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Leilão
Escurecia, a expectativa e a incerteza do que ia acontecer o movia...
Nervoso, tinha as mãos trêmulas quando automaticamente pegou o maço de cigarros no bolso da jaqueta.
Somente após levar um aos lábios, lembrou da ordem de não fumar, dada enfaticamente pela sua Rainha.
Respirando fundo, engoliu a seco devolvendo o cigarro ao maço. Sabia que ela saberia caso desobedecesse e na ansiedade em que se encontrava, ponderava se não valeria a pena receber o castigo, saciando-se momentaneamente. Já estava abstêmio a mais de 8 horas, quando recebera a ordem para que não fumasse e só isso deixava suas mãos trêmulas.
Desde que havia sido pego em seu hotel pelo motorista, somente agora havia notado que haviam saído da área urbana, e pegavam uma trilha desconhecida. Ao chegarem frente a um portão alto, o motorista lhe passou uma venda, sabia que a partir de agora, não haveria mais volta e respirando fundo, fez o que sabia ser desejo de sua Rainha.
Ao sentir o carro parando, sentiu em seu rosto o ar da noite entrando ao ouvir a porta sendo aberta. Mãos bruscas colocaram-lhe uma coleira, que presa a uma guia o puxaram para dentro da casa. Não havia aviso ou cuidado, era puxado bruscamente e andava trôpego com as mãos estendidas, cambaleando por não saber por onde ir, quase caindo ao sentir que o chão lhe faltava fazendo que percebesse estavam numa escada que os levaram ao andar de baixo. Sentiu no ar um odor abafado indicando que iam ao que parecia ser um porão, ou quem sabe uma masmorra, devido ao que parecia um chão de pedras irregulares.
- Dispa-se!!!! - Fora dada a ordem e sem saber quem se encontrava no local o fez nervosa e lentamente. Sentia na pele o calor das luzes que por certo o iluminavam, ouvia sussurros e risos ao longe tendo então a certeza de que havia mais de uma pessoa no recinto. Isso o constrangia e estimulava, queria que sua Rainha se orgulhasse do servo que tinha e para que isso acontecesse sabia que teria de se esforçar ao máximo.
Nu os sentidos alertas, sentia o deslocamento do ar ao seu redor, indicando que as pessoas se moviam ao seu redor, ouvia passos no chão duro e soube então que estava sendo analisado. Permaneceu em silêncio, cabeça baixa até sentir que era novamente puxado pela guia. Em meio a escuridão ouvia os saltos e sentindo o perfume que lhe chegava o fez crer que sua Rainha se aproximava pondo-se então à vontade cônscio de que estava junto daquela que confiava.
Puxado por um longo corredor seguia-a em silêncio, ouvindo os sons de vozes e tilintar de copos se aproximando o fazendo crer que se aproximava de um salão cheio de gente.
Mais uma vez, sentiu o calor das luzes sobre seu corpo e o silêncio que se fez foi quebrado pelo som de grilhões sendo abertos antes de ter seus pulsos presos firmemente a eles. Uma voz ao microfone, impessoal e comedida anunciou então o início do leilão. A certeza do que estava para acontecer transpassou seu corpo num arrepio de repulsa, humilhação...
Pelo que pôde entender, havia mais cinco escravos, cada Rainha estabelecia o que seria permitido a seus servos e as restrições que porventura tivesse. Pasmo ouviu as apresentações ao público sabendo também que não haveria restrições feitas a ele. Entendeu que serviriam somente para aquela noite e ao ouvir os lances sendo feitos suava frio em expectativa e constrangimento. Chegada sua vez, ouvia a tudo espantado pelo que lhe era oferecido, numa disputa que mesmo o ultrajando o lisonjeava por saber que sua Rainha se envaideceria.
Disputado por várias mulheres, ouvia os lances sendo dados por uma mulher de voz dura, seca que não o agradava oferecendo um lance de R$ 1.500,00, e com um frio na espinha ouviu o leiloeiro oferecer pela última vez quando pouco antes de se bater o martelo, sua Rainha deu um lance imbatível, assombrando a todos que ali se encontravam.... R$ 5.000,00.
