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O Dia Seguinte
Vc se despediu e saiu.
Eu teria que ir ao Banco resolver alguns problemas e nos veríamos mais tarde.
Após a sua saída fiquei meio triste, como se tivesse perdido vc.
Acho que o tempo que ficamos juntos com grande intensidade fez com que me sentisse dessa forma, como se faltasse alguma coisa, como se estivesse incompleto.
Sai e fui ao Banco.
Andei a pé até a agência, fiz o que tinha que fazer e voltei devagar olhando paras coisas, vendo as pessoas, descobrindo um jeito diferente de se viver, em uma cidade que lembra em alguns aspectos a minha, mas que é muito diferente tb.
Parei em uma padaria, e bebi dois refrigerantes de uma vez só.
Estava seco. Não era pra menos, tivemos uma atividade muito intensa naquela manha, noite e manha anterior.
Comprei um jornal e fui para o hotel.
Já tinha algo preparado pra quando vc chegasse.
Passei aquele final de tarde e começo de noite arrumando algumas coisas fazendo ligações.
Determinei que vc ligasse antes de sair de onde estava.
Tomei banho e vesti meu terno.
Faria uma surpresa pra vc. Assim que vc chegasse, eu a trataria como Giovanna.
Havíamos combinado em sair, ir a algum bar ou outro local em que pudéssemos beber e nos divertir com o inusitado de estarmos saindo juntos.
Só que antes de sair, vc teria que trabalhar, porque meu quarto precisava de mãos habilidosas de uma empregadinha muito especial.
Vc ligou.
Fui para o quarto e dei uma desarrumada. Joguei umas roupas, e fiz uma cuidadosa bagunça, pois queria ver vc em ação.
Coloquei o jornal na mesinha da sala e esperei vendo televisão.
Vc interfonou da recepção, perguntando se eu iria descer, mandei que subisse e vc me passou para o atendente do Hotel.
Mandei que liberassem vc para subir.
Peguei o jornal e abri em qualquer página.
Esperei.
Vc chegou, tocou a campainha e fui atender.
Abri a porta...
Vc estava linda.
Uma blusa fina com tonalidades cinzas e preto.
Ela deixava seus seios pronunciados, como se fossem abrir um decote onde não existia.
Vc sabe que tem seios lindos, vc fez questão de valorizá-los, propositadamente colocou essa blusa pra me deixar doido.
Veste uma calça que modela seu corpo. Curta e justa, ressalta suas coxas e bunda.
Vc estava um tesão.
Logo que abri a porta já fui dando uma bronca...
- Giovanna!
- Vc esta atrasada!
- Vc tem um monte de coisas pra fazer...Entre vá colocar seu uniforme e faça o seu serviço.
Assim que vc me viu de terno, ficou surpresa e ameaçou rir.
Eu falava e em seu rosto eu percebia que vc queria rir, e eu por minha vez tentando manter aquela encenação fazia uma força tremenda para não cair na risada também.
Vc entrou e pediu um beijo... Dei o seu beijo, mas na verdade, queria engoli-la, como havia feito na primeira vez.
Mas me segurei.
Vc entrou foi desfilando em direção ao quarto enquanto me sentei no sofá.
Vc olhou para trás rapidamente e me viu com um sorriso no rosto.
Estava admirando seu jeito de andar e como vc estava deliciosamente vestida.
Vc foi ao quarto e logo depois voltou.
Vc estava maravilhosa...
Vestia a roupa que trouxe, o uniforme de empregada.
Estava com a calcinha preta que vc fotografou pra que eu visse.
Deliciosa.
Notei que usava sandálias altas pretas...
Eram sandálias exatamente iguais as que eu tinha descrito há muito tempo atrás.
Fiquei meio bobo, que vc tenha conseguido guardar aquele tempo todo uma informação e conseguido proporcionar um desejo que tive, de forma tão perfeita.
Vc veio falar comigo, pra saber o que deveria fazer...
Eu dei-lhe outra bronca, disse que tudo estava uma desordem, mandei que ela arrumasse, porque a patroa dela não iria gostar daquilo.
Vc saiu e foi andando para o quarto, para arrumá-lo, quando vc estava terminando de falar comigo, eu fiz que estava irritado e voltei para o meu jornal, mas quando vc saiu...
Eu voltei pra te olhar...
Vc saiu rebolando o seu rabo delicioso, com aquela calcinha preta enfiada, vc estava uma delicia...
Fiquei doido.
