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A Consagração da Primavera - Quarta Parte

Enquanto Carlos e seu amigo continuavam a conversar sobre aquela mulher que estava nos últimos momentos da preparação para a cerimônia de entrega ao grupo. Ela ainda no quarto com aquele homem, sentia que seus seios estavam doloridos, por causa do sutiã de ferro que usava, era de um número menor que o habitual, na cintura dela aquele homem colocara um cinto de ferro fundido fazendo com que ela encolhesse a barriga, e nas laterais dessa cinta tinha duas argolas. Ele abre as bandas da bunda dela e com firmeza coloca no cuzinho dela um plug de aço inoxidável, provocando nela um arrepio, pois estava gelado e quando sentia aquele acessório invadindo e preenchendo aquele lugar na sua mente só vinha confusão, não sabia se sentia medo ou excitação. As mãos dela estavam soltas, mas não por muito tempo, pois neste exato momento aquele homem coloca nela uma algema de ferro, mas depois – antes de saírem do quarto – pega uma corrente que mede 35 centímetros e coloca nos pés dela. Sem usar a máscara ela é levada até uma outra sala e é deixada no centro, em forma de ciclo estavam colocada várias velas para criar um ambiente sedutor e da idade média. Nas argolas que estavam na cinta de ferro em sua cintura eles colocaram correntes, e logo em seguida ela sente que as correntes estavam sendo esticadas impossibilitando andar para alguma direção. Depois aquele mesmo homem coloca mais duas correntes, uma na algema e outra na corrente que prendia os pés. Assim, com a ajuda do outro homem, eles esticam as duas correntes, que aos poucos ia deixando-a suspensa, quase a um metro de altura. E antes que desse inicio a cerimônia aquele homem coloca uma venda nos olhos dela. Depois entram os homens que pertenciam ao grupo, ficam ao redor dela – fazendo um círculo -, e depois o responsável pelo grupo pega um ferro que estava depositado numa vasilha com brasa ardente, na ponta desse ferro tinha o símbolo do grupo. E se olhasse de um ângulo viria ‘A’ e se olhasse de outro ângulo viria ‘V’. E para não ficar à mostra para todos, somente para o grupo, esse homem que segurava a haste de ferro decide marcar na bunda dela, e assim que ela sente aquele ferro encostando à sua bunda solta um grande urro de dor logo em seguida quando a haste é retirada ela solta um grito muito forte. Ela já sentia seus braços doloridos e cansados, o mesmo com suas pernas. Ainda sentia a sua bunda doer muito apesar dos cuidados que aquele homem teve depois de marcar com ferro. Após o responsável voltar para seu lugar e guardar aquela haste, Carlos se aproxima dela e pela primeira vez toca no corpo provocando contorções e gemidos deixando todos mais ainda excitados. Com um grande carinho Carlos retira o sutiã de ferro que estava esmagando os seios dela, que estavam bem doloridos, mas logo em seguida ele massageia os seios dela provocando gritos e gemidos de dor, e antes que terminasse coloca grampos nos mamilos dela. Eles a colocam de pé e tiram as correntes que estavam na cinta, que estavam na algema e nos pés dela. A respiração dela estava ofegante quando Carlos retira a venda dos olhos e assim que ela nota que era o seu amado que tinha armado tudo aquilo fica pasma, mas não podia abraçar ou dar um tapa, pois suas mãos estavam algemadas. Após dois minutos de silêncio, que mais parecia um século, é quebrado quando se aproxima do casal um dos amigos do Carlos e fala algo no ouvido dele. E logo em seguida deixam essa sala, se direcionam para o quarto dela. Agora que ela sabe que um dos homens que está fazendo tudo isso é o seu amado. O que vai acontecer agora? (Continua)