Ela o acariciou em público num toque gentil quando soltou seus braços, terminando num beijo cálido, diferente das outras Rainhas que se encontravam ali e gentilmente o levou pela guia para um dos quartos destinados a eles.
Tirando a venda ao chegar lá, beijou-o longamente, dizendo que se orgulhava do servo que tinha. Beijos e abraços sucediam quando ela se afastou com um brilho nos olhos e tendo em mãos, cordas. Ainda aos beijos o acariciou enquanto amarrava suas mãos para trás, puxando-o até que se fosse ao chão atando então as mãos junto aos tornozelos. Tinha agora o corpo arqueado para frente e imobilizado.
Durante um tempo ela permaneceu admirando aquele corpo forte e longelíneo totalmente à sua mercê.
Agachando em suas botas longas e altas, o acariciou enquanto acendia um cigarro. Sabia o quanto ele desejava fumar e mesmo sabendo que merecia uma recompensa pelo desempenho frente a suas colegas, tragou longamente soltando a fumaça sobre sua cabeça afastando em seguida. Depois de um tempo, sentando-se na poltrona alguns metros a frente dele, disse-lhe que se quisesse fumar, deveria se arrastar até o cinzeiro que colocara junto aos seus pés. Do jeito que o amarrou, parecia uma tarefa quase impossível mas se retorcendo, as cordas marcando seus pulsos e tornozelos, foi se deslocando até conseguir se aproximar. Quando ficou próximo o suficiente para pegá-lo com a boca, já transpirando pelo esforço, ela levantou amassando o cigarro com o bico da bota.
Todo o corpo tremia devido à frustração e ao soltar um gemido recebeu na hora, um tapa no rosto.
Puxando-o pelos cabelos sussurrou em seu ouvido que naquele dia, ele ainda a serviria como nunca antes, antes de mordê-lo no lóbulo, ordenando que a lambesse entre as pernas e sentisse na boca toda a excitação que tomara conta devido a situação do leilão e do que ainda estava por vir.
Sentia na boca o gosto de sua Senhora, sentia sua vulva úmida inchada com o clitóris duro, começando então a lambê-la, usando como pôde os lábios e língua para satisfazê-la. Pela respiração ofegante, sabia que a agradava, e projetando mais ainda a cabeça acelerou os movimentos entre as coxas abertas. Seu cheiro o excitava, assim como suas reações mostrando que o gozo se aproximava. O corpo feminino e entregue se arqueou, as mãos de unhas longas o puxaram entre as coxas acelerando os movimentos até que num grito incontido entre espasmos, pressionou sua boca, seu nariz sufocando-o por todo tempo em que durou o orgasmo. Ela acompanhava o olhar assustado, a impotência que o assolava.... imaginava os pulmões quase a explodir.. via a mudança na cor de seu rosto, tudo isso intensificando o gozo, devido à sensação de poder que advinha disto... ele lhe pertencia em todos os sentidos!
Quando soltou-lhe a cabeça, por segundos ainda não conseguiu buscar o ar que lhe faltava, tomado por uma dor aguda, o coração lhe saltando ao peito e levou ainda vários minutos até conseguir respirar normalmente.
Recompondo-se, sua Rainha foi se banhar tranqüilamente enquanto o deixava lá no chão para se acalmar. Tinha os membros formigando devido a posição e lá continuou no que lhe pareceu uma eternidade até ela voltar ao quarto.
Lentamente soltou-lhe os braços e pernas, massageando de leve para que ativasse a circulação e ordenando para que se erguesse, indicou uma bancada para que reclinasse apoiando os quadris na madeira e ficasse com as pernas estendidas.