Minha vontade era atacá-la e comê-la, arrancar suas roupas e trepar com vc no chão.
Nesse momento em que imaginava a cena, vc olhou pra trás.
Flagrou minhas intenções...
Estava escrito no meu rosto...
Vc deu um sorriso irônico e foi arrumar o quarto.
Fiquei um pouco e fui ver o que vc fazia.
Vc estava arrumando a cama e recolhendo roupas para guardá-las.
Continuei com a encenação, dando bronca e chamando a atenção da Giovanna.
Vc cumpria seu papel e dava explicações e pedia desculpas.
Comecei a assediá-la e continuamos o jogo.
Voltei para sala e logo depois vc estava comigo.
Mandei que pegasse água pra mim.
Vc trouxe. Apertei vc.
Disse que vc era gostosa, que queria me aproveitar de vc.
Disse que vc teria que fazer o que eu mandasse, porque senão eu contaria a policia que vc havia roubado coisas da casa.
Passei a mão no seu corpo, invadi sua boceta com meus dedos.
Mandei que ficasse de quatro.
Vc pedia pra que eu não mandasse prendê-la, que faria o que eu quisesse.
Vc agachou e ficou na minha frente de quatro.
Coloquei minhas pernas em cima de vc enquanto assistia tv.
Na verdade não queria ver porra nenhuma, queria é fode-la, estava louco pra trepar com vc sentir teu gosto, sentir sua boceta molhada.
Vc virou o rosto para ver a tv e eu dei-lhe uma bronca.
Levantei, fui na cozinha e peguei um copo com água com gás e uma bandeja.
Apoiei a bandeja nas suas costas e o copo na bandeja.
Reclamei que vc era cheia de curvas e isso dificultava a bandeja ficar parada.
Mandei que arrumasse uma forma da bandeja ficar firme.
Vc reclamou e eu dei outra bronca e vc conseguiu ser uma boa mesa.
Ficamos ali um tempo.
Assisti a um programa que nem me lembro o que era.
Às vezes pegava o copo e tomava uns goles.
Após acabar, fui à cozinha novamente.
Peguei gelo.
Voltei para sala e sentei no sofá.
Vc de quatro sem saber o que eu tinha ido fazer ficou ali pacientemente como uma boa cadela esperando.
Peguei o gelo e sem vc perceber coloquei no seu corpo.
Percorri seu corpo todo com ele.
Colocava em suas costas, pescoço e ombros.
Passava em sua bunda, em suas tetas, em sua boceta.
Fiquei gelando seu corpo até todos os gelos terem sido usados.
Eles não duravam muito.
Seu corpo pegava fogo, suas partes mais quentes que eram a boceta e seios faziam as pedras virarem água rapidamente.
Depois disso mandei que ajoelhasse e determinei que me chupasse.
Que, se não fizesse, eu contaria a policia que vc era uma ladra, tornando sua vida um inferno.
Vc choramingava, implorava pra que eu não fizesse, dizia que faria tudo que eu mandasse, mas que não a prendesse.
Mandei que vc calasse a boca e que deveria chupar a minha rola.
Coloquei o meu pau duro pra fora. Estava cheio de tesão.
Vc disse que não podia, que era noiva, uma menina de família.
Eu segurei seus cabelos e ordenei que fizesse.
Vc colocou meu caralho na boca e começou a sugá-lo.
E chupou.
Ficamos muito tempo.
Vc lambia, chupava, sugava.
Meu pau todo molhado vertendo meu liquido.
Vc passava a ponta da língua, sugava tudo que saia.
Eu dizia perto do seu ouvido, que vc era uma puta, que vc não passava de uma vadia, de uma cadela vira lata.
- Giovanna.
- Imagine o seu noivo vendo isso.
- Vc chupando o caralho de outro homem. Feito uma vadia...Vc não passa de uma cadela safada.
Vc fazia cara de choro, dizia que não, que eu não contasse pra ele...
Segurava sua cabeça e enfiava o meu pau bem no fundo, fodia sua boca, sentia vc engasgando com a cabeça do meu pau, fazia questão de ir até o fundo, ver seus olhos marejarem...
Nós ficamos muito tempo assim...
Vc chupando minha rola...Eu me deliciando...
Depois de um bom tempo em que vc chupava meu pau e eu assistia à televisão em sua programação de terça...
Mandei que parasse.
Fui buscar sua coleira e mandei que ajoelhasse.
Coloquei sua coleira.
Andei com vc pelo apartamento, um passeio com a minha cadelinha...
