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A noite cai, ela descansa na cama... Não sabe mais por quantas horas dormiu... Tenta levantar-se, mas a coleira não permite... Deita-se novamente... Sua coleira está presa a uma corrente, e esta presa à cama. Levada pelo próprio instinto, tenta se libertar, porém suas mãos também estão algemadas a cama, bem como suas pernas. Ela procura por Seu Senhor.... Mas Ele não se encontra a seu lado. A escrava sente-se desnorteada... Ele não está ao seu lado... Sua alma submissa encontrar-se incompleta.... – Acordou kadela? – Sim, Senhor... – Estou esperando a horas... – Perdão, Senhor... Eu imploro... – Percebo que estava cansada... A sentença é precedida de um tapa no rosto – Servir a Seu Mestre é tão cansativo assim? – Não é isso Senhor... Outro tapa... – O que é então? Novos tapas se seguem... As faces da moça já estão rubras... – Vamos minha Kadela... Espero sua justificativa... Enquanto fala Ele segue em direção aos chicotes expostos na parede oposta... – Senhor, isso é culpa do prazer que me proporcionas... – Desculpas menina... Desculpas.. Você sabe que não suporto desculpas... Como se ainda fosse possível o olhar doce da submissa fica ainda mais servil... Agora Ele tem em suas mãos o chicote mais temido por ela... Ele se aproxima lentamente.. destrava as algemas... abre as correntes que prendem a coleira... Entrega-lhe o chicote trançado e a manda para o banheiro... – Leve contigo o chicote minha doce vadia e me aguarde ... – Sim, Senhor... Ela se levanta...Pega o chicote... E segue resignada em direção ao banheiro... – Kdela...... Ela sente o perigo presente no tom de voz dEle... E para.. Tomada de ligeiro pânico... – É assim que minha Kadela se movimenta em minha presença? Caindo de joelhos, Kzinha sente subir por sua garganta o pedido de desculpas... Porém o grito de dor toma forma primeiro.. Suas costas estão sendo lambidas pela a fúria do cinto que até então repousava na cintura de Seu Senhor... Slapttt.. Slaptttt.. Slaptttt.. Ele para abruptamente ... Avaliando o desenho que agora se forma ao longo das costas e nádegas de sua menina... Com alguns passos ele fica de frente para ela... Com a mão sob o queixo da moça Ele a obriga a levantar sua cabeça lentamente... Observa as lágrimas que rolam por sua face.. com a língua recolhe, uma a uma, as gotas cristalinas que escapam dos olhos de sua querida menina... – Esqueça o chicote momentaneamente.. E continue em direção ao chuveiro minha putinha teimosa.... De quatro, como se deve, ela chega ao banheiro e fica esperando pelo Seu Senhor.. Que a segue de perto... Abrindo a água fria e com o chuveiro pequeno Ele começa a dar-lhe um banho... – Assim minha putinha... Seu banho será como o de qualquer cadela vadia... De quatro... E sempre frio... Ele a lava demoradamente... Abrindo e desvendando todas as reentrâncias do corpo de sua menina... Esfregando, fortemente, cada milímetro de sua pele... Investigando e lavando internamente cada orifício do corpo dela... Até que se deu por satisfeito.... – Fique aí minha putinha... Ele se retira... E o frio chega ao corpo da moça... – Tremendo Kadela? ... É de medo ou de Frio? – De frio Senhor... – Querendo que Eu a esquente Kadela?... – Por favor, Senhor... Eu imploro.... – Cuidado com o que pede mocinha.... Pode ser atendida... Olhe para mim.... Fitando-O ela estremece ao ver o que Ele traz nas mãos... O chicote de nove tranças que ela tanto teme.... – Agora é de medo que estremece, não é Kadela? – Sim Senhor..... – Você assim molhada... deliciosamente vadia depois do banho que lhe dei... Ele abre novamente o chuveiro para molhar o chicote... E recomeça a castigar o corpo de sua criança... Quando se dá por satisfeito... Depois de trinta chicotadas, devidamente aplicadas por Ele e contadas sem erros por sua escrava... A toma no colo e a leva para a cama... Para, então... Cuidar de suas feridas e presenteá-la com Suas caricias e beijos... E por fim fechar a madrugada fazendo amor voluptuosamente....