Levou um tempo para realizar o movimento devido a fraqueza que sentia nas pernas. Quando por fim o fez, teve suas mãos algemadas junto à base da bancada e as pernas imobilizadas e abertas pelo afastador. Puxado pelos cabelos, ouviu sua Rainha sussurrar dizendo que desagradara-lhe ao não ter atendida prontamente sua ordem e não viu mais nada pois sua cabeça foi coberta por um capuz de couro, onde somente sua boca permanecia livre.
Sabia que seria punido pela demora e respirando fundo como pôde sob o capuz aguardou em silêncio. Nada ouvia nem via, e a demora o impacientava mais do que aliviava, pois prolongava a tortura. De repente sentiu uma dor aguda que lhe queimou a pele, sem um preparo, sem vir de leve aumentando aos poucos como ela sempre fazia. Soube pela dor que ela usava uma cane.
Após o impacto, sentia a dor vindo de dentro ardendo e fazendo contorcer conforme sentia o ardor se espalhando por toda pele. Uma a uma, foi contando até chegar na vigésima lambada. Sabia que ela tentava aproximar sempre uma lambada da outra para ter bem marcada suas nádegas e que isso lhe renderia mais de uma semana sem poder banhar-se na frente de colegas na academia ou ir à praia, devido aos hematomas. Uma pausa e sentiu então as mãos enluvadas acariciando o relevo em sua pele já marcada. A carícia fazia queimar mais ainda sua pele fustigada e sentindo um líquido gelado deduziu que o acariciava com um gel. A mão agora escorregadia subia e descia por suas nádegas, aproximando cada vez mais do seu cu fazendo-o retesar todo o corpo. Os dedos deslizavam lentamente forçando de leve seu anel, provocando e se afastando, ficando por vários minutos somente a provocá-lo antes de colocar um dedo, como que a prepará-lo. Sabia o quanto ela gostava de penetrá-lo com a cinta, chamando-o de putinha, e ansioso aguardava enquanto ela mais uma vez se afastou, por certo para se preparar.
Sentiu a aproximação e antes que pudesse se preparar, foi penetrado com rudeza o fazendo contrair o corpo e gemendo em protesto. Ela nunca fora tão brusca e a dor se espalhava por suas entranhas. Não o tocara com o carinho que sempre fizera, reclinando em suas costas enquanto o penetrava. As estocadas e mãos enluvadas eram os únicos contatos que tinha. Sentia seus anéis alargados bruscamente e assim foi durante muito tempo antes que ela saísse de dentro. Longos minutos se passaram, ofegante inspirava profundamente até conseguir se acalmar quando novamente ela penetrou seu corpo. Pego de surpresa novamente não teve como relaxar seu corpo e a dor mais que o prazer tomou conta do corpo já completamente dolorido. Quando seu corpo parecia se adaptar e começava a sentir prazer ela interrompia dando-lhe tempo para se acalmar e ter seus anéis elásticos se fechando somente para ser forçado novamente. Perdeu a conta de quantas vezes isso repetiu, quanto tempo estavam naquilo, seu corpo castigado, pernas formigando, quando desta vez a mais longa pareceu-lhe que ela o permitiria que gozasse.
Queria implorar para que o permitisse gozar, que não interrompesse os movimentos, sendo frustrado pelo capuz, até que quase explodindo, sentiu seu capuz ser arrancado segundos antes que explodisse num gozo alucinante sentindo também seu corpo e rosto sendo molhado em pequenos jatos. Horas, talvez minutos ou segundos levaram antes que tivesse a percepção do que acontecia ao seu redor. Seus olhos focaram e mortificado, teve real noção do que ocorrera ali. Ao seu redor se encontravam os outros cinco escravos leiloados, logo atrás suas Rainhas a observarem tudo, e frente a todas sua própria Rainha que fumava tranqüilamente e viu a todos eles um a um, currarem seu escravo amado.........
Via a porra dos escravos escorrendo por todo corpo e rosto de seu amado, e aproximando-se ofereceu o cigarro para que ele desse uma longa tragada, e quando ele a fitou nos olhos viu no rosto amado de sua Rainha um sorriso enigmático....... completamente satisfeito.