Vc é uma cadela deliciosa, andar gracioso, seu corpo se move com tranqüilidade, como se essa fosse sua posição natural.
Vc adora estar nessa condição, posso sentir em vc um grande prazer em ser a minha cadelinha.
Após o passeio mandei que subisse em uma cadeira.
Essa cadeira tinha um assento meio arredondado e os braços formam o encosto, como uma peça só.
Ela não era confortável pra vc.
Notei assim que vc subiu, a dificuldade em se manter parada.
Mas isso fazia parte.
Peguei em minhas coisas uma fita adesiva transparente, dessas que fecham embalagens de papelão.
Nesse momento, vi com mais calma sua sandália.
Era exatamente como havia descrito há muito tempo atrás.
Fiquei impressionado.
Essa sua surpresa, salvou sua pele.
Eu iria castigá-la de forma dura, com o relho.
Vc estava sendo disciplinada, por uma falta que havia cometido. Sabia que isso iria acontecer.
Mas o seu ato de cuidado e de dedicação, em buscar algo que me daria prazer, sem que eu tivesse pedido expressamente ou repetido a informação do que gostava, me fizeram atenuar seu castigo. Pois, é a prova do quanto vc ama seu Senhor.
Vc é uma mulher que vive a submissão de forma consciente e dedicada.
Tem uma personalidade forte e gênio marcante, mas dedica-se de corpo e alma a servir.
Ser castigada é algo que não lhe trás prazer, porque com isso sabe que errou. Vc não gosta de errar.
Fica decepcionada quando isso ocorre.
Passei a fita pelos seus tornozelos e a madeira da cadeira.
Prendi seus pulsos com duas algemas de couro, unidas por uma corrente, que foram amarradas no pé da cadeira, deixando que vc ficasse como cadela, de quatro.
Fui buscar os objetos que seriam usados.
Vc estava totalmente imobilizada.
Coloquei a sua frente, uma chibata, um chicote de varias tiras, uma faca do tipo bowie, entre outras coisas.
Desamarrei seu avental das costas.
Sua pele ficou exposta, seu corpo ficou aberto no espaço.
Puxei sua calcinha até o meio das coxas, deixando que o elástico apertasse.
Ela foi abaixada, deixando sua bunda exposta, entreabrindo seu rabo e sua xana.
Peguei a chibata.
Mostrei a vc.
Fui para trás e fiz alguns movimentos com ela.
Comecei a castigá-la.
O barulho da haste cortando o ar e o impacto que produzia pelo choque do couro com sua pele era delicioso.
Era uma cena linda.
Sua bunda ia ficando desenhada.
Riscos apareciam de forma irregular.
As pancadas iam ficando ainda mais rápidas e fortes.
Vc não gemia alto.
Tentava se mexer na cadeira, porque estava mal acomodada, mas não demonstrava que o açoite era ruim.
Fiquei imaginando se vc sentia realmente isso ou se estava simplesmente sendo insolente.
Querendo que eu notasse que não tinha importância vc estar sendo castigada.
Continuei a castigá-la sem pressa.
A cor da sua pele determinava o ritmo e a intensidade.
Eu tenho consciência que tenho que ter muito cuidado.
Vc não pode ser marcada com profundidade.
Passava as mãos em seus cabelos, olhava seu rosto.
Via o desconforto, mas vc não reclamava.
Deixei a chibata de lado, o que pareceu dar um alivio a vc.
Peguei o chicote do chão.
Disse a vc que iria marcá-la. Que deixaria sua pele em carne viva.
Vc olhava com aqueles olhos lindos, não me pediu nada...
Não sei o que se passou em sua mente, mas tinha certeza que poderia fazer o que quisesse com vc.
Vc confiava em mim.
Fui para trás de vc.
Comecei o açoite.
O chicote era mais dolorido.
Ele queimava.
As pontas deixavam pequenas marcas.
Logo sua pele estava vermelha.
Batia com força e rapidez.
Vc já estava toda marcada.
Costas, bunda, ancas, ombros...
Pequenos pontos roxos apareciam.
Sua respiração já havia mudado, vc não parava de mexer os tornozelos.
Tentava deixar as costas mais confortáveis.
Cada impacto do chicote vc ficava ainda mais inquieta.
Parei de castigá-la.
Vc ficou mais tranqüila, mas ainda se sentia mal com o lugar que estava presa.
Passei minhas mãos em seu corpo.
Após o castigo, a pele fica muito vermelha, mas é um estimulo superficial.
