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Cadela de Dona I
Rainha:
Marcaríamos um encontro em um bar tranquilo...
Eu estaria vestida com um vestido básico, simples, reto, preto... sem nenhum grande decote e com um cumprimento normal... em cima dos joelhos... sandália de salto... não muito alto... uma gargantilha de metal... um dedo de largura... o único indício do que realmente sou...
Minha Dona sim, estaria linda... mostrando sua exuberância, beleza e juventuda... vestido justo... curto... decotado... cabelos soltos... sapato de saltos muito altos...
Todos olham... encantados... com minha Dona e com meu olhar de adoração para ela...
Tomamos uma taça de vinho e minha Dona diz que já é hora... vamos...
Entramos no carro e é minha Dona quem dirige... pega uma estrada... já é noite...
Falamos pouuco... sinto minhas coxas ficando meladas de tesão... só de olhar para as pernas da minha Dona ao meu lado...
Depois de algum tempo pegamos uma estrada de terra... um lugar deserto... sei que é o caminho para a chácara da minha Dona...
Um pouco depois ela encosta o carro e manda que eu desça...
- Vamos cadela... estamos chegando... agora pode mostrar quem você é...
Sei que está é sua ordem para que eu tire a roupa... tiro o vestido mostrando que já estou nua embaixo dele...
Ela manda que eu tire também as sandálias... e a gargantilha...
Ela guarda toda a minha roupa em uma sacola... comenta que só vou voltar a usar quando voltarmos... no domingo a noite...
Ela pega uma coisa no carro e traz...
- É sua coleira, cadela... vem... de quatro... pra sua Dona colocar...
Coloca a coleira... grossa, de couro preto, com argolas na frente e atrás...
Prende uma longa corrente na argola e puxa a cadela...
- Vem... no porta-malas, cadela!
Vou indo de quatro... tentando abanar o rabo... querendo mostrar que estou feliz...
Não sei como subir no carro...
Subo normalmente... e ela me avisa: vai aprender a andar sempre como cadela... vou te ennsinar, vadia...
Ela manda que eu fique de quatro no porta malas... quieta! ameaço de falar... quero dizer que estou com medo...
Ela volta no carro e traz uma mordaça...
- Não pensei que fosse ter que usar isto tão rápido, cadela!
Prende na minha boca... fecha o porta malas e volta para o volante... lá vamos nós para um fim de semana inesquecível!
Cap. II
Minha Dona aumenta o som e canta... ela parece alegre... dirige despreocupada...
A estrada é de terra e tem muitos buracos... me bato nas janelas do carro conforme o carro pula... faço barulho com a boca presa... e me sinto envergonhada de perceber que estou ficando babada... não consigo fechar a boca direito... babo...
Minhas coxas também estão molhadas... muito molhadas...
Minha Dona canta... parece se divertir muito... as vezes fala comigo: - Não vai fazer sujeira aí, hein, cadela? Ela ri... fala como o fim de semana será ótimo!
Parece que a casa é longe... demoramos pra chegar... começo a ficar com vontade de fazer xixi... fico aflita... será que vai demorar muito? Sabia que iríamos para o sítio, mas não sabia que era assim tão longe. Bem que ela disse que era bastante afastado...