta, disseminando o gosto extremamente ácido, picante e ruim, isto, muito ruim..., dizendo: vai se acostumando com o sabor que você vai limpar meu pau com a boca, seu viado escroto..., chupador..., filha da puta..., continuando com a demência das bombadas, durante muito tempo, acho que mais de vinte minutos, proporcionando me acostumar cada vez mais com o forte odor de fezes naquele pequeno e apertado espaço, ao mesmo tempo que meu corpo de identificava com esta modalidade de sexo sujo, demoníaco e animal a ponto de inclusive arrastar a mão em minha coxa colhendo parte de merda e sangue que vira escorrer, lambuzando abaixo do meu nariz e introduzindo na boca os dedos carregados de sangue e merda, sugando, degustando e engolindo e, quando não encontrei mais, levei minha mão até o pau dele que entrava e saia do meu cú, recolhendo parte da merda que era retirada levando à boca exprimindo minha aprovação: me dá mais..., me dá mais..., ouvindo ele satisfeito: não disse que você ia gostar..., sabia..., difícil me enganar..., até sentir os murros e tapas em minha cintura, quadris e nádegas, deixando hematomas por vários dias, quando ele gozou intensamente por longos, longos segundos, sempre proferindo obscenidades e agredindo meu corpo, até quedar-se ofegante, porém ainda violento, tirando o pau de dentro do meu cu ainda duro com a cabeça parte limpa mas com base anelada por uma grande camada de fezes que se espalhava pelo corpo do pau, empurrando-me e grosseiramente fazendo-me sentar de novo no sanitário e como estava com a boca propositadamente fechada ele passou a arrastar o pau sujo nos meus lábios e queixo determinando: abre a boca seu viado escroto..., chupa e limpa meu pau de merda, da tua merda..., seu viado..., dando com a mão livre bofetões na minha face direita, quando só de depois de apanhar e olhando passivamente nos olhos dele esbocei um sorriso abrindo a boca e substituindo a mão dele no pau pela minha, chupei, chupei, chupei, me lambuzei, me caguei, degustei e engoli a merda deixando a parte liquida amarronzada escorrer pelos cantos dos lábios recolhendo com a língua em movimentos circulatórios, num frenesi, numa loucura insana e abandonando todos os princípios de moralidade, higiene e respeito próprio, identifico incrédulo a capacidade de adaptação do meu paladar e dos meus instintos sexuais, desde que partilhada com outro homem, tendo portanto deste momento em diante me tornado um admirador da consistência, do cheiro, do gosto, e da degustação da minha própria merda na boca nos momentos de alta excitação sexual, bastando a simples inserção na boca para deflagrar um tesão intenso e descontrolado, por isso pedi insistentemente para ele tornar a enfiar o pau dentro do meu cú colhendo mais fezes misturada com a pôrra dele, o que foi feito por varias vezes, até que o pau ficou realmente amolecido então passamos o utilizar os dedos, dele e meus, retirando e colocando na minha boca sedenta onde a merda era processada, degustada, saboreada e engolida ruidosamente, passando a ouvir insistentes incentivos e elogios ao meu desempenho e que jamais encontrara alguém tão aberto para desfrutar o prazer e disposto em abrir novos horizonte no vasto universo do sexo, beijando-me a seguir voluptuosamente na boca por longo tempo, selando o compromisso de novos e gratificantes encontros.
Terminada a seção De Sade, como denominei, ficamos apreensivos com a exiguidade de sabonete que existia no banheiro, suficiente somente para aliviar o forte odor em meu rosto, boca, mãos, pernas e cabelos, saindo do banheiro correndo direto ao felizmente vazio chuveiro do andar inferior onde ficamos por mais de meia hora ensaboando e esfregando um ao outro, até ficarmos em condições razoáveis de higiene, entretanto na minha mente se instalou a preocupação quanto à possibilidade de algum futuro problema orgânico em função da enorme quantidade de fezes consumida, todavia, salvo um azia ocasional, facilmente resolvida com um simples antiácido, nada aconteceu.
Firmamos e mantivemos a partir deste dia fortes laços de amizade, num relacionamento Sado/masoquista e inclusive passamos, no universo de nossas taras, natas e adquiridas, a nutrir um amor surpreendente um pelo outro, passando a nos encontrar regularmente ora no meu ora no seu apartamento, estranhando somente algumas coisas no comportamento bizarro dele, pois gostava de manusear e do cheiro de fezes, porém tinha repulsa por esperma, sempre exigindo que lavasse a boca após gozar dentro dela e recusar o envolvimento de suas próprias fezes na relação, outra imposição, desta vez saudável foi que me tornasse vegetariano, dispensando a ingestão de coisas putrefatas, como carnes de qualquer espécie animal, aliviando sobremaneira o odor e inclusive o sabor característico das fezes, porém a mais penosa era de só nos relacionávamos no banheiro, dispensando a cama onde o conforto era bem melhor..., até que por motivos profissionais perdemos contato, nunca mais nos encontrando, embora o tenha procurado por meses, inclusive voltando à sauna onde nos conhecemos, independente do receio que tinha de retornar temendo me reconhecerem como o um dos responsáveis pela sujeira deixada naquele lavabo, nada acontecendo porém e, para não perder o valor compulsório do ingresso, aproveitei as oportunidades, conhecendo alguns homens maravilhosos e outros que foram direto para o limbo das minhas lembranças...