Passei minhas mãos na pele das costas e bunda, com força, vc sentia um desconforto por causa da sensibilidade.
A pele estava quente.
Deixei o chicote.
Peguei a faca.
Tirei da bainha.
Ela é uma faca de caça muito afiada.
Vc olhou pra ela assustada. Seus olhos ficaram maiores, sua boca mais apertada.
Enfiei novamente a faca na bainha negra.
Passei por trás de vc e fui à mesa.
Quando retornei vc viu em minhas mãos uma venda preta.
Coloquei-a em seu rosto.
Disse que iria fazer o que já havia dito antes de vc me encontrar.
Vou te cortar puta.
Vou beber do teu sangue.
Vc se mexeu mais e mais.
Senti sua respiração aumentar de intensidade.
Vc já não enxergava mais nada.
De repente sentiu um cheiro forte de álcool.
Vc lembrou que tinha visto um vidrinho de álcool, que é usado para desinfetar cortes.
O cheiro estava forte.
Eu deixei que vc sentisse bem.
Sai de sua frente e fiquei colocado ao seu lado.
Vc não sabia onde estava.
Molhei a ponta do meu dedo no álcool.
Passei em abundancia em seu pescoço.
Desci ao meio das suas costas.
Passei na sua lombar.
E finalmente no risco em direção ao seu cuzinho.
Toda vez que vc sentia o frio que o álcool proporcionava em sua pele, podia imaginar o que se passava em sua mente.
Eu estava muito excitado.
Meu pau parecia que explodiria nas calças.
Sabia que a espera do que iria acontecer estava te deixando nervosa demais.
O desespero já tomava conta de vc.
Fechei o vidro. Fui para sua frente e levantei a venda.
Abaixei e peguei a bainha com a faca enterrada nela.
Parecia meu pau enterrado em sua carne.
Puxei a faca devagar.
Mostrando a vc toda a lamina.
Ela escorregou para fora sem dificuldade.
Ela flutuou na sua frente.
Abri minha mão esquerda...
Coloquei a lamina no centro dela.
Inteira.
Puxei...
Fazendo o movimento de cortar.
Cortando minha própria carne.
Ao passar a mão se fechava.
Vi que vc ficou nervosa.
Fechei a mão.
Coloquei a faca no chão e baixei a venda em seus olhos.
Cuspi na minha mão esquerda que obviamente não havia cortado.
Passei minha mão no meio de suas costas e perguntei se estava gostando do calor do meu sangue, em sua pele.
Peguei a faca e disse em seu ouvido.
Agora vou te cortar puta...
Vou beber do teu sangue.
Vc ficou nervosa...Começou a choramingar, sua respiração era ofegante.
Coloquei a ponta da faca em sua nuca.
Escorreguei a ponta do aço em sua pele, riscando a mesma por uns cinco centímetros.
A ponta era muito afiada.
A impressão pra vc é que o corte estava sendo feito.
Repeti.
Vc já estava começando a ficar em pânico.
Disse a vc.
Vou beber seu sangue.
Baixei a faca.
Repeti o que havia feito no centro das suas costas.
E o mesmo foi feito em sua lombar.
Vc já não agüentava mais.
Esta visivelmente nervosa.
Pedindo, suplicando sem palavras.
Quando pousei a ponta no vão de sua bunda deliciosa.
E comecei a cortar.
A ponta enterrou mais do que nos outros locais.
O movimento foi mais brusco.
Quase a pele abriu.
A sensação para vc era de corte.
Vc ficou extremamente nervosa.
Começou a se debater.
A dor da posição o medo das marcas.
Eu teria cortado toda sua pele...
Vc estava apavorada.
Percebi que estava perdendo a concentração e que poderia explodir em choro.
Parei de riscar seu rabo e comecei a estocar em toda sua pele.
A ponta cutucava com força as regiões da bunda, costas.
Vc estava já sem controle.
Eu parei.
Vc choramingava e tinha sua respiração alterada.
Peguei um canivete que estava em meu bolso e cortei as tiras das fitas que prendiam seus tornozelos.
Fui para frente, retirei a venda.
Seus olhos cheios de lagrimas.
Desamarrei seus pulsos.
Tirei vc da cadeira, vc sentia uma dor forte por causa da posição.
Passou a mão em seu corpo e viu que não havia cortado sua pele.
Segurei seu rosto.
Beijei sua face.
Levei vc ao sofá.
Coloquei vc no meu colo e acalmei o seu nervosismo.
Beijei.
Disse que